Categorias
agro destaque_home

ADM eleva projeção para 2026 após alta de 75% no lucro operacional

A norte-americana ADM encerrou o segundo trimestre com lucro operacional total de US$ 1,5 bilhão, aumento de 75% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

O lucro antes de impostos somou US$ 1,08 bilhão, contra US$ 830 milhões registrados um ano antes.

No acumulado do primeiro semestre, o lucro operacional total atingiu US$ 2,2 bilhões, crescimento de 40% na comparação anual.

Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado pelo avanço das margens em diferentes operações, pelo ambiente favorável para os biocombustíveis e pelo crescimento dos negócios de nutrição, segundo o presidente do conselho e CEO da ADM, Juan Luciano, em nota.

O volume global de processamento de oleaginosas aumentou cerca de 5% em relação ao segundo trimestre de 2025.

Serviços agrícolas e oleaginosas

O segmento Serviços Agrícolas e Oleaginosas registrou lucro operacional de US$ 867 milhões no segundo trimestre, alta de 129% na comparação anual.

O resultado refletiu principalmente a expansão das margens nas áreas de serviços agrícolas e processamento de oleaginosas na América do Norte, apoiadas pelas obrigações de volume de combustíveis renováveis (RVO, na sigla em inglês) dos Estados Unidos e pelos preços elevados da energia. 

A companhia informou ainda que o trimestre incluiu aproximadamente US$ 100 milhões em impactos líquidos positivos de marcação a mercado e efeitos de timing, principalmente na operação de processamento.

Na divisão de serviços agrícolas, o lucro operacional aumentou 159% em relação ao segundo trimestre de 2025. Entre os fatores apontados pela empresa estão o uso da rede global de ativos em um ambiente operacional mais complexo, a retomada das operações do terminal de exportação de grãos de Barcarena (PA) e o aumento das exportações brasileiras de soja, favorecidas por maiores vendas dos produtores.

No processamento de oleaginosas, o lucro operacional cresceu US$ 330 milhões na comparação anual. Segundo a empresa, além da melhora das margens, o segmento foi beneficiado pelo aumento de aproximadamente 5% no volume global processado, maior utilização dos ativos e demanda aquecida por farelo de soja. A ADM destacou que Brasil e Estados Unidos registraram volumes recordes de exportação de farelo no período.

Já a divisão de produtos refinados e outros apresentou queda de 3% no lucro operacional, em razão, principalmente, de impactos negativos de marcação a mercado e de timing. Os resultados da participação acionária da ADM na Wilmar recuaram cerca de 22% na comparação anual.

Soluções em carboidratos

O segmento de Soluções em Carboidratos registrou lucro operacional de US$ 411 milhões no segundo trimestre, avanço de 22% em relação ao mesmo período de 2025. No acumulado dos seis primeiros meses do ano, o resultado alcançou US$ 767 milhões, alta de 33%.

O desempenho foi impulsionado principalmente pelas margens mais elevadas do etanol na América do Norte, favorecidas pela demanda doméstica, pelas exportações e pelos incentivos de política pública. 

Segundo a empresa, a combinação entre as obrigações de volume de combustíveis renováveis, os preços elevados da energia e a queda dos preços do milho nos Estados Unidos ampliou a competitividade do etanol em relação a outros componentes da mistura de combustíveis.

Na divisão de amidos e adoçantes, o lucro operacional aumentou 7%, apoiado pelas margens do etanol produzido por moagem úmida de milho, embora parte desse avanço tenha sido compensada pela redução dos volumes e das margens de adoçantes líquidos, principalmente na América do Norte.

A operação de processamento de milho por moagem seca registrou aumento de US$ 52 milhões no lucro operacional em relação ao segundo trimestre de 2025.

Nutrição

A divisão de Nutrição, que reúne os negócios de nutrição humana e animal, registrou lucro operacional de US$ 172 milhões no segundo trimestre, crescimento de 51% na comparação anual. No acumulado do primeiro semestre, o segmento somou US$ 307 milhões, alta de 46%.

Na área de nutrição humana, o resultado foi impulsionado pelo crescimento do negócio de aromas e pelo avanço das operações da planta de Decatur East. 

Já a nutrição animal registrou aumento de 50% no lucro operacional, apoiada por melhorias operacionais e pelos efeitos das mudanças no portfólio implementadas ao longo de 2025, segundo a ADM.

Projeções

Após os resultados do segundo trimestre, a ADM revisou para cima sua projeção de EPS (lucro por ação ajustado) para 2026. A companhia passou a estimar um intervalo entre US$ 5,15 e US$ 5,60, acima da previsão anterior, que variava entre US$ 4,15 e US$ 4,70.

