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Sancoffee expande acesso de produtores ao mercado global de cafés especiais

A Sancoffee, cooperativa de cafés especiais sediada em Santo Antônio do Amparo (MG), na região do Campo das Vertentes, tem apostado na expansão de sua cartela de compradores internacionais por meio do avanço de rastreabilidade e sustentabilidade dos cafés que reúne e que vão para exportação.

Hoje, a cooperativa reúne apenas 20 fazendas associadas e presta suporte a cerca de 600 pequenos produtores da região.

Fundada em 2000, a organização foi criada por cafeicultores que buscavam acessar diretamente o mercado internacional de cafés especiais. Na safra de 2024/25, a Sancoffe embarcou 66,8 mil sacas de cafés especiais.

Com esta aposta – e com a vantagem competitiva do valor agregado dos grão especiais -, a cooperativa vem trabalhando para consolidar relações comerciais de longo prazo.

“O motor de crescimento da Sancoffee é a nossa capacidade de ter um modelo de negócio baseado em confiança e relacionamento de longo prazo, onde nossos colaboradores, produtores e clientes se engajam num processo conjunto de melhoria contínua e de longo prazo”, explica o CEO da Sancoffee, Fabrício Andrade.

Os negócios, acrescenta ele, são baseados também na “promoção de impactos sociais e ambientais positivos nas comunidades produtoras” com apoio técnico, comercial e de sustentabilidade aos cooperados.

Outro fator que chama a atenção é a característica do grão de Campo das Vertentes, região de Minas Gerais conhecida pelas condições favoráveis ao cultivo de café, como altitude média superior a mil metros, clima ameno e boa disponibilidade hídrica.

No local, a cafeicultura é tradição, desde o século XIX. O próximo passo é que a região conquiste o selo de identidade produtiva por meio de indicação geográfica.

Certificada como Empresa B desde 2019, a cooperativa destina parte de seus resultados a projetos socioambientais voltados à conservação de recursos naturais, capacitação de produtores e fortalecimento das comunidades rurais.

Entre as iniciativas estão programas de recuperação ambiental, apoio a pequenos cafeicultores e incentivo à participação de mulheres na cadeia produtiva do café.

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Tragédia na rodovia: acidente mata vereador, mulher e filho em Goiás


Vereador de Cachoeira Alta, Shaylon Rodrigo, a esposa e o filho morreram após um acidente na GO-206, em Quirinópolis, no sudoeste goiano



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Justiça dá guarda de filha ao pai em meio a processo de violência doméstica


A Justiça do Maranhão aprovou, na última quarta-feira (19), a retirada da guarda da filha de dois anos da engenheira Paula Thereza Gewehr, para o ex-companheiro, o empresário João Felipe Miranda Demito, que enfrenta um processo de violência doméstica.

De acordo com a mãe da criança, a aprovação da Justiça para passar a guarda da criança ao pai, mesmo com o processo em andamento, se deu por conta da influência do ex-marido, filho de um antigo prefeito da cidade de Balsas, no Maranhão.

Outra questão apontada por Paula, é que uma das advogadas envolvida na defesa de Demito, Edmee Maria Leite Froz, é esposa do desembargador do Tribunal da Justiça do Maranhão, Froz Sobrinho.

Na decisão expedida pela 3ª Vara da Comarca de Balsas, a Justiça do Maranhão alega que o juiz defere a guarda provisória e unilateral ao pai, por identificar indícios de alienação parental por parte da mãe.

Paula trabalha para uma empresa por home office, já morou em alguns estados ao longo dos últimos anos, também por conta das atividades empresariais do ex-marido, mas atualmente reside em São Paulo, mas enquanto casada morou no Maranhão e no Tocantins. 

“Por muito tempo fiquei em silêncio, me sentindo coagida, mas há momentos em que é preciso dar um basta. Como mãe, aceitamos ser feridas, mas jamais ficaremos caladas quando nossa filha é quem está sendo ferida. Isso dói, dói profundamente! Estão me tirando o direito de ser mãe da minha própria filha. Eu só quero viver em paz e criar minha filha da melhor forma possível. Por isso, peço Justiça. Não vou mais aceitar isso em silêncio,” diz Paula em entrevista à CNN.

Violência doméstica

Ainda segundo a engenheira, a relação foi baseada por anos de abuso e controle e teve fim em março de 2023, já em abril do mesmo ano, Paula registrou um boletim de ocorrência contra João, no documento que a CNN teve acesso, há relatos de um relacionamento abusivo, e a acusação que o então marido a obrigou engravidar, jogando fora seus anticoncepcionais.

