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De volta ao rádio, Lia Nogueira marca retorno à comunicação com o “Sabadão com Bichão”


A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) retoma neste sábado uma trajetória que marcou sua carreira na comunicação e consolidou sua conexão com o público. Jornalista por formação, com mais de 20 anos de atuação no rádio e na televisão, a parlamentar estreia às 11h15, na Central FM 91,1, com o programa Sabadão com Bichão.

Antes da vida pública, Lia Nogueira construiu uma carreira reconhecida no jornalismo em Dourados. Começou na extinta Rádio Caiuás, passou pela 92 FM e, por fim, atuou no programa Noticidade, na 101 FM. Também ganhou projeção como repórter policial, com uma linguagem direta, popular e próxima da realidade da população. Foi nessa fase que recebeu dos jornalistas Rodrigo Nascimento, o Rodrigão, e Luiz Bacci o apelido de “Bichão do MS”, identidade que atravessou os anos, ficou marcada por bordões conhecidos do público e ajudou a consolidar sua presença no rádio sul-mato-grossense.

Para Lia Nogueira, voltar ao rádio representa o reencontro com uma das bases da própria trajetória profissional. “O rádio sempre foi uma paixão muito grande na minha vida. Foi nele que eu vivi momentos importantes da minha carreira, criei uma relação verdadeira com as pessoas e aprendi ainda mais sobre a força da comunicação simples, direta e que chega de verdade ao coração do povo”, afirmou. Segundo a deputada, o novo programa reúne justamente os elementos que marcaram sua caminhada na comunicação. “Estou muito feliz em voltar ao rádio, agora com ainda mais experiência, mas com a mesma vontade de conversar com as pessoas, levar informação, leveza, prestação de serviço e essa companhia que o rádio tem, que nenhuma outra comunicação consegue substituir”, disse.

A expectativa pelo retorno também é compartilhada por ouvintes que acompanharam essa fase da comunicadora. Silvana Batista, que acompanha Lia Nogueira desde 2016, afirma que a volta desperta lembranças de uma rotina que fazia parte do dia a dia. “Sabe quando é sagrado aquele momento de ligar o rádio todo dia e saber que você vai ouvir a pessoa que gosta?”, relatou. Para ela, a simplicidade, a humanidade e a solidariedade sempre foram marcas da deputada. “Ela é do povão”, resumiu. Valéria dos Santos também recorda com carinho a atuação de Lia e destaca o jeito espontâneo e verdadeiro que marcou sua trajetória no ar. “O que me fazia parar para ouvir era a pessoa da Lia Nogueira, o jeito sincero de lidar com o mundo”, afirmou.

Outro ouvinte que guarda lembranças desse período é Edney de Medeiros Ferreira, que ressalta a credibilidade construída por Lia no rádio. Segundo ele, a comunicadora sempre chamou atenção pela forma clara e firme de transmitir as notícias. “Sem medo, ela falava a realidade com clareza, sem puxar para lado nenhum”, relatou. Para Edney, o diferencial estava no próprio modo de fazer rádio, unindo alegria, autenticidade e seriedade. Já Marinalva Aparecida de Souza lembra da atenção recebida em um momento difícil vivido pela família e afirma que nunca esqueceu a postura da então radialista. Segundo ela, Lia foi uma das poucas pessoas dispostas a ouvir sua versão da história antes de qualquer julgamento.

Mais do que uma estreia, a volta de Lia Nogueira aos microfones representa a retomada de uma comunicação que marcou época e permaneceu viva na memória popular. Com presença forte, linguagem acessível e vínculo já estabelecido com os ouvintes, o Sabadão com Bichão recoloca no ar uma profissional que fez história no rádio e retorna cercada pelo reconhecimento de quem acompanhou sua voz, seu estilo e sua forma de se comunicar com o povo.



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Membros do MST liberam rodovia após quase 6 horas de bloqueio


Membros do MST (Movimento Sem-Terra) liberaram a BR-163, em Campo Grande, após quase 6 horas de bloqueio. O fim do protesto se deu depois que eles tiveram a garantia da vinda do presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), César Fernando Schiavon Aldrigh.

Segundo a reportagem do Campo Grande News, o bloqueio começou às 3h30, na altura do quilômetro 463 ao 466 no sentido sul, perto do Posto Locatelli com participação de cerca de 200 manifestantes, que utilizaram galhos queimados para impedir a passagem.

A decisão da liberação da rodovia foi anunciada às 9h10 pela representante dos manifestantes, Solange Clementino, de 52 anos. “Vamos liberar a pista porque avançou a nossa pauta”, afirmou.

A vinda do presidente do Incra foi comunicada à comissão de mulheres, que lidera o protesto na BR-163 esta manhã. Mais cedo, o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) havia adiantado ao site da Capital a vinda de Schiavon.

Desde segunda-feira (16/3), os sem-terra se manifestam em protesto à morosidade da reforma agrária no estado e também pedem recursos, orçados em R$ 2 bilhões, para aquisição de terras.

