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Sistema Anchieta-Imigrantes passa a ter pedágio eletrônico


A concessionária Ecovias concluiu a instalação, no trecho Anchieta-Imigrantes, do sistema eletrônico conhecido como siga fácil, para a cobrança automática do pedágio. Os equipamentos estão no km 33 da Via Anchieta e no km 19 da Rodovia dos Imigrantes, em ambos os sentidos.

Os aparelhos ainda passarão por testes e, por enquanto, não farão a cobrança dos usuários. Neste momento, o pagamento deve ser feito nas praças de pedágio tradicionais.

O Siga Fácil substituirá as atuais praças localizadas nos quilômetros 32 da Imigrantes e 31 da Anchieta, que serão desativadas.

“Esta etapa tem como objetivo validar o funcionamento da tecnologia em condições reais de tráfego. O sistema passa por testes para aferir a leitura de tags e placas e preparar a transição para o novo modelo”, afirmou o diretor superintendente da Ecovias Imigrantes, Ronald Marangon.

Os equipamentos usam tecnologia de identificação por meio de câmeras, sensores e antenas capazes de identificar automaticamente os veículos com a leitura de placas e tags eletrônicas, inclusive em condições de alta velocidade, neblina ou tráfego intenso. O sistema foi desenvolvido pelo governo de São Paulo.



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Banco Mundial revê de 2% para 1,9% crescimento do PIB do Brasil em 2026


O Banco Mundial revisou de 2% para 1,9% a projeção ao crescimento da economia brasileira em 2026, dada a desaceleração aguardada no consumo. Para 2027, o prognóstico ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi revisto de 2,3% para 2%.

A expectativa é que a atividade volte a ganhar tração a partir de 2027, em virtude da queda dos juros, porém em ritmo inferior às projeções divulgadas em janeiro.

No relatório divulgado nesta quinta-feira, 11, no qual atualiza as previsões ao crescimento global, o Banco Mundial observa que o choque do petróleo, na esteira da escalada dos conflitos no Oriente Médio, tem impacto limitado na América Latina. Isso porque algumas grandes economias da região, como o Brasil, são exportadoras líquidas de commodities energéticas.

Por outro lado, são destacadas no relatório as pressões inflacionárias decorrentes do conflito, exigindo respostas de política econômica dos países, incluindo teto de preços e subsídios a combustíveis.

O Banco Mundial revisou de 2,3% para 2,2% a previsão ao crescimento da América Latina e Caribe como um todo neste ano, apontando riscos elevados referentes à desaceleração da economia global, em especial Estados Unidos e China, num contexto de juros altos por mais tempo no mundo.

Conforme o relatório, com a inflação alta em alguns países, o espaço para cortes de juros varia entre as economias. Em paralelo, restrições fiscais reduzem a capacidade dos governos em estimular a atividade, tornando também mais custoso amortecer o aumento nos preços dos combustíveis.

A mensagem da instituição é de que o crescimento da América Latina tende a permanecer baixo se não houver reformas que elevem tanto a produtividade quanto os investimentos e a qualificação de capital humano, além do ambiente de negócios.



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Alemanha enfrenta recuperação econômica lenta devido a peso dos preços da energia


BERLIM, 12 ⁠Jun (Reuters) – ⁠A recuperação econômica da ‌Alemanha deverá avançar, na melhor ‌das hipóteses, aos poucos, dependendo do conflito no Oriente Médio ⁠e ‌dos preços ⁠da energia e das commodities, afirmou o Ministério da Economia ​nesta sexta-feira.

O ministério acrescentou em ​seu relatório mensal que o ritmo da economia provavelmente ‌desacelerou significativamente ​no segundo trimestre, com a produção industrial ⁠devendo ​apresentar ​apenas um crescimento modesto ⁠nos próximos ​meses e sem previsão de ​recuperação na demanda por mão ​de ⁠obra, mesmo durante o ⁠verão, devido aos preços mais altos da energia.



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Gastos do governo são único fator que impede queda do PIB da Alemanha, afirma BC


FRANKFURT, 12 Jun (Reuters) – Os elevados gastos do ⁠governo com defesa e infraestrutura impedirão que a ⁠Alemanha entre em recessão este ano, em meio aos impactos da guerra ‌no Irã sobre a maior economia da Europa e a inflação, afirmou o banco central do país nesta sexta-feira.

