Nesta quarta-feira (01), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu um leilão de veículo aprendidos nos pátios do órgão. São 128 lotes de veículos que podem voltar a circular nas vias públicas, com 93 motocicletas e 35 automóveis.
Entre as 93 motocicletas, várias marcas como Honda, Yamaha entre outras. Uma HONDA/CG 160 FAN, ano 2022/2023 está com lance inicial de 4.026 reais.
Dos 35 veículos, um FORD FIESTA SD 1.6, ano 2014/2014 está com lance inicial de 9.019 reais. Entretanto, o certame ainda oferece veículos como ECOSPORT, ONIX, FIT, HB20, entre outros, e até mesmo o reboque modelo R/ISIDOC CIA 501.
O leilão ainda traz a possibilidade de compra de peças de veículos por empresas autorizadas. Esse leilão de sucatas aproveitáveis tem 45 motocicletas e 36 automóveis. As sucatas inservíveis, voltadas para reciclagem em siderúrgicas estão em um lote único com pesagem estimada em 27.270 kg de material ferroso.
O certame é totalmente digital e vai até dia 16 de julho de 2026, pelo portal www.ceciliadelzeirleiloes.com.br. Neste portal credenciado, estão disponibilizadas as fotos dos lotes e o edital completo, com as informações sobre os veículos, regras de participação e o local de exposição do lote que pode ser visitado.
Os interessados podem visitar pessoalmente os lotes nos 13, 14 e 15 de julho de 2026, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30, nos pátios listados abaixo:
Pátio em Dourados: AUTOTRAN, Rua Coronel Ponciano de Mattos Pereira,51-B, Bairro Jardim Colibri.
Pátio em Campo Grande: AUTOTRAN, Avenida Gerval Bernardino de Souza, 644, no Bairro Rita Vieira.
O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou em seis das sete capitais pesquisadas na quarta quadrissemana de junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice caiu para 0,36%, resultado abaixo do registrado na última divulgação de 0,49%, na passagem da terceira para a quarta quadrissemana de junho.
A desaceleração mais significativa entre as capitais ocorreu em Porto Alegre (0,77% para 0,70%). Em seguida, aparecem Belo Horizonte (0,52% para 0,43%), São Paulo (0,47% para 0,33%), Rio de Janeiro (0,44% para 0,14%), Salvador (0,28% para 0,08%) e Recife (0,36% para -0,04%).
Houve, por outro lado, aceleração em Brasília (0,31% para 0,56%).
A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos desacelerou mais do que o esperado em junho e os dados do mês anterior foram revisados para baixo, mas a taxa de desemprego caiu para 4,2%, indicando uma estabilidade contínua no mercado de trabalho.
A economia dos EUA abriu 57.000 postos fora do setor agrícola no mês passado, após 129.000 em maio em dado revisado para baixo, informou o Escritório de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho em seu relatório de emprego nesta quinta-feira.
Economistas consultados pela Reuters previam abertura de110.000 empregos, após 172.000 em maio conforme divulgado anteriormente.
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As estimativas variaram de 25.000 a 200.000. A moderação foi uma correção após três meses consecutivos de fortes ganhos na criação de vagas fora do setor agrícola e provavelmente não sinaliza uma mudança significativa nas condições do mercado de trabalho.
Também pode estar alinhando os dados de emprego com outras pesquisas do mercado de trabalho, incluindo os planos de contratação de pequenas empresas, que têm apresentado um quadro menos robusto do mercado de trabalho.
O relatório foi divulgado um dia antes do normal devido a um feriado na sexta-feira, que marca o 250º aniversário da independência dos Estados Unidos no sábado.
Antes do relatório, os mercados financeiros estimavam uma probabilidade de cerca de 50,7% de que o Federal Reserve aumente os juros na reunião de 15 e 16 de setembro, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. No mês passado, o banco central dos EUA manteve sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, mas as projeções trimestrais atualizadas mostraram que as autoridades esperavam aumentar os custos dos empréstimos ainda este ano.
Economistas estimaram que a economia precisava criar entre zero e 50.000 empregos por mês para acompanhar o crescimento da população em idade ativa. A chamada taxa de equilíbrio caiu devido a uma repressão à imigração que reduziu a força de trabalho, mantendo a taxa de desemprego estável.
A taxa de desemprego caiu no mês passado em relação aos 4,3% registrados em maio. Um nível historicamente baixo de demissões é um fator importante para a solidez na criação de vagas fora do setor agrícola, o que não se refletiu em outras pesquisas do mercado de trabalho, incluindo os planos de contratação das pequenas empresas.