Os manifestantes alegam que a fila para assentamento é de 19 mil famílias. Segundo eles, há 12 anos não há qualquer ação nesse sentido.

O grupo não contabiliza a criação, em agosto de 2025, do assentamento União e Reconstrução, em Cassilândia, a mais nova área de assentamento a ser implantada, em um imóvel de 718,7 hectares.

Logo após o anúncio, os sem-terra retiraram os maiores galhos. O caminhão da concessionária que administra a rodovia chegou ao local com funcionários que irão retirar os galhos e utilizar água para esfriar a rodovia.



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Cmed multa distribuidoras de medicamentos e defende regulamentação


Agência Brasil*

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) aplicou mais de R$ 13,5 milhões em multas a quatro distribuidoras de itens farmacêuticos acusadas de oferecer seus produtos por preços superiores aos limites máximos que a própria câmara estabelece.

Segundo a entidade interministerial responsável por regulamentar o setor farmacêutico no Brasil, a mera oferta de remédios por valores acima dos preços Máximo de Venda ao Governo (Pmvg) e de Fábrica (PF) configura uma infração. E uma prática abusiva que, independentemente do resultado de processos licitatórios, precisa ser coibida com rigor para garantir que a população possa comprar os remédios de que precisa por um preço justo.

Uma das empresas punidas é a Imediata Distribuidora de Produtos para a Saúde, sediada em Teresina (PI). Enquadrada pela Cmed como uma companhia de pequeno porte, a empresa foi multada em R$ 3,22 milhões por ter oferecido à secretaria estadual de Saúde do Ceará, em 2023, medicamentos por preços além do teto.

Também receberam multas milionárias, por práticas semelhantes, a Fabmed Distribuidora Hospitalar (R$ 2,93 milhões); a Panorama Comércio de Produtos Médicos e Farmacêuticos (R$ 3,82 milhões) e a Realmed Distribuidora (R$ 3,54 milhões). Em outros processos semelhantes, a Imediata e a Realmed receberam, cada, uma segunda multa, de, respectivamente, R$ 116,14 mil e R$ 71,36 mil.

As multas foram aplicadas durante a primeira quinzena de fevereiro deste ano, mas as decisões só se tornaram públicas no último dia 5. Dia em que a Cmed divulgou os resultados dos julgamentos de 54 processos administrativos para apurar este mesmo tipo de infração – evidenciando uma disputa entre o órgão regulador e o setor farmacêutico que se arrasta há tempos e que se intensificou durante a pandemia da covid-19.

Oferta

A Agência Brasil teve acesso à íntegra da decisão que resultou na multa de R$ 3,22 milhões aplicada à Imediata. De acordo com a Cmed, ao disputar uma licitação da secretaria estadual de Saúde do Ceará, a distribuidora piauiense apresentou propostas de valores que extrapolavam tanto o Preço Fábrica (limite pelo qual um laboratório ou distribuidor de medicamentos pode oferecer um medicamento aos varejistas – farmácias e drogarias), quanto o Preço Máximo de Venda ao Governo (teto do valor negociado com órgãos públicos).

A Imediata não retornou aos contatos da reportagem. No processo administrativo, ela classificou as sanções como “arbitrárias”, sustentando que foi punida por “não conseguir alcançar um cenário idealizado” pela câmara, cuja tabela de preços a companhia afirma não representar a realidade do mercado.

“Incide sobre a presente duas realidades distintas, uma da Cmed e sua tabela, e outra a qual a empresa é imposta por fatores influenciadores pertinentes a cada caso pelo fato no qual a sua realidade vivenciada é divergente e inviabiliza tal condição”.

A secretaria de Saúde do Ceará não respondeu à reportagem até a publicação desta reportagem. A Agência Brasil também entrou em contato com a Fabmed, a Panorama e a Realmed, que não se manifestaram.

Falência

Informalmente, o representante de uma outra empresa multada disse que está encerrando suas atividades devido às sucessivas sanções administrativas que recebeu por oferecer medicamentos por valores superiores aos da tabela da Cmed.

“Minha empresa faliu. São milhões de reais em multas por ter ofertado, nunca por ter vendido [os medicamentos]. Estou fechando as portas por causa destas multas”, revelou, pedindo que seu nome não fosse divulgado.

Segundo ele, a tabela da Cmed “muda o tempo todo” e, muitas vezes, as pequenas distribuidoras que participam de processos licitatórios registram lances iniciais com a intenção de posteriormente ajustar os valores cadastrados. “Há licitações desertas, processos nos quais ninguém dá lance e o medicamento não é adquirido justamente porque a tabela está defasada”.

Na decisão em que multou a Imediata, a Cmed responde a estas críticas, recorrentes entre os representantes de empresas penalizadas.

“Nos fornecimentos para órgãos públicos através de licitações ou não, o distribuidor é obrigado a vender os produtos, tendo como referencial máximo o preço fabricante”, sustenta a câmara, destacando que a mesma regra vale para a venda para farmácias e drogarias.

