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Cepea: Preço do algodão segue em alta pelo quarto mês consecutivo

As cotações de algodão seguem em alta pelo quarto mês consecutivo, segundo levantamento do Cepea (Centro de Pesquisa em Economia Aplicada) divulgado nesta quarta-feira (3).

A alta nos preços da pluma é reflexo do movimento de cautela por parte dos compradores somado à postura firme de retenção dos vendedores.

De acordo com a entidade, muitos vendedores ainda armazenam lotes de alta qualidade da safra 2024/25, o que impulsiona a alta nos preços desde fevereiro.

Na avaliação do Centro de Pesquisa, a postura adotada por vendedores e compradores resultou em negociações pontuais no mês.

Em maio, os preços do algodão em pluma no indicador Cepea/Esalq avançaram 3,31% e fecharam o mês em R$ 4,2793/lp (Libra-peso), maior cotação desde junho de 2025.

Sob supervisão de Kaique Cangirana* 

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53,1% aprovam classificação de PCC e CV como terroristas, diz AtlasIntel


Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (3/6) mostra que 53,1% dos entrevistados aprovam a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Apesar disso, 47,7% avaliam que a medida representa um risco à soberania nacional por abrir espaço para eventual intervenção estrangeira no Brasil.

Os entrevistados responderam à seguinte pergunta: “Você aprova ou desaprova a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas?”. Confira a resultado: 

  • Aprovo: 53,1%;
  • Desaprovo: 44,7%;
  • Não souberam responder: 2,2%;

Os entrevitados também responderam à pergunta: “Como você avalia a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas?”. Veja o resultado:

  • É um risco à soberania nacional, pois abre espaço para uma intervenção estrangeira no Brasil: 47,7%.
  • É uma medida necessária para combater o crime mais efetivamente: 44,7%.
  • É uma medida simbólica, sem grandes consequências práticas: 7,3%.
  • Não souberam responder: 0,4%.

O levantamento ouviu 1.273 brasileiros com 16 anos ou mais, entre os dias 30 de maio e 3 de junho.

O período da coleta de dados coincidiu com o anúncio do Departamento de Estado dos Estados Unidos que classificou o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) e também como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT). A medida passa a valer a partir desta sexta-feira (5/6).

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.



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Preço do boi gordo sobe R$2 por arroba no início de junho

O mercado do boi gordo iniciou junho em alta, sustentado pela oferta restrita de animais terminados, pela melhora do consumo doméstico e pelo bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.

Segundo a Scot Consultoria, as cotações abriram esta quarta-feira (3) com avanço de R$ 2,00 por arroba para o boi gordo e de R$ 3,00 por arroba para o chamado “boi China”. Já os preços da vaca e da novilha permaneceram estáveis após os reajustes registrados no dia anterior.

Em São Paulo, o boi gordo está cotado em R$ 349,00 por arroba, enquanto a vaca vale R$ 320,00 por arroba e a novilha R$ 332,00 por arroba. O boi destinado ao mercado chinês é negociado a R$ 355,00 por arroba, com ágio de R$ 6,00. As escalas de abate atendem, em média, oito dias.

De acordo com a consultoria, o movimento reflete uma demanda mais aquecida da indústria frigorífica. Após a redução das escalas de abate observada no fim de maio, os frigoríficos passaram a buscar com maior intensidade a oferta disponível para alongar suas programações e atender ao aumento da demanda por carne bovina.

A expectativa é de fortalecimento do consumo nas próximas semanas, impulsionado pela entrada dos salários na economia e pelas festividades de junho. Ao mesmo tempo, as exportações seguem contribuindo para o escoamento da produção nacional.

Do lado da oferta, os pecuaristas continuam adotando uma postura cautelosa nas negociações, liberando os lotes gradualmente e buscando melhores preços. Essa estratégia tem limitado a disponibilidade de animais prontos para abate e ajudado a sustentar as cotações.

Para Douglas Coelho, da Radar Investimentos, os sinais de aperto na oferta começaram a aparecer ainda na semana passada e se confirmaram nesta semana. Segundo ele, as escalas ficaram menores justamente em um período de menor tempo útil para compras por parte da indústria devido ao feriado.

“O frigorífico precisou elevar os preços de balcão para garantir matéria-prima. Altas entre R$ 5 e R$ 7 por arroba têm sido comuns em diversas praças do Centro-Sul”, afirmou.

