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Nelsinho Trad defende cautela sobre classificação de facções como terroristas


Parlamentar defendeu fim da polarização política e mencionou que conversa entre Flávio Bolsonaro e Trump era necessária

Waldemir Barreto/Agência SenadoSenador Nelsinho Trad
Senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, afirmou que a eventual classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos Estados Unidos deve ser tratada com cautela. Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, o parlamentar defendeu que o tema seja conduzido por meio de cooperação internacional e sem viés partidário.

De acordo com o senador, o combate ao crime organizado exige maior integração entre os países e organismos internacionais. Para ele, os atuais mecanismos de cooperação na área da segurança pública ainda apresentam falhas e precisam ser aprimorados com investimentos em tecnologia e participação conjunta de diferentes setores da sociedade.

Ao comentar a iniciativa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de procurar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar do tema, Nelsinho Trad avaliou que a medida foi necessária. No entanto, ressaltou que o assunto exige responsabilidade, especialmente em um período marcado por disputas eleitorais, e que todas as ações devem ter como foco principal o fortalecimento da segurança.

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Loterias: Lotofácil sorteia R$ 9 milhões hoje (1º/6). Confira resultado


Além da Lotofácil, a Caixa Econômica Federal sorteou números da Lotomania, Dupla Sena e Super Sete



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Eloos: Setor debate desafios e gargalos da cadeia do leite no Brasil

O setor lácteo brasileiro foi o principal destaque do painel “Safra forte, estrutura frágil: os gargalos do agro brasileiro”, realizado durante o evento Eloos, promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte. Esta segunda-feira (1º) também celebra o Dia Mundial do Leite.

O debate reuniu lideranças, pesquisadores e representantes institucionais para discutir os desafios estruturais da cadeia produtiva do leite, incluindo concorrência internacional, insegurança jurídica, gargalos logísticos e baixa capacidade de armazenagem.

O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, José Luiz Bellini, destacou que o Brasil não pode aceitar uma competição desleal no setor e defendeu uma abordagem mais estruturada para a cadeia leiteira.

Segundo ele, o país produz cerca de 35 bilhões de litros de leite por ano e precisa garantir condições de concorrência equilibradas para o produtor nacional.

Bellini afirmou ainda que práticas como o dumping não devem ser tratadas de forma pontual, mas dentro de uma governança mais ampla do setor.

Ele ressaltou o papel da Embrapa Gado de Leite, que conta com cerca de 150 especialistas dedicados ao desenvolvimento de tecnologias e sistemas de produção mais sustentáveis e competitivos.

O dirigente também defendeu maior suporte técnico ao produtor diante das transformações do mercado e das exigências regulatórias.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Alexandre Lacerda, reforçou as preocupações com a concorrência externa e defendeu a revisão de acordos comerciais com países como Argentina e Uruguai. Ele alertou para a falta de medidas mais eficazes de proteção ao produtor de leite brasileiro.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), também participou do debate e defendeu maior atenção à estrutura da pecuária leiteira brasileira.

Ele destacou que o país possui dois perfis distintos de produção no setor e defendeu a criação de um plano específico de aquisição de leite para fortalecer a cadeia.

Caiado afirmou ainda que o setor leiteiro não deve entrar nas negociação em acordos internacionais, como forma de proteger o produtor nacional da concorrência externa.

O ex-governador relatou ainda experiência recente em viagem à Índia, onde observou a existência de cerca de 15 mil pesquisadores dedicados exclusivamente ao setor leiteiro.

Segundo ele, o Brasil ainda enfrenta atraso significativo em pesquisa aplicada ao setor, reforçando a necessidade de aproximar a ciência da realidade do campo e garantir que as tecnologias desenvolvidas possam ser efetivamente implementadas.

A editora e analista da CNN Agro Fernanda Pressinott chamou atenção para gargalos estruturais relevantes, como a falta de armazenagem no país.

Segundo ela, cerca de 40% da safra brasileira não possui capacidade adequada de estocagem, o que reduz a autonomia do produtor e aumenta a exposição às variações de mercado.