Segundo a Cmed, os laboratórios farmacêuticos que produzem os medicamentos podem ofertá-los diretamente ao Poder Público, assumindo, ao participar das licitações, os custos de comercialização e distribuição. Contudo, segundo fontes ouvidas pela Agência Brasil, os fabricantes, via de regra, preferem, “conceder descontos” para as distribuidoras interessadas em adquirir os produtos e participar dos certames públicos, conforme a própria Cmed reconhece em sua decisão.

“De qualquer maneira, tanto para o laboratório como a para a empresa distribuidora, o preço máximo a ser praticado na comercialização do medicamento não deverá ultrapassar o preço fábrica. E, segundo a norma, a simples oferta ou venda de medicamentos a um preço elevado já constitui uma infração formal, independente da existência de intenção maliciosa por parte da empresa ou de dano direto ao erário”, destacou a câmara.

Conflito

Na decisão a que a Agência Brasil teve acesso, a Cmed deixa de lado o tom técnico administrativo e usa palavras fortes para defender a necessidade de controle rígido sobre o setor, denunciando ataques frequentes das empresas às normas de precificação de medicamentos.

“A atuação da CMED e suas normas de regulação são frequentemente atacadas pelo setor regulado, que diante do seu poder econômico elevado se mostra insatisfeito em ser comedido em determinadas práticas”, afirma a câmara.

Na mesma decisão, a Cmed destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceram a constitucionalidade da regulamentação do setor farmacêutico, por entender que esta é “necessária para fazer face à dinâmica e às peculiaridades técnicas do mercado de medicamentos”.

“Diante de um tema tão importante como o acesso universal e igualitário à saúde, bem como as práticas abusivas e predatórias do setor de consumo de bens, há uma necessidade patente de regulação e atuação específica pela complexidade de cada tema”, reforçou a Cmed.

Competitividade

Operada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Cmed tem a atribuição de estimular a competitividade e controlar os preços dos remédios. Para isso, a câmara monitora o mercado; realiza investigações preliminares; aplica sanções administrativas em primeira instância e estabelece o teto de preços de venda de medicamentos a farmácias, hospitais e órgãos públicos, entre outras atribuições.

É a Cmed quem define, anualmente, o percentual de reajuste de preços de medicamentos, além da tabela de Preços Máximos de Venda ao Governo (Pmvg). A Secretaria-Executiva da Cmed também publica, anualmente, o Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico.

Na mais recente edição do relatório, relativa ao ano de 2024, a entidade aponta que o mercado mundial de medicamentos é caracterizado por certas particularidades, como a “baixa elasticidade da demanda” — ou seja, o fato de que, podendo, quem precisa de um remédio o comprará independentemente do preço —; o fato de que, sem a devida prescrição médica ou orientação farmacêutica, o consumidor raramente sabe escolher entre as opções disponíveis e também por “barreiras significativas à entrada de novos concorrentes”.

“Essas características resultam em falhas de mercado que podem limitar a acessibilidade e a inovação no setor farmacêutico. Para mitigar essas falhas e promover um ambiente mais competitivo e acessível, muitos países adotam modelos regulatórios robustos”, argumenta a Cmed no anuário que aponta que, em 2024, as indústrias farmacêuticas faturaram, no Brasil, mais de R$ 160,7 bilhões, ou 12,8% mais que em 2023.

Exceções

Consultado pela Agência Brasil, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) admitiu que a regulação econômica no setor farmacêutico cumpre “um papel legítimo”, especialmente em segmentos com menor nível de concorrência ou maior risco de distorções relevantes de preços.

“Entretanto, é fundamental evitar generalizações. O mercado de medicamentos no Brasil é, em grande parte, altamente competitivo, com múltiplos fabricantes para os mesmos princípios ativos, o que exerce, por si só, forte pressão sobre os preços. Nesses casos, a própria dinâmica concorrencial tende a ser mais eficiente do que intervenções diretas”, argumentou o sindicato.

“Eventuais casos de descumprimento das regras devem ser apurados e devidamente sancionados, como ocorreu na decisão em questão. No entanto, episódios pontuais não podem servir de justificativa para uma ampliação indiscriminada da regulação econômica, sob pena de gerar efeitos adversos, como desestímulo à inovação, redução da oferta e aumento da insegurança jurídica”, acrescentou o sindicato.

Alegando que, na prática, o segmento farmacêutico “é o único setor relevante da economia brasileira submetido a controle direto de preços”, o Sindusfarma afirma que, historicamente, os reajustes que a Cmed autoriza com base em metodologia própria “têm ficado abaixo da inflação geral, evidenciando que não há liberdade irrestrita de precificação”.

“Dessa forma, não encontra respaldo na realidade regulatória vigente a narrativa de que o setor atuaria sem limites ou com poder excessivo de definição de preços”, continuou o sindicato, repetindo que o “desafio” não está em ampliar a regulação de maneira generalizada, mas em “qualificá-la, aplicando-a de forma calibrada, proporcional e alinhada às características de cada segmento, de forma a preservar a concorrência”.

