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Estatais registram lucro líquido de R$ 169,4 bi em 2025, alta anual de 45,4%


O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) informou nesta quinta-feira, 2, que as estatais registraram lucro líquido de R$ 169,4 bilhões em 2025, alta de 45,4% em relação ao ano anterior. Considerando o triênio 2023-2025, o lucro acumulado se aproxima de R$ 484 bilhões.

Os dados são do relatório agregado das empresas estatais federais de 2025. Segundo a Pasta, os investimentos totalizaram R$ 115,9 bilhões em 2025, consolidando o terceiro ano consecutivo de crescimento.

Na comparação com 2022, o investimento do ano passado foi 115% maior. Em 2025, as empresas estatais federais registraram faturamento de R$ 1,4 trilhão, crescimento de 6,3% em relação a 2024, enquanto os ativos totais atingiram R$ 7,2 trilhões e o patrimônio líquido superou, pela primeira vez, a marca de R$ 1 trilhão.

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As estatais federais formam um conjunto de 44 empresas públicas ou sociedades de economia mista controladas pelo Governo do Brasil. Cerca de 5% do PIB brasileiro e 6% dos tributos arrecadados no país têm origem nessas empresas.

O pior resultado apontado no relatório foi dos Correios, com prejuízo de R$ 8,458 bilhões, uma piora de 245,6% em relação ao ano anterior. O melhor desempenho foi do grupo Petrobras, com lucro líquido de R$ 110,605 bilhões, um aumento de 198,9% na comparação com 2024.

A estatal atingiu sua maior produção total operada, com 4,32 milhões de barris de óleo equivalente por dia, aumento de 11%. A PPSA arrecadou R$ 30,9 bilhões em 2025, superando a soma de toda sua arrecadação histórica anterior.

A Petrobras (PETR4), o BNDES e o Banco do Brasil (BBAS3) concentram 90,9% do lucro total das estatais federais em 2025.

A Telebras e a Infraero saíram de situações de prejuízo em 2024 para lucro líquido positivo em 2025. Na mesma situação estão mais quatro empresas. Por outro lado, outras seis estatais fizeram o caminho oposto, saindo de lucro em 2024 para prejuízo em 2025.

Segundo o MGI, o resultado positivo no exercício permitiu o pagamento de R$ 84,2 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio ao conjunto dos acionistas, sendo R$ 45,8 bilhões destinados à União. A queda de 44,6% em comparação a 2024 “reflete maior retenção de lucros para investimentos e expansão das empresas”.

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Às vésperas do feriado nos EUA, commodities recuam na Bolsa de Nova York

Após registrar fortes altas nas últimas sessões, os vencimentos futuros do café arábica finalizaram a sessão desta quinta-feira (02) com quedas na Bolsa de Nova York.

O contrato para entrega em setembro do café registrou queda de 2,81% e encerrou cotado em U$S 3,01 por libra-peso.

De acordo com o Barchart, os preços do café caíram de suas máximas de quase cinco meses registradas nesta sessão e fecharam em direções opostas.

“O café arábica apagou os ganhos e fechou pressionado pela realização de lucros e liquidação de posições compradas antes do feriado prolongado, com os mercados americanos fechados na sexta-feira”, informou.

Cacau

O contrato do cacau para entrega em setembro fechou com queda de 1,10% e fechou precificado em US$ 5.092 por tonelada na Bolsa de Nova York.

De acordo com o Barchart, os preços do cacau fecharam em baixa na quinta-feira em meio a alguma liquidação pré-fim de semana e ajuste de posições, já que os mercados dos EUA estarão fechados na sexta-feira devido a um feriado.

Açúcar

Na Bolsa de Nova York, o
 contrato futuro do açúcar para entrega em outubro finalizou a sessão precificado em 14,85 
centavos de dólar a libra-peso, com uma queda de 0,93%. 

Algodão

Já  no caso do algodão, o contrato futuro para entrega em dezembro fechou com queda de 0,92% e precificado em 77,12 centavos de dólar a libra-peso.

O Barchart apontou que o mercado está liquidando posições com o feriado do Dia da Independência, nesta sexta-feira (03), proporcionando um fim de semana prolongado de três dias. 

Além disso, o relatório de vendas para exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostrou que 49 mil barris de algodão para a safra 2025/26 foram vendidos na semana de 25/06.