A economia alemã tem estado praticamente estagnada ‌nos últimos três anos, com um aumento nos gastos que deveria retomar o crescimento este ano ofuscado pela alta dos preços da energia.

A terceira maior economia do mundo deve agora crescer apenas 0,5% em 2026, abaixo da previsão de 0,6% feita em dezembro, enquanto a expansão para 2027 foi reduzida de 1,3% para ⁠0,8%, ‌informou o Bundesbank um dia depois de o BCE ter reduzido sua própria ⁠previsão de crescimento para a zona do euro, mas ainda assim ter aumentado as taxas de juros para combater a inflação.

“A política fiscal expansionista será a única coisa que impedirá uma queda no Produto Interno Bruto no semestre do verão”, afirmou o Bundesbank. “Isso compensará, mais ou menos, o impacto ​da guerra no Oriente Médio.”

O banco estima que os gastos do governo, particularmente com defesa, impulsionarão o crescimento em 1,3 ponto percentual acumulado até ​2028.

Mas os altos custos da energia vão reduzir o poder de compra das famílias, enquanto as empresas também podem enfrentar gargalos crescentes de abastecimento e uma demanda mais fraca.

Além disso, a incerteza e as taxas de juros mais altas também serão um entrave ao investimento privado, mesmo que o impacto ‌da guerra venha a diminuir nos próximos anos, acrescentou ​o banco central.

“Os riscos estão claramente inclinados para cima em relação à inflação e para o lado negativo em relação à atividade econômica”, afirmou o banco.

Em seu relatório mensal, o Ministério da ⁠Economia da Alemanha também alertou ​nesta sexta-feira sobre ​o efeito moderador dos altos custos de energia sobre a demanda.

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Ele afirmou que a economia alemã se ⁠recuperará, na melhor das hipóteses, apenas em ​pequenos passos, e que o mercado de trabalho não mostra sinais de melhora nos próximos meses.

O Bundesbank não prevê que a alta subjacente dos preços, que exclui os preços ​voláteis de alimentos e energia, volte a ficar abaixo da meta de 2% do BCE até o horizonte de previsão de 2028.

A ​inflação geral na Alemanha ⁠deve ficar em 2,9% este ano e 2,7% em 2027, corroborando os comentários do presidente do Bundesbank, ⁠Joachim Nagel, de que o BCE estará pronto para aumentar as taxas de juros novamente em julho, se necessário.

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A inflação subjacente, por sua vez, deve ficar em 2,6% este ano, 2,5% em 2027 e 2,3% em 2028, refletindo a própria projeção do BCE de que pode ser difícil levá-la de volta a 2%.



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inflação sobe 0,58% em maio, um pouco acima do esperado pelo mercado


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,58% em maio de 2026, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na base de comparação anual, o avanço foi de 4,72%.

As expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,53% sobre o mês anterior e de 4,66% em 12 meses.

Com taxa de 1,33% e 0,29 p.p. (ponto percentual) de impacto, o grupo alimentos e bebidas respondeu metade do resultado do mês, seguido dos grupos habitação com 1,22% de variação e 0,18 p.p. de impacto e saúde e cuidados pessoais, cuja alta foi de 0,90% e o impacto de 0,12 p.p. O subitem com maior impacto individual (0,15 p.p.) foi energia elétrica residencial, que subiu 3,67%. Os resultados da inflação oficial do país foram divulgados, na manhã de hoje (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Em maio, a alimentação no domicílio registrou variação de 1,65%, com influência das altas da batata-inglesa (44,69%), do tomate (20,62%), da cebola (16,80%), e das carnes (1,39%). “O aumento nestes itens se deve a questões de menor oferta e, também, há influência do valor do frete por conta da alta dos combustíveis”, disse o gerente do IPCA, José Fernando Gonçalves. No lado das quedas destacam-se o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%).

O grupo Habitação acelerou de abril (0,63%) para maio (1,22%) sob influência do subitem energia elétrica residencial que subiu 3,67% e foi o principal impacto individual no resultado do mês (0,15 p.p.). “A alta se deu pela combinação de reajustes em algumas áreas e a vigência, no mês de maio, da bandeira tarifária amarela, com acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kwh consumidos”, explicou o gerente.