“A história demonstra, de forma clara, que o controle de preços não se sustenta como solução eficaz. O Brasil já vivenciou esse cenário e, ao final, quem arca com as consequências é o próprio consumidor”, concluiu o Sindusfarma.



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Patente da semaglutida cai nesta sexta-feira; entenda


Agência Brasil*

A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira (20). A substância é o princípio ativo de alguns medicamentos agonistas do receptor GLP‑1 – como o Ozempic – e popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

A queda da patente abre caminho para versões mais baratas do remédio. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que há, atualmente, oito processos em análise para novos medicamentos com o mesmo princípio ativo.

Em nota, a agência informou que, neste momento, dois pedidos de registro de semaglutida sintética estão em exigência, ou seja, dependem da apresentação de dados da empresa para que a análise possa seguir em frente.

“Nos dois casos, o prazo para resposta das empresas é até o final de junho e, por isso, não é possível definir prazos para conclusão do processo. Na área de biológicos, um produto está em análise e outro aguarda início de avaliação”, informou.

Já os demais pedidos em avaliação, segundo a Anvisa, devem receber um posicionamento das áreas técnicas até o final de abril. “Esta posição pode ser pela aprovação, reprovação ou apresentação de exigência técnica”.

Desafio técnico e segurança

Ainda de acordo com a agência, os medicamentos à base de semaglutida registrados atualmente no país são classificados como produtos biológicos.

Já os pedidos de registro em avaliação neste momento são de dois tipos: biossimilar, quando é obtido por via biológica; ou sintéticos, quando são obtidos por síntese química, sendo que esses últimos são chamados de análogos sintéticos de peptídeos biológicos.

“No caso de medicamentos biológicos, não existe a opção de registro como genéricos, por isso, o produto deve se enquadrar em uma das duas categorias citadas acima. Esses produtos podem ser avaliados a partir de diversos ensaios de comparação com o produto biológico, mas não são genéricos nem similares – são análogos sintéticos de produtos biológicos.”

Já a avaliação dos análogos sintéticos de semaglutida tem sido tratada, segundo a própria Anvisa, como um desafio técnico para as agências reguladoras em todo o mundo. “Até o momento, nenhuma das principais agências de medicamentos do mundo, como as do Japão, Europa e Estados Unidos, registrou análogos sintéticos da semaglutida”.

“Um dos motivos é a necessidade de avaliar estes produtos utilizando parâmetros tanto de fármacos sintéticos como de biológicos. Isso ocorre porque esses produtos compartilham preocupações típicas de medicamentos sintéticos (ex. resíduos de solventes no processo, resíduos de catalisadores metálicos, impurezas com estrutura química semelhante) quanto as de produtos biológicos (ex. Risco de imunogenicidade, formação de agregados, entre outros).”

Principais pontos de avaliação

Entre os pontos citados pela Anvisa como foco de maior atenção técnica estão os ensaios de impurezas, a formação de agregados, a garantia de esterilidade e a imunogenicidade.

“A avaliação busca garantir, por exemplo, que o medicamento não provoque reações imunes indesejadas, como a criação de anticorpos anti-fármaco, que podem levar à ineficácia de qualquer semaglutida para o paciente, ou mesmo reações de imunidade mais graves.”

Justiça

Em janeiro, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu não admitir a prorrogação do prazo de vigência das patentes do Ozempic e do Rybelsus, outro medicamento que tem a semaglutida como princípio ativo, mas no formato oral.

A ação foi ajuizada pela empresa dinamarquesa Novo Nordisk e pela Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda., detentoras das patentes do Ozempic e do Rybelsus, contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), requerendo o reconhecimento da mora administrativa na tramitação das referidas patentes.

As instâncias ordinárias negaram os pedidos por considerarem que, a partir do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.529 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), consolidou-se o entendimento de que o prazo de vigência da patente de invenção é de 20 anos, a contar do depósito do pedido no Inpi, vedada a sua prorrogação judicial em razão de eventual demora na análise administrativa.



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Janela Partidária: mais dúvidas que certezas


NOVIDADES:  O pleito deste ano proporcionará novas opções de escolha aos eleitores graças as candidaturas das coligações e federações. Deferidas pelo TSE as federações: Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV); Federação PSDB Cidadania; Federação Psol Rede; Federação Renovação Solidária (PRD e Solidariedade).

COLIGAÇÃO: É uma união partidária que vale apenas para determinado período eleitoral e com fins específicos. Sua validade – que é permitida apenas para cargos majoritários, findará automaticamente com as eleições. Tem como vantagens proporcionar maiores recursos financeiros e maior tempo de exposição na TV.

FEDERAÇÃO: Seu objetivo é unificar a atuação de legendas em nível nacional, atuando como se fosse uma só sigla, podendo apoiar diversos candidatos.  O diferencial é que os partidos são obrigados a ficarem unidos durante 4 anos. Se o partido sair antes será penalizado com a proibição de integrar outra federação nos pleitos subsequentes.