O relato também descreve humilhações, perseguição e situações de violência psicológica: “João começou a humilhá-la, dizendo que ela não servia para ele e mandando que ela saísse da residência do casal várias vezes. Além disso, Paula apresenta fotos em que estava na casa da fazenda na companhia do seu irmão e um funcionário que, a mando de João, ficava ao lado dela o tempo todo para escutar suas conversas”, cita trecho do documento.

Mas por medo de retaliação, na época, ela pediu para que as autoridades não abrissem um inquérito policial, porém como as retaliações não cessaram, Paula registrou outro boletim no Maranhão, que foi arquivado. Neste momento, ela decidiu registrar a ocorrência em outro local, no Tocantins.

A acusação do inquérito gerado por este último B.O foi apresentada pelo Ministério Público do Tocantins. No processo consta que João Felipe Miranda Demito aproveitou da relação com a vítima para causar dano emocional à sua companheira.

A denúncia do MP aponta que João Felipe Miranda Demito teria “prejudicado e perturbado o pleno desenvolvimento de Paula Thereza Gewher, visando controlar suas ações, comportamentos e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização e limitação do direito de ir e vir, caracterizando o crime imputado de violência doméstica”, conclui o inquérito.

A primeira audiência deste processo deve ocorrer somente em abril de 2025.

Apoio parlamentar

O gabinete da Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Maranhão emitiu uma nota de solidariedade, lamentando a batalha judicial envolvendo a guarda da filha da Paula Thereza Gewehr: “Acreditamos na Justiça Maranhense e pugnamos pela sensibilidade dos senhores Desembargadores(as) para que reavaliem este processo e possam tomar uma decisão mais justa que não cause trauma irremediável que está prestes a acontecer”, conclui a nota.

Outro lado

Procurada pela reportagem da CNN, a defesa de João Felipe Miranda Demito se manifestou por meio da advogada Fabiana Castro:

“Nos últimos dias, informações imprecisas têm sido divulgadas, gerando especulações sobre um caso que deve ser tratado com a seriedade que merece. Portanto, presto os devidos esclarecimentos dentro dos limites legais, preservando o sigilo processual e priorizando o melhor interesse da criança.”

Sobre a acusação de interferência na Justiça, a advogada aponta que “todas as decisões foram baseadas nos autos do processo, nas provas apresentadas e na correta aplicação da legislação vigente, sem qualquer interferência externa. As alegações nesse sentido devem ser formalmente comprovadas nos meios legais adequados”.

Veja o vídeo da defesa; 



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PoderData: 41% acham o governo Lula melhor que o de Bolsonaro; 37% dizem que é pior


O atual presidente leva vantagem entre os ateus, agnósticos e praticantes de todas as religiões pesquisadas, exceto entre os evangélicos, que tendem a preferir Bolsonaro

PR e Agência SenadoLula x Flávio
Presidente Lula e o senadro Flávio Bolsonaro

Pesquisa PoderData divulgada nesta sexta-feira (4) mostra que 41% dos entrevistados consideram o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) melhor do que o governo de Jair Bolsonaro (PL), encerrado em 2022. Por outro lado, 37% dizem considerar que a passagem do capitão da reserva pelo Planalto foi melhor do que o terceiro mandato do petista. 21% dos ouvidos consideram os governos “iguais” e os que não souberam responder correspondem a 1%.

Mulheres (46%), nordestinos (65%), pessoas com mais de 60 anos (50%) e que ganham até dois salários mínimos (53%) são as que mais consideram o governo de Lula melhor que o de Bolsonaro.  Homens (42%), sulistas (56%) com 24 anos ou menos (44%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (54%) tendem a preferir o governo anterior.

O atual presidente leva vantagem entre os ateus, agnósticos e praticantes de todas as religiões pesquisadas, exceto entre os evangélicos, que tendem a preferir Bolsonaro.

De 30 de maio a 1º de junho, o PoderData entrevistou 2.500 pessoas em 166 municípios por meio de ligação telefônica. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.





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Pai que desapareceu com a filha em SC é encontrado pela polícia no RJ


Anderson Rafael Hasse, homem que havia sequestrado a filha de 8 anos, foi encontrado pela polícia na noite desta quinta-feira (20), na comunidade da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. Os dois foram vistos pela última vez em Ilhota (SC), no Vale do Itajaí.

