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Incêndio de grandes proporções atinge galpão em Guarulhos; veja imagens


Um incêndio de grandes proporções atingiu um galpão comercial na noite desta sexta-feira (5), na Rua Guaporé, no bairro Itapegica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi registrada às 20h29. Inicialmente, sete viaturas foram empenhadas no combate às chamas. Pouco depois, o número subiu para dez equipes mobilizadas.

Veja imagens:

Até o momento, não há registro de vítimas. A Defesa Civil de Guarulhos informou que acompanha a ocorrência e confirmou que o incêndio atingiu o galpão de uma empresa localizado no endereço.

O local indicado pelos bombeiros corresponde a uma distribuidora identificada como SOEDRAL Materiais Elétricos e Hidráulicos.

As equipes seguem atuando no combate ao fogo. As causas do incêndio ainda não foram informadas.

A CNN Brasil tenta contato com a distribuidora.



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MS emite 38,5 mil carteiras de identidade em maio e bate recorde histórico – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Atendimento domiciliar garante documento a pessoas com dificuldade de locomoção; Estado projeta chegar a 1 milhão de CINs até o fim do ano

No mês em que Mato Grosso do Sul registrou o maior volume mensal de emissão de identidades desde a criação administrativa do Estado, uma das CINs (Carteiras de Identidade Nacional) chegou à casa de Osmar Ribeiro da Cruz, em Campo Grande. Com problemas de saúde que o impediram de buscar o serviço presencialmente, ele precisava do documento para atender a uma solicitação do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O atendimento domiciliar faz parte da rotina do Instituto de Identificação da PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul) e é destinado a pessoas acamadas, internadas, moradoras de lares ou com dificuldade de mobilidade. O serviço permite que cidadãos que não conseguem ir aos postos também tenham acesso à documentação civil necessária para benefícios, cadastros, perícias, tratamentos de saúde e outros serviços públicos.

Em maio, Mato Grosso do Sul expediu 38.501 carteiras de identidade, maior volume mensal desde a criação administrativa do Estado, em 1979. O resultado, alcançado pelo Governo do Estado por meio da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), supera o recorde anterior, registrado em janeiro deste ano, quando a emissão passou de 36 mil documentos em um único mês.

Desde janeiro de 2024, quando começou a implantação da CIN no Estado, foram expedidos 796.881 documentos. Mantido o ritmo atual, a projeção do Instituto de Identificação é chegar a 1 milhão de emissões até o fim do ano.

Na segunda-feira (1º), o sistema abriu vagas para emissão da CIN em julho, na Capital e no interior. Ainda há horários disponíveis para junho em postos do Estado. O agendamento deve ser feito pelo Portal de Serviços da Sejusp: https://servicos.sejusp.ms.gov.br.

Em Campo Grande, são ofertadas cerca de mil vagas diárias para emissão do documento. No interior, a capacidade varia entre 1,2 mil e 1,3 mil atendimentos por dia, conforme a demanda.

A solicitação do atendimento domiciliar de Osmar foi feita pela irmã dele, Irene Vieira dos Anjos, após orientação recebida em um posto de identificação. Até então, ela não sabia que a coleta poderia ser realizada na residência de pessoas sem condições de deslocamento.“Eu não sabia desse serviço. Foi a primeira vez”, disse Irene.

Depois da orientação, ela reuniu a documentação necessária e solicitou o atendimento para o irmão. Para Irene, a informação pode ajudar outras famílias que enfrentam a mesma dificuldade. Ela disse que pretende orientar outras pessoas que precisem do serviço.

O atendimento domiciliar deve ser solicitado por familiares, responsáveis, cuidadores ou pela própria instituição (lares, hospitais, abrigos) junto ao posto de identificação mais próximo em todo Estado. A equipe avalia a solicitação e organiza a coleta dos dados necessários para a expedição do documento.

Pessoas com urgência comprovada também podem procurar diretamente os postos para solicitar encaixe. Entram nessa situação casos relacionados a concursos públicos, tratamentos de saúde, perícias médicas, aposentadoria e outras demandas que dependam da apresentação do documento.

Segundo o Instituto de Identificação, cerca de 30% das pessoas que agendam a emissão da identidade não comparecem aos postos.

“Quando o cidadão não puder comparecer, o cancelamento do agendamento, feito no mesmo site usado para marcar o atendimento, permite que outra pessoa seja atendida”, afirma Daniel Ferreira de Freitas, diretor do Instituto de Identificação.