INCERTEZAS: No papo sobre esse tema com alguns deputados estaduais notei dúvidas mescladas com temores sobre o desafio de reproduzir com êxito os acordos costurados pelas cúpulas nacionais. Há casos em que eles terão de conviver e até apoiar  tradicionais rivais. ‘Dormir com o inimigo’ será um desafio e tanto.

GERINGONÇA: Foi esse o termo usado por um vereador do interior ao se referir ao componente das federações. Conclui-se pelas suas manifestações, que poderia estar faltando melhores esclarecimentos sobre essa temática nas câmaras interioranas. Paira assim a confusão entre a velha coligação e a federação.

VAI OU NÃO VAI?  Se deixar o PDT e se filiar ao PV para tentar a Câmara Federal Marquinhos Trad teria que renunciar a vereança da capital. Ele até pensa em tentar um acordo perigoso com o PDT sem garantia jurídica. Ele sabe que essa pressa de tentar voltar ao cenário estadual poderá custar-lhe caro como ocorreu no pleito de 2022.   

OLHA O NÍVEL!  “Nunca fui preso nem usei tornozeleira eletrônica.” Quem fala o que não deve, acaba ouvindo o que não quer. A réplica de Zeca do PT ao Puccinelli, divulgada na mídia, é uma resposta contundente e certeira que desmoralizou o ‘italiano’ Ele, precisa se conscientizar: os tempos são outros.  E o eleitor, o que pensa disso?

OPINIÃO:  A opinião geral é de que Puccinelli ‘atirou pedra na caixa de maribondos’, provocando Zeca do PT, esquecendo de fatos desgastantes como a sua prisão. Ao seu estilo, o petista aproveitou a chance e replicou com vantagem seu desafeto, que errara no discurso – num momento que deveria tratar só de questões legislativas e projetos.

EQUÍVOCO: Convenhamos; os protagonistas locais de fato nestas eleições serão os postulantes ao Executivo. Esses, deverão expor seus projetos e mostrar a capacidade que o cargo exige. Diferente das atribuições do deputado estadual. Pecou Puccinelli ao trazer ao debate o seu desempenho no Executivo. Deu munição ao Zeca do PT.

ROBERTO CAMPOS:  O ex-Embaixador chamava a esquerda brasileira de atrasada, apelidando-a jocosamente de “Bob Fields”. Ele classificava os povos em três tipos: “Os inteligentes, que aprendem com as experiências dos outros; os medíocres que aprendem com as próprias experiências; os idiotas que nunca aprendem”.

SIMONE & EDUARDO:  O fato da ministra Simone Tebet disputar o Senado em São Paulo, como aliada do PT, ajudará ou prejudicará as pretensões de seu marido Eduardo Rocha em tentar voltar à Assembleia Legislativa? A seu favor pesa a sua passagem pela Casa Civil – que oportunizou o contato frequente com lideranças municipais.

‘POPULISMO JURÍDICO’: Assim está sendo chamada a decisão do ministro Flávio Dino ao anunciar o fim da Aposentadoria Compulsória dos magistrados como punição máxima. No fundo, a medida visa melhorar a imagem do STF, desviando assim o foco crítico atual dos escândalos que envolvem ministros daquela Corte. Não convenceu.

ATUALÍSSIMA:  “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se de honra e a ter vergonha de ser honesto”. (Rui Barbosa em 1920)

ARTICULANDO: O ex-governador Azambuja não tem perdido tempo no comando do PL. Ele classifica como positivo seu encontro com Flávio Bolsonaro e outras lideranças em Brasília. Aqui ele não perde o contato com prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças. É consciente da disputa difícil que o espera contra Nelsinho e Contar. 

FENIX: Após perder lideranças de peso como Riedel, Azambuja e Beto Pereira, o PSDB se revigora com a permanência de Dagoberto, Geraldo Resende, Jamilson Name e Lia Nogueira. Além deles conta com as candidaturas dos vereadores da capital –  Professor Juari, Vitor Rocha, Flavio Cabo Almi e Silvio Pitu.

REFORÇO: Repercute bem a decisão do deputado Paulo Duarte em deixar o PSB para ingressar no PSDB. O motivo é simples: o PSB não conseguiu formar chapa, o que inviabiliza seu projeto político. Ele já entregou a presidência da sigla que deverá ser comandada pelo médico Ricardo Ayache. Paulo é admirador confesso do governador Riedel.

ACABOU?  Como dizia Paulo Francis: “Talvez o Brasil já tenha acabado e a gente não tenha se dado conta disso. O país ‘evoluiu’ daquela simples corrupção com o guardinha de trânsito – para grandes jogadas de fazer tremer o sistema financeiro e jogar lama nas vestes negras dos ministros do STF. Nem o Chapolim Colorado poderá nos salvar.