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Apesar de enfrentarem incertezas decorrentes, inicialmente, das tarifas do ano passado e, mais recentemente, do conflito no Oriente Médio, as empresas têm se mostrado relutantes em demitir funcionários, após terem enfrentado dificuldades para encontrar mão de obra depois da pandemia de Covid.
Mas com os EUA e o Irã concordando com um cessar-fogo, o que levou os preços do petróleo de volta aos níveis anteriores ao conflito, alguns economistas acreditam que os riscos de desaceleração para o mercado de trabalho diminuíram e esperam que a recente tendência de crescimento mais sólido do emprego prevaleça neste ano.
SINTRA, PORTUGAL, 2 Jul (Reuters) – Autoridades de bancos centrais de todo o mundo acreditam ter encontrado um novo aliado no chair do Federal Reserve, Kevin Warsh, o que representa um raro ponto de convergência em uma relação que, de resto, é difícil com os Estados Unidos.
Durante os três dias do encontro anual do Banco Central Europeu em Sintra, Portugal, o novo chair do Fed realizou uma série de reuniões privadas com seus pares da Europa e de outras regiões, incluindo um longo almoço com a presidente do BCE, Christine Lagarde.
As conversas permaneceram em grande parte em nível geral, mal abordando questões como tendências de inflação, riscos do sistema bancário paralelo ou coordenação de políticas internacionais, disseram à Reuters fontes familiarizadas com as discussões.
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Mas as autoridades interpretaram o envolvimento de Warsh como um sinal de que o Fed continuará engajado no cenário global, aliviando temores de um afastamento dos fóruns internacionais que sustentam a cooperação entre bancos centrais.
Essa garantia foi significativa. Alguns banqueiros centrais haviam manifestado, em particular, a preocupação de que um Fed liderado por um nomeado por Trump pudesse se mostrar mais suscetível à pressão da Casa Branca sobre a taxa de juros ou menos comprometido com a coordenação internacional que há muito tempo é um pilar da política monetária global.
O Federal Reserve continua sendo o principal provedor de liquidez em dólares em momentos de tensão financeira e, para alguns países, o guardião de uma parcela substancial de suas reservas de ouro.
É também a voz mais influente nos debates globais sobre política monetária e regulamentação financeira.
Nesse contexto, as autoridades chegaram a Sintra ansiosos para avaliar se as estreitas relações de trabalho que muitos mantinham com o ex-chair do Fed Jerome Powell sobreviveriam à transição.
Vários banqueiros centrais que conhecem Warsh desde sua passagem como diretor do Fed entre 2006 e 2011, ou por meio de sua participação posterior no órgão consultivo Grupo dos Trinta, afirmaram reconhecer o mesmo com quem lidaram durante anos.
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Outros alertaram que ainda é muito cedo para avaliar seu desempenho, já que ele terá de lidar com as exigências conflitantes de preservar sua credibilidade e administrar a pressão da Casa Branca.
Equipamento de ponta reforça atendimento de média e alta complexidade na rede hospitalar estadual
O HRCLMT (Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé) passou a contar com um novo microscópio cirúrgico, equipamento de alta tecnologia avaliado em aproximadamente R$ 1,9 milhão, que amplia a capacidade da unidade para a realização de procedimentos de neurocirurgia e otorrinolaringologia. A tecnologia foi disponibilizada pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio de cessão de uso do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), fortalecendo a rede de atenção hospitalar especializada no interior.
Com o novo equipamento, o hospital passa a realizar microcirurgias que exigem elevado grau de precisão, como procedimentos para tratamento de tumores intracranianos, cirurgias vasculares cerebrais, intervenções na base do crânio, cirurgias de coluna com auxílio de magnificação e procedimentos otorrinolaringológicos de alta complexidade. A tecnologia proporciona mais segurança aos pacientes e melhores condições de atuação às equipes médicas.
A iniciativa integra a estratégia do Governo do Estado de fortalecer a regionalização da saúde, ampliando o acesso da população a serviços especializados e reduzindo a necessidade de deslocamentos para outras localidades.
De acordo com o superintendente de Governança Hospitalar da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Edson da Mata, o investimento representa um avanço relevante na estrutura assistencial da unidade e na ampliação da resolutividade do atendimento.
“A disponibilização desse microscópio cirúrgico representa um importante avanço para o Hospital Regional da Costa Leste. Trata-se de uma tecnologia de alta precisão que amplia a capacidade da unidade para a realização de procedimentos complexos com mais segurança e eficiência, fortalecendo a assistência prestada à população e contribuindo diretamente para a regionalização da saúde em Mato Grosso do Sul. Com isso, mais pacientes poderão ser atendidos na própria região, com menor necessidade de encaminhamentos para outros centros”, afirmou.