Além do atendimento regular durante a semana, Campo Grande mantém emissão aos sábados no Shopping Pátio Central, das 8h às 14h, e no Shopping Norte Sul, das 10h às 17h, conforme disponibilidade de vagas no sistema.

A CIN substitui gradualmente o antigo RG e usa o CPF como número único de identificação do cidadão. A primeira via é gratuita, e o RG antigo continua válido até 2032. A troca imediata não é obrigatória para todos, mas o novo documento pode ser necessário em casos de perda, furto, documento danificado, alteração de dados, atualização cadastral ou exigência específica para acesso a algum serviço.

Para emitir a CIN, o cidadão deve agendar o atendimento pelo Portal de Serviços da Sejusp. Em caso de desistência, o horário deve ser cancelado no mesmo site, para que a vaga seja liberada a outra pessoa. O atendimento domiciliar deve ser solicitado no posto de identificação mais próximo.

Maria Ester Jardim Rossoni, Comunicação PCi-MS



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Juiz aposentado e irmão estão entre feridos em desabamento de ponte no AC


O juiz aposentado do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) Edinaldo Muniz, de 54 anos, e o irmão dele, Edinei Muniz, 51 anos, estão entre os feridos do desabamento da Ponte Frei Paolino, em Sena Madureira, no interior do Acre, na noite desta sexta-feira (5/6).

Pouco antes do acidente, Edinaldo Muniz fazia uma live para denunciar a situação da ponte, interditada desde quinta-feira (4/6) devido a problemas estruturais. O estado dele é considerado grave, ele está com traumatismo craniano, trauma interno abdominal e renal. O juiz aposentado está sendo transferido para Rio Branco, segundo a Secretaria de Saúde do estado.

O irmão dele teve fratura ocasionada por trauma e o quadro dele é considerado estável.

Nas redes sociais, Edinaldo costuma fazer publicações de cunho político. Na live, ele criticava a situação da ponte, inaugurada em 2023 ao custo de R$ 36 milhões. Na publicação, ele chega a mostrar a situação das  pilastras, que tinham cedido. “Nem pedestres estão podendo passar e, portanto, nós temos aqui um equipamento público que custou R$ 36 milhões, fechado”, lamentou.

Ele ainda recorda o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek, que liga os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), em 2024. O acidente deixou 14 mortos e três desaparecidos. “Não faz muito tempo, eu não me lembro se foi em 2024, 2025… uma ponte caiu e morreram várias pessoas, né? Aqui, felizmente, isso não aconteceu, né?”, disse.

Outras duas pessoas também ficaram feridas. São elas:

  • Antônio Morais Lima Filho, 36 anos – paciente em estado considerado gravíssimo, com traumatismo e pupilas dilatadas. Foi encaminhado para sala vermelha;
  • Weverton Murieta, 34 anos – paciente estável com escoriações e pequenos ferimentos.

Vídeo mostra momento do desabamento

Um vídeo mostra o momento em que a ponte desaba. Na gravação, é possível ver que uma pessoa atravessava a ponte, quando ela se partiu ao meio e desabou. Veja:

Em nota, o governo do Acre informou que enviou equipes da Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) para apoio aos feridos e à comunidade.

Além disso, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), deslocou um efetivo de ambulâncias ao município para atendimento aos feridos, com uma equipe de médicos, enfermeiros e socorristas.





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Júri votou para dolo de mãe de Henry, mas juíza interferiu, diz promotor


O promotor de Justiça Fábio Vieira, do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), afirmou que os jurados do II Tribunal do Júri de Monique Medeiros e Jairinho, no caso da morte de Henry Borel, votaram 4 a 3 a favor de dolo para mãe do menino morto aos quatro anos.

A informação foi comunicada por Vieira em entrevista à CNN Brasil na manhã desta sexta-feira (5). Segundo o promotor, a votação faria com que Monique fosse condenada por homicídio doloso.

Porém, de acordo com Vieira, a juíza Elizabeth Machado Louro interferiu e pediu requisitação após manifestação de um dos advogados da mãe de Henry. Entenda abaixo: 

Bastidores da sala secreta

De acordo com relato do promotor, quando Monique começou a ser julgada na sala secreta, a primeira pergunta que se fez aos jurados foi se existiu omissão por parte da mulher. A resposta dos jurados foi “sim” por 4×3. 

A segunda pergunta é se os jurados absolviam Monique pela omissão e eles responderam que “não” por 4×3. Segundo Fábio, antes da entrada na sala, todos os quesitos são lidos pela magistrada para as partes e são apresentados em um papel para que concordem ou não. Dessa vez, todos os quesitos foram aceitos. 

