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Investimentos estaduais em infraestrutura preparam Ribas do Rio Pardo para o futuro – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Da pavimentação dos bairros às grandes obras rodoviárias, investimentos impulsionam a infraestrutura do município e acompanham o crescimento econômico vivido pela cidade.

Impulsionada pelo acelerado crescimento econômico dos últimos anos, Ribas do Rio Pardo vive um dos maiores ciclos de investimentos públicos de sua história. Para acompanhar essa transformação, o Governo de Mato Grosso do Sul mantém aproximadamente R$ 393 milhões em investimentos no município, contemplando infraestrutura, habitação, saneamento, educação e saúde.

Neste domingo (28), representando o governador Eduardo Riedel, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, cumpriu uma extensa agenda no município, marcada pela entrega de obras, assinatura de novas ordens de serviço e supervisão de empreendimentos em andamento.

Ao lado do prefeito Roberson Luiz Moureira, parlamentares federais e estaduais, vereadores e lideranças locais, Barbosinha participou de uma série de ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana, da logística regional e da qualidade de vida da população.

Durante a agenda, o vice-governador destacou que os investimentos acompanham o novo momento vivido por Ribas do Rio Pardo e reforçam a capacidade do Estado de preparar o município para o futuro. “O resultado aparece na vida das pessoas. São casas, asfalto, obras de saneamento, investimentos em saúde e rodovias que conectam regiões e trazem desenvolvimento”, afirmou o vice-governador.

Rodovias fortalecem logística e desenvolvimento

A primeira agenda do dia aconteceu na MS-338, onde as autoridades participaram do descerramento do totem que marca a conclusão de uma das mais importantes obras de infraestrutura rodoviária de Mato Grosso do Sul. Com extensão de 66,26 quilômetros, a pavimentação da rodovia recebeu investimentos superiores a R$ 219 milhões e consolida um novo corredor logístico para Ribas do Rio Pardo e toda a região.

O conjunto de investimentos em infraestrutura viária também contempla a implantação e pavimentação de 12,18 quilômetros da MS-357, com aporte de R$ 33,6 milhões, além da construção da passagem inferior na MS-338 para a travessia segura dos hexatrens, obra que recebeu aproximadamente R$ 10 milhões em recursos estaduais.

Para Barbosinha, as obras representam um divisor de águas para o desenvolvimento regional. “São praticamente 120 quilômetros de pavimentação asfáltica que interligam Ribas do Rio Pardo, Camapuã, o Estado de Goiás e o Estado de Mato Grosso. A pavimentação dessas rodovias muda o perfil do município.”

O prefeito Roberson também ressaltou o impacto das novas ligações rodoviárias para o crescimento da cidade. “A ligação da MS-357 até Camapuã, conectando o norte do Estado, Goiás e Mato Grosso, representa uma redenção para Ribas do Rio Pardo. É uma obra que transforma uma região que sofreu durante décadas pela falta de infraestrutura.”

Segundo ele, o crescimento acelerado do município exige investimentos permanentes em infraestrutura. “Temos empresas chegando ao município, mas precisamos preparar Ribas do Rio Pardo para esse futuro. Queremos deixar de ser uma cidade de passagem para ser uma cidade de destino.”

Asfalto, drenagem e mais qualidade de vida para três bairros

Em seguida aconteceu a assinatura da ordem de serviço para as obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais nos bairros Boa Vista, Nossa Senhora Aparecida e Jardim das Palmeiras. O investimento de mais de R$ 13 milhões, por meio do programa MS Ativo II, vai levar infraestrutura completa a uma região que, há décadas, convive com problemas provocados pela falta de drenagem e pelas ruas sem pavimentação.

Além do asfalto, a obra prevê um robusto sistema de drenagem, fundamental para eliminar pontos de alagamentos e garantir mais segurança e mobilidade aos moradores.

