Aplicação dos recursos ampliou alta complexidade e atenção básica
No compromisso de oferecer uma saúde pública de qualidade, o Governo de Mato Grosso do Sul destinou R$ 2,3 bilhões para ações e serviços de saúde no ano de 2024. A aplicação dos recursos, a maior parte deles (86,79%) oriundos do próprio Estado, foi apresentada terça-feira (18) em audiência pública de prestação de contas na Assembleia Legislativa.
Operacionalizada pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), a saúde estadual contou com investimentos diversos em áreas como construção e reforma de hospitais, aquisição de equipamentos e insumos médicos, além da contratação de novos profissionais. Os dados constam todos no balanço do 3º quadrimestre (setembro a dezembro) de 2024.
Durante a audiência, o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa, destacou os avanços obtidos na saúde pública sul-mato-grossense com a realização de ações diversas, como a finalização do Hospital Regional de Dourados e reformas de unidades de saúde no interior do Estado, garantindo o acesso a tratamentos de qualidade e melhor atendimento à população.

“Os investimentos foram distribuídos por diferentes áreas, incluindo a Atenção Primária, com reformas nas unidades básicas de saúde, além de veículos e ambulâncias para o enfrentamento das arboviroses, facilitando o transporte de pacientes e o controle dos vetores”, afirmou o secretário.
Ele também ressaltou os avanços no Hospital Regional na Capital – que passou a ser administrado diretamente pelo governo estadual em 2024 -, a ampliação dos serviços no Hospital Regional em Três Lagoas e o trabalho para lançar um PPP na saúde.
De acordo com o gerente de Instrumentos de Planejamento para Gestão do SUS da SES, Waldeir Sanches, houve um aumento significativo nos investimentos na área de saúde pública em comparação com 2023, com diversos projetos estão em andamento, abrangendo desde a atenção primária até a assistência especializada nos hospitais.
“Entre os investimentos de destaque, estão a construção do Hospital Regional de Dourados e a ampliação do Hospital Regional de Campo Grande, iniciativas fundamentais para o fortalecimento da saúde no Estado, refletindo o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde com a qualidade de vida da população sul-mato-grossense”, enfatizou o gerente de planejamento.
Mais Saúde, Menos Fila

A superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso, também fez um balanço positivo do programa “MS Saúde: Mais Saúde, Menos Fila’, que na sua totalidade já ultrapassou 60 mil procedimentos realizados, com destaque para os avanços de 2024.
“Neste ano superamos 20 mil cirurgias e mais de 20 mil exames, e estamos nos aproximando da conclusão da segunda fase, prevista para abril. Em seguida, daremos início à terceira fase do projeto, com a expansão para novas áreas de atuação, além de novos estabelecimentos que se juntarão a nós para a execução dos procedimentos cirúrgicos”.
Benetasso completa ainda que existe um trabalho para que seja ampliado o número de exames com fins de diagnósticos. “Estamos buscando sempre melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde à população”, afirmou.
Na área de Atenção Primária a Saúde, o programa Saúde na Escola, parceria entre SES e SED (Secretaria de Estado de Educação), tem contribuído significativamente para a melhoria de indicadores de saúde, seguindo a premissa da gestão estadual da transversalidade.
Para a superintendente de Atenção Primária à Saúde da SES, Karine Cavalcante, o programa é uma excelente oportunidade para os profissionais de saúde interagirem diretamente com os alunos, que, por sua vez, disseminam os conhecimentos adquiridos para suas famílias, ampliando o impacto das ações de saúde.
Atendimento foi a aldeias de Miranda, em outubro de 2024 (Foto: Álvaro Rezende/Secom)
“A promoção da saúde não apenas melhora a qualidade de vida da comunidade, mas também gera um impacto positivo em indicadores essenciais de saúde. No ano passado, todos os 79 municípios do Estado aderiram ao programa Saúde na Escola, com mais de 900 escolas participantes, que receberam apoio das secretarias municipais de Saúde. Ao todo, foram realizados mais de 300 mil atendimentos”, destacou Karine.
Já o presidente da Comissão de Saúde da Alems, deputado estadual Lucas de Lima, enfatizou a importância da fiscalização dos recursos e ações na saúde. “Acredito que a Secretaria de Estado de Saúde tem realizado um trabalho excepcional, em parceria com o governador Eduardo Riedel. Aqui tivemos a oportunidade de acompanhar os investimentos na saúde ao longo de 2024”, destacou o parlamentar.