Após as repostas dos jurados, foi feita a última pergunta: a omissão foi dolosa? A reposta “sim” a esse quesito já condenaria Monique por homicídio doloso. Os jurados responderam positivamente por 4×3. Então, nesse momento, Monique estaria condenada pelo crime.

Um dos advogados de Monique comemorou, o que gerou estranheza de todos os envolvidos, que o avisaram que a mulher havia sofrido a condenação. Assim, ele afirmou que o quesito não estava claro. Fábio rebateu e disse que, sim, estava claro, mas a juíza afirmou que voltaria o quesito. 

Mais uma vez, Fábio questionou a magistrada. No entanto, ela afirmou que continuaria com a requisitação e que questionaria “se Monique agiu com culpa nessa omissão”. O promotor alegou que isso inverteria totalmente a ordem e disse que isso já estava precluso, ou seja, já estava decidido.

Segundo Fábio, antes da entrada na sala, todos os quesitos foram lidos pela magistrada para as partes e apresentados em um papel para que todos concordem ou não. Dessa vez, todos os quesitos foram aceitos. 

Em entrevista à CNN, Fábio disse que o comportamento da juíza influenciou os jurados nesse ponto sensível e que ela mudou completamente o alcance do “sim” e do “não”.

“Nós entendemos que isso por si só já causa uma nulidade absoluta do julgamento. Por isso, nós já recorremos e se o recurso for provido, teremos um novo julgamento”, disse o promotor.

“Monique deixou filho ser torturado”

Além de revelar bastidores, Fábio Vieira afirmou à CNN Brasil que Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, menino morto aos quatro anos, deixou o filho ser torturado.

O promotor também disse que ficou espantado com a comemoração de algumas pessoas e da defesa de Monique, mesmo após ela ter sido condenada por omissão por tortura.

Ela foi condenada. Se o julgamento não for anulado e se a questão como está hoje for mantida, o que nós temos? Nós temos uma sociedade que olhou para Monique e disse: ‘você é responsável pela tortura que seu filho sofreu e essa condenação para você é dolosa. Então, você deixou seu filho ser torturado e a sociedade te condenou por isso.’

Fábio Vieira, promotor de Justiça do RJ

Sobre o perdão judicial concedido à Monique, Fábio analisa que a juíza comentou um “duplo equívoco jurídico”. Ele afirma que os jurados já haviam sido perguntados se eles absolvem Monique depois de já dizerem que ela foi omissa.

Ainda segundo ele, no caso da Monique houve negligência aos cuidados do filho, logo é contraditório conceder perdão “a uma mulher que submeteu o filho a essa situação”.

Para Vieira, a comemoração de Monique se justifica apenas pelo fato de ela estar livre, e não por ter sido considerada vítima ou injustiçada. Por fim, o promotor destacou que toda a análise é jurídica e se baseia nos fatos que foram comprovados dentro do processo judicial.

Condenações no caso Henry Borel

Dr. Jairinho, como é conhecido Jairo Souza Santos Júnior, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel.

Já Monique Medeiros, recebeu perdão judicial, instituto jurídico que afasta a aplicação da pena mesmo após o reconhecimento do crime. No caso da mulher, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade de Monique por tortura por omissão e desclassificou a acusação de homicídio doloso para homicídio culposo.

Após a decisão, Monique deixou, na tarde desta quinta-feira (4), a Penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó em Bangu, na zona Oeste do Rio de Janeiro.

O que diz o pai de Henry

Em entrevista ao Bastidores CNN nesta quinta-feira (4), Leniel Borel, pai de Henry Borel, afirmou que a sentença final envolvendo Monique Medeiros no julgamento pela morte do menino representou uma “grande aberração jurídica”.

Na decisão, proferida ainda na madrugada desta quinta, Monique, mãe da criança, recebeu perdão judicial, instituto jurídico que afasta a aplicação da pena mesmo após o reconhecimento do crime.

Caso Henry Borel: “Mataram meu filho pela terceira vez”, diz pai

Ontem ficou muito claro, não só para mim, quanto para o Brasil inteiro, dessa ‘parcialidade tendenciosa’. Nós vamos recorrer […] Monique, no mínimo, foi omissa.[…] Esquecem ali que a Monique é a mãe. A garantidora. Ela é, no mínimo, a responsável pela vida do filho. E ela não o protegeu”, afirmou Leniel.