“É uma alegria vir aqui no Boa Vista para assinar a ordem de serviço da obra de pavimentação asfáltica que vai mudar o Boa Vista, o Nossa Senhora Aparecida e o Jardim das Palmeiras, com asfalto, drenagem e rede de esgoto”, destacou o vice-governador.

O chefe do executivo municipal lembrou que a obra representa uma reivindicação histórica da comunidade. “Essa obra é um sonho antigo da população e de várias gestões que passaram pelo município. Nós não tínhamos condições de fazer um investimento dessa magnitude. Dos R$ 13 milhões aplicados aqui, cerca de 70% são destinados à drenagem, para acabar definitivamente com as enchentes e com a invasão da água da chuva nas casas.”

Os aportes em drenagem e pavimentação acompanham também a expansão da rede de saneamento no município, que já alcança índices próximos da universalização. “Essa obra é fundamental. Com o avanço da coleta e do tratamento de esgoto, diminuem as doenças de veiculação hídrica e melhora a qualidade de vida da população”, ressaltou Barbosinha.

Um sonho esperado há mais de duas décadas

A expectativa pela obra era antiga. Durante anos, moradores do Boa Vista, Nossa Senhora Aparecida e Jardim das Palmeiras conviveram com ruas de terra, com muita lama durante o período chuvoso e poeira na estiagem. A implantação da drenagem e da pavimentação representa uma mudança significativa na rotina de centenas de famílias.

Entre elas está dona Gerci de Oliveira, moradora do Boa Vista há 23 anos e uma das primeiras a construir sua casa no bairro. Depois de acompanhar durante décadas as dificuldades enfrentadas pelos moradores, ela comemorou o início das obras. “Estou muito feliz. Ribas do Rio Pardo está melhorando cada vez mais”, resumiu.

Habitação acompanha crescimento da cidade

Durante a programação, Barbosinha e as autoridades também acompanharam o andamento da construção de 100 unidades habitacionais no Jardim das Acácias. A obra, realizada em parceria entre Governo do Estado e Prefeitura, recebe investimentos de R$ 8,6 milhões e já está em execução.

O empreendimento integra uma política habitacional mais ampla desenvolvida pelo Governo do Estado em Ribas do Rio Pardo, que contempla centenas de novas moradias, lotes urbanizados e subsídios habitacionais voltados à população.

Para o prefeito, o projeto representa mais do que a construção de casas. “As 100 moradias representam dignidade para famílias que hoje vivem em condições precárias. Estamos construindo essas casas em parceria com o Governo do Estado para oferecer uma nova oportunidade a essas pessoas.”

Investimentos que transformam a vida das pessoas

Ao encerrar a agenda, Barbosinha destacou que o conjunto de investimentos realizados em Ribas do Rio Pardo demonstra o compromisso do Governo do Estado em acompanhar o crescimento acelerado do município, investindo em infraestrutura, habitação, saneamento e logística para garantir mais qualidade de vida à população.

“O crescimento só faz sentido quando vem acompanhado de investimentos que melhoram a vida das pessoas. É isso que estamos fazendo em Ribas do Rio Pardo: preparando a cidade para o futuro”, afirmou o vice-governador.

Somando investimentos em infraestrutura urbana, logística, habitação, saneamento, educação e outras áreas estratégicas, o Governo de Mato Grosso do Sul mantém aproximadamente R$ 393 milhões aplicados em Ribas do Rio Pardo. Um conjunto de ações que acompanha o acelerado desenvolvimento do município e prepara a cidade para um novo ciclo de crescimento econômico e social.

Comunicação Vice-governadoria
Fotos: João Garrigó/Vice-governadoria



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JBS passa a integrar o índice Russell 3000 nos EUA

A JBS passou a integrar oficialmente o Russell 3000, um dos principais índices do mercado acionário dos Estados Unidos, após a conclusão da reconstituição semestral promovida pela FTSE Russell. As mudanças entraram em vigor na abertura do mercado desta segunda-feira (29), após serem finalizadas no fechamento do pregão de 26 de junho.