Ela também destacou problemas logísticos na cadeia do leite e da pecuária e reforçou a necessidade de ampliação dos investimentos públicos e privados em infraestrutura, além do impacto dos juros elevados sobre o setor.

A vice-presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Núbia de Paula, destacou a insegurança jurídica como um dos principais entraves ao crescimento do agronegócio.

Segundo ela, a ausência de previsibilidade contratual, a burocracia excessiva e os desafios no licenciamento ambiental comprometem investimentos e limitam a expansão do setor.

Núbia defendeu maior estabilidade regulatória, redução da burocracia e racionalização dos processos ambientais, afirmando que o Estado precisa atuar como parceiro estratégico do produtor rural.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mercado-de-leite-no-brasil-recuperacao-gradual-de-precos-em-2026/

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Mulher cai em bueiro no Rio após tampa ceder; veja vídeo


Pouco antes, uma câmera de segurança flagrou dois homens mexendo na mesma estrutura

DivulgaçãoMomento em que a vítima cai por inteiro no bueiro
Momento em que a vítima cai por inteiro no bueiro

Uma mulher caiu com o corpo inteiro em um bueiro no bairro Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de domingo (31), após a tampa ceder. Uma câmera de segurança gravou o acidente.

Eram por volta das 7h40 quando a mulher desceu de uma moto e, ao andar pela calçada, a caminho do trabalho, pisou na tampa e desapareceu. O caso foi na Rua Oto de Alencar, em frente a uma escola.

Pouco antes, por volta das 2h da manhã, a mesma câmera já tinha flagrado dois homens mexendo na tampa da estrutura. A prefeitura informou a suspeita de tentativa de furto.

O motociclista que a havia deixado no local viu a movimentação e foi ajudá-la. O Corpo de Bombeiros foi acionados e ela foi levada para o Hospital Federal do Andaraí com alguns ferimentos.

Os bombeiros utilizaram equipamentos especiais de salvamento em altura para alcançá-la no interior do bueiro e realizar a retirada. Ela precisou ser imobilizada para ser levada ao hospital. O quadro de saúde exige que ela permaneça sob observação médica devido a lesões e ferimentos identificados na região da cabeça e nos braços.

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Eloos: Dependência de fertilizante expõe vulnerabilidade do agro brasileiro

A forte dependência brasileira de fertilizantes importados esteve entre os principais temas debatidos no painel “Do campo à geopolítica: o agro no centro das decisões globais”, realizado durante o evento Eloos, nesta segunda-feira (1º), promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte.

Durante o painel, Adriana Maugeri, presidente da Amif (Associação Mineira da Indústria Florestal), alertou para a vulnerabilidade do agronegócio brasileiro diante das tensões geopolíticas internacionais.

Segundo ela, mais de 80% dos fertilizantes utilizados no agronegócio brasileiro vêm do exterior, tornando a produção agrícola dependente de mercados estratégicos e sujeita a oscilações de preços, conflitos e restrições comerciais.

A executiva destacou que a questão vai além da disponibilidade de insumos e está diretamente ligada à segurança alimentar e à competitividade do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo.

Para ela, apesar dos avanços promovidos pelo Plano Nacional de Fertilizantes, o programa sozinho não será capaz de resolver todos os desafios enfrentados pelo setor.

Outro ponto levantado por Adriana foi a elevada carga tributária incidente sobre a cadeia produtiva, fator que, segundo ela, dificulta investimentos e reduz a competitividade da produção nacional de fertilizantes.

A presidente da Amif defendeu políticas estruturantes e de longo prazo para ampliar a produção doméstica e reduzir a dependência externa.

O tema também foi abordado pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que ressaltou que a redução dessa dependência passa pela ampliação da produção nacional e pelo avanço de projetos que enfrentam entraves regulatórios e ambientais.

Segundo o senador, há áreas com potencial para exploração de matérias-primas destinadas à fabricação de fertilizantes, mas que esbarram em processos de licenciamento considerados complexos e demorados.