A informação foi divulgada pela Polícia Civil. Segundo o delegado Bruno Fernando, Anderson fugiu com a filha há cerca de 15 dias. A menina foi encaminhada ao Conselho Tutelar e, aparentemente, está bem.

Polícia acredita que pai planejou por três meses o sequestro da filha

Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, os dois foram encontrados por agentes da corporação na área conhecida como Laboriaux, dentro da comunidade da Rocinha, após denúncias sobre o paradeiro da criança.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente e ao Idoso (DPCAMI) e da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Blumenau, apurou que Anderson planejava desaparecer com a menina há aproximadamente três meses.

O motivo do desaparecimento seria a perda da guarda da filha e um suposto abuso cometido pelo avô materno contra a criança, conforme depoimento de amigos e familiares. O homem dizia que, se não sumisse com a filha, mataria o avô materno.

Em um vídeo obtido pela reportagem, o homem diz que não deve nada à polícia. Segundo o relato de Anderson, sua filha estaria sendo abusada desde os 3 anos. O homem também alega que teria procurado auxílio do Conselho Tutelar e que, segundo ele, não obteve auxílio. Veja abaixo:

Os fatos foram apurados em inquérito policial e atualmente estão em trâmite no Poder Judiciário.

Desaparecimento

Ainda segundo as investigações, antes do desaparecimento, Anderson vendeu seu veículo e instrumentos musicais e realizou um empréstimo bancário. Ao todo, o homem arrecadou mais de R$ 60 mil.

Ao ser deixado por um motorista na região do Morro do Baú, em Ilhota, Anderson, que carregava algumas malas e instrumentos, disse ao condutor que um amigo o buscaria para irem até Blumenau e, de lá, seguiria com colegas do trabalho para Piratuba, onde passaria o feriado de Carnaval. Seus colegas, porém, negaram ter programado o passeio citado por ele.

Segundo a Polícia Civil, além do planejamento da fuga, Anderson estaria se valendo da alienação parental como forma de manipular a criança. Essa prática já estaria ocorrendo há meses e foi um fator determinante para a perda da guarda de sua filha.

Diante disso, a corporação decretou a prisão temporária do homem pelos crimes de sequestro, cárcere privado e desobediência. Após parecer favorável do Ministério Público de Santa Catarina, a prisão foi deferida pelo Poder Judiciário no prazo de 30 dias.

*Sob supervisão



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Imasul e Corpo de Bombeiros reforçam prevenção a incêndios com manejo integrado do fogo no Pantanal


O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) realizaram mais uma ação integrada de Manejo Integrado do Fogo (MIF) no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, com foco na prevenção de incêndios florestais de grandes proporções.

Ao todo, foram realizadas duas etapas de queima prescrita. Em uma delas, as equipes aproveitaram um incêndio que já ocorria na região para potencializar de forma controlada a queima de uma área previamente planejada para manejo. Somadas, as áreas manejadas ultrapassam mil hectares dentro do parque.

A estratégia tem como objetivo reduzir a biomassa acumulada dentro da unidade de conservação, diminuindo a quantidade de material combustível disponível durante o período crítico de estiagem.

Com pouco mais de 76 mil hectares, Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro já possui um Plano de Manejo Integrado do Fogo e vem sofrendo ações preventivas desde 2025. No ano passado, uma das operações realizadas atingiu cerca de mil hectares nas regiões norte e sul da unidade, promovendo a redução de biomassa e a criação de áreas de contenção para possíveis incêndios futuros.

A primeira ação de queima prescrita ocorreu início de 2026, quando o parque registrou um incêndio. Ele foi monitorado pelas equipes do Corpo de Bombeiros, que utilizaram o próprio avanço do fogo para eliminação controlada de material combustível acumulado na vegetação.

A operação contou com apoio da torre de observação instalada no parque e do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), responsável pelos sobrevoos de monitoramento durante toda a ocorrência.

Segundo Leonardo Tostes, Gerente de Unidade de Conservação (GUC) do Imasul, o trabalho foi conduzido de forma estratégica, respeitando as condições ambientais da região.

“O monitoramento permitiu que o fogo tivesse uma propagação controlada, sempre observando as condições climáticas e a disponibilidade de material combustível. As equipes atuaram diretamente para evitar que as chamas ultrapassassem os limites do parque. Em alguns pontos, o próprio ambiente auxiliou no controle, principalmente em áreas alagadas que funcionaram como barreiras naturais”, explicou.