O Russell 3000 reúne aproximadamente 98% do mercado acionário investível dos Estados Unidos e serve de referência para trilhões de dólares administrados por fundos de investimento e ETFs que replicam a composição do índice. A FTSE Russell informou que a reconstituição de 2026 marcou a transição para um modelo de rebalanceamento semestral, refletindo as mudanças no tamanho e na representatividade das empresas listadas nas bolsas norte-americanas.

A inclusão da JBS representa um passo importante na estratégia da companhia de ampliar sua presença no mercado de capitais dos Estados Unidos após a dupla listagem de suas ações. Com a entrada no índice, fundos passivos que acompanham o Russell 3000 passam a incluir automaticamente os papéis da empresa em suas carteiras.

Segundo estimativas do Morgan Stanley, a inclusão da JBS pode gerar um fluxo de aproximadamente US$ 190 milhões em investimentos passivos, impulsionado pela necessidade de adequação das carteiras dos fundos indexados.

A FTSE Russell destacou que a reconstituição deste ano elevou a capitalização de mercado do Russell 3000 para cerca de US$ 75,6 trilhões, um crescimento de 29% em relação ao ano anterior, refletindo a valorização das empresas listadas e a expansão do mercado acionário norte-americano.

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USDA mantém boas condições para lavouras de milho e soja nos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira (29) o relatório semanal de acompanhamento das lavouras, indicando que as principais culturas de verão seguem apresentando bom desenvolvimento e condições favoráveis nos Estados Unidos. O cenário mantém a expectativa de uma grande produção norte-americana em 2026.

No milho, 67% das lavouras foram classificadas entre boas e excelentes até o dia 28 de junho. O índice ficou praticamente estável em relação à semana anterior, quando era de 68%, e acima do registrado no mesmo período do ano passado, de 65%. Outros 25% das áreas estão em condição regular, enquanto apenas 8% foram avaliadas entre ruins e muito ruins.

O desenvolvimento da cultura também segue dentro do esperado. O relatório mostra que 6% das lavouras já entraram na fase de emissão das espigas, conhecida como pendoamento. Essa etapa é uma das mais importantes do ciclo do milho, pois marca o início da polinização, processo responsável pela formação dos grãos nas espigas.

Na soja, o USDA informou que 65% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, repetindo o percentual observado na semana anterior e acima do registrado há um ano. As áreas classificadas como regulares representam 27%, enquanto apenas 8% apresentam condições ruins ou muito ruins.

O desenvolvimento da oleaginosa também avança normalmente. O florescimento atingiu 15% das lavouras, próximo da média histórica para esta época do ano, de 16%. Já 2% das áreas iniciaram a formação das primeiras vagens, estruturas onde os grãos de soja se desenvolvem até a colheita.

Entre as demais culturas, a colheita do trigo de inverno atingiu 39% da área, avanço de nove pontos percentuais na semana, mas ainda abaixo da média dos últimos cinco anos, de 48%. As condições da cultura permaneceram praticamente estáveis, com 52% das lavouras avaliadas entre boas e excelentes.

No trigo de primavera, 59% das áreas foram classificadas em boas ou excelentes condições, um ponto percentual acima da semana anterior. O desenvolvimento da cultura segue próximo da média histórica, com 34% das plantas já apresentando espigas totalmente formadas.

O algodão também apresentou estabilidade, com 52% das lavouras em boas ou excelentes condições. O relatório mostra que 36% das áreas já estão na fase de formação dos botões florais, que darão origem às flores da planta, enquanto 9% iniciaram a formação das maçãs. Apesar do nome, as maçãs do algodão não são frutos como a fruta conhecida pelos consumidores. Trata-se da cápsula que se forma após a flor e que, quando amadurece, se abre para liberar as fibras de algodão e as sementes.