Suco de Laranja

O vencimento futuro para o suco de laranja para entrega em setembro finalizou com desvalorização de 0,29% em que o contrato fechou negociado a US1,71 por libra-peso.

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Economia brasileira avançou em 2025, com inflação mais controlada, mostra nova publicação do IBGE


Em 2025, a economia do Brasil cresceu, porém em ritmo menor do que em 2024, em cenário de taxas de juros elevada e inflação…



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‘Governar é servir às pessoas com eficiência’, diz Barbosinha em congresso sobre eleições


Durante evento em Dourados, vice-governador compartilhou reflexões sobre sua trajetória política, competências na gestão pública e desafios da geração atual

‘Governar é servir às pessoas com eficiência’, diz Barbosinha em congresso sobre eleições
Congresso Eleição e Democracia: Desafio Permanente é realizado nesta quinta-feira, na Câmara de Municipal de Dourados

“O voto não é o fim, é o começo. Ali se depositam todas as expectativas e esperança do eleitor e a crença de que a vida daquela família se tornará melhor”. Foi com essa afirmação que o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, abriu sua palestra no 1º Congresso Eleição e Democracia: Desafio Permanente, na manhã desta quinta-feira (02) em Dourados. A um púbico formado por dirigentes partidários, assessores, advogados e estudiosos do Direito Eleitoral, Barbosinha relembrou a própria trajetória política e reforçou a diferença entre vencer a disputa nas urnas e efetivamente exercer a função de gestor público. “Ganhar a eleição é o ato de convencer pessoas. Governar é diferente: é um ato de servir às pessoas com eficiência, e essa é a entrega que realizamos hoje em cada área de Mato Grosso do Sul”, afirmou, ao abordar o tema “A política além das urnas: liderança, legitimidade e responsabilidade pública”.

Além do vice-governador, outros 13 palestrantes se apresentam hoje durante o congresso, promovido pelo IDEA (Instituto de Direito Eleitoral e Administrativo). O objetivo do evento, que segue ao longo do dia, é atender profissionais que atuam diretamente nas campanhas eleitorais e precisam compreender as constantes mudanças que impactam as disputas políticas.

“De 2010 para cá, o processo eleitoral mudou profundamente. Tivemos diversas alterações na legislação, mudanças nas regras de propaganda, no financiamento de campanhas, nas prestações de contas e, agora, um novo cenário provocado pela inteligência artificial, pelos algoritmos e pelas ferramentas digitais”, destaca Fernando Baraúna, presidente do IDEA e idealizador do evento. “As eleições estão cada vez mais técnicas e judicializadas. Desde quem compartilha um material de campanha pelo celular até candidatos, dirigentes partidários e equipes de marketing precisam conhecer os limites impostos pela legislação”, acrescenta.

Esperança e novas oportunidades

Com orgulho e saudosismo, Barbosinha falou sobre a própria trajetória na vida pública e profissional, que contraria todas as expectativas por fugir do roteiro pré-concebido pela maioria das pessoas. “Minha história mostra que a trajetória política não precisa de dinheiro ou de uma família tradicional na política: precisa ter coragem, e isso eu sempre tive”, afirmou.

Lembrou desde a mudança da família do Estado de Goiás para Mato Grosso, em 1975, “fugindo da fome”, passando pelo trabalho como vendedor de sorvete e o primeiro ‘discurso’ em um comício, com apenas 12 anos de idade, no município de Angélica – onde teve o primeiro emprego na Prefeitura Municipal, no ano seguinte. Também citou a formação em Direito, em Dourados, e o retorno ao município de Angélica, onde disputou as eleições em 1987 e foi eleito prefeito com apenas 23 anos – até hoje, o prefeito mais jovem de Mato Grosso do Sul. “Sem tradição familiar na política, sem recurso, mas com vocação. Uma vontade de poder participar, porque como cidadão a gente pode fazer, mas como político pode fazer muito mais. E foi assim que a política entrou na minha vida”, descreveu.

Sobre os pré-requisitos para uma boa gestão pública, entre outras habilidades e competências, Barbosinha citou a importância da formação de uma boa equipe de governo. “O gestor incompetente também tem imensa dificuldade de formar equipe”, opinou. “A formação de uma equipe técnica e ética é fundamental. Quem tem uma boa equipe consegue fazer um bom planejamento”, acrescentou, ao citar o trabalho feito nos 79 municípios do Estado. “Um gestor público não pode só olhar o presente: é preciso pensar no Mato Grosso do Sul daqui a dez, quinze ou 20 anos. O cobertor é curto, o dinheiro é insuficiente para fazer tudo e é preciso estabelecer prioridades. Por isso temos hoje um governo municipalista, que dialoga com absolutamente todos os municípios”, afirmou.

