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Acusação vai pedir anulação de júri do caso Henry: "Aberração jurídica"


Monique Medeiros, mãe do menino, foi condenada por homicídio culposo, mas recebeu perdão judicial



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Por que esquentar o carro de manhã no frio virou desperdício de tempo e dinheiro


A tecnologia automotiva evoluiu, e o velho hábito de deixar o veículo ligado na garagem agora só aumenta o consumo e afeta o bolso do motorista

DivulgaçãoTrechos de serra e baixadas estão mais sujeitos à neblina. Os períodos de maior incidência são o começo da manhã e a madrugada
Com as inovações mecânicas consolidadas nas últimas décadas, a engenharia automotiva aposentou de vez a obrigação de aguardar o aquecimento do conjunto mecânico antes de engatar a primeira marcha e sair de casa.

Você acorda cedo, os termômetros estão lá embaixo e a primeira coisa que faz ao entrar no veículo é dar a partida e ficar parado esperando a temperatura subir. Se você ainda mantém essa rotina rigorosa na sua garagem, saiba que está literalmente queimando dinheiro à toa. Com as inovações mecânicas consolidadas nas últimas décadas, a engenharia automotiva aposentou de vez a obrigação de aguardar o aquecimento do conjunto mecânico antes de engatar a primeira marcha e sair de casa.

O que mudou sob o capô dos veículos

Na época dos antigos carros carburados, o motorista realmente precisava puxar o afogador e ter muita paciência. O sistema antigo dependia inteiramente do calor térmico para que o combustível evaporasse corretamente e a mistura não fizesse o carro engasgar em cada esquina.

Hoje, a realidade tecnológica é completamente diferente. O moderno sistema de injeção eletrônica trabalha em tempo real. Ele lê a temperatura externa e ajusta automaticamente a mistura exata de ar e combustível que deve ser enviada aos cilindros do motor. Essa inteligência garante uma queima perfeita e um funcionamento contínuo desde a primeira faísca da vela, sem depender daquele velho aquecimento prévio com o carro parado na calçada.

Como a partida a frio afeta a rotina na prática

A recomendação técnica atual é extremamente prática e focada em poupar tempo. Ao entrar no veículo, você só precisa virar a chave ou apertar o botão de ignição. O tempo exato que você leva para afivelar o cinto de segurança, ajeitar os espelhos retrovisores e conectar o celular ao rádio é tudo o que a mecânica exige.

Estamos falando de apenas 10 a 30 segundos de espera. Essa pausa mínima serve exclusivamente para que a bomba de óleo consiga lubrificar completamente as engrenagens e partes móveis do motor. Depois disso, o verdadeiro segredo é arrancar de forma muito suave. O aquecimento real e eficiente das peças acontece com o carro em movimento, dirigindo sem forçar acelerações bruscas nos primeiros quarteirões até que o painel mostre a temperatura ideal, o que costuma levar de cinco a dez minutos rodando.

O peso da marcha lenta no consumo de combustível

Ficar ocioso na marcha lenta por cinco minutos é um verdadeiro veneno para o seu orçamento mensal. Enquanto você espera o motor esquentar na garagem, a injeção eletrônica entende que o carro está funcionando em um regime muito abaixo do ideal e acaba injetando combustível em excesso para tentar forçar a elevação da temperatura.

O resultado dessa prática aparece diretamente na bomba do posto de gasolina, já que esse desperdício derruba a média de quilômetros por litro do seu veículo. Além de esvaziar o tanque de maneira desnecessária, deixar o motor ligado parado eleva a poluição e pode provocar desgaste prematuro em componentes essenciais de filtragem, como o catalisador do escapamento.

Dúvidas frequentes

Afinal, é realmente necessário esquentar o motor do carro antes de sair de manhã no frio?

Não. Nos veículos atuais, essa prática é considerada um mito. Basta ligar o carro e aguardar um intervalo de cerca de 10 a 30 segundos apenas para garantir a circulação do óleo. Logo em seguida, você já deve iniciar a viagem dirigindo de maneira leve e sem aceleradas fortes, permitindo que a mecânica atinja o calor ideal enquanto você já está a caminho do seu destino.

As velhas manias de garagem estão perdendo cada vez mais espaço para a eficiência prática. A nova geração de componentes veiculares foi desenhada para a agilidade do trânsito atual. Ligar a ignição, colocar o cinto e seguir viagem com suavidade é hoje a melhor e mais barata receita para preservar a mecânica e aliviar o peso no orçamento do final do mês.