As condições de umidade do solo continuam relativamente favoráveis. Segundo o USDA, 77% das áreas agrícolas apresentam umidade adequada ou excedente na camada superficial do solo, enquanto 23% registram algum nível de deficiência hídrica. Na camada mais profunda do solo, 73% das áreas possuem umidade adequada ou excedente.

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MS em Ação leva cidadania e segurança a Nioaque e ultrapassa 1,8 mil atendimentos realizados


A IX edição do Programa MS em Ação – Segurança e Cidadania encerrou neste domingo (28) com mais de 1,8 mil atendimentos realizados em Nioaque. Promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Secretaria de Estado da Cidadania (SEC), a ação levou serviços gratuitos nas áreas de documentação, saúde, assistência jurídica, empregabilidade, educação, trânsito e segurança pública, marcando a primeira edição do programa a atender simultaneamente comunidades indígenas e quilombolas.

Durante os dois dias de programação, moradores de Nioaque e das aldeias da região tiveram acesso à emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), CPF, atendimento médico e odontológico, vacinação, Justiça Itinerante, orientações previdenciárias, intermediação de vagas de emprego, atividades educativas e diversos outros serviços concentrados em um único espaço.

Para quem vive nas aldeias, a iniciativa representa economia de tempo e recursos. A professora Carolina Vicente Arnol, moradora da Aldeia Brejão, acompanhou a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional da filha de 12 anos e destacou a importância da ação. “Foi tudo muito organizado e importante para a nossa comunidade. O acesso a esses serviços é difícil e, quando acontece uma ação como essa, quem ganha somos nós. Sem identidade você não existe. Agora ela vai poder fazer cursos, viajar com a escola e ter mais oportunidades.”

Moradora da Aldeia Taboquinha, Maria Rita Gonzaves da Silva aproveitou o mutirão para renovar a identidade e receber atendimento médico especializado. “Achei muito bom. Fiz minha identidade nova e consegui passar pelo médico, que já me receitou o tratamento. Se fosse para Campo Grande, a gente gastaria o dia inteiro e teria muito mais dificuldade.”

Também da Aldeia Taboquinha, Maria Pinheiro Ojeda ressaltou a importância da presença dos serviços públicos na comunidade. “Agradeço às pessoas que estão dando valor a nós, indígenas. Para sair da aldeia e procurar esses serviços é caro e muitas vezes a gente não tem condições. Aqui encontramos tudo o que precisamos.”

Outro destaque da programação foi a entrega de uma viatura ao Conselho Comunitário de Segurança Indígena, destinada a fortalecer as ações preventivas e o atendimento às comunidades, além da capacitação de lideranças indígenas sobre prevenção à violência, integração comunitária e fortalecimento dos conselhos de segurança.

O presidente do Conselho Comunitário de Segurança Indígena da Aldeia Taboquinha, cacique Gerson da Silva, afirmou que a capacitação e a entrega da viatura representam um importante reforço para o trabalho desenvolvido nas aldeias. “Estamos recebendo conhecimento para levar às nossas famílias, às escolas e às crianças. A viatura será muito importante para apoiar esse trabalho de prevenção e aproximar ainda mais o conselho da comunidade.

O coordenador estadual de Polícia Comunitária, coronel Carlos de Santana Carneiro, destacou a importância do fortalecimento dos conselhos: ”Dentro do programa institucional, realizamos a capacitação dos membros dos Conselhos Comunitários de Segurança e das lideranças indígenas. Esse trabalho busca aproximar as comunidades das forças de segurança, esclarecer o papel dos conselhos, orientar sobre ações preventivas e indicar os canais para buscar apoio quando necessário. O objetivo é promover mais qualidade de vida por meio da prevenção à criminalidade”.

Nioaque possui 2.122 indígenas, pertencentes às etnias Terena, Atikun e Kinikinau, além de uma população quilombola de 350 pessoas, conforme o Censo 2022 do IBGE. A edição de Nioaque ampliou o alcance do programa ao incluir, pela primeira vez, comunidades quilombolas entre o público prioritário da ação.