Barbosinha também falou sobre os principais desafios na condução da gestão pública – como, por exemplo, a necessidade de tomar decisões impopulares em momentos de crise, e os desafios com relação à geração atual. Entre eles, a atração e encantamento de jovens com a política; a formação de líderes éticos; fortalecimento das instituições e transformação da confiança nas urnas em resultados.

Já no encerramento da palestra, o vice-governador destacou a importância de não se engrandecer diante dos cargos ocupados. “Já fui prefeito, presidente da Sanesul, deputado estadual, secretário de Justiça e Segurança Pública, e tudo isso passou. O cargo de vice-governador vai passar também. O que vai permanecer não é o cargo, mas o bem que realizamos, as vidas que pudemos transformar”, refletiu.



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Soja com leves quedas em Chicago com expectativa por compras da China

O mercado futuro da soja encerrou a sessão desta quinta-feira (02) com poucas variações na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores às vésperas do feriado da Independência dos Estados Unidos. O contrato com vencimento em novembro fechou cotado a US$ 11,47 por bushel, com leve recuo de 0,13%.

Segundo análise da Agrinvest, o mercado operou de forma mista ao longo do dia. Enquanto os contratos de vencimento mais curto registraram leves ganhos, os vencimentos mais longos permaneceram no campo negativo, em um movimento de consolidação após as oscilações recentes.

No lado dos fundamentos, a demanda chinesa segue oferecendo sustentação aos preços no curto prazo. De acordo com a consultoria, circulam rumores de que a estatal chinesa Cofco está consultando fretes marítimos para embarques de soja na janela de exportação dos Estados Unidos, indicando possível avanço nas compras do grão norte-americano.

A Agrinvest destaca que a expectativa de aquisição de cerca de 2,5 milhões de toneladas já está parcialmente incorporada às cotações. No entanto, o ritmo em que essas compras forem efetivamente confirmadas poderá aumentar a volatilidade do mercado nas próximas semanas, além de influenciar a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sessão com desempenho positivo na Bolsa de Chicago. A única exceção foi o vencimento dezembro, que recuou 0,17%, encerrando o dia cotado a US$ 4,41 por bushel.

Segundo análise da Royal Rural, o mercado acompanha com atenção uma das fases mais importantes para a safra norte-americana: a polinização. Nesse período, as condições climáticas ganham ainda mais peso na formação dos preços, já que temperaturas elevadas combinadas com falta de chuvas podem comprometer o potencial produtivo das lavouras.

A consultoria destaca que as previsões para o Meio-Oeste e as Grandes Planícies dos Estados Unidos seguem no radar dos investidores. Embora o tempo mais seco tenha favorecido, nas últimas semanas, áreas do leste do Corn Belt que enfrentavam excesso de umidade, uma persistência desse cenário, aliada ao avanço do calor, pode elevar os riscos para a fase reprodutiva da cultura.

Caso esse quadro se confirme, o mercado tende a incorporar um prêmio climático às cotações, refletindo a possibilidade de perdas na produção da safra norte-americana.

Trigo

O contrato futuro do trigo com vencimento em setembro recuou 0,04%, fechando cotado a US$ 5,99 por bushel na Bolsa de Chicago.

O mercado foi pressionado pela realização de lucros às vésperas do feriado da Independência dos Estados Unidos, movimento que reduziu o volume de negociações e estimulou ajustes nas posições dos investidores.

Apesar da leve queda, os participantes do mercado seguem atentos aos dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na última terça-feira. Os relatórios apontaram redução nas estimativas de área plantada e da área destinada à colheita, além de estoques trimestrais abaixo das expectativas do mercado.

Na avaliação dos analistas, esses números continuam dando sustentação aos preços ao reforçarem a perspectiva de uma oferta mais apertada na safra 2026/27 dos Estados Unidos, cenário que mantém os investidores atentos à evolução das condições de produção no país.