Segundo o relatório apresentado, o Governo do Estado empenhou R$ 1,031 bilhão no terceiro quadrimestre de 2024, dos quais R$ 1,011 bilhão foram liquidados e R$ 1,002 bilhão já pagos. Esse último valor representa alta de R$ 32 milhões sobre os R$ 970,78 milhões aplicados na saúde, comparado ao terceiro quadrimestre de 2023.
Na comparação com os recursos aplicados durante todo o ano de 2023, quando foram pagos R$ 2,2 bilhões (2.211.238.440,14), a alta em 2024 é ainda maior com R$ 2,3 bilhões (R$ 2.385.392.469,85) investidos na saúde pública de Mato Grosso do Sul.
Equipe de SES na prestação de contas na Alems (Foto: Helton Davis/SES)
Investimentos em infraestrutura
A política de regionalização da saúde segue firme com a construção do Hospital Regional de Dourados e Centros de Diagnóstico e Especialidades Médicas. A inauguração do complexo hospitalar está prevista para o primeiro semestre de 2025 e vai beneficiar uma população de cerca de 900 mil pessoas, abrangendo 33 municípios.
Além disso, o Governo de Mato Grosso do Sul está promovendo reformas e ampliação no HRMS e Lacen MS (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, além da ampliação das enfermarias do Hospital Regional de Ponta Porã e da reforma do hemocentro de Dourados.
Helton Davis e Kamila Ratier, Comunicação SES
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Sustentabilidade, educação, cultura e economia circular estão em destaque em 2025 em novas três edições do Drive Thru da Reciclagem, iniciativa que conta com a participação da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agems) e parceiros de vários segmentos.
O primeiro evento do ano começa hoje (20) e vai até sábado (22), em alusão ao Dia Mundial da Água, reforçando a importância da preservação dos recursos hídricos e do descarte correto de resíduos.
Promovido pelo Instituto Lixo Zero e a ONG Du Bem Negócios Sustentáveis, o Drive Thru conta com o apoio da Agems não apenas na organização, mas também na ampliação de um programa educativo ambiental voltado para estudantes. A Agems tem inovado em programas que fomentam o cuidado com o meio ambiente e a sustentabilidade, andando lado a lado rumo a um estado verde e sustentável.
“Sustentabilidade é mais do que uma ideia, é uma transformação de hábitos que impacta diretamente a qualidade de vida e o futuro das próximas gerações. Como Agência Reguladora, temos o dever de incentivar essa mudança, promovendo a educação ambiental, o engajamento social e com certeza, juntos vamos mais longe em prol do meio ambiente”, destaca a diretora-presidente em exercício da Agems, Caroline Tomanquevez.
Avanços sustentáveis
Com uma trajetória de sucesso, o Drive Thru da Reciclagem alcança sua 14ª edição em março, com mais duas datas confirmadas: de 5 a 7 de junho e de 23 a 25 de outubro.
“A cada edição, o projeto ganha novos parceiros e amplia seus serviços. A Agems tem um papel essencial nesse crescimento, porque nosso objetivo é aproximar a sociedade da discussão sobre sustentabilidade, incentivar a responsabilidade ambiental e demonstrar como pequenas ações podem gerar grandes impactos”, ressalta a diretora de Inovação e Relações Institucionais, Rejane Monteiro.
Sustentabilidade na prática
A iniciativa vai além da coleta de materiais recicláveis, promovendo educação ambiental e conscientização sobre a importância da economia circular e da logística reversa.
“Temos trabalhado continuamente para fortalecer a regulação de resíduos sólidos, firmando convênios com prefeituras e incentivando a população a adotar práticas sustentáveis e a educação ambiental através das nossas crianças. O Drive Thru é uma oportunidade única de mobilizar a sociedade e transformar conhecimento em ação concreta”, pontua a diretora Iara Marchioretto.
O que pode ser doado?
Nos três dias de evento, qualquer pessoa pode levar resíduos recicláveis para descarte correto, sem precisar sair do carro. O ponto de coleta estará localizado nos altos da Avenida Afonso Pena, próximo ao estacionamento do Parque das Nações Indígenas, com estandes exclusivos para a recepção de diversos materiais, incluindo:
Educação e conscientização
A Agems levará ao evento uma programação educativa especial, incluindo palestras, jogos e visitas guiadas para estudantes. Durante o tour pelos estandes, serão apresentadas informações sobre os diferentes tipos de reciclagem e as diversas possibilidades de reaproveitamento dos materiais descartados.