Segundo a empresa, a revisão considera a expectativa de continuidade da melhora dos resultados nas operações de processamento de oleaginosas e de etanol, sustentada pelo ambiente favorável de margens após a definição das obrigações de volume de combustíveis renováveis para 2026 e 2027 nos Estados Unidos, além da continuidade da recuperação da divisão de Nutrição.

A ADM informou ainda que segue monitorando fatores macroeconômicos, geopolíticos, regulatórios e comerciais e manteve a previsão de capex (despesas de capital) entre US$ 1,3 bilhão e US$ 1,5 bilhão em 2026.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

IPC-Fipe cai 0,03% em julho, abaixo do esperado, e tem inflação de 3,60% em 12 meses


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, recuou 0,03% em julho, após alta de 0,18% em junho e depois de ficar estável na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira, 4.

O resultado de julho ficou abaixo das estimativas de instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de 0,01% a 0,05%, com mediana de 0,03%.

Entre janeiro e julho, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,08%. Em 12 meses até julho, o índice registrou alta de 3,60%, abaixo da mediana projetada de 3,67% e desacelerando em relação ao ganho de 3,92% no período encerrado em junho.

Em julho, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe perderam força: Alimentação (de 0,13% em junho para -0,69%), Transportes (de 0,10% para -0,13%), Despesas Pessoais (de -0,03% para -0,07%) e Saúde (de 0,31% para 0,10%).

Por outro lado, houve aceleração de junho para julho em Habitação (de 0,34% para 0,57%), Vestuário (de 0,31% para 0,58%) e Educação (de 0,11% para 0,30%).

Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em julho:

– Habitação: 0,57%

Alimentação: -0,69%

Transportes: -0,13%

Continua depois da publicidade

Despesas Pessoais: -0,07%

Saúde: 0,10%

Vestuário: 0,58%

Continua depois da publicidade

Educação: 0,30%

Índice Geral: -0,03%



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Funcionários da CPTM entram em greve; veja linhas afetadas nesta terça


Funcionários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, atualmente operadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), entraram em greve às 0h desta terça-feira (4) por tempo indeterminado. Por volta das 6h45, as linhas 11-Coral e 12-Safira estavam com operação parcial e a linha 13-Jade permanecia paralisada.

Por volta das 5 horas, apenas a linha 11-Coral estava com funcionamento parcial, entre as estações Guaianases e Palmeiras-Barra Funda. As linhas 12-Safira e 13-Jade amanheceram paralisadas, com percurso sendo feito por ônibus estacionados em frente às estações.

Por volta das 5h38, nova atualização no site da CPTM indicava funcionamento parcial também da linha 12, com operação entre Engenheiro Goulart e Brás. A reportagem do Estadão constatou, no entanto, que os trens da 12-Safira ainda estavam parados na plataforma do Brás com as portas fechadas ao público. Os primeiros trens saíram por volta das 6 horas.

A Estação Brás, que conecta as linhas 3-Vermelha, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, está aberta. Ela amanheceu fechada e com grades bloqueando o acesso à linha 12-Safira.

Situação das linhas, segundo a CPTM:

– Linha 10-Turquesa: operação normal (não faz parte da greve).

– Linha 11-Coral: operação parcial (circulação interrompida entre as estações Estudantes e Guaianazes).

– Linha 12-Safira: operação parcial (circulação interrompida entre as estações Calmon Viana e Engenheiro Goulart).

– Linha 13-Jade: paralisada.

Funcionamento de outras linhas

Segundo o Metrô, as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô e a linha 15-Prata do monotrilho amanheceram com Operação Especial para minimizar os impactos da greve dos ferroviários nas linhas 11, 12 e 13. Já as linhas 4-Amarela, 5-Lilás iniciaram o funcionamento com operação normal.

Por volta das 6 horas, já era grande a movimentação de passageiros na estação Corinthians-Itaquera, com filas nas catracas para o acesso ao Metrô.

Suspensão do rodízio

Por causa da greve, a Prefeitura de São Paulo anunciou que o rodízio municipal de veículos está suspenso nesta terça-feira.

Nesta terça, não poderiam circular no centro expandido da cidade os carros e caminhões com placas final 3 ou 4, nos horários entre 7h e 10h e entre 17h e 20h. Com a suspensão, os carros poderão circular em toda a cidade em quaisquer horários do dia.

Decisão da greve

A CPTM recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho, que determinou a operação de 80% do efetivo nos horários de pico e de 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento, o TRT fixou uma multa diária de R$ 400 mil ao sindicato.

– A linha 11-Coral liga as estações Palmeiras-Barra Funda com a Estudantes, em Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo.