 

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MS valoriza ciência, tecnologia e inovação e anuncia mais R$ 38,6 milhões para pesquisa – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


A Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) realizou – nesta quarta-feira (1°) – a cerimônia do Prêmio Fundect Pesquisador Sul-Mato-Grossense 2026, com a premiação de 15 pesquisadores e pesquisadoras em cinco categorias. O evento também marcou a assinatura de chamadas públicas que somam R$ 38,6 milhões em investimentos para ciência, tecnologia e inovação em Mato Grosso do Sul.

Entre as instituições com pesquisadores premiados, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) teve cinco representantes reconhecidos, a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) teve quatro premiados, além de três da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), dois da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), e um da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) – Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte.

“São premiados os primeiros colocados nas categorias apresentadas, sem esquecer, a importância dos grupos de pesquisa que dão suporte a esse avanço científico. Nos últimos quatro anos, registramos um incremento significativo no aporte de recursos, o que tem gerado resultados expressivos na produtividade e na qualidade do trabalho realizado em nossas instituições. Parabenizo todos os pesquisadores, cientistas, professores e bolsistas, bem como os institutos de pesquisa agropecuária e demais agências parceiras, pelo empenho e pela contribuição indispensável ao progresso de Mato Grosso do Sul”, disse o diretor-presidente da Fundect, Cristiano de Carvalho. 

Além do reconhecimento estadual e da premiação em dinheiro, os primeiros colocados de cada categoria serão indicados ao Prêmio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) de Ciência, Tecnologia e Inovação.

“Eu também faço parte desse meio e sei da importância da ciência para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Eu venho do setor produtivo agrícola e acompanhei essa transformação. Quando saímos de 1,7 milhão para 4,6 milhões de hectares cultivados com soja, isso passou pelas mãos de vocês. Passou pela pesquisa, pela Fundect e pela Semadesc. É esse conhecimento que torna Mato Grosso do Sul cada vez mais competitivo”, afirmou o secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Alex Melotto. 

Novos editais

A cerimônia também integrou a programação institucional alusiva aos 28 anos da Fundect – comemorado no dia 3 de julho. Durante o evento, foram assinadas chamadas públicas que somam mais R$ 38,6 milhões em investimentos para ciência, tecnologia e inovação em Mato Grosso do Sul. Os documentos foram assinados pelo diretor-presidente da Fundect, Cristiano Carvalho, e pelo vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha).

Os editais reforçam a atuação da Fundação no apoio à formação de pesquisadores, à fixação de doutores, à iniciação científica, à realização de eventos e ao fortalecimento da produtividade em pesquisa no Estado.

Os investimentos atendem demandas do presente e projetam o futuro do Estado. “Destaco também os 28 anos da Fundect, pilar indispensável do nosso progresso científico. Ao longo desta trajetória, milhares de projetos receberam apoio, transformando ideias em soluções concretas para a sociedade. Mato Grosso do Sul vive um momento histórico. Para sustentar este ciclo virtuoso, precisaremos, cada vez mais, da inteligência, da criatividade e da competência dos nossos pesquisadores”, afirmou Barbosinha.  

A chamada do programa de ‘Apoio à Fixação de Doutores no Brasil’ (PROFIX-CB) terá investimento de R$ 22,3 milhões. Já o edital do programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC) 2026 terá investimento de R$ 6,3 milhões e apoiará bolsas de iniciação científica.

A chamada do programa de Apoio a Eventos Científicos, Tecnológicos e de Inovação (PAE-MS) 2026 terá investimento de R$ 1 milhão. Outro edital que terá novo edital e R$ 7,2 milhões é o programa de Iniciação Científica e Tecnológica do Estado de Mato Grosso do Sul (PICTEC-MS).

Também foi anunciado edital de Bolsas de Produtividade Estaduais Fundect/CNPq, com investimento de R$ 1,8 milhão, voltada ao reconhecimento e ao estímulo à produtividade de pesquisadores no Estado.

Premiados

Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências da Vida, o primeiro colocado foi Flábio Ribeiro de Araújo, da Embrapa CNPGC. Doutor em Imunologia, ele atua na formação de novos pesquisadores e na coordenação de redes nacionais de pesquisa. O segundo lugar ficou com Letícia Couto Garcia, da UFMS, na área de Ciências Biológicas. O terceiro colocado foi Rodrigo Garófallo Garcia, da UFGD, na área de Ciências Agrárias.

Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências Exatas, o primeiro colocado foi Heberton Wender Luiz dos Santos, da UFMS. Doutor em Física, ele desenvolve pesquisas em nanociência e nanotecnologia, com projetos voltados à sustentabilidade, conversão de energia e mitigação de gases de efeito estufa. O segundo lugar ficou com Victor Hugo Rodrigues de Souza, da UFGD. O terceiro colocado foi Junior Reis Silva, da UEMS.

Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências Humanas, o primeiro colocado foi Charlei Aparecido da Silva, da UFGD. Doutor em Geografia, ele é referência nas áreas de Geografia e Climatologia, com atuação voltada à produção científica, à formação de pesquisadores e ao fortalecimento da pós-graduação. O segundo lugar ficou com Márcia Maria dos Santos Bortolocci Espejo, da UFMS. A terceira colocada foi Ruth Pavan, da UCDB.

Na categoria Pesquisador Inovador – Inovação para o Setor Público, o primeiro lugar ficou com Arlinda Cantero Dorsa, da UCDB. Doutora em Língua Portuguesa, ela atua nas áreas de desenvolvimento local e cooperação regional. O segundo lugar ficou com Edson Takashi Matsubara, da UFMS. O terceiro colocado foi Mateus Boldrine Abrita, da UEMS.

Na categoria Pesquisador Inovador – Inovação para o Setor Empresarial, a primeira colocada foi Denise Brentan da Silva, da UFMS. Doutora em Ciências, ela atua em Química de Produtos Naturais, espectrometria de massas e metabolômica. O segundo lugar ficou com Luana Rossato, da UFGD. A terceira colocada foi Alinne Pereira de Castro, da UCDB.

Também foi premiado o ex-reitor da UFMS, Marcelo Turine, que recebeu o troféu Gestor Inovador, que juntamente com os primeiros colocados de cada categoria, vão representar Mato Grosso do Sul em nível nacional no Prêmio CONFAP de Ciência, Tecnologia e Inovação “Professora Niède Guidon” – 5ª Edição (2025).

Paulo Ricardo Gomes, Comunicação Fundect
Fotos: Nivi Souza, Fundect



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Moretti diz que fim de subsídio do diesel será lento para evitar choque de preços


BRASÍLIA, 2 Jul (Reuters) – A extinção do subsídio implementado pelo governo para ⁠o diesel será mais lenta que a da gasolina pela avaliação de que mesmo após o recuo da cotação internacional ⁠do petróleo, o processo precisa ser feito com cautela para evitar um choque de preços no país ou desabastecimento, afirmou o ministro do Planejamento e Orçamento, ‌Bruno Moretti.

Em entrevista à Reuters nesta quinta-feira, Moretti argumentou que a estratégia de gradualismo na retirada do benefício manterá a premissa de neutralidade fiscal, prevendo que esses desembolsos pagos às empresas serão compensados por receitas extraordinárias que o governo ainda tem a receber, enquanto avalia eventual manutenção do imposto de exportação sobre petróleo, mas com alíquota mais baixa.

O governo ‌anunciou na terça-feira a eliminação de subsídio de R$0,35 por litro de diesel a partir de 1º de julho e disse que outras subvenções estavam em análise para retirada gradual.

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Segundo Moretti, o fim da subvenção de R$0,44 por litro de gasolina, a ser anunciada nos próximos dias, será feito em prazo “bem menor”, enquanto a extinção do benefício adicional de R$1,12 por litro de diesel será “gradual para não afetar não só o preço como o abastecimento”.

O ministro justificou que o recuo da cotação do petróleo de mais de US$100 durante a guerra no Oriente Médio para cerca de US$70 agora não foi integralmente repassado aos preços pagos pelo consumidor final, que subiriam de forma abrupta se a subvenção fosse extinta rapidamente.

Em outra frente de preocupação, ele citou ⁠uma previsão ‌de aumento sazonal da demanda internacional por diesel no segundo semestre deste ano, questão levada em conta pelo governo já que o Brasil importa cerca de 30% do diesel consumido internamente.

“Esse ⁠gradualismo é coerente com a nossa capacidade de entregar a meta fiscal ao fim do ano… também olhando para a necessidade de o mercado de combustíveis, de diesel, ter a previsibilidade necessária para fazer as suas operações e abastecer a sociedade”, disse.

Em relação ao imposto sobre a exportação de petróleo, instituído em março para reforçar o caixa do governo e desestimular as vendas externas num momento em que as empresas lucravam com a alta acelerada do preço da commodity, Moretti afirmou que a alíquota de 12% não será mantida com o preço do barril no atual patamar.