O analista destaca que em São Paulo já são observadas negociações na faixa de R$ 355,00 por arroba, com negócios pontuais alcançando R$ 360,00 à vista. No atacado, a carne bovina também apresenta mercado enxuto, com referência próxima de R$ 24,00 por quilo.

A leitura também é reforçada por Daniel Lopes, assessor de investimentos, que aponta um cenário de firmeza para o boi gordo paulista. Segundo ele, a arroba no peso morto variou entre R$ 340 e R$ 365 em junho, com média de R$ 350,87, enquanto no peso vivo os valores oscilaram entre R$ 345 e R$ 368, com média de R$ 357,24.

O especialista ressalta que a sustentação dos preços está diretamente ligada às escalas de abate historicamente curtas. Entre janeiro e maio, a média foi de apenas 6,3 dias úteis, o menor nível desde 2021. Em fevereiro, o indicador atingiu 4,9 dias, o menor patamar da série histórica.

“Pouco boi pronto significa pecuarista no comando da negociação”, resume.

Mercado externo 

No mercado externo, a demanda chinesa continua sendo um dos principais fatores de suporte. As exportações brasileiras para a China seguem em ritmo forte e caminham para atingir rapidamente a cota disponível, com a janela de embarques se encerrando em julho.

Além dos fundamentos de mercado, notícias recentes também reforçaram o sentimento positivo para a pecuária brasileira. Segundo o analista de mercado, Rodrigo Costa, a semana foi marcada pelo reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa pela China e pela decisão dos Estados Unidos de manter a carne bovina fora das tarifas anunciadas para determinados produtos importados.

De acordo com o analista, a exclusão da carne brasileira das medidas tarifárias reflete a importância estratégica do produto para o mercado norte-americano, que enfrenta oferta restrita de proteína bovina e utiliza a carne importada do Brasil principalmente na fabricação de hambúrgueres.

Com oferta limitada, consumo doméstico em recuperação e demanda internacional aquecida, o mercado do boi gordo inicia junho com viés positivo e preços sustentados, mantendo o pecuarista em posição favorável nas negociações.

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Quem é a 1ª mulher não religiosa que chefiará a comunicação do Vaticano


Papa Leão XIV nomeou na terça-feira (2) Maria Montserrat Alvarado para ocupar o cargo de prefeita no dicastério responsável pelos sistemas de comunicação da Santa Sé

Divulgação/Vatican NewsMaria Montserrat Alvarado
Mexicana, Maria Montserrat Alvarado é formada por universidades dos Estados Unidos

O papa Leão XIV nomeou na terça-feira (2) a executiva de mídia Maria Montserrat Alvarado como prefeita do Dicastério para a Comunicação do Vaticano. Ela é a primeira mulher não religiosa a ocupar cargo na Cúria Romana.

A partir de 1º de novembro de 2026, Alvarado ficará responsável pelo departamento que supervisiona os sistemas de comunicação da Santa Sé, composto pelo Vatican News, Rádio Vaticano, L’Osservatore Romano, Vatican Media, Sala de Imprensa, Livraria Editora Vaticana, Tipografia Vaticana e Filmoteca Vaticana. Instituído pelo papa Francisco em 27 de junho de 2015, o dicastério possui funções operacionais e tecnológicas e é responsável por aprofundar e desenvolver temas teológicos e pastorais da Igreja Católica no campo da comunicação.

Alvarado sucederá Paolo Ruffini. Ele foi nomeado em 2018 pelo papa Francisco. Foi o primeiro prefeito não religioso de um dicastério da Cúria Romana.

Nascida na Cidade do México, Alvarado é formada pela Universidade Internacional da Flórida e pela Universidade George Washington. Ambas dos Estados Unidos. De 2009 a 2023, trabalhou no Fundo Becket para Liberdade Religiosa, onde se dedicou a programas de defesa da liberdade religiosa e à promoção da dignidade humana. Desde 2023, era presidente e diretora operacional da divisão jornalística da Eternal World Television Network, a EWTN News.

A nomeação de Alvarado dá continuidade ao processo de reforma e renovação da Cúria Romana iniciada pelo papa Francisco. Dessa forma, o pontífice e o seu sucessor, o papa Leão XIV, têm confiado a homens e mulheres não religiosos cargos de liderança na alta administração do Vaticano.