– A linha 12-Safira conecta a região central da capital, no Brás, com a região leste da cidade e municípios como Itaquaquecetuba e Poá, na Grande SP.

– A Linha 13-Jade é uma das vias entre São Paulo e o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

De acordo com o governo do Estado, as Linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, que são concedidas, e a 10-Turquesa permanecem em operação regular ao longo desta terça-feira, bem como todo o sistema metroviário, incluindo as linhas administradas pelo Metrô e pelas concessionárias. Para as demais linhas da CPTM, foi acionado o plano de contingência com o objetivo de reduzir os impactos aos passageiros.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Inflação deve ajudar Copom a cortar Selic a 14%; será o último corte do ano?


O Comitê de Política Monetária (Copom) define nesta quarta-feira (5) o novo patamar de juros do Brasil, atualmente em 14,25%. A aposta majoritária (89,5%) no mercado de Opções da B3 aponta para uma redução de 0,25 ponto percentual, levando a taxa a 14%. Pelas projeções do Boletim Focus, este seria o limite de juros para este ano. 

Quem defende o corte de 0,25 na Selic avalia que os juros estão restritivos há bastante tempo, e que a inflação acumulada está convergindo para o teto da meta. Quem prefere a manutenção cita as incertezas da guerra no Oriente Médio, que elevam os preços, aliada à desancoragem das expectativas e do cenário fiscal brasileiro.

Antônio Patrus, diretor da Bossa Invest, integra a ala mais conservadora e avalia que não há sustentação para continuar com a flexibilização, uma vez que o PIB cresceu 1,1% no primeiro trimestre. “O corte precisa ser validado pela inflação. Se houver repique de preços, deterioração cambial ou nova desancoragem das expectativas, esse espaço desaparece rapidamente”, alerta. 

Leia também: Copom: Natalie Victal, da SulAmérica, é “voz dissonante” e defende Selic em pausa

Ruídos, clima e inflação

A última decisão de juros trouxe incertezas para o mercado. A Warren Rena classificou o comunicado anterior como uma surpresa “dovish”, pois o Banco Central justificou que focar a meta apenas no final de 2027 evitaria volatilidade excessiva, gerando dúvidas sobre o rigor da autarquia. Espera-se, segundo economistas, que a decisão desta vez não crie ruídos semelhantes.

No curto prazo, a inflação tem colaborado. O IPCA-15 de julho veio abaixo do esperado, e bancos como JP Morgan e Itaú destacam que os núcleos sensíveis aos juros atingiram os menores patamares em 12 meses, puxados pela descompressão global. Contudo, há outras variáveis no cenário. A consultoria 4intelligence alerta que o El Niño, já em intensidade expressiva, pressionará os alimentos a partir de setembro, enquanto o mercado de trabalho segue sobreaquecido, blindando a inflação de serviços. 

A piora fiscal agrava o quadro. O BTG Pactual projeta que a Dívida Bruta alcançará 81,6% do PIB em 2026, e alerta para o salto expressivo das emissões de títulos pós-fixados (LFTs), que já beiram o teto de 50% do Plano Anual de Financiamento.

Política monetária dos EUA

O cenário se estreita ainda mais devido à política dos Estados Unidos. Na semana passada, o Federal Reserve manteve os juros em pausa. Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, alerta que um tom mais firme do Fed pode fechar o diferencial de juros com o Brasil, afugentando o capital estrangeiro. Esse movimento pressionaria o câmbio, gerando inflação via produtos importados. O choque já é precificado no mercado corporativo. “O tarifaço entra como uma incerteza a mais, porque mesmo sendo um imposto pago dentro dos Estados Unidos (…) ele pressiona o câmbio, e o câmbio costuma ser justamente o canal que faz a inflação subir aqui”, explica André Matos, CEO da MA7 Capital. 

Diante da instabilidade, o fim do ciclo de cortes ganha força. José Alfaix, economista da Rio Bravo Investimentos, aponta que a desancoragem das expectativas de longo prazo “exige que este seja o último corte”. Felipe Rodrigo de Oliveira, da MAG Investimentos, endossa o pessimismo, projetando que o próprio Banco Central reconhecerá a inflação de longo prazo rompendo o teto da meta. 

Continua depois da publicidade

Na trincheira oposta, Arnaldo Lima, economista da Polo Capital, defende que a atual política restritiva já drena a economia o suficiente. Ele projeta cortes até a Selic bater 13,75%. “O processo tende a reduzir gradualmente as pressões salariais e, consequentemente, a inflação de serviços, principal foco de preocupação do Banco Central”, argumenta Lima, sinalizando que a queda no rendimento real dos trabalhadores ditará o ritmo das próximas reuniões. 