Entre os dias 11 e 15 de maio, uma nova ação de queima prescrita incluiu uma área da Fazenda Santa Maria, localizada na região leste do parque e vizinha à unidade de conservação. A operação ocorreu em aproximadamente 600 hectares, mediante autorização e prescrição do Imasul.

A fazenda está localizada em uma área considerada estratégica para prevenção de incêndios futuros, especialmente pela proximidade com regiões de grande acúmulo de material combustível durante o período seco.

De acordo com o Capitão Samuel Pedrozo Borges, da Diretoria de Proteção Ambiental do CBMMS, o planejamento foi desenvolvido a partir da análise do comportamento climático e da necessidade de ampliar as áreas de proteção dentro do parque.

“Após o incêndio registrado na região oeste, planejamos uma nova queima do centro para o oeste do parque, criando uma espécie de cinturão preventivo. O objetivo foi retirar o excesso de biomassa e diminuir o risco de propagação de incêndios de grandes proporções”, destacou.

Para garantir segurança na operação, as equipes aproveitaram uma janela meteorológica favorável provocada pela frente fria que atingiu Mato Grosso do Sul no início de maio. A redução das temperaturas, associada ao aumento da umidade e às chuvas registradas na região, contribuiu diretamente para o controle das chamas.

As ações foram executadas de forma integrada entre Imasul, Corpo de Bombeiros Militar e proprietários rurais da região. Além do apoio operacional do GOA, os produtores colaboraram com abertura de aceiros e implantação de linhas de defesa nas áreas adjacentes ao parque.

O diretor-presidente do Imasul, André Borges, destacou que o manejo integrado do fogo tem sido uma ferramenta fundamental para a preservação do Pantanal e para redução dos impactos ambientais causados pelos incêndios extremos registrados nos últimos anos.

“O Pantanal é um bioma que naturalmente convive com o fogo, mas precisamos utilizar técnicas adequadas para reduzir os riscos e proteger áreas sensíveis. O manejo integrado permite que o fogo seja utilizado de forma controlada, planejada e segura, evitando incêndios de grandes proporções e protegendo a biodiversidade, os recursos hídricos e as comunidades locais”, afirmou.

Segundo André Borges, as ações desenvolvidas no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro também demonstram a importância da integração entre órgãos públicos, equipes técnicas e produtores rurais.

“Essa atuação conjunta mostra que a prevenção é o caminho mais eficiente. O planejamento técnico, aliado ao monitoramento climático e ao apoio operacional das equipes em campo, tem permitido resultados positivos na proteção do Pantanal sul-mato-grossense”, completou.

A operação mobilizou cerca de dez bombeiros, sete servidores do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), dois pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e quatro colaboradores da Fazenda São Jorge, propriedade vizinha ao parque. Entre eles, dois atuaram como operadores de trator cedidos pela fazenda para apoio às atividades.

Os trabalhos ocorreram ao longo de cinco dias, sendo três destinados à aplicação do fogo controlado, um dia de preparação das áreas e outro para ações de rescaldo e monitoramento.

Manejo do fogo e prevenção de grandes incêndios

Segundo os responsáveis pela operação, a técnica permite que o fogo ocorra de forma controlada e com baixa intensidade, reduzindo impactos ambientais. Nas áreas manejadas, as chamas permanecem brandas, possibilitando que animais silvestres consigam fugir e evitando a destruição total da vegetação. As plantas atingidas passam apenas por uma limpeza superficial, diferentemente dos incêndios severos, que podem comprometer completamente a fauna e a flora.

Em 2026 essa preocupação aumenta diante da previsão de influência do fenômeno El Niño, que favorece períodos mais secos e temperaturas elevadas, criando condições propícias para incêndios de alta intensidade.

No Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, este ano as queimas prescritas foram realizadas em áreas que não passaram pelo manejo no ano anterior. Conforme o Plano de Manejo do Fogo do Parque, uma mesma área não deve ser submetida à queima em anos consecutivos, sendo recomendado um intervalo mínimo de dois anos entre as intervenções.

Comunicação Imasul e CBMMS
Fotos: Capitão Alexandre Araújo/CBMMS



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Clima vai do tempo firme a temporais nesta 6ª; confira sua região


A primeira semana de junho se encerra com padrão de diferenças climáticas, assim como a observada em todo o território nacional nesta sexta



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Atriz é atacada por cinco cães em orla da praia de Maricá (RJ)


A atriz e modelo Letícia Salles, foi atacada por cinco cães enquanto corria na orla da praia de Maricá, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira (20). Letícia é conhecida por seus papéis em novelas como “Vai na Fé” e “Pantanal”, da TV Globo.