“Com o Brent a US$70, não se justifica uma alíquota de 12% e certamente nós não ​vamos mantê-la no cenário atual. A discussão é… se a gente baixa progressivamente ou se a gente retira imediatamente,” afirmou ele.

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A medida provisória (MP) que instituiu a cobrança expira na próxima semana, mas o ministro pontuou que, como se trata de um imposto regulatório, o governo poderá manter a taxação com uma possível alíquota mais baixa por meio ​de decisão administrativa do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior.

DIVIDENDOS FRUSTRADOS

Em meio à baixa arrecadação do governo com a taxação sobre dividendos, implementada desde janeiro para compensar o aumento da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$5 mil por mês, Moretti afirmou que o governo não precisará lançar mão de novas medidas para fazer frente à frustração de receitas.

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De janeiro a maio, o governo levantou R$1,5 bilhão com a cobrança de 10% sobre dividendos remetidos para fora e sobre proventos acima de R$50 mil distribuídos no país, apenas 5% dos R$30 bilhões estimados para o ano.

Moretti ponderou que o governo vem arrecadando acima do esperado em outras frentes, que não especificou, limitando-se a dizer que essas ‌receitas vão assegurar a compensação.

“Nosso cenário deve indicar tranquilamente o cumprimento da meta fiscal sem qualquer medida adicional. Na pior ​das hipóteses, uma dificuldade de cumprimento dessa meta remeteria a um contingenciamento, que nós faríamos”, disse.

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Segundo o ministro, o próximo relatório bimestral de avaliação fiscal, a ser apresentado ao fim deste mês, mostrará compatibilidade com o atingimento da meta de superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano.

Como o alvo tem uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual e permite a dedução de uma série de despesas para fins de ⁠aferição de cumprimento, o governo na prática pode registrar um déficit primário de ​até 0,5% do PIB este ano.

O governo opera ​o orçamento desde maio com um bloqueio de R$23,7 bilhões em verbas de ministérios diante de pressões em despesas obrigatórias. De acordo com o ministro, a equipe econômica não observa no momento uma descompressão nas contas, sendo possível ⁠uma redução apenas parcial desse corte neste mês. Um aumento da contenção não está no cenário ​do governo, acrescentou.

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COMPROMISSO FISCAL

Moretti fez uma defesa enfática do compromisso do governo em melhorar a trajetória fiscal, pontuando que o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva será marcado pela entrega de uma melhora de 2 pontos percentuais do PIB no resultado primário, após o primeiro ano da administração ter terminado com déficit de 2,4% do PIB.

Diante de questionamentos do mercado sobre a necessidade de maior disciplina ​fiscal num momento em que o governo paga juros reais acima de 8% ao ano para financiar seus gastos, ritmo que pressiona o crescimento da sua pesada dívida pública, o ministro afirmou que o governo já se comprometeu com isso ao definir metas fiscais mais ambiciosas para 2027 em diante.

No ​projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, o ⁠governo Lula propôs uma meta de superávit primário de 0,5% do PIB em 2027, indicando superávits de 1,0% em 2028, 1,25% em 2029 e 1,5% em 2030.

“Ali nós nos comprometemos com uma trajetória de aceleração da consolidação fiscal que muito ⁠ajudará a um processo de estabilização da dívida num prazo mais rápido. E, para isso, nós vamos manter o nosso limite de despesa e perseguir as metas que estão ali colocadas,” ele respondeu.

Sobre possíveis pressões inflacionárias geradas por medidas recentes do governo, o ministro argumentou que linhas de crédito subsidiadas para veículos são pontuais e não pressionam a demanda agregada, enquanto o Desenrola reduz a renda disponível de famílias que agora terão que pagar dívidas que antes não eram pagas.

“O que nós temos que fazer para ajudar o Banco Central é dar toda a segurança de que nós vamos seguir com uma política restritiva do ponto de vista fiscal, com um bloqueio necessário para cumprir o limite de gastos, com as ações necessárias para cumprir a nossa meta fiscal”, disse.

(Edição de Isabel ​Versiani)



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Sicredi vê cautela no crédito rural apesar de recursos equalizados

O Sicredi acredita que o Plano Safra 2026/27 deve permitir à cooperativa atender a demanda projetada por crédito rural. A expectativa é de que os recursos equalizados sejam suficientes para o planejamento da safra e que outras fontes de funding complementem a oferta de crédito em um cenário de juros elevados. 