A Unidade de Monitoramento da Atenção Hospitalar, vinculada à Superintendência de Governança Hospitalar da SES, destaca que a incorporação do equipamento representa um avanço significativo para a assistência prestada pelo hospital, especialmente por possibilitar a execução de procedimentos de alta complexidade já previstos contratualmente, mas que ainda não eram realizados por limitações tecnológicas.
Com a incorporação do microscópio cirúrgico, o Hospital Regional da Costa Leste amplia sua estrutura tecnológica e a oferta de procedimentos de média e alta complexidade, consolidando-se como referência regional em assistência especializada. A expectativa é de aumento da resolutividade da unidade, redução do tempo de espera por cirurgias e atendimento mais próximo, seguro e eficiente à população da Costa Leste do Estado.
Kamilla Ratier, Comunicação SES Fotos: Divulgação HRCLMT
A Agência do Detran-MS de Batayporã ficará com o atendimento suspenso entre os dias 13 e 17 de julho devido à realização de serviços de manutenção na unidade.
Durante esse período, os usuários poderão realizar seus atendimentos na Agência Regional de Trânsito de Nova Andradina.
Após a conclusão dos serviços, o atendimento em Batayporã será retomado normalmente.
O Detran-MS orienta os cidadãos que necessitarem de atendimento presencial durante o período de manutenção a procurar a unidade de Nova Andradina.
A tecnologia que chega ao campo passa antes por uma etapa fundamental: o teste. Em Mato Grosso do Sul, a Fundação MS, com sede em Maracaju, desenvolve pesquisas que ajudam produtores rurais a escolher as melhores estratégias para cada safra, levando em consideração as características de cada região e os desafios encontrados dentro das propriedades.
Com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, a instituição amplia sua estrutura de pesquisa, investe em equipamentos e fortalece o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor produtivo. A parceria contribui para que estudos realizados em campo experimental se transformem em informações confiáveis para auxiliar produtores rurais na tomada de decisão.
Com quase 35 anos de história, a Fundação MS atua na geração de conhecimento aplicado, avaliando cultivares, híbridos, manejos, sistemas produtivos e novas tecnologias antes que elas sejam incorporadas pelos agricultores. O objetivo é transformar dados em informações práticas para quem está no campo, contribuindo para decisões mais eficientes, aumento da produtividade e maior sustentabilidade da produção.
O pesquisador da Fundação MS, Dr. André Lourenção, acompanha esse trabalho há 23 anos. À frente de pesquisas principalmente com milho e, mais recentemente, sorgo, ele explica que a principal característica da instituição é desenvolver estudos conectados às necessidades reais dos produtores.
André Lourenção, pesquisador da Fundação MS
“Montamos trabalhos focados no produtor rural. O produtor está dentro da Fundação MS e direciona os trabalhos de pesquisa. Então conseguimos construir trabalhos de pesquisa mais assertivos, que realmente serão utilizados na propriedade”, afirma.
Segundo André, a pesquisa tem valor justamente por transformar conhecimento científico em soluções aplicáveis. Para isso, os estudos passam por avaliações técnicas, comparações e análises estatísticas antes de chegar ao agricultor. “Pesquisa é a busca da verdade. A gente aplica a parte científica na prática. Conversamos com instituições de pesquisa, mas também estamos diretamente ligados ao produtor rural, entendendo o que ele precisa”, explica.
Ao longo das últimas décadas, a evolução tecnológica no campo trouxe ganhos expressivos de produtividade. O pesquisador lembra que a realidade das lavouras mudou a partir da adoção de novos materiais e manejos validados pela pesquisa.
“Quando entrei na Fundação, trabalhávamos com médias de milho de 40 a 50 sacos por hectare. Hoje temos materiais chegando a 150, 170 sacos e, em alguns casos, próximos a 200 sacos por hectare. A tecnologia vem aumentando e a pesquisa contribui diretamente para isso”, destaca.
Além de buscar maior produtividade, os estudos desenvolvidos pela Fundação MS também avaliam formas de produzir melhor dentro da mesma área, com sistemas que favoreçam a conservação do solo e o equilíbrio da produção. Entre os trabalhos estão pesquisas com integração lavoura-pecuária, consórcios e plantas de cobertura, estratégias que ajudam a melhorar o ambiente produtivo e reduzir riscos.
Como Mato Grosso do Sul possui diferentes condições de clima e solo, a Fundação MS mantém Unidades de Pesquisa em várias regiões do Estado. A estratégia permite que os resultados sejam mais próximos da realidade dos agricultores. “O Estado é muito diverso. Quando temos unidades distribuídas, conseguimos gerar informações locais. O produtor consegue olhar para a realidade da região dele e tomar uma decisão mais segura”, pontua André.