DEPUTADOS & AÇÕES: Gerson Claro:  Antenado, valorizou os servidores da Casa com entrega de novos uniformes; Lucas de Lima: propõe a criação da ‘Rota do Pantanal’ em prol do turismo ao longo da BR 262; eleito coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Animais; Rinaldo Modesto: é autor da proposta criando o programa ‘Formatura Sustentável’ na rede pública de ensino; Junior Mochi: propõe a suspensão do prazo de validade de concursos durante o processo eleitoral no MS; Paulo Corrêa: é autor de PL da isenção e redução de IPVA nos veículos elétricos e híbridos; Pedrossian Filho e Pedro Kemp: fomentando a campanha pela doação de parte do Imposto de Renda ao Fundo Estadual da Criança e dos Direitos da Pessoa Idosa; Gleice Jane: defende a valorização dos profissionais da saúde e cobra ações urgentes em Dourados; Zeca do PT: propõe o Programa MS Trifásico para expansão de energia em assentamentos e demais áreas rurais; Roberto Hashioka:  reconduzido à presidência da Comissão de Obras, Transporte e Infraestrutura da Alems; Lia Nogueira: atenta às causas em defesa da mulher e buscando solução para os reclamos de Dourados e região; Zé Teixeira:  Grande defensor dos produtores rurais e das questões de infraestrutura das cidades que representa; Antonio Vaz: Incansável; Após o sucesso do movimento pela conscientização do Autismo em Terenos, leva essa bandeira para outras cidades. Marcio Fernandes: autor do PL inclindo o ‘Brasileirão de Laço Comprido’ e o ‘Encontro de Laço Comprido do CLC” no Calendário Oficial de Eventos de MS; Lídio Lopes:  visitou a região do Conesul, ouvindo as reivindicações de 10 cidades. Voltou entusiasmado.  

PERGUNTA CRUEL:

E se o Vorcaro resolver falar?



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Reforma do Centro Social Rural em Indápolis é retomada


A Prefeitura de Dourados realizou na manhã desta quinta-feira (19) a solenidade de  assinatura da ordem de serviço para início da reforma do Centro Social Rural do Distrito de Indápolis. A solenidade ocorreu no próprio local e contou com a presença do prefeito Marçal Filho, vereadores, lideranças comunitárias e moradores que aguardam há anos pela recuperação do espaço social que permaneceu abandonado por mais de uma década. Serão investidos R$ 1.531.323,06 na obra que tem previsão de conclusão em agosto deste ano. O prédio possui 586,65 metros quadrados de área construída em um terreno de 8.800 m², localizado na Rua Quinze de Novembro, esquina com a Rua das Flores.

O Centro Social Rural de Indápolis, localizado na praça do distrito, está com telhado, portas e janelas arrancadas, rede elétrica e hidráulica destruídas. Antes de virar um prédio abandonado, o local era utilizado pela comunidade para encontros, atividades de convivência, cursos promovidos pela assistência social e até como capela mortuária.

Entre os serviços previstos estão reforma geral dos banheiros, construção de banheiro acessível, reconstrução de calçadas, substituição completa do piso, esquadrias, louças e metais, execução de nova cobertura, instalações elétricas e hidrossanitárias, climatização, sistema de combate a incêndio e pintura completa.  A obra será executada pela empresa Blessed Engenharia Ltda., com recursos provenientes do Contrato de Empréstimo nº BRA 33/2022.

Durante a assinatura da ordem de serviço, o prefeito Marçal Filho destacou que a obra é fruto de financiamento que será pago com o dinheiro da população, com dinheiro dos impostos do povo de Dourados. “Estamos destravando projetos que estavam lá parados há anos e nunca saiam do papel”, enfatizou. “Estamos com 27 obras em andamento em apenas um ano e dois meses de mandato e isso acontece porque não adianta o gestor ficar de conversa fiada, porque o que a população quer é resultado”, completou.

O prefeito Marçal Filho lembrou que esteve no Centro Social Rural para conferir pessoalmente a situação de abandono e encontrou até um pé de goiaba que nasceu no interior do prédio. “Há muito tempo que nada se faz pelo Distrito de Indápolis e nós estamos fazendo e vamos fazer bem feito, porque a obra que a gente realiza é bem feita, é obra de excelência e de respeito à população”, enfatizou. “E vai ser assim na nossa administração, aliás está sendo assim em tudo que nós estamos fazendo, qualidade e dentro do prazo”, continuou o prefeito. “Dourados tem pressa, nós temos pressa, estamos acelerando o que nós temos que realizar e isso em toda Dourados, em todo o município, em todos os distritos porque quem mora no distrito é douradense também”, completou o prefeito.

A atenção com os distritos é uma determinação da atual gestão. “Quem reside nos distritos merece o mesmo respeito que qualquer pessoa que more dentro do município”, enfatizou Marçal Filho. “Por isso é que nós estamos investindo nos distritos da mesma forma que estamos investindo nos bairros, porque todos merecem, na mesma proporção, o atendimento dentro das nossas possibilidades, daquilo que a gente pode fazer”, continuou o prefeito. “Essa é uma obra emblemática para a população de Indápolis porque o Centro Social voltará a ser um local de reunião dos moradores”, finalizou Marçal Filho.