Durante a entrevista, o pai de Henry ainda chegou a questionar o perdão judicial concedido à Monique. “Ela foi condenada no homicídio culposo, e ter perdão judicial por crime doloso contra a vida? Um crime doloso contra a vida pode ter um perdão judicial?”, perguntou ele.

Leniel relatou que, ao longo dos cinco anos do processo, observou diversas decisões da magistrada que, em sua avaliação, beneficiaram Monique de forma injustificada, inclusive soltando a ré em situações que, segundo ele, contrariavam decisões do Supremo Tribunal Federal.

O que diz a defesa de Monique

Em nota, divulgada nesta quinta, a defesa de Monique afirmou que recebeu a decisão “com respeito”Leia na íntegra:

“Os advogados Florence Rosa e Hugo dos Santos Novais, que atuam na defesa de Monique Medeiros da Costa e Silva, recebem com respeito a decisão proferida pelo Conselho de Sentença, ressaltando que o Tribunal do Júri constitui uma das mais importantes garantias constitucionais do Estado Democrático de Direito, sendo a soberania dos veredictos um princípio expressamente assegurado pela Constituição da República de 1988.

Destacam ainda que o julgamento realizado foi pautado pela análise das provas produzidas na instrução processual, dentro das regras que regem o procedimento do Júri Popular. Ao longo de todo o processo, a defesa de Monique sustentou que ela não praticou qualquer agressão contra seu filho e que seu maior erro foi não conseguir perceber, a tempo, a violência que ela e seu filho sofriam. A morte de Henry representa uma tragédia irreparável para todos os envolvidos neste caso.

O processo também convida a sociedade à reflexão sobre a necessidade de evolução da compreensão dos fenômenos relacionados à violência doméstica, psicológica, de gênero, às relações abusivas e a exposição desmedida da mulher como vítima, pois nem sempre a vítima consegue identificar imediatamente os sinais da violência a que está submetida, especialmente quando inserida em ciclos complexos de manipulação emocional e dependência afetiva. Por fim, reiteram seu absoluto respeito à memória de Henry Borel Medeiros, às famílias envolvidas, às instituições democráticas e ao Tribunal do Júri, reconhecendo a importância constitucional da soberania dos veredictos como expressão da participação popular na administração da Justiça.”



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Governo vê eleição brasileira como teste para Trump na América Latina


Aliados de Lula não descartam eventual apoio público de Trump a Flávio Bolsonaro, mas apostam no diálogo recente entre os dois presidentes



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Caso Gritzbach: polícia aponta novo mandante da morte de delator do PCC


Um novo mandante foi apontado, em relatório final da Polícia Civil de São Paulo, como o outro mentor do assassinato de Vinicius Gritzbach. A CNN teve acesso aos documentos do caso nesta segunda-feira (17).

Diego dos Santos Amaral, conhecido como “Didi”, é o segundo suspeito de orquestrar a morte do delator do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo a Polícia Civil, o criminoso  também é suspeito de relações com a facção criminosa e do envolvimento com tráfico de drogas.

Veja a “teia do crime” com envolvidos na morte de Gritzbach

Didi possui antecedentes criminais pela prática de estelionato e adulteração de sinal identificador de veículo.

O traficante do PCC, Emílio de Carlos Gongorra Castilho, João Cigarreiro também foi apontado como o mandante do assassinato do empresário Vinícius Gritzbach, no Aeroporto de Guarulhos, em 8 de novembro de 2024.

Relembre o caso

O assassinato aconteceu próximo do Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos. A Polícia Militar confirmou que os disparos ocorreram por volta das 16h10 do dia 8 de novembro de 2024.

Ainda segundo a PM, cerca de cinco indivíduos desembarcaram de um veículo preto e efetuaram os disparos contra o empresário. Um carro com as características foi localizado abandonado em uma avenida próxima ao aeroporto.

Imagens do circuito de segurança do aeroporto mostram dois homens descendo de um carro, na área de embarque e desembarque, enquanto o delator se preparava para entrar em um veículo. Na cena, Gritzbach percebe o movimento após o primeiro disparo, e tenta pular a mureta, mas acaba alvejado pelos disparos.

No dia 13 de fevereiro, O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou uma operação em que o alvo era o mandante da execução do delator do PCC, Antônio Vinícius Gritzbach.