Saiba quem é Letícia Salles, atriz atacada por cães no Rio de Janeiro.

Em relato nas redes sociais, Letícia descreveu o ataque como “cena de filme de terror”, com mordidas e arranhões por todo o corpo. Ela foi socorrida e levada para a emergência, onde recebeu vacina antirrábica e fez curativos.

Apesar do susto, a atriz passa bem, mas demonstra preocupação com a segurança de outras pessoas que frequentam a região.

Segundo ela, o ataque que sofreu não é um caso isolado: “Depois de conversar com o médico e os enfermeiros, percebi que essa é uma situação recorrente na região. E que há situações muito mais graves que a minha que chegam diariamente no hospital. Teve relato de criança que chegou lá desfigurada”.

Letícia cobrou, por meio das redes, providências das autoridades para os cães serem recolhidos da área e levados para um local apropriado, garantindo a segurança da população.

“Os cachorros não têm culpa, mas não podem estar soltos agredindo as pessoas. Isso precisa ser resolvido”, desabafou a atriz.

A CNN entrou em contato com a Prefeitura de Maricá e o espaço segue aberto para manifestações.

*Sob supervisão



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Truque rápido derrete a geada do para-brisa em segundos e evita que o vidro trinque


Esqueça a água quente e as espátulas improvisadas; veja como uma mistura caseira e o botão certo do painel preparam o veículo para rodar no frio intenso

Reprodução/PixabayVista de rodovia
Na pressa de sair para o trabalho, muitos motoristas recorrem a métodos improvisados que colocam a segurança e a conta bancária em risco.

As manhãs de inverno nas regiões Sul e Sudeste do Brasil trazem uma realidade frustrante para quem acorda cedo: encontrar o carro com o para-brisa completamente opaco por uma grossa camada de gelo. Na pressa de sair para o trabalho, muitos motoristas recorrem a métodos improvisados que colocam a segurança e a conta bancária em risco.

No entanto, para quem busca como tirar gelo e geada do para-brisa do carro de manhã cedo sem riscar o vidro, a resposta exige mais técnica e menos desespero. O segredo está em princípios básicos de química e no uso correto dos equipamentos originais do veículo.

Por que a água quente é a pior inimiga do vidro

A vontade de ferver uma chaleira e jogar água sobre o vidro congelado é enorme, mas esse é o caminho mais rápido para um prejuízo na oficina. O vidro automotivo se expande levemente quando aquecido e se contrai no frio. Despejar água quente sobre uma superfície submetida a temperaturas próximas de zero causa um choque térmico violento.

Em questão de segundos, a tensão extrema na estrutura do vidro faz com que microfissuras se expandam, estilhaçando a peça por completo. Até mesmo o uso de água morna apresenta riscos em dias de frio severo, especialmente se já houver algum desgaste imperceptível causado por pedrinhas de asfalto. Por isso, recorrer ao calor líquido é uma atitude totalmente descartada por especialistas em manutenção automotiva.

A receita barata para limpar o vidro sem arranhões

Para não apelar para cartões de crédito, chaves ou objetos de metal que causam riscos permanentes no vidro, a química é sua melhor aliada. Uma técnica de baixo custo e altíssima eficácia envolve preparar um borrifador caseiro misturando duas partes de álcool isopropílico para uma parte de água em temperatura ambiente.

Como o álcool possui um ponto de congelamento muito mais baixo do que a água, espirrar essa mistura diretamente sobre o para-brisa faz a geada começar a derreter instantaneamente. Em poucos segundos, a camada sólida se transforma em uma lama fina, permitindo que você remova o excesso com uma pequena espátula de plástico ou pano macio de maneira totalmente segura e sem arranhar a superfície.

Como usar o ar-condicionado a seu favor

A grande maioria dos carros modernos possui um sistema de desembaçador projetado exatamente para esse tipo de cenário adverso, embora poucos motoristas o utilizem com força máxima. Em vez de forçar a visão para sair da garagem logo de cara, dê a partida no motor e acione o sistema de aquecimento interno com a ventilação direcionada apenas para os vidros.

Neste momento, é fundamental ligar o botão do ar-condicionado junto com o ar quente. O compressor do ar-condicionado retira a umidade da cabine, impedindo que o vidro embace por dentro enquanto o calor derrete o gelo do lado de fora. Embora o processo mecânico possa levar cerca de cinco minutos, ele preserva a integridade do vidro e protege a durabilidade das palhetas do limpador.