O prefeito de Nioaque, André Bueno Guimarães, afirmou que a mobilização demonstra o compromisso do Governo do Estado com a população. “É uma grande estrutura voltada ao atendimento das pessoas, especialmente das comunidades indígenas e quilombolas, levando serviços essenciais para quem mais precisa.”

Para o secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva, o programa aproxima o Estado da população e amplia o acesso aos serviços públicos. “Queremos estar cada vez mais próximos da população e oferecer um atendimento com a qualidade que ela merece. Com a parceria de mais de 40 instituições, conseguimos levar cidadania e segurança às comunidades que mais precisam.”

O secretário-adjunto de Estado da Cidadania, Jairo Luiz da Silva, ressaltou que a inclusão das comunidades quilombolas representa um novo avanço do programa. “Já havíamos realizado ações em diversos territórios indígenas e, nesta edição, demos um passo além ao incluir também as comunidades quilombolas. É uma política pública que chega às pessoas e leva dignidade, justiça social e cidadania.”

Após a etapa de Nioaque, o Programa MS em Ação – Segurança e Cidadania terá continuidade em agosto, no Assentamento Itamarati, em Ponta Porã. Em setembro, a ação será realizada no município de Iguatemi.

Joilson Francelino, Comunicação Sejusp
Fotos: Paula Maciulevicius/SEC



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Copa de 2026 deve movimentar R$ 2,42 bi em bares e restaurantes no Brasil







O setor de bares e restaurantes no Brasil deve registrar faturamento real de R$ 2,42 bilhões durante a Copa do Mundo de 2026, segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

O valor representa alta de 15,7% em relação ao faturamento da Copa de 2022. No Mundial do Catar, o setor movimentou R$ 2,09 bilhões.

LEIA MAIS: Calendário da Copa: veja quais os jogos do dia e onde assistir

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Segundo a CNC, uma série de fatores explica a expectativa de crescimento. “Esse desempenho reflete a combinação de um ciclo econômico mais favorável, com recuperação consistente da renda das famílias, mercado de trabalho aquecido e avanço do consumo”, diz o estudo da entidade.

Outro ponto que deve favorecer bares e restaurantes é o fuso horário, já que os jogos serão disputados entre a tarde e a noite no horário de Brasília, “justamente no período de maior movimento dos estabelecimentos de alimentação e entretenimento”.

De acordo com a CNC, esse avanço é típico de anos de Copa. Em edições do Mundial, o volume de receitas de bares e restaurantes em junho e julho cresce, em média, 5,4% na comparação com o mesmo bimestre de anos sem o torneio.

“Esse ‘prêmio Copa’ evidencia como o evento funciona como catalisador de frequência e tíquete médio, mobilizando consumidores que, de outra forma, não teriam ido a bares e restaurantes naquele período”, afirma a entidade.



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economia

Bradesco eleva PIB de 2026 e vê inflação e Selic maiores neste ano e em 2027


O Bradesco aumentou as estimativas para o crescimento da economia brasileira em 2026, mas reduziu a projeção para a expansão da atividade em 2027, e passou a ver tanto inflação quanto Selic maiores em ambos os anos, embora ainda espere mais cortes na taxa básica até dezembro.

O Bradesco elevou a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 de 1 8% para 2,0%, afirmando que no momento há “fortes estímulos que se contrapõem à política monetária”, e que as medidas de estímulo ao crédito adotadas pelo governo devem moderar a desaceleração da atividade, “mas os juros em patamares ainda mais restritivos continuarão levando a expansão do PIB para abaixo do potencial”. Por isso, a projeção para o crescimento da economia em 2027 caiu de 2,0% para 1,5%.