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Henry Borel: entenda o que é o perdão judicial dado a Monique Medeiros


Mãe de Henry Borel recebeu perdão pelo crime de homicídio culposo. Jairinho foi condenado a 43 anos de prisão



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O que fazer para o limpador de para-brisa parar de fazer barulho no outono


A queda brusca de temperatura acelera o desgaste das borrachas, mas cuidados rápidos na garagem podem salvar a visibilidade e o seu bolso

ReproduçãoVidro do carro embaçado na chuva

As manhãs geladas e a umidade imprevisível do outono trazem de volta um incômodo bem familiar para os motoristas: aquele rangido alto ao ligar o limpador de para-brisa. Em vez de deslizar suavemente e limpar o vidro, as hastes trepidam e arranham, deixando rastros de água que distorcem completamente a visão. Esse cenário incômodo não significa necessariamente que a peça estragou de vez. Muitas vezes, a borracha apenas sofreu com o choque térmico e a falta de uso constante nos meses anteriores.

Saber exatamente como evitar que as palhetas do limpador ressequem e façam barulho nos dias frios do outono é uma rotina rápida que evita idas desnecessárias à oficina. A solução passa por entender a diferença básica entre uma peça ressecada pela sujeira e uma borracha que efetivamente já chegou ao fim de sua vida útil.

Por que o outono é o vilão das borrachas do carro

Durante as estações mais quentes, as palhetas acumulam naturalmente poeira, fuligem e resíduos de asfalto. Quando a temperatura cai subitamente no outono, a umidade do ar diminui e a borracha, que naturalmente precisa de flexibilidade para varrer, perde a sua capacidade de hidratação. O material endurece consideravelmente e perde a aderência ideal no contato direto com o vidro.

Em vez de flexionar ao passar pela superfície, a lâmina rígida pula no vidro. É exatamente essa perda de maleabilidade que causa a trepidação sonora que irrita qualquer motorista. Se o limpador for ativado a seco na primeira hora da manhã, o atrito se torna ainda mais agressivo, forçando o motor elétrico e acelerando o desgaste das palhetas.

O truque simples para limpar e hidratar as hastes

Recuperar a maciez da peça exige apenas alguns minutos na garagem. O primeiro passo é levantar as hastes e passar um pano limpo umedecido com água e sabão neutro ao longo de toda a extensão da borracha. Esse movimento simples e rápido remove a película de sujeira cristalizada que bloqueia a flexibilidade da peça.

A regra de ouro nesta etapa é fugir dos produtos abrasivos. Nunca aplique álcool, querosene, desengraxantes ou detergentes agressivos na limpeza, pois esses compostos químicos derretem a proteção original de fábrica e causam um ressecamento irreversível. Se após a higienização a peça continuar deixando rastros ou apresentando rachaduras visíveis, a substituição por um par novo é inevitável.

O preço amargo de arranhar o para-brisa

Ignorar o aviso sonoro do limpador trepidando no vidro não atinge apenas o conforto acústico; pesa fortemente no bolso do consumidor. Uma haste ressecada e com a borracha gravemente comprometida pode expor a parte metálica ou plástica da estrutura. Em poucos dias de chuva contínua, o movimento vai cavar micro arranhões na superfície delicada do para-brisa.

Enquanto um par de palhetas novas custa, em média, entre R$ 50 e R$ 150, reparar o estrago colateral no vidro é muito mais salgado. Um polimento profissional para tirar riscos superficiais tem custo elevado no mercado automotivo. Se o vidro for severamente danificado, a troca do para-brisa inteiro varia de R$ 230 a R$ 5.000, dependendo da tecnologia embarcada de fábrica, como sensores de chuva e aquecimento.Manter o sistema de limpeza em dia é uma questão básica de segurança viária.

Em uma tempestade repentina de fim de tarde, a visibilidade clara é o único recurso do motorista para evitar acidentes e imprevistos na via. Cuidar das palhetas preventivamente garante uma viagem tranquila e blinda a integridade financeira do seu veículo contra gastos imprevistos.





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Henry Borel: Jairinho é condenado por homicídio duplamente qualificado e Monique por homicídio culposo


Com 10 dias de duração, Julgamento foi o mais longo do RJ em 18 anos. Jairinho e Monique Medeiros foram condenados a



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Como usar o farol de neblina corretamente e evitar multas no trânsito


Uso incorreto da luz auxiliar pode ofuscar outros motoristas e render infração média pesada para o bolso

Reprodução/PixabayVista de rodovia
Saber quando e como usar o farol de neblina do carro para dirigir com segurança em dias com pouca visibilidade é essencial para evitar acidentes e infrações.

Basta a chuva apertar ou a cerração baixar na estrada para que muitos motoristas cometam um erro quase instintivo: acionar absolutamente todas as luzes disponíveis no painel do carro. Essa atitude, longe de garantir a segurança no trânsito, prejudica a visibilidade geral da via e coloca o condutor na mira da fiscalização de trânsito. Saber quando e como usar o farol de neblina do carro para dirigir com segurança em dias com pouca visibilidade é essencial para evitar acidentes e infrações.