O que esperar para a Selic

Diante deste cenário, as projeções para a Selic terminal dividem as maiores casas do mercado. 

A Warren Rena defende em sua análise que a “decisão ideal seria a manutenção da taxa Selic em 14,25%” para evitar ruídos e resgatar a ancoragem das expectativas, alertando que “uma condução mais leniente da política monetária em relação à inflação representaria um risco significativo para a percepção dos agentes econômicos”. Ainda assim, a casa admite que o corte é o caminho mais provável. 

Continua depois da publicidade

O Morgan Stanley revisou sua posição, abandonando a previsão de manutenção para endossar o corte para 14% em agosto. No entanto, o banco norte-americano projeta uma pausa na reunião de setembro, relegando a possibilidade de novos cortes apenas para janeiro de 2027. Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Fórum Investimentos, tem a mesma avaliação. “Para os próximos meses, minha expectativa é de pausa no ciclo de cortes, em vista de nova alta nos preços do petróleo e das incertezas no Irã”. Para Edgar Araújo, CEO da Azumi investimentos, a continuidade do ciclo de cortes vai depender da evolução da inflação corrente, das expectativas, do câmbio e do cenário fiscal. 

Para Leticia Moschioni, sócia da Finscale, ainda que o Copom opte pelo corte, ele continuaria mantendo uma postura cautelosa diante dos riscos.

O JP Morgan projeta reduções consecutivas, prevendo um corte em agosto e outro em setembro, ancorado na hipótese de que a fraqueza da atividade brasileira se aprofundará nos próximos meses. O Itaú, em linha com a estimativa do JP Morgan, estima a Selic encerrando 2026 em 13,75% e espera que o Copom adote no comunicado desta semana um tom de “serenidade e cautela” diante da desancoragem, mantendo as “portas abertas” sem fornecer “forward guidance” (sinalização explícita) sobre o ritmo ou extensão do ciclo. 

Continua depois da publicidade

“O que está em jogo agora é o tamanho do espaço que o Banco Central ainda tem para cortar juros, e esse espaço ficou mais estreito”, afirma André Matos, CEO da MA7 Capital.



Veja matéria completa!

Categorias
matogrossodosul politica_ms

Ator Marco Furlan é preso suspeito por estupro de vulnerável em SP


O ator brasileiro Marco Furlan, de 48 anos, foi preso por estupro de vulnerável na Delegacia de Pindamonhangaba, em São Paulo.

Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), ele foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça.

“Demais detalhes serão preservados devido a natureza da ocorrência e por envolver menor de idade”, informaram em nota.

A CNN Brasil procura a defesa de Marco Furlan. O espaço segue em aberto para posicionamento.

*Sob supervisão de AR.



Veja a matéria completa

Categorias
matogrossodosul politica_ms

Trabalhadores da CPTM entram em greve e trens param em SP; veja linhas


Em assembleia realizada nesta segunda-feira (3), os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram entrar em greve a partir do primeiro minuto de terça-feira (4).

As linhas 11 Coral, 12 Safira e 13 Jade serão afetadas com a paralisação. Não há um prazo definido para a greve. A Prefeitura de São Paulo confirma a suspensão do rodízio.

A categoria protesta contra a privatização das linhas para a concessionária Trivia Trens.

Após um incêndio ocorrido em um vagão no último mês, a operação voltou para a CPTM por 90 dias, em determinação do governo de São Paulo.

Segundo a Artesp, a medida foi tomada para garantir a qualidade do serviço e prevenir falhas como as registradas nos primeiros dias de operação assistida sob responsabilidade da operadora Trivia Trens.

Os funcionários querem a garantia da manutenção dos empregos.

O governo de São Paulo foi procurado pela CNN Brasil e se manifestou por meio de nota.

Segundo a CPTM, a greve não ajuda os trabalhadores.”A paralisação não contribui para a negociação e seu único efeito será o de prejudicar milhares de trabalhadores, estudantes e passageiros que dependem diariamente do transporte ferroviário. É inaceitável que a categoria use a população como instrumento de pressão política”, diz trecho do posicionamento.

O governo ainda afirma que recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho “que determinou a operação de 80% do efetivo nos horários de pico e de 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento, o TRT fixou uma multa diária de R$ 400 mil ao sindicato, completa a nota governamental.

Sobre o funcionamento do restante das linhas a gestão estadual confirma o funcionamento. “As Linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, que são concedidas, e a 10-Turquesa estarão em operação regular, bem como todo o sistema metroviário, incluindo as linhas administradas pelo Metrô e pelas concessionárias. Para as demais linhas da CPTM, o plano de contingência já foi acionado com o objetivo de reduzir os impactos aos passageiros”, finaliza o comunicado.



Veja a matéria completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.