“Nossa hipótese segue sendo a de que o impulso fiscal será negativo, e o crédito expandido em 2026 se converte em maior comprometimento de renda ou menor geração de caixa no ano seguinte, pressionando o consumo e os investimentos, na margem. O mercado de trabalho deve mostrar alguma acomodação, com a taxa de desemprego subindo de 5,9% em 2026 para 6,8% em 2027. Ainda será uma taxa de desemprego baixa para padrões históricos brasileiros, mas que tende a contribuir para o alargamento do hiato do produto ao longo dos próximos trimestres”, disse o Bradesco em relatório.

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A inflação, porém, deve ser mais que a anteriormente esperada tanto em 2026 quanto em 2027. A previsão para a alta do IPCA neste ano subiu de 5,0% para 5,3%, enquanto a do ano que vem aumentou de 3,7% para 4,1%. A mudança, segundo o Bradesco, reflete “os choques vindos da guerra, de preços de alimentos, incluindo aqueles vindos do El Niño, e, em alguma medida, a resiliência do setor de serviços”.

“Sem o impulso vindo do câmbio e com queda nos preços do petróleo, entretanto, o choque na cadeia de bens industriais está se dissipando, com alívio esperado para o quarto trimestre. A inflação de serviços permanece resistente, com os núcleos ainda pressionados, mas sem deterioração adicional”, avaliou.

Com a inflação mais alta, o Bradesco também revisou para cima as estimativas para a taxa Selic – de 12,75% para 13,75% ao fim de 2026 e de 10,25% para 11,00% em 2027. A taxa atualmente está em 14,25%. O banco ressaltou que também influenciou na revisão o fato de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter sinalizado na ata da reunião mais recente que o ciclo de calibração da Selic pode incluir pausas ao longo do caminho.

“O juro real elevado, a expectativa de certa estabilidade cambial e de impulsos fiscais e de crédito negativos no próximo ano nos levam a crer em um quadro de inflação esperada consistente com a convergência nos futuros horizontes relevantes abrindo espaço para cortes. Vale destacar que, em 11%, o juro real ao final do próximo ano, em cerca de 7,5%, ainda estará acima do nível que nós e o Banco Central estimamos como neutro para a economia na ausência dos estímulos correntes e dos choques vigentes”, acrescentou.



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Soja fecha em queda em Chicago com mercado à espera de relatório do USDA

Os contratos futuros da soja encerraram o pregão desta segunda-feira (29) em queda na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em novembro recuou 1,49%, fechando cotado a US$ 11,39 por bushel.

Segundo análise da Agrinvest, o complexo da soja foi pressionado pela cautela dos investidores na véspera da divulgação do relatório de área plantada e estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado segue dividido quanto ao tamanho da área efetivamente cultivada com soja no país, o que aumentou a volatilidade das negociações.

Durante o dia, o USDA informou uma venda de 136 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Apesar do anúncio, que normalmente poderia oferecer sustentação às cotações, o volume negociado não foi suficiente para reverter o movimento de baixa.

Além da oleaginosa, os contratos de óleo e farelo de soja também registraram perdas, refletindo a pressão sobre todo o complexo. Com os agentes posicionados antes da divulgação dos dados oficiais do USDA, prevaleceu um movimento de realização de lucros e redução de posições, levando os preços da soja a encerrarem o dia em queda.

Milho

Os contratos futuros do milho encerraram o pregão em baixa na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em dezembro recuou 2,60%, fechando cotado a US$ 4,30 por bushel.

Segundo a análise da Granar, o mercado segue dividido em relação ao relatório de área plantada que será divulgado pelo USDA. Parte dos operadores aposta que o órgão poderá revisar para baixo a estimativa de área semeada com milho apresentada em março, o que tende a dar sustentação aos preços. Outros analistas, porém, avaliam que o número poderá ser revisado para cima, aumentando as expectativas de oferta.