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Café recua em Nova York com previsão de safra recorde no Brasil

Os preços futuros do café encerraram a sessão desta quarta-feira (03) em forte queda na bolsa de Nova York. O contrato futuro com vencimento em julho recuou 2,35% e fechou cotado a US$ 2.531,00 por libra-peso.

O Barchart apontou que o movimento de baixa foi generalizado, com o café arábica atingindo o menor nível em um ano e meio.

A pressão sobre as cotações está relacionada à perspectiva de uma safra recorde no Brasil. O Serviço Agrícola Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projetou produção brasileira de 71,9 milhões de sacas em 2026/27, alta de 14% em relação ao ciclo anterior.

O cenário também foi reforçado por atualização do Rabobank, que elevou sua estimativa de excedente global de café arábica para 2026/27 de 7 milhões para 9,5 milhões de sacas, ampliando a percepção de oferta abundante no mercado internacional.

Açúcar 

Os preços futuros do açúcar encerraram a sessão em queda na bolsa de Nova York, com o contrato com entrega em julho recuou 0,97% e fechou cotado a US$ 14,24 por libra-peso.

O Barchart apontou que o movimento foi influenciado pela perda de fôlego após a alta inicial do dia, com o açúcar em Nova York recuando da máxima de uma semana.

A valorização do índice do dólar, que atingiu o maior nível quase dois meses, também pressionou as cotações, levando à liquidação de posições compradas no mercado futuro.

Além disso, a perspectiva de ampla oferta global segue pesando sobre os preços. Na última semana, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia informou que a produção de açúcar do Centro-Sul do Brasil na safra 2026/27, em abril, subiu 55,3% em relação ao ano anterior, para 2,475 milhões de toneladas, impulsionada por maior rendimento da cana, com teor de sacarose de 112,58 kg por tonelada, alta de 5,4% na comparação anual.

Cacau

O contrato futuro do cacau para entrega em julho encerrou a sessão em baixa de 0,88%, cotado a US$ 4.072 por tonelada.

Segundo o Barchart, os preços foram pressionados pela preocupação com a demanda por chocolate, após a Barry Callebaut, sétima maior fabricante de chocolate do mundo em receita, divulgar uma projeção indicando recuperação mais lenta nos volumes de vendas do que o esperado anteriormente.

Além disso, o mercado segue acompanhando ao aumento dos estoques. Os volumes de cacau armazenados pela ICE atingiram o maior nível em quase dois anos, chegando a 2.913.278 sacas na quarta-feira, o que reforçou o movimento de queda nas cotações.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em julho fechou com ligeira baixa de 0,04% e precificado em US$ 76,73 por libra-peso.

Suco de laranja

O contrato futuro de suco de laranja com vencimento em julho encerrou a sessão em alta de 5,25%, sendo negociado a US$ 1.684,00 por tonelada.

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Mulher que fingia ser criança segue presa e fará exame psiquiátrico


Defesa solicitou avalição psiquiátrica para a falsa adolescente que enganou família de Joinville.



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Crédito privado do agro soma R$1,34 tri em abril, diz Ministério

O estoque de títulos privados do agronegócio somou R$ 1,34 trilhão em abril de 2026, segundo o Boletim de Finanças Privadas do Agro divulgado pelo Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária).

O avanço foi puxado principalmente pela CPR (Cédula de Produto Rural), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), consolidando o mercado de capitais como pilar do financiamento do setor. 

Segudo o boletim, as participações de contrações do Crédito Rural com base no LCA são lideradas por bancos privados (36,14%), seguido por bancos públicos (34,1%) e Cooperativas de Crédito (28,58%).

A CPR atingiu R$559,90 bilhões em estoque em abril, alta de 16% em relação ao mesmo mês de 2025. A LCA chegou a R$ 579,89 bilhões, avanço de 4% na mesma comparação. 

Já o CRA somou R$ 175,99 bilhões, crescimento de 13%. O CDCA (Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio) encerrou o mês em R$ 31,97 bilhões, um recuo de 7% na comparação. 

O boletim também traz dados sobre os Fiagro (Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio). O patrimônio líquido da classe atingiu R$ 61,03 bilhões em março de 2026 (crescimento de 42% frente a março de 2025), com 239 fundos em operação (salto de 68% na mesma comparação).