Ele defendeu a modernização dos procedimentos e a busca por parcerias internacionais para transferência de tecnologia, permitindo aumentar a produção com menor impacto ambiental.

Flávio Bolsonaro também destacou que novas fontes de fertilizantes e tecnologias mais sustentáveis já estão disponíveis no mercado, o que pode contribuir para reduzir a dependência externa e ampliar a segurança de abastecimento do agronegócio brasileiro.

Setor Florestal

Além dos fertilizantes, os participantes discutiram os desafios impostos pelas exigências ambientais e de rastreabilidade dos mercados internacionais.

Adriana Maugeri afirmou que o setor florestal brasileiro muitas vezes é associado ao desmatamento, apesar de manter elevados índices de preservação ambiental.

Segundo ela, é necessário que as regras de rastreabilidade reconheçam as características da produção nacional e valorizem as boas práticas já adotadas pelos produtores brasileiros.

A executiva destacou ainda que o Brasil possui vantagens competitivas importantes, como a elevada produtividade do eucalipto, que supera a de diversos países concorrentes.

De acordo com ela, o cenário geopolítico atual abre oportunidades para acordos de longo prazo, transferência de tecnologia e agregação de valor à produção nacional, reduzindo a dependência da exportação de commodities.

Adriana também ressaltou que a cadeia produtiva florestal reúne desde pequenos produtores até grandes empresas, gerando emprego, renda e desenvolvimento econômico em diferentes regiões do país.

Já o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Thales Almeida, destacou a importância econômica da atividade florestal para o estado. Segundo ele, o setor florestal representa atualmente a maior cultura agrícola de Minas Gerais e vem ampliando sua relevância no comércio exterior.

O secretário ressaltou que, pelo segundo ano consecutivo, as exportações da cadeia florestal mineira superam as da mineração, evidenciando a força de um setor que combina geração de renda, sustentabilidade e protagonismo internacional.

O estado lidera o ranking nacional de florestas plantadas, com cerca de 2,3 milhões de hectares, o equivalente a 24% de toda a base florestal brasileira. A área é quase o dobro da registrada em São Paulo, segundo colocado no ranking nacional, com aproximadamente 1,2 milhão de hectares.

A presidente da Amif destacou ainda que o mundo está voltando os olhos para a produção florestal brasileira, não apenas pela competitividade da celulose, mas também pelo potencial do setor.

“O agro precisa ser definido como um tema de segurança alimentar e energética”, afirmou. Segundo ela, a biomassa proveniente de florestas renováveis coloca o Brasil em posição privilegiada diante da demanda mundial por fontes de energia mais sustentáveis.

Segurança no campo

Outro tema abordado durante o painel foi a necessidade de fortalecer mecanismos de proteção ao produtor rural. O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) defendeu a ampliação do seguro rural como ferramenta para aumentar a segurança no campo.

Segundo ele, a previsibilidade proporcionada pelo seguro é fundamental em um momento de custos elevados, juros altos e maior exposição a riscos climáticos e de mercado.

A instabilidade geopolítica tem ampliado a relevância do setor florestal dentro das discussões globais sobre segurança alimentar, segurança energética e desenvolvimento sustentável.

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Dark Horse: base ataca e oposição desvincula Flávio de operação contra produtora


Nos bastidores, aliados evitaram se manifestar para não vincular senador ao caso, que negou relação entre a investigação e o filme



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Preços de diesel, gasolina e etanol caíram em maio em São Paulo, aponta pesquisa


Análise considera mais de 19 milhões de litros abastecidos na capital paulista entre abril e maio de 2026

ANTONIO MACHADO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOImagens de bombas de abastecimento de veículos em posto de combustíveis
Etanol apresentou as maiores reduções em maio, de acordo com o estudo

Os preços dos principais combustíveis caíram na cidade de São Paulo ao longo de maio, segundo monitoramento mensal do Sem Parar. O levantamento aponta recuo no diesel, na gasolina e no etanol na comparação com o mês anterior, após meses de alta. A análise considera mais de 19 milhões de litros abastecidos na capital paulista entre abril e maio de 2026.