Secretário municipal de Obras Públicas, Jorge De Lúcia, destaca a determinação do prefeito Marçal Filho para destravar o projeto da obra

O secretário municipal de Obras Públicas, Jorge Luís De Lúcia, destacou que o Centro Social Rural de Indápolis foi construído em 1988 e recebeu uma reforma tímida em 2010. “De lá para cá, nada mais foi realizado para garantir a manutenção do prédio que se deteriorou até ser abandonado pela gestão pública”, enfatizou. “Quando assumimos a Secretaria de Obras encontramos isso travado lá dentro e por determinação do prefeito Marçal Filho, que pediu agilidade no projeto, essa obra está acontecendo hoje”, prosseguiu. “Vamos concluir os trabalhos dentro do prazo  e entregar uma obra de excelência, com qualidade para a população de Indápolis”, concluiu Jorge De Lúcia.

Falando em nome da Câmara Municipal, o vereador Márcio Pudim destacou o compromisso do prefeito Marçal Filho com os distritos de Dourados. “No ano passado o prefeito inaugurou as obras de reforma e revitalização do Centro Social Rural do Distrito de Panambi e hoje estamos iniciando as obras aqui em Indápolis, mas temos também o mesmo projeto para outros distritos e tenho certeza que o prefeito Marçal Filho e sua equipe vão trabalhar para tornar isso realidade”, completou o vereador. “É preciso reconhecer a competência do nosso prefeito, que está destravando projetos, realizando obras importantes em todos os cantos de Dourados, cuidando dos distritos, das estradas rurais”, afirmou.

Vereador Márcio Pudim enfatiza a competência do prefeito Marçal Filho para transformar Dourados em um canteiro de obras

Márcio Pudim ressaltou que a reforma e revitalização do Centro Social Rural de Indápolis é fruto dos impostos que os moradores pagam, mas, também, é resultado do empenho do prefeito Marçal Filho em tirar o projeto do papel. “Em 2021 em apresentei requerimento na Câmara Municipal cobrando a reforma desse espaço e nada foi feito”, lembrou. “Precisou o Marçal chegar ao governo para que essa obra fosse destravada e tivesse início com prazo estabelecido para sua conclusão”, prosseguiu. “E tenho certeza que com a competência do secretário de Obras os trabalhos terminarão antes do prazo, porque é assim que a atual gestão trabalha”, finalizou Márcio Pudim.

A solenidade de assinatura da ordem de serviço foi acompanhada por dezenas de moradores e famílias tradicionais de Indápolis. Além do vereador Márcio Pudim, também prestigiaram a solenidade os vereadores Laudir Munaretto, Sérgio Nogueira, Alex Cadeirante, Inspetor Cabral e Rogério Yuri.



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Assaltantes aproveitam quebra-molas para atacar motociclista em Dourados


Jovem de 21 anos teve sua motocicleta roubada por volta das 9h30 desta quinta-feira (19/3), enquanto trafegava pela Avenida Guaicurus, nas proximidades do Anel Viário, em Dourados.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher seguia com uma Honda CG Titan, com placa de Dourados, quando reduziu a velocidade ao se aproximar de um quebra-molas e foi surpreendida por dois homens a bordo de um veículo VW Gol de cor vermelha.

O passageiro desceu do carro armado com uma pistola, anunciou o assalto e ordenou que a jovem parasse e descesse da moto. Sob ameaça, ela não reagiu e entregou a chave ao criminoso, que levou o veículo.

Após o roubo, a dupla fugiu pelo Anel Viário, em direção à BR-463, sentido Laguna Carapã.

A PM (Polícia Militar) foi acionada e realiza diligências na tentativa de localizar os suspeitos e recuperar a motocicleta.



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“Estamos formando filhos ou futuros agressores?”, questiona Lia Nogueira


Em entrevista, deputada provoca reflexão sobre educação dentro de casa e cobra mudança de postura da sociedade

“Às vezes, as pessoas se preocupam tanto se o filho é homossexual. Mas por que não existe a mesma preocupação em saber se esse filho pode se tornar um agressor de mulheres?” A declaração da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), durante entrevista à Rádio Capital no programa Tribuna Livre, lançou luz sobre uma contradição que ainda persiste na sociedade e recolocou no centro do debate um tema que a parlamentar tem tratado com firmeza e constância.

Ao comentar a violência contra a mulher, Lia Nogueira defendeu que o enfrentamento precisa ir além da reação aos casos já consumados e alcançar a origem do problema. Segundo a deputada, é preciso discutir com mais coragem os valores transmitidos na formação de crianças e adolescentes e o papel da família na construção do respeito às mulheres. “A gente precisa fazer esse contraponto”, afirmou, ao sustentar que a prevenção também passa pela responsabilidade dentro de casa.

Ao tratar do cenário vivido em Mato Grosso do Sul, a parlamentar chamou atenção para a gravidade dos episódios recentes e para a necessidade de não normalizar o que deveria causar indignação permanente. “Às vezes é preciso tocar em algumas feridas e a sociedade faz de conta que elas não existem. E elas existem”, disse. Com uma fala direta, Lia Nogueira reforçou que silenciar ou relativizar a violência apenas contribui para manter de pé uma realidade que segue ferindo mulheres e famílias inteiras.