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Juiz ferido fazia live pouco antes de ponte desabar no Acre


Na publicação, ele denunciava a situação da ponte e lembrou do acidente no Tocantins, quando pelo menos 14 pessoas morreram



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Caso Vitória: depoimento de motorista reforça suspeitas contra Maicol


A CNN teve acesso ao depoimento de uma nova testemunha que pode colocar Maicol Antonio Sales do Santos muito próximo ao local onde Vitória Regina desapareceu.

O relato, considerado relevante pela polícia, foi dado por um motorista de transporte escolar que atua na rota do bairro Ponunduva, em Cajamar, e que, na noite do sumiço da jovem, havia acabado de deixar seu último aluno.

Caso Vitória: vizinha se mudou por medo de suspeito por morte da jovem

Segundo o motorista, momentos antes de Vitória Regina desembarcar no ponto final, ele passou pela área e viu um Toyota Corolla prata – veículo idêntico ao de Maicol – estacionado em uma rua lateral aos bares do Doca e do Pepo.

Dentro do automóvel, apesar da pouca iluminação, ele percebeu a presença de um indivíduo usando capuz.

Caso Vitória: jovem pode ter sido vítima de stalking

O motorista contou à polícia que conhece a namorada de Maicol, já que trabalham juntos na mesma empresa. No dia seguinte ao desaparecimento, ele enviou uma mensagem para ela em tom bem-humorado, brincando que havia visto o casal “fazendo arte” dentro do automóvel na noite anterior. No entanto, a resposta da namorada de Maicol foi seca e direta: “Que história é essa? Gostaria que esclarecesse essa informação. Onde teria me visto? Com quem eu estava?”.

Caso Vitória: veja evidências que ligam suspeitos do crime

A reação da jovem deu a entender que ela desconhecia completamente a situação. Na sequência, ela afirmou que iria tirar a história a limpo com o namorado, pois não estava com ele naquela noite. Ainda em tom de brincadeira, disse ao amigo: “Acho que estou levando galho”.

Dois dias depois, Maicol teria entrado em contato com o motorista utilizando o celular da namorada para questioná-lo sobre a história. Ele teria cobrado explicações sobre o suposto avistamento de seu veículo na rua e ainda perguntou sobre o depoimento da filha do motorista à polícia, insinuando que ambos estariam agindo de má-fé.

O motorista relatou que não sabia que sua filha havia prestado depoimento e afirmou ter se sentido, de certa forma, ameaçado pela abordagem de Maicol. O novo relato, somado às mensagens trocadas, pode contradizer a versão do único suspeito preso e reforçar a linha de investigação das autoridades.

Veja imagens do velório de Vitória



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Agência de Deodápolis passa por melhorias e suspende atendimento por cinco dias úteis – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) informa à população de Deodápolis que os atendimentos presenciais na agência local estarão temporariamente suspensos entre os dias 8 e 12 de junho de 2026, totalizando cinco dias úteis, em razão da realização de serviços de manutenção predial, pintura e outras melhorias estruturais no imóvel.

As intervenções são necessárias para garantir um ambiente mais adequado, seguro e confortável tanto para os cidadãos que utilizam os serviços da agência quanto para os servidores que atuam diariamente no local. A manutenção preventiva e corretiva dos espaços públicos contribui para a preservação das instalações, a melhoria das condições de trabalho e a qualidade do atendimento prestado à população.

Durante o período de suspensão, os cidadãos que necessitarem de atendimento presencial poderão procurar a agência do Detran-MS em Glória de Dourados, localizada a aproximadamente 18 quilômetros de Deodápolis, onde os serviços funcionarão normalmente.

O Detran-MS reforça ainda que diversos serviços podem ser acessados pelos canais digitais, por meio do Portal de Serviços www.meudetran.ms.gov.br , do aplicativo Meu Detran MS e da assistente virtual Glória via whatsapp (67)3368-0500, disponíveis para consultas, emissão de guias e realização de diversos procedimentos sem a necessidade de deslocamentos.

A previsão da Diretoria de Engenharia (Direng) é que os atendimentos na agência de Deodápolis sejam retomados normalmente na próxima segunda-feira, dia 15 de junho, após a conclusão dos serviços.

O Detran-MS agradece a compreensão da população e reforça que as melhorias têm como objetivo oferecer um espaço mais estruturado, funcional e acolhedor para toda a comunidade.

Mireli Obando, Comunicação Detran-MS

Foto: Arquivo Detran-MS



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Vídeo mostra momento do desabamento de ponte inaugurada em 2023 no AC


Na gravação, é possível ver que uma pessoa atravessava a ponte, no momento em que ela se partiu ao meio e desabou



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