“O interesse dos estudantes e professores pela temática ambiental é crescente, e o Drive Thru da Reciclagem é uma excelente oportunidade para enriquecer esse aprendizado com experiências práticas. As escolas interessadas podem entrar em contato com a Agems para organizar visitas guiadas e conhecer mais sobre as boas práticas de sustentabilidade”, convida a coordenadora de educação ambiental da DSB/Agems, Nauristela Paniago.
Como participar
Para mais informações e agendamentos de visitas, os interessados podem ligar para (67) 3025-9555, das 7h30 às 13h30, ou enviar e-mail para educacaoambiental@agems.ms.gov.br.
Comunicação Agems
A Opep+ aprovou neste domingo (7) um novo aumento nas metas de produção de petróleo, em meio à crise provocada pela guerra entre Estados Unidos e Irã e às restrições de fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes para o abastecimento global da commodity.
Sete países da aliança — Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã — decidiram elevar seus limites de produção em 188 mil barris por dia a partir de julho de 2026. Será o quarto aumento seguido nas cotas em quatro meses, embora a capacidade efetiva de ampliar a oferta siga limitada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.
A decisão faz parte do processo de devolução gradual e parcial dos cortes voluntários adicionais adotados originalmente em abril de 2023. Desde abril, os principais membros da Opep+ já haviam ampliado suas cotas em quase 600 mil barris por dia.
Apesar do avanço nas metas, a produção real do grupo recuou fortemente nos últimos meses. Segundo números da própria Opep, a produção média caiu para 33,19 milhões de barris por dia em abril, ante 42,77 milhões de barris por dia em fevereiro.
A queda reflete principalmente as restrições nas exportações dos países do Golfo, afetadas pela crise no Estreito de Ormuz. O canal, essencial para o transporte global de petróleo, teve seus fluxos reduzidos desde o início da guerra entre EUA e Irã, agravando o temor de uma crise de abastecimento.
Na prática, isso significa que o aumento das cotas pode ter efeito limitado enquanto a logística de escoamento seguir comprometida. “Um aumento de produção da Opep+ significa muito pouco enquanto o Estreito de Ormuz permanecer fechado”, afirmou Jorge Leon, analista da Rystad e ex-funcionário da Opep.
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O mercado acompanha a decisão com cautela porque o cenário pode mudar rapidamente caso o Estreito de Ormuz seja reaberto. Para Leon, a normalização da rota poderia transformar o humor dos investidores de forma brusca.
“Quando o Estreito de Ormuz for reaberto, o mercado poderá passar muito rapidamente do medo da escassez para o medo do excedente”, disse o analista.
Esse é o ponto central para os preços do petróleo: enquanto a guerra limita a oferta física, o mercado teme desabastecimento; mas, se a circulação for restabelecida e as cotas maiores forem mantidas, a percepção pode migrar para o risco de excesso de oferta.
O aumento aprovado para julho é o mesmo definido para junho, de 188 mil barris por dia. O valor ficou abaixo dos avanços mensais de 206 mil barris por dia registrados em abril e maio, ajuste feito após a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep.
A saída dos Emirados, após quase 60 anos na organização, agravou a crise interna do grupo e obrigou a aliança a recalibrar os aumentos mensais nas metas de produção.
Mesmo assim, os países participantes afirmaram que manterão uma abordagem cautelosa e flexível. O grupo diz que poderá elevar, pausar ou reverter a retirada dos cortes conforme as condições de oferta e demanda no mercado internacional.
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Além do aumento nas cotas, os países reafirmaram o compromisso de compensar volumes produzidos acima dos limites permitidos desde janeiro de 2024. O prazo para essa compensação foi estendido até o fim de dezembro de 2026.
A aliança afirmou que busca “conformidade absoluta” com os termos da Declaração de Cooperação e que pretende compensar integralmente todo o petróleo extraído acima das cotas.
O acompanhamento das metas continuará sob responsabilidade do Comitê Monitor Ministerial Conjunto (JMMC), que seguirá avaliando tanto o cumprimento dos limites de produção quanto as condições do mercado e o nível das reservas remanescentes.
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Na sexta-feira, os preços do petróleo caíram para cerca de US$ 93 por barril, com operadores avaliando que um novo conflito entre Estados Unidos e Irã estaria ficando menos provável. Ainda assim, a commodity permanece bem acima dos cerca de US$ 72 por barril registrados antes do início da guerra.
Os representantes do grupo passarão a realizar reuniões mensais para acompanhar a evolução do mercado, das cotas e das compensações. O próximo encontro oficial está previsto para 5 de julho de 2026.