Para que esses resultados sejam possíveis, a estrutura de pesquisa depende de investimentos contínuos em equipamentos, tecnologia e infraestrutura. O diretor-executivo da Fundação MS, Bruno Freitas de Conti, destaca que a parceria com o Governo do Estado tem sido importante para fortalecer a capacidade da instituição.
“É através dessa parceria que conseguimos recursos importantes para aquisição de equipamentos específicos para pesquisa, como plantadeiras e semeadoras, garantindo qualidade, rastreabilidade e padrão na geração das informações”, afirma.
Segundo Bruno, a função da Fundação MS vai além de testar produtos. A instituição ajuda o produtor rural a interpretar as diversas tecnologias disponíveis e entender quais realmente fazem sentido para cada realidade.
“Hoje existem inúmeras empresas, produtos e soluções à disposição do agricultor. Mas entender como tudo isso se encaixa na realidade dele e como fazer o melhor uso dessas tecnologias é uma contribuição muito importante da Fundação MS”, destaca.
Além da geração dos dados, outro desafio é fazer com que o conhecimento chegue até quem produz. Por isso, a instituição realiza eventos, dias de campo e disponibiliza resultados para produtores rurais, consultores e outro profissionais do agronegócio. “A informação precisa chegar até o agricultor para que ele possa colocar isso em prática no dia a dia. Uma pesquisa só tem valor quando ela gera resultado”, afirma Bruno.
Esse caminho entre laboratório, campo experimental e propriedade rural é acompanhado de perto pelos produtores rurais.
Agricultor Luís Otávio ao lado da plantação de milho
O agricultor Luís Otávio Britto Fernandes começou na agricultura em 1987 e utiliza as informações da Fundação MS como apoio para decisões dentro da fazenda. Segundo ele, os dados ajudam principalmente em momentos de maior desafio, como os relacionados ao clima. “A gente busca mitigar os impactos climáticos e otimizar a produtividade. A Fundação MS nos direciona com variedades e manejo, e isso faz com que a gente consiga melhorar o nosso negócio”, explica.
Ele destaca que as informações também auxiliam a equipe técnica responsável pela propriedade. “Nosso departamento técnico se baseia nos dados da Fundação MS para direcionar a forma de fazer dentro da propriedade”, afirma.
Para Luís Otávio, a relação entre pesquisa e produtor rural funciona como uma construção conjunta. “A gente contribui com a Fundação MS e a Fundação MS contribui com o produtor rural. É uma troca muito importante”, ressalta. Ele cita como exemplo a adoção de plantas de serviço, como crotalária e braquiária, que passou a utilizar após acompanhar resultados apresentados pela instituição.
“Passei a utilizar isso dentro da propriedade e acredito que pode alterar o sistema produtivo. A pesquisa ajuda porque encurta o caminho para o produtor rural tomar uma decisão”, destaca.
Luís Alberto conversa com André sobre a produção agrícola
O produtor Luís Alberto Moraes Novaes também acompanha o trabalho desenvolvido pela Fundação MS e reforça a importância de validar tecnologias antes da adoção em larga escala.
Segundo ele, a pesquisa traz segurança para decisões que envolvem investimentos dentro da propriedade.
“A gente precisava ter a pesquisa ao nosso lado, para levar tecnologias ao campo depois de elas terem sido aprovadas pela ciência. A Fundação MS tem esse papel dentro do nosso negócio”, afirma.
Para ele, cada propriedade possui características próprias e precisa de soluções adaptadas. “A tecnologia muitas vezes é diferente para cada fazenda e para cada sistema de produção. A Fundação MS ajuda a mostrar aquilo que realmente se encaixa em cada condição”, explica.
Na avaliação do produtor rural, os avanços da pesquisa ajudaram a transformar a agricultura sul-mato-grossense. “Hoje a gente tem mais possibilidades porque existe conhecimento dando base para essas decisões. A pesquisa virou parte do processo produtivo”, conclui.
A trajetória da Fundação MS mostra como a união entre produtores rurais, pesquisadores e instituições públicas pode transformar desafios do campo em soluções. Ao investir em ciência e inovação, Mato Grosso do Sul amplia a capacidade de produzir com mais eficiência, tecnologia e sustentabilidade.
Luís Otávio, Lourenção e Luís Alberto, em frente a Fundação MS; já nas três fotos acima, Luís Alberto e Lourenção na plantação
Taynara Foglia, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm/Secom-MS