Dúvidas frequentes sobre o frio automotivo

Posso usar o limpador de para-brisa para remover a geada fina?

Nunca acione as hastes limpadoras enquanto houver uma camada de gelo formada. Durante a madrugada, as palhetas de borracha costumam congelar e grudar no vidro. Ao ligar o equipamento, o motor elétrico será forçado, correndo o risco de queimar, e a borracha será completamente rasgada, exigindo a troca imediata das peças.

Cobrir o vidro com papelão na noite anterior realmente funciona?

Sim, a prevenção mecânica costuma ser o melhor remédio para quem não possui garagem coberta para estacionar. Posicionar um pedaço resistente de papelão, um cobertor velho ou telas automotivas específicas contra o frio sobre o para-brisa, prendendo as pontas nas portas dianteiras, impede o congelamento do orvalho diretamente na superfície vítrea.

O fluido de limpeza pode congelar dentro do reservatório do motor?

No inverno brasileiro, é raro o frio ser intenso o suficiente para rachar o reservatório plástico, mas as mangueiras finas que levam a água até o para-brisa podem entupir com facilidade. Para moradores das regiões mais geladas, o ideal é abastecer o reservatório com fluidos limpadores específicos para inverno, que já trazem aditivos anticongelantes em sua fórmula original.

Adaptar a rotina matinal aos extremos do inverno exige pequenos cuidados que evitam enormes dores de cabeça. Manter um borrifador com a mistura de álcool no porta-malas e esperar o aquecimento natural do carro agir garante que o trajeto inicie com campo de visão totalmente limpo, mantendo a vida útil dos componentes e a total segurança do trânsito.





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À CNN, pai de Henry Borel diz que parcialidade para mãe “sempre foi clara”


Leniel Borel, pai de Henry Borel, declarou à CNN que vai recorrer da decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros pela morte do filho.

Em entrevista ao Bastidores CNN desta quinta-feira (4), realizada após o encerramento do julgamento, Leniel classificou o que viu no tribunal como uma “aberração jurídica” e denunciou o que chamou de parcialidade da magistrada ao longo de todo o processo.

“O que me foi apresentado é que os jurados já tinham condenado o Jairo e a Monique pelos mesmos crimes, e a juíza conduziu novamente, falando que os jurados não tinham entendido, de uma forma quase direcionada“, declarou Leniel.

Leniel relatou que, ao longo dos cinco anos do processo, observou diversas decisões da magistrada que, em sua avaliação, beneficiaram Monique de forma injustificada, inclusive soltando a ré em situações que, segundo ele, contrariavam decisões do Supremo Tribunal Federal.

A parcialidade em cima da Monique sempre foi muito clara, não só para mim, como pai, mas para toda a sociedade brasileira”, afirmou.

Na avaliação de Leniel, Monique Medeiros recebeu um “perdão judicial” para um crime doloso contra a vida” e que isso não foi quesitado aos jurados: “foi uma decisão da própria magistrada”.

Segundo Leniel, essa tendência foi percebida não apenas por ele, mas também por pessoas que trabalham no próprio tribunal. “Andei naquele tribunal durante esses dias e ouvi pessoas que trabalham no tribunal falando da parcialidade da magistrada em cima da Monique”, disse.

Fundamentação pautada em “misoginia”

O pai de Henry também questionou a fundamentação da decisão final em argumentos ligados à misoginia. Ele criticou o que classificou como uma política de gênero sendo aplicada dentro dos tribunais brasileiros.

“O Jairo pegou 43 anos porque ele é homem, é isso que estamos vendo? Esqueceram ali que a Monique é mãe, ela é garantidora. Ela é, no mínimo, a responsável pela vida do filho, e ela não o protegeu, isso foi claro”, defendeu Leniel.

Leniel afirmou que, além do recurso, a defesa estuda a possibilidade de requerer a anulação do júri no caso de Monique, com base nas circunstâncias em que a magistrada teria interferido na votação dos jurados. Ele esclareceu que essa medida não seria buscada no caso de Jairo.

Ao refletir sobre o julgamento como um todo, Leniel lamentou que, durante os 11 dias de júri, o foco não teria sido a criança assassinada. “Não vi ninguém falando sobre o Henry. Foi um júri com foco em Monique e Jairo”, afirmou.

Para ele, a decisão final envia uma mensagem equivocada à sociedade brasileira sobre responsabilidade materna e impunidade.



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