Sob Supervisão de Andressa Simão

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Após novo ‘tarifaço’, STF libera julgamento contra Eduardo por coação nos EUA


O caso será analisado pela Primeira Turma da Corte, que é formada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, além de Alexandre de Moraes, relator do processo

Pedro França / Agência SenadoEduardo Bolsonaro
Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a ação penal em que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é réu pela acusação de promover o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras. A data da análise do caso ainda não foi definida.

O caso será julgado pela Primeira Turma da Corte, que também é formada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, além de Moraes, relator do processo.

Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte. Ele responde pelo crime de coação no curso do processo.

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Antes de liberar o caso para julgamento, Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.

Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa fosse realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).

Nas alegações finais apresentadas ao Supremo, órgão defendeu a anulação do processo e disse que Moraes não pode julgar o caso por poder ter sido vítima do cancelamento de vistos e das sanções financeiras oriundas da Lei Magnitsky.

“Aqui o Julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, disse a DPU.

De acordo com a acusação feita pela PGR, Eduardo fomentou as ações dos Estados Unidos para tentar impedir o Supremo de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo da trama golpista.

“Comprovou-se que o réu deliberadamente se utilizou de graves ameaças contra as autoridades responsáveis pelo julgamento da AP 2.668, algumas concretizadas, a fim de favorecer o interesse de seu pai, livrando-o de qualquer responsabilização criminal”, argumentou a procuradoria.





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Milho fecha em queda na Bolsa de Chicago pelo quarto dia consecutivo

O contrato futuro de milho para entrega em julho encerrou a sessão desta quarta-feira (03) em queda de 2,04% na Bolsa de Chicago, cotado a US$ 4,3150 por bushel.

Segundo a Granar, este foi o quarto dia consecutivo de perdas para o cereal, com os fundos de investimento atuando como principais responsáveis pelo movimento de baixa.

No campo climático, a pressão veio da concentração de chuvas em áreas que necessitam de umidade, como Nebraska, terceiro estado mais importante na produção de milho para ração animal. As previsões indicam que essa frente úmida deve avançar para Iowa, principal estado produtor dos Estados Unidos.

Apesar do cenário de queda, exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) a venda de 136 mil toneladas de milho para a Coreia do Sul, com entrega prevista para a safra 2026/27. Operações acima de 100 mil toneladas, destinadas ao mesmo país no mesmo dia, devem ser obrigatoriamente informadas ao USDA.

Trigo

Na Bolsa de Chicago, o contrato de trigo para entrega em julho encerrou a sessão em queda de 2,61%, cotado a US$ 5,8725 por bushel.

Segundo a Grinvest, o movimento negativo segue firme entre os cereais, com destaque para o trigo, que recua cerca de 2% no período da tarde. Em sintonia com Chicago, o trigo na Euronext também ampliou as perdas e atingiu a mínima dos últimos três meses.

As previsões climáticas para as principais regiões produtoras seguem favoráveis nos próximos dias, reduzindo praticamente a zero o prêmio de risco climático para as safras dos Estados Unidos e da Europa. Nesse cenário, cresce entre os agentes de mercado a percepção de que o pico sazonal das cotações em Chicago pode já ter ficado para trás.

Soja

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão desta quarta-feira (03) em queda na Bolsa de Chicago. O contrato para entrega em julho fechou o dia cotado a US$ 11,5400 por bushel, com recuo de 0,97%.

Segundo a Agrinvest, os futuros do complexo soja operaram em campo negativo, destoando do movimento do óleo de soja, que seguiu firme e renovou máximas. O avanço foi impulsionado pela alta dos RINs e pelas perspectivas positivas para os biocombustíveis nos Estados Unidos.

Já a soja em grão manteve o viés de baixa, refletindo o bom desenvolvimento da safra norte-americana e a pressão exercida pelo dólar mais forte no mercado global, especialmente sobre o Brasil.

No mercado físico brasileiro, os preços seguem em alta. Na última semana, o replacement registrou avanço expressivo, com altas entre 10 e 30 cents por bushel nos principais corredores de originação.

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Justiça nega indenização a vítima de tubarão em PE: "Assumiu o risco"


A vítima sofreu o ataque de tubarão em 6 de março de 2023 na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e perdeu um dos braços



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