A avaliação foi apresentada por executivos da instituição durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (2).

Segundo os executivos, a distribuição de recursos na safra 2025/26 ficou em 52% controlados e 48% livres, patamar considerado estável em relação à safra anterior, quando o Sicredi teve mais recursos livres do que controlados. Moraes explicou que a cooperativa ainda não tem visibilidade exata sobre sua parcela no leilão de recursos, mas que, pelo que já foi discutido no plano, a expectativa é de atendimento quase total da demanda projetada.

Para compor o funding de custeio, o Sicredi soma a essa fatia controlada outras fontes, como as linhas dolarizadas, a CPR (Cédula de Produto Rural) e os fundos constitucionais. 

Segundo Vitor Moraes, superintendente de agronegócio do Sicredi, mesmo que haja eventualmente um valor menor de recursos equalizados, esse déficit não deve ser relevante a ponto de prejudicar o atendimento aos produtores, quando considerado o conjunto de fontes disponíveis.

Selic pressiona

Os executivos reconheceram que a Selic, em 14,25%, encarece o crédito e, somada a fatores climáticos e a margens apertadas, pressiona a capacidade de pagamento dos produtores. 

Moraes afirmou que a busca por fontes de funding mais baratas é constante na cooperativa, mas que há um limite: por responsabilidade fiduciária, o Sicredi não pode captar recursos a um custo abaixo da própria Selic.

“A nossa expectativa de queda da Selic, que há alguns meses parecia mais acelerada, veio numa velocidade menor, por conta de fatores relevantes. A expectativa é que a gente possa continuar retomando esse avanço de queda, porque isso melhora todo o conjunto, inclusive os fundos captados a preço de CDI”, disse Moraes.

Segundo ele, a instituição continua buscando fontes de captação mais baratas para reduzir o custo das operações com recursos livres, mas reconhece que a disputa por esses recursos aumentou. “A busca por fundings mais baratos é constante, mas todo mundo também está buscando fundings mais baratos”, afirmou.

Endividamento e inadimplência

Moraes descreveu a carteira do Sicredi, de R$ 120 bilhões, como heterogênea: parte dos produtores está mais organizada financeiramente, enquanto outra parcela acumulou maior endividamento nos últimos anos e precisa de reequilíbrio no fluxo de caixa. 

Moraes reconheceu níveis de inadimplência acima do histórico recente do Sicredi, mas afirmou que seguem inferiores à média do mercado, citando um indicador do Serasa próximo a 8%, contra números “muito menores” na cooperativa. Segundo ele, o movimento é natural diante do cenário dos últimos anos, marcado por custos de produção mais altos, margens menores e queda na capacidade de pagamento dos produtores.

Segundo ele, a projeção de crédito compartilhada pela cooperativa é voltada aos produtores financeiramente organizados, que seguem sendo financiados com cautela, tanto por parte das instituições financeiras quanto dos próprios produtores. Moraes citou como exemplo a MP de renegociação de dívidas.

O  diretor executivo de Negócios, Crédito e Segmentos, Gustavo Freitas, complementou que o momento reúne fatores simultâneos, como preços em baixa, margens reduzidas e risco de choques climáticos, que recomendam cautela em vez de otimismo generalizado.

Ele afirmou que há uma tentativa de educar o produtor financeiramente através das recomendações.  “Talvez seja um momento de você frear um pouquinho, de diminuir investimento com custo maior”, disse, ilustrando com um episódio em que defendeu o uso de consórcio como alternativa de planejamento financeiro de médio prazo para produtores que não têm urgência de troca de maquinário.

Seguro rural

Questionado sobre a ausência de anúncios estruturais para o seguro rural no Plano Safra, Freitas disse não esperar uma reforma estrutural neste momento, atribuindo isso, entre outros fatores, ao calendário eleitoral e à saída de equipes técnicas dedicadas ao tema. Ainda assim, afirmou haver expectativa de que alguma medida seja anunciada.

Segundo ele, o Sicredi observa um apetite crescente por seguro rural, sobretudo em regiões historicamente menos habituadas ao produto, como áreas do Centro-Oeste ao Norte do país, impulsionado por eventos climáticos recentes. 

A cooperativa afirma trabalhar com seguradoras para modular produtos por região, já que uma cobertura desenhada para geada no oeste do Paraná, por exemplo, não atende às necessidades do norte de Mato Grosso ou do sul do Pará.