Além da expectativa em torno do relatório, as condições climáticas também influenciaram as negociações. As chuvas registradas nesta segunda-feira no norte e no oeste do cinturão produtor de milho e soja dos Estados Unidos exerceram pressão sobre as cotações. Iowa, principal estado produtor de milho do país, está entre as regiões que devem receber volumes expressivos de precipitação ao longo dos próximos sete dias, favorecendo o desenvolvimento das lavouras e reforçando a perspectiva de uma safra robusta.

Trigo

Os contratos futuros do trigo encerraram a sessão em baixa na Bolsa de Chicago, pressionados pelas previsões de melhora nas condições das lavouras de primavera nos Estados Unidos e pelo avanço da colheita no Hemisfério Norte. O contrato para entrega em setembro recuou 1,70%, encerrando o dia cotado a US$ 5,79 por bushel.

De acordo com análise do Granar, o principal fator de pressão sobre as cotações foi a previsão de chuvas volumosas entre esta segunda-feira e o fim da semana em Dakota do Norte, maior estado produtor de trigo de primavera dos Estados Unidos. A expectativa é de que as precipitações beneficiem o desenvolvimento das lavouras, reforçando a perspectiva de maior oferta da commodity.

O mercado também segue acompanhando o ritmo acelerado da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos, que amplia a disponibilidade do cereal no mercado. Além disso, a expectativa de intensificação da colheita entre os principais países produtores do Hemisfério Norte nos próximos dias reforça o cenário de oferta elevada.

Com a combinação de melhores condições climáticas e aumento da disponibilidade do cereal, os investidores mantiveram o movimento de realização de lucros e reduziram as apostas de valorização do trigo, levando os preços a fechar o dia no menor patamar da sessão.

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Três bairros do Rio têm as casas mais caras vendidas no pós-pandemia


As três mansões do Rio negociadas nos mais altos valores estão distribuídas em três bairros. Eles conjugam contato com a natureza e proximidade a cartões postais. O levantamento das transações foi feito no aplicativo gratuito RioM², que compila dados obtidos por meio da análise das guias do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) via transparência da prefeitura.

Na lista das mansões comprovadamente mais valiosas de acordo com as transações, o topo é ocupado por uma residência de mais de mil metros quadrados localizada na Rua Visconde de Itaúna, no alto do bairro do Jardim Botânico. O valor da transação foi de R$ 45 milhões. A região tem vista para o Cristo Redentor, para a Floresta da Tijuca, entre outras áreas verdes e morros. Alguns dos casarões do lugar datam do século XIX. Parte deles passou por modernizações, entre as quais paredes e teto de vidro, paisagismo contemporâneo e piscina de borda infinita, e outras conservam o estilo colonial de casarios de mais de cem anos atrás.

No segundo lugar aparece a Rua Codajás, no especulado Jardim Pernambuco, no Leblon. O imposto foi pago com base numa transação de R$ 35 milhões, em janeiro deste ano. O terceiro lugar é de uma mansão de mais de mil metros quadrados da Estrada do Joá, negociada a R$ 33,5 milhões, no ano passado. Veja abaixo a lista com outras casas e apartamentos com altas transações.

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O Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (Liga), da Universidade Federal Rural do Rio, apontou o Jardim Botânico, a Gávea, São Conrado, Ipanema, Leblon e Leme, além de Copacabana como os bairros mais arborizados do Rio.



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Padre aconselha e noiva cancela casamento após noivo impor exigências em MG


Nem todo herói usa capa. Foi usando uma batina que Chrystian Shankar, padre da Diocese de Divinópolis (MG), evitou um provável desastre entre um casal no interior de Minas Gerais. Após identificar sinais ruins na relação, ele aconselhou uma noiva a terminar a relação, e ela acatou o conselho.

O casamento foi  cancelado após a intervenção de um sacerdote que orientou a noiva sobre as condições impostas pelo companheiro para a união.

O caso ganhou repercussão após o relato do padre sobre a dinâmica do casal durante o período de confissão e preparação para o matrimônio.