O etanol apresentou as maiores reduções em maio, de acordo com o estudo. O etanol comum caiu 8,5%, de R$ 4,54 para R$ 4,15. O etanol aditivado recuou 6%, de R$ 4,99 para R$ 4,68. No diesel, o Sem Parar registrou as maiores quedas do combustível no mês. O diesel comum recuou 3,8%, de R$ 7,50 para R$ 7,21. O diesel aditivado caiu 3%, de R$ 7,71 para R$ 7,48. Na gasolina, a versão comum teve queda de 2,2%, de R$ 6,65 para R$ 6,51. Já a gasolina aditivada registrou diminuição de 2,1%, de R$ 7,25 para R$ 7,10.

Diferenças entre regiões

O monitoramento também apontou variações de preços entre as regiões da cidade. A maior diferença foi observada na gasolina aditivada, com variação de R$ 0,61 por litro entre as Zonas Norte e Sul, onde os preços oscilaram de R$ 6,69 para R$ 7,30.

Na gasolina comum, os valores ficaram entre R$ 6,39 na Zona Norte e R$ 6,55 na Zona Oeste. No diesel aditivado, o menor preço foi registrado na Zona Norte, a R$ 7,22, e o maior na Zona Sul, a R$ 7,66. O diesel comum teve menor preço de R$ 7,08 na Zona Leste e chegou a R$ 7,34 na Zona Sul.

No etanol aditivado, os preços variaram entre R$ 4,39 na Zona Norte e R$ 4,92 na Zona Oeste. O etanol comum oscilou de R$ 4,11 na Zona Norte a R$ 4,18 nas Zonas Leste e Sul.





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Corpus Christi, Parada LGBT+ e Marcha para Jesus na semana: turismo de SP agradece


A combinação na mesma semana entre o feriado prolongado de Corpus Christi, a Marcha para Jesus e a Parada do Orgulho LGBT+ vai impulsionar a hotelaria paulista em 2026. A expectativa da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) é de que o setor deve movimentar R$ 166,2 milhões nesses dias, um valor 7% superior ao registrado na mesma época do ano passado.

Além da capital paulista, o interior e o litoral também devem ter ganhos de faturamento com o feriado prolongado

O feriado de Corpus Christi acontece na quinta-feira (4 de junho), mesma data da 34ª da Marcha para Jesus. No ano passado, o evento religioso reuniu mais de 2,5 milhões de pessoas, número recorde que os organizadores acreditam que será batido novamente.

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No domingo (7), acontece a 30ª Parada do Orgulho LGBT+, que atingiu um público estimado de 4 milhões de pessoas no ano passado e movimentou cerca de R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, com crescimento de 16% em relação ao ano anterior.

Marcha para Jesus ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no feriado de Corpus Christi, em 30 de maio (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

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De acordo com a Fhoresp, entidade que representa mais de 500 mil estabelecimentos e 24 sindicatos patronais no estado de São Paulo, com mais viagens de turistas aos destinos do interior e do litoral, além da movimentação da capital, o faturamento em hospedagem deve chegar a R$ 166,23 milhões, ante R$ 154, 59 milhões registrados no feriadão de 2025 – um incremento estimado em 7%.

Busca por hotéis

Em números absolutos, 88.647 quartos deverão ser ocupados durante todo o período, segundo levantamento da Federação. O destaque fica com o interior paulista, sobretudo os municípios voltados ao turismo de lazer e aventura. A expectativa de ocupação média nesse segmento é de 80% – maior taxa entre todas as regiões analisadas pela entidade. O faturamento estimado é de R$ 64 milhões:

“Muitos turistas estão optando, nesta época, que é de mais frio, por hotéis-fazenda, estâncias termais, destinos de Turismo de aventura e cidades em regiões serranas”, observa Bruno Omori, diretor de Hospitalidade e Jogos da Fhoresp.