Os reajustes incorporados foram os seguintes: 5,91% em Aracaju (7,37%), 5,59% em Fortaleza (6,94%) e 4,78% em Salvador (6,73%), os três com vigência desde 22 de abril; 12,36% em Campo Grande (13,56%) a partir de 24 de abril; 3,86% em Recife (8,84%) vigente desde 29 de abril e 5,21% em Belo Horizonte (2,27%), a partir de 28 de maio.

Em Saúde e cuidados pessoais (0,90%) sobressaem as altas dos artigos de higiene pessoal (1,95%), com destaque para o perfume (4,42%), e do plano de saúde, com variação de 0,50%.

A variação do grupo Transportes (-0,46%), único com queda em maio, se deu pelo recuo nos combustíveis (-1,95%), com o etanol saindo de 0,62% em abril para -6,20% em maio, o óleo diesel de 4,46% para -2,34% e a gasolina, subitem com o maior impacto negativo no resultado do mês (-0,08 p.p.), de 1,86% para -1,46%. Já o gás veicular fez o movimento inverso, com alta de 5,81% em maio após o recuo de 1,24% em abril.

Quanto aos indices regionais, as maiores variações foram registradas em Aracaju e Campo Grande com 1,31%, em ambas, por influência das altas da energia elétrica residencial (7,37% e 13,56%) e do tomate (32,75% e 22,61%), respectivamente. A menor variação ocorreu em Curitiba (0,29%), por conta do recuo do emplacamento e licença (-4,83%) e da gasolina (-2,49%).

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(com agência de notícias do IBGE)



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Dez dos 15 locais pesquisados puxaram a alta da indústria em abril


A alta de 0,7% da produção industrial nacional referente a abril de 2026 foi puxada por dez dos 15 locais pesquisados pelo…



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Membro do BCE diz que juros terão de subir ainda mais, informa a Bloomberg


FRANKFURT, 12 ⁠Jun (Reuters) – O ⁠Banco Central Europeu (BCE) ‌terá de aumentar ainda mais as taxas ‌de juros para impedir que o aumento da inflação provocado pela guerra ⁠no ‌Irã se ⁠espalhe e se consolide, afirmou o presidente do banco central da Eslováquia, ​Peter Kazimir, à Bloomberg nesta sexta-feira.

“Nossa ​missão ainda não está concluída”, disse Kazimir, segundo a agência. “É muito ‌cedo para ​discutir se a política monetária precisa se tornar ⁠restritiva. ​Mas ​eu definitivamente não descartaria essa ⁠possibilidade, considerando ​como as pressões sobre os preços estão ​se espalhando pela economia.”

Kazimir não ​quis se ⁠pronunciar sobre se a ⁠medida deveria ocorrer já em julho ou somente em setembro.



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Em 2024, Indústria da Construção gera R$ 522,5 bilhões e emprega 2,5 milhões


O setor da Indústria da Construção gerou, em 2024, um valor total em incorporações, obras e/ou serviços de R$ 522,5…



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Produção e vendas de veículos sobem em maio ante abril, diz Anfavea


Na ‌comparação com maio ⁠de 2025, a produção saltou 15,2%, acumulando nos cinco primeiros meses de 2026 crescimento de 7,1%, ​para 1,13 milhão de veículos

SÃO PAULO, ⁠12 Jun (Reuters) – A ⁠produção de carros, comerciais ‌leves, caminhões e ônibus novos no Brasil em maio ‌cresceu 6,3% ante abril, para 253,5 mil unidades, informou a associação de montadoras, Anfavea, nesta ⁠sexta-feira.

Na ‌comparação com maio ⁠de 2025, a produção saltou 15,2%, acumulando nos cinco primeiros meses de 2026 crescimento de 7,1%, ​para 1,13 milhão de veículos.

Os licenciamentos no mês ​passado somaram 274,7 mil unidades, crescimento mensal de 10,6% e anual de 21,7%. No ‌ano até o ​final de maio, os emplacamentos mostram crescimento de 16,4%, acima ⁠das ​projeções iniciais ​do setor, a 1,15 milhão de ⁠unidades.

As exportações ​de veículos montados em maio somaram 37,4 mil unidades, ​queda de 13,4% ante abril e de ​29,9% ⁠sobre maio do ano passado. No ⁠ano, as vendas externas mostram declínio de 20%, para 179,9 mil veículos.



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Setor de serviços avança 1,2% em abril e recupera perdas de março


Na comparação com o mês anterior, o volume de serviços do país avançou 1,2% em abril de 2026, recuperando, integralmente,…



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