Veja também: Conheça religião que adora demônios no RS

Lista de exigências

De acordo com Chrystian Shankar, a mulher apresentou ao pároco uma lista com 13 itens redigida pelo noivo, contendo comportamentos que ela deveria obrigatoriamente mudar para que ele aceitasse casar-se.

“Eu falei: ‘Minha filha, abre o olho enquanto há tempo. Está claro que não vai dar certo'”, revelou o padre.

Ao ser questionada sobre as contrapartidas, a noiva informou que o homem afirmou não precisar de nenhuma alteração em sua própria conduta.

Veja também: “A fofoca é uma desgraça”: padre faz missa diferente para “fofoqueiros”

O religioso, que atuava na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, identificou um desequilíbrio na relação e alertou a fiel sobre a falta de reciprocidade.

Cancelamento da cerimônia

Após o diálogo com o sacerdote, a celebração não foi realizada. O padre afirmou que sua orientação visou esclarecer a realidade do relacionamento, que considerou pautado pela soberba por parte do noivo.

“Eu não acabei com nada, não. Eu abri o olho da iludida”, pondera.

Apesar de críticas de familiares da noiva, o clérigo defendeu sua postura de alertar a mulher antes da concretização do vínculo. Para ele, o cancelamento representou um livramento para a fiel.

“O casamento não aconteceu. Ela se livrou de uma”, concluiu.

A CNN Brasil entrou em contato com a Diocese de Divinópolis e com o Padre Shankar para um posicionamento sobre o caso. O espaço segue aberto.



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Cacau recua em Nova York com expectativa de maior oferta global

A perspectiva de aumento na oferta pressionou as cotações futuras do cacau nesta segunda-feira (29) na Bolsa de Nova York. O contrato do cacau para entrega em setembro fechou com queda de 2,51% e ficou precificado em US$ 4.967 por tonelada.

De acordo com o Barchart, os preços do cacau recuaram pela segunda sessão consecutiva, em meio a sinais de aumento da oferta global.

A Bloomberg informou na última sexta-feira que as exportações nigerianas de cacau em maio subiram 28% em relação ao ano anterior, atingindo 18 mil toneladas.

Café

No caso do contrato futuro do café arábica, fechou o dia com alta, em que o vencimento para entrega em setembro do café registrou alta de 1,68% e encerrou cotado em US$ 2,76 por libra-peso. 

O Barchart destacou que os preços do café fecharam com forte alta, já que as fortes chuvas no Brasil estão atrasando o andamento da colheita da safra.

A Somar Meteorologia informou que o índice pluviométrico em Minas Gerais, a maior região produtora de café do Brasil, foi de 31,3 mm na semana encerrada em 28 de junho, o que representa 1.956% da média histórica. 

Açúcar

O contrato futuro do açúcar para entrega em outubro finalizou a sessão precificado em 14,78 centavos de dólar a libra-peso, com uma alta de 1,86%.

Segundo as informações do Barchart, os preços do açúcar subiram acentuadamente pelo terceiro dia consecutivo, com o açúcar em Nova York atingindo a maior cotação em três semanas.  

“Os preços do açúcar estão disparando em meio a preocupações de que as fracas chuvas de monção na Índia reduzam a produção de açúcar e diminuam a safra de cana-de-açúcar do país, a segunda maior do mundo”, informou o Barchart.  

Algodão

Já no caso do algodão, o contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeiro avanço de 0,09% e precificado em 76,45 centavos de dólar a libra-peso.

O mercado está na expectativa da divulgação do relatório anual do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre a área plantada de grãos nos Estados Unidos, que será divulgado nesta terça-feira (30).

Os operadores consultados pela Bloomberg preveem uma área de 9,6 milhões de acres plantados de algodão nesta primavera.

Suco de laranja

O vencimento futuro para o suco de laranja para entrega em setembro finalizou com valorização de 4,44%, com o contrato fechando negociado a US$ 1,55 por libra-peso. 

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