A capital paulista vem na sequência de maior procura por parte dos turistas na emenda de Corpus Christi. A ocupação esperada é de 56%, com diária média de R$ 450, e injeção no setor de hospedagem de R$ 60 milhões.

Para Omori, a Marcha para Jesus e a Parada LGBT+ justificam maior fluxo de visitantes na cidade de São Paulo, nesta época. “Sem estes eventos, a ocupação dos hotéis paulistanos ficaria entre 25% e 30% durante o feriado de Corpus Christi. Ocorre que atrações desta natureza recebem visitantes de diversas regiões do país e ampliam significativamente a demanda por hospedagem em São Paulo, no período”, explica.

O litoral deve registrar procura de 55%, com faturamento de R$ 42,1 milhões. Embora apresente desempenho positivo, destinos com praias tendem a crescer em ritmo mais moderado em comparação com o interior e a capital neste feriado.

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Para o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, os números reforçam a importância estratégica do Turismo e de toda a rede hoteleira para a Economia paulista. Estes números consolidam o Corpus Christi como um dos feriados mais relevantes do ano para o nosso segmento. Somado a isto, temos os eventos de grande porte, como é o caso da Marcha para Jesus e a Parada do Orgulho LGBT+, que ajudam, indiscutivelmente, a movimentar a cadeia da Hospitalidade como um todo, incluindo a geração de empregos”, avalia o representante da Federação.



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Mulher é ameaçada com bebê no colo: "Vou matar e arrancar sua cabeça"


Caso aconteceu em Laguna Carapã, em Mato Grosso do Sul, e vítima ainda teve comida quente arremessa sobre si



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Correios têm prejuízo de R$ 3,1 bilhões no início de 2026 e ampliam perdas em 82%


Os Correios registraram prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo demonstrações financeiras aprovadas pelo Conselho de Administração da empresa. O resultado significa que a estatal gastou mais do que arrecadou nos três primeiros meses do ano.

O rombo é significativamente maior do que o registrado no mesmo período de 2025, quando a empresa teve perdas de R$ 1,7 bilhão. Na prática, o prejuízo quase dobrou em um ano.

Os números mostram que os Correios continuam enfrentando dificuldades para equilibrar as contas. A receita obtida com a venda de serviços caiu de R$ 3,94 bilhões para R$ 3,85 bilhões, enquanto despesas administrativas e financeiras cresceram de forma expressiva. As despesas gerais e administrativas passaram de R$ 1,2 bilhão para R$ 2,2 bilhões, e os gastos financeiros saltaram de R$ 282 milhões para R$ 985 milhões.

No relatório, a empresa afirma que enfrenta uma combinação de fatores que pressiona os resultados. Entre eles estão a redução da demanda por serviços postais tradicionais, o aumento dos custos operacionais, reajustes salariais, crescimento de despesas judiciais e a concorrência cada vez maior no mercado de encomendas e logística.

“Nos últimos exercícios, a Empresa vem enfrentando pressões relevantes sobre sua geração de caixa e seus resultados, decorrentes, principalmente, da redução das receitas em serviços postais tradicionais, do aumento dos custos operacionais influenciados por inflação, reajustes salariais e passivos judiciais, bem como da intensificação da concorrência em segmentos logísticos de maior rentabilidade. Soma-se a esses fatores a necessidade de manutenção de estrutura operacional com elevada capilaridade, em decorrência da obrigação legal de prestação do serviço postal universal”, diz a estatal.

Diante desse cenário, a estatal informou que está executando um plano de reestruturação iniciado no fim de 2025. O programa prevê corte de despesas, revisão de contratos, venda de imóveis sem uso, modernização tecnológica, melhorias na logística e busca por novas fontes de receita. A empresa também colocou em prática um Programa de Desligamento Voluntário (PDV).

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Outro indicador que chama atenção é o patrimônio líquido negativo da companhia, que passou de R$ 13,1 bilhões negativos em dezembro de 2025 para R$ 16,2 bilhões negativos ao final de março deste ano.



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