(Com Estadão Conteúdo e Reuters)
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O alto nível de endividamento e a pressão sobre o orçamento das famílias estão afetando até o mercado de saúde suplementar brasileiro. Com 49,8% das famílias endividadas e uma inadimplência de 7,2% registrada em abril pelo Banco Central, a capacidade de absorver os aumentos das operadoras está limitada. Em dez anos, entre 2015 e 2025, os planos de saúde coletivos acumularam um reajuste de 383,5%, um salto mais de quatro vezes superior à inflação de 84% do período.
Esse descolamento entre custo e renda leva os brasileiros a reconsiderar os investimentos em planos de saúde. Isso pode ser visto no aumento de buscas de plataformas digitais que comparam preços e benefícios de planos.
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De olho na redução da fatura, mas ainda mantendo o cuidado com a saúde, os brasileiros estão comparando mais os preços. No marketplace Click Planos, as simulações saltaram de 140, em dezembro de 2025, para 3.304 em janeiro de 2026 — uma alta expressiva de 2.200%. O movimento reflete a urgência por alívio financeiro, com trocas de operadoras e modalidades que prometem economia média de 28%, podendo ultrapassar os 50%. Em um dos cenários mapeados, uma mensalidade de R$ 631 caiu para R$ 256.
Mas, em se tratando de saúde suplementar, a redução do preço pode vir atrelada a mudanças no serviço entregue. Adriana Mello, CEO da Click Planos, esclarece que a chamada “cobertura equivalente” diz respeito à segmentação regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e abrange o tipo de internação e a região, e não se refere a uma rede credenciada idêntica, como o consumidor pode associar. “Por isso, a comparação não deve ser feita apenas pelo preço”, alerta a executiva.
A plataforma afirma detalhar lado a lado hospitais, laboratórios e regras de coparticipação para dar transparência ao processo. Para viabilizar essas opções, a empresa utiliza um algoritmo próprio. Mello ressalta, contudo, que a tecnologia não altera os preços, já que são estritamente tabelados. O sistema opera varrendo o mercado para cruzar dados e encontrar as melhores relações de custo-benefício.
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“A redução de custo não vem de um desconto criado pela tecnologia, mas da capacidade de identificar, de forma rápida e transparente, a alternativa mais adequada para cada perfil”, detalha.
Com o aumento do empreendedorismo no país, os planos de saúde para Microempreendedores Individuais podem ser uma saída para o consumidor ter acesso a um serviço mais acessível, se comparado ao plano individual.
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O país encerrou 2025 com 13,1 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) ativos. Apenas no primeiro bimestre de 2026, mais de 1 milhão de novos negócios foram abertos.
Contudo, essa massa de novos clientes entra em um segmento volátil. Em 2025, os planos coletivos com até 30 vidas — exatamente o foco dos MEIs — sofreram um reajuste médio de 14,81%, mais que o dobro do teto de 6,06% aplicado aos contratos individuais. Neste caso, segundo Mello, a estratégia proposta é a reavaliação contínua.
“Nenhuma plataforma, corretora ou operadora consegue garantir o comportamento futuro dos reajustes, especialmente nos contratos coletivos, cujos índices são definidos conforme as regras contratuais e o desempenho da carteira”, afirma Mello. “Quando chega o momento da renovação, o consumidor pode voltar à plataforma para reavaliar as opções disponíveis e verificar se o plano atual continua sendo a melhor alternativa”, diz.
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As oscilações do cenário macroeconômico tendem a manter o mercado aquecido. Com a perspectiva de juros e inflação mais altos no final de 2026, o estrangulamento da renda força a manutenção das pesquisas por preço.
Embora as taxas de juros não afetem diretamente os reajustes da saúde — que são pautados pela inflação médica e pela sinistralidade —, elas limitam a renda livre do consumidor. “A pressão sobre a renda das famílias tende a aumentar a busca por alternativas com melhor custo-benefício”, observa a CEO.
Nem mesmo a queda do desemprego formal retira a força desse movimento. Segundo a executiva, a absorção de profissionais pelo regime CLT em grandes empresas não esvazia as buscas, pois o público engloba não apenas MEIs e autônomos, mas também trabalhadores com carteira assinada em busca de opções mais acessíveis para incluir dependentes.
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“No fim, a necessidade de comparar opções, entender diferenças de cobertura e buscar o melhor custo-benefício continua presente. Essa é uma demanda estrutural do mercado, independentemente das oscilações do emprego formal”, afirma Mello.
Com a descentralização das buscas — um único hospital fora do eixo tradicional em São Paulo já concentra 20% do interesse —, o setor indica que a fidelidade à marca e à tradição perdeu espaço em definitivo para a eficiência e para o orçamento.