Linhas dolarizadas

As linhas dolarizadas surgem como a maior aposta da cooperativa de crédito, com expectativa de crescimento de 57% na safra 2026/27 na comparação interanual.

Moraes afirmou que elas respondem à busca dos produtores por custos mais baixos, com diferença de cerca de 70% em relação à Selic. E, em alguns casos, também mais vantajosas que a taxa controlada, a depender do porte do produtor.

 Ele ressaltou, no entanto, que o uso dessas linhas exige responsabilidade: é indicado apenas a produtores com receita em dólar e cujo prazo de pagamento esteja alinhado ao momento dessa receita, já que uma variação cambial desfavorável pode anular o ganho obtido na taxa de juros.

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Taxa de desemprego da zona do euro permanece em 6,2% em maio, abaixo do esperado


A taxa de desemprego da zona do euro permaneceu em 6,2% em maio, repetindo o nível de abril, segundo dados com ajuste sazonal divulgados nesta quinta-feira (2) pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado ficou abaixo da previsão de analistas consultados pela FactSet, de 6,3%.

O dado de abril foi revisado para baixo, de 6,3% originalmente para 6,2%.

A Eurostat estima que havia 10,986 milhões de desempregados na zona do euro em maio. Em relação a abril, o número de pessoas sem trabalho na região diminuiu em 55 mil.

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Sicredi anuncia R$ 72,1 bilhões para o agronegócio no próximo Plano Safra

O Sicredi vai ofertar R$ 72,1 bilhões em crédito para produtores rurais durante o Plano Safra 2026/27, alta de 4,4% em relação aos R$ 69 bilhões liberados no ciclo anterior, informou a cooperativa de crédito em coletiva realizada nesta quinta-feira (2).

A instituição estima realizar cerca de 340 mil operações no período, ante mais de 320 mil na safra 2025/26.

Do total previsto, R$ 27,6 bilhões serão destinados ao custeio da produção, R$ 15,4 bilhões para investimentos e R$ 2 bilhões para comercialização e industrialização.

A instituição também prevê conceder R$ 18 bilhões por meio de CPR (Cédulas de Produto Rural).

Outros R$ 9,1 bilhões são esperados em operações de crédito em moeda estrangeira, voltadas principalmente a produtores ligados à cadeia de exportação. Esta é a grande aposta de ampliação do Sicredi que, se confirmada, representaria um crescimento de 57% em relação à safra 2025/26, quando ofertou R$ 5,8 bilhões nas linhas dolarizadas.

Pequenos e médios produtores 

Segundo o Sicredi, R$ 13,3 bilhões serão direcionados à agricultura familiar e R$ 14,6 bilhões aos produtores de médio porte. Os dois segmentos devem concentrar 88% das operações previstas no ciclo. Para os demais produtores, a previsão é liberar R$ 17,1 bilhões.

A instituição informou ainda que possui uma carteira de crédito agro com saldo de R$ 121 bilhões e afirmou manter a posição de instituição financeira privada com maior volume de crédito rural concedido no país, com 10 milhões de cooperados e 99 cooperativas.

Balanço do ciclo anterior

No ano-safra 2025/26, o Sicredi concedeu R$ 69 bilhões em financiamentos ao setor agropecuário, distribuídos em mais de 320 mil operações. O superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor Moraes, afirmou que “mesmo diante de um cenário mais seletivo para crédito, conseguimos atingir um recorde de R$ 69 bilhões”.

Desse total, R$ 16,9 bilhões foram liberados por meio de CPR. As liberações incluíram R$ 25,6 bilhões para custeio, R$ 18,7 bilhões para investimentos e R$ 2 bilhões para comercialização e industrialização. De acordo com a instituição, pequenos e médios produtores responderam por 88% das operações realizadas no período.

O Sicredi também destacou sua atuação como agente repassador de recursos do BNDES. Em 2025, a instituição informou ter liberado R$ 11,2 bilhões por meio dessas operações, dos quais R$ 8,6 bilhões foram destinados ao agronegócio, uma alta de 2,4% na comparação interanual.

Em relação a fundos de crédito, o Sicredi liberou R$ 1,5 bilhão através do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) e R$ 613 milhões em FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). Já o Funcafé contou com R$ 516 milhões liberados na safra.

 

 

 

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