A diferença real entre as luzes auxiliares

Existe uma confusão histórica entre os diferentes conjuntos ópticos instalados nos para-choques dos automóveis. O farol de milha e o farol de neblina possuem funções completamente diferentes. O primeiro funciona como um verdadeiro canhão de luz, focado em atingir distâncias longas em vias sem iluminação pública. Ele atua como um complemento direto para o farol alto original de fábrica.

Já o farol de neblina tem um foco rasteiro e bastante espalhado. Ele fica posicionado bem próximo ao chão exatamente para iluminar as marcações da pista por baixo da camada mais densa de fumaça ou neblina. Como a luz tem um feixe mais aberto e curto, ela consegue perfurar a barreira climática sem refletir nas gotas de água ou nas partículas suspensas, barrando o ofuscamento da sua própria visão de dentro da cabine.

O jeito certo de acionar na chuva ou cerração

Na prática, a regra de ouro para a condução é o bom senso. A luz auxiliar de neblina só deve entrar em cena quando as condições climáticas exigirem reforço visual, como tempestades fortes, poeira densa na estrada ou trechos de serra sob nevoeiro.

É muito comum encontrar motoristas rodando no perímetro urbano, em noites limpas, com o farol de neblina ligado apenas por uma questão estética. Esse hábito gera um incômodo severo para o condutor que trafega no sentido oposto, pois a luminosidade paralela à pista cansa a visão de quem cruza com o seu veículo. O acionamento correto pede que o farol baixo esteja sempre ativado como fonte de luz principal, enquanto a iluminação de neblina faz apenas o suporte inferior no asfalto.

O peso do erro nas multas e na manutenção

O rigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foca exatamente no uso adequado dos faróis para garantir fluidez e prevenir engavetamentos. Transitar sob chuva, neblina ou cerração mantendo a iluminação principal desligada, confiando apenas no feixe auxiliar ou na luz de posição, rende uma autuação garantida.

A punição para quem não mantém o farol baixo acionado durante condições de visibilidade reduzida é uma infração média. O motorista autuado recebe quatro pontos na carteira de habilitação e precisa pagar uma multa fixada no valor de R$ 130,16. Além do peso financeiro imediato da punição, o acionamento constante e desnecessário do conjunto óptico reduz a vida útil das lâmpadas e sobrecarrega o sistema elétrico do carro, gerando gastos extras na oficina de forma precoce.

Dúvidas comuns sobre iluminação automotiva

Posso substituir o farol baixo pelo farol de neblina durante o dia na estrada?

Não. A legislação federal exige o uso do farol baixo ou do sistema de rodagem diurna em rodovias de pista simples fora do perímetro urbano. O conjunto auxiliar de neblina não substitui essa obrigatoriedade, e seu uso isolado também resulta na cobrança de multa pelo descumprimento da norma de segurança.

Ligar a lanterna de neblina traseira sem necessidade gera problemas reais?

Sim. A peça de neblina traseira possui uma tonalidade vermelha extremamente forte. Se ativada em condições de tempo limpo, ela causa distração em quem vem logo atrás e atrapalha a percepção visual do acionamento do freio, elevando o perigo de colisões traseiras dentro da cidade.

Os carros mais modernos dispensam os ajustes manuais dos faróis?

Apesar da tecnologia dos sensores automáticos acenderem o feixe baixo em túneis ou assim que a noite cai, a imensa maioria dos sistemas exige que a pessoa no volante faça a ativação manual das luzes auxiliares de neblina utilizando os comandos do painel ou a alavanca lateral.

A tecnologia caminha para integrar cada vez mais radares e câmeras que leem o trajeto e ajustam a luminosidade de forma 100% autônoma de acordo com o clima. Até que essa automação de ponta seja o padrão absoluto e acessível nas ruas de todo o país, o controle manual consciente continua sendo a principal ferramenta de proteção para as famílias brasileiras.





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Governo vai lançar crédito para financiar motos de entregadores de app


Informação foi confirmada pela ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, durante reunião ministerial realizada nesta quarta-feira (3/6)



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iFood confirma vazamento de dados de 1,2 milhão de usuários


Empresa afirmou que o evento envolveu dados cadastrais, como nome e CPF, sem qualquer comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros

Divulgação/iFoodIfood

O aplicativo iFood informou nesta quarta-feira (03)  que foi registrado um vazamento de dados de usuários em dezembro de 2025 que afetou cerca de 2% de sua base, ou seja, cerca de 1,2 milhão de pessoas. Segundo a empresa, o ataque cibernético foi rapidamente contido. O iFood afirmou que o evento envolveu dados cadastrais, como nome e CPF, sem qualquer comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros, e que o vazamento foi um incidente isolado, rapidamente neutralizado pelos seus protocolos de segurança.