A deputada também fez referência ao mês de março para defender que a pauta feminina não pode ser reduzida a homenagens simbólicas. “Não há o que comemorar enquanto mulheres ainda são vítimas de agressão e feminicídio”, afirmou. A fala reforça uma postura que tem marcado sua atuação pública, de enfrentar temas sensíveis sem suavizar a gravidade dos fatos e de cobrar que o debate sobre os direitos das mulheres venha acompanhado de responsabilidade e ação concreta.

Outro ponto destacado por Lia Nogueira foi a cobrança desigual enfrentada pelas mulheres em diferentes espaços. Segundo a deputada, além da pressão permanente por resultado, muitas ainda precisam lidar com tentativas de desqualificação quando se posicionam com firmeza. “Todos os dias, nós precisamos provar que somos competentes”, declarou. Em outro momento, acrescentou que, quando uma mulher levanta a voz, frequentemente surgem tentativas de rotular, diminuir ou silenciar essa manifestação.

Ao longo da entrevista, Lia Nogueira deixou claro por que insiste nessa pauta e por que não pretende recuar diante do desconforto que ela provoca. “Falar sobre isso quantas vezes for preciso é parte da luta para que essa realidade mude”, afirmou. Mais do que repercutir um problema, a deputada reafirmou uma atuação marcada por posicionamento, coragem e compromisso com a proteção das mulheres.



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DOF prende mulher e batedor com mais de 300 quilos de drogas


Policiais Departamento de Operações de Fronteira – DOF, apreenderam em Dourados, 290 quilos de maconha e 32 quilos de skunk que eram transportados em um Fiat Siena, conduzido por uma mulher de 31 anos. Na ação, um homem de 43 anos, que atuava como batedor, também foi preso. A equipe fazia bloqueio na MS-379, quando abordou a condutora do veículo e com vistoria no veículo, encontrou diversos tabletes de maconha no interior do automóvel e no porta-malas.

A poucos quilômetros do local da abordagem, os policiais também abordaram o homem, que fazia a função de batedor, avisando sobre a presença de policiais na rodovia. Questionada, a mulher afirmou que receberia R$ 10 mil para levar a droga de Aral Moreira até a cidade de Sorocaba (SP). Já o homem disse aos policiais que receberia R$ 4 mil pelo serviço de batedor. A droga apreendida, avaliada em aproximadamente R$ 1 milhão, foi encaminhada à Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados.



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Surto de chikungunya em aldeias de Dourados mobiliza deputada Lia Nogueira por força-tarefa urgente


Com mais de 400 casos e quatro mortes confirmadas, avanço da chikungunya, Lia Nogueira solicita ação integrada entre União, Estado e município

Na Reserva Indígena de Dourados, o avanço da chikungunya deixou de ser um alerta e passou a configurar uma situação considerada epidêmica, revelando um cenário de vulnerabilidade histórica. Dados oficiais da Prefeitura e da Vigilância em Saúde apontam que, somente nas aldeias Jaguapiru e Bororó, já são 407 casos notificados, com 202 confirmações, além de quatro mortes registradas em 2026, entre elas um bebê de apenas três meses. Os números, além de alarmantes, já superam todo o cenário registrado ao longo de 2025 no município.

É nesse contexto que a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) apresentou uma indicação na Assembleia Legislativa solicitando a criação de uma força-tarefa emergencial envolvendo a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), o Governo do Estado e a Prefeitura de Dourados. A proposta surge diante de relatos de agravamento rápido da doença nas comunidades, onde vivem cerca de 20 mil indígenas.

A realidade enfrentada nas aldeias vai além do vírus. A situação é agravada pela falta de infraestrutura básica, como abastecimento regular de água, o que dificulta desde a prevenção até a administração de medicamentos. “A situação é desumana”, afirmou a deputada ao defender a mobilização conjunta dos entes públicos. Ela destacou que, embora a saúde indígena seja responsabilidade da União, a gravidade do cenário exige cooperação imediata. “Com união de esforços, podemos dar uma resposta à altura desse problema crônico que estamos vivendo nas aldeias de Dourados”, pontuou.

O avanço da doença também reflete um quadro mais amplo em Mato Grosso do Sul. O Estado lidera a incidência nacional de chikungunya, com índices muito acima da média brasileira, concentrando inclusive cerca de 40% das mortes registradas no país em 2026.

Enquanto equipes municipais, estaduais e federais intensificam ações de combate ao mosquito transmissor, com mutirões e apoio da Força Nacional do SUS, o caso de Dourados expõe mais do que uma emergência sanitária, revela a urgência de políticas públicas estruturais para populações que, historicamente, vivem à margem da assistência básica. E é justamente nesse ponto que a cobrança política ganha força para que a resposta não seja apenas emergencial, mas definitiva.



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