A empresa informou que não comunicou o vazamento à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), pois o evento não acarreta risco ou dano relevante aos titulares, conforme definido pelos critérios do órgão. Em nota enviada ao Estadão, a ANPD confirmou que não recebeu comunicação de incidente de segurança envolvendo o iFood, mas que solicitou as informações necessárias, e disse que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) determina que o controlador dos dados comunique à ANPD e aos titulares dos dados pessoais, em até três dias úteis, os incidentes de segurança que possam acarretar risco ou dano relevante aos titulares.

Segundo o órgão, a avaliação de risco deve considerar, entre outros fatores, a natureza dos dados afetados, o volume de titulares impactados e os potenciais efeitos decorrentes do incidente. Mesmo em situações em que ainda haja dúvidas sobre a extensão dos riscos e danos envolvidos, o controlador deve adotar medidas preventivas adequadas.

O site sobre cibersegurança Dark Web Informer, que monitora fóruns da dark web, relatou que na última semana um usuário do Breach Forums, comunidade de hackers, afirmou ter roubado dados de 43,8 milhões de usuários do iFood. O hacker afirmou que teria obtido CPFs, nomes completos, e-mails, números de telefone e dados de cartões de crédito, e pediu que a empresa entrasse em contato com ele até 10 de junho para pagar uma quantia não especificada.

O iFood negou que o vazamento tenha sido de tal magnitude, reafirmando que os afetados foram 1,2 milhão e que teriam sido vazados apenas dados cadastrais, sem qualquer comprometimento de outras informações.





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Mulheres têm dupla maternidade reconhecida após inseminação caseira


O casal lésbico conseguiu na Justiça de Santa Catarina o reconhecimento da dupla maternidade socioafetiva



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Defensivos ilegais apreendidos somam 230 toneladas destruídas em 2025

A destinação ambientalmente correta de defensivos agrícolas ilegais retirados de circulação no Brasil alcançou 230 toneladas em 2025.

O volume foi incinerado após apreensões realizadas por órgãos de fiscalização e repressão em operações de combate ao comércio irregular desses produtos.

Os dados fazem parte do balanço anual da CLB (CropLife Brasil), entidade que acompanha o processo de destruição dos insumos ilícitos apreendidos. Desde 2020, cerca de 1,6 mil toneladas de produtos ilegais já tiveram destinação final adequada no país, resultado de 49 ações de cooperação entre a associação e órgãos públicos.

Segundo a CropLife Brasil, a quantidade destruída neste ano é 30% menor que a registrada em 2024, quando 330 toneladas foram destinadas à incineração.

De acordo com o gerente de Combate a Produtos Ilegais da entidade, Nilto Mendes, a redução acompanha a queda no volume de apreensões realizadas pelas autoridades no período.

“A destinação ambientalmente correta de insumos ilegais, em especial de defensivos químicos, é um compromisso institucional da indústria de tecnologias agrícolas do país.

A cooperação entre setor privado e órgãos de fiscalização é fundamental para retirar esses produtos do mercado e garantir sua destruição adequada”, afirma Mendes.

O levantamento também revela diferenças regionais nos tipos de irregularidades. A região Sudeste lidera as apreensões de defensivos falsificados, com destaque para os estados de São Paulo e Minas Gerais.

Já os casos de contrabando se concentram principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, especialmente em áreas de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

Além de prejudicar empresas que atuam dentro da legislação, os produtos ilegais representam riscos para a produção agrícola, o meio ambiente e a saúde humana.

Como não passam pelos processos regulatórios exigidos no país, esses insumos não possuem eficiência agronômica comprovada e podem causar contaminações e perdas produtivas.

A dimensão do problema é significativa. Estimativa do IDESF (Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras) aponta que aproximadamente 25% do mercado brasileiro de defensivos agrícolas seja composto por produtos ilegais.

Para garantir a destinação correta dos materiais apreendidos, os produtos passam por etapas de manuseio, reacondicionamento, armazenamento e transporte até unidades especializadas. A destruição ocorre em instalações licenciadas, por meio de incineração em temperaturas superiores a 900°C.

O processo é realizado em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e em alinhamento com o Sistema Campo Limpo, coordenado pelo InpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias).

Como parte das ações de enfrentamento ao mercado ilegal, a CropLife Brasil mantém um canal de denúncias para comunicação de irregularidades e promove programas de capacitação voltados a profissionais que atuam na fiscalização e investigação desses crimes. A entidade também coordena iniciativas de combate à comercialização de sementes ilegais, buscando fortalecer a segurança e a legalidade na cadeia produtiva agrícola.

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