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sem Castro, Benedita da Silva lidera corrida ao Senado no RJ


Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisa e divulgada nesta quinta-feira (4/6) mostra que a deputada federal Benedita da Silva (PT) lidera as intenções de voto para o Senado Federal no Rio de Janeiro. O levantamento é o primeiro a medir o cenário eleitoral após o ex-governador Cláudio Castro (PL) desistir da disputa.

Embora este inelegível por irregularidades cometidas nas eleições de 2022, Castro vinha mantendo sua pré-candidatura ao Senado pelo PL. O político desistiu da disputa nas últimas semanas depois de ser alvo de duas operações da Polícia Federal (PF).

Sem Castro na disputa, a deputada do PT aparece à frente nas intenções de voto, seguida por Marcelo Crivella (Republicanos), que foi prefeito do Rio de Janeiro. O levantamento testou três cenários para a Casa Alta.

1º cenário para o Senado:

  • Benedita da Silva (PT): 34,2%
  • Marcelo Crivella (Republicanos): 26%
  • Márcio Canella (União Brasil): 21,3%
  • Pedro Paulo (PSD): 20,7%
  • Monica Benicio (Psol):  11%
  • Carlos Jordy (PL): 10,4%
  • Mauro Campos (Novo): 9,1%
  • Helio Secco (Missão): 6%
  • Não sabe/não opinou: 6,8%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 14,6%

Pré-candidata ao Senado pelo RJ, a deputada Benedita da Silva (PT)
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Pré-candidata ao Senado pelo RJ, a deputada Benedita da Silva (PT)

Kebec Nogueira / Metrópoles

Deputado Marcelo Crivella (Republicanos)
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Deputado Marcelo Crivella (Republicanos)

Vinícius Schmidt / Metrópoles

Márcio Canella e Flávio Bolsonaro
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Márcio Canella e Flávio Bolsonaro

2º cenário para o Senado:

  • Benedita da Silva (PT): 35,9%
  • Márcio Canella (União Brasil): 23,6%
  • Pedro Paulo (PSD): 22,8%
  • Monica Benicio (Psol):  12,2%
  • Mauro Campos (Novo): 10,7%
  • Waguinho (Republicanos): 10,2%
  • Carlos Portinho (PL): 8,9%
  • Helio Secco (Missão): 6,5%
  • Não sabe/não opinou: 7,4%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 16,4%

3º cenário para o Senado:

  • Marcelo Crivella (Republicanos): 26,5%
  • Benedita da Silva (PT): 26,2%
  • Waguinho (Republicanos): 17,1%
  • Márcio Canella (União Brasil): 21,3%
  • Pedro Paulo (PSD): 10,4%
  • Carlos Jordy (PL): 9,7%
  • Helio Secco (Missão): 8,4%
  • Carlos Portinho (PL): 7,8%
  • Márcio Canella (União Brasil): 7,2%
  • Monica Benicio (Psol):  6,9%
  • Mauro Campos (Novo): 6,5%
  • Não sabe/não opinou: 15,2%
  • Poderia votar em todos: 7,1%

O levantamento ouviu 1.680 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 1º e 3 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código RJ-05645/2026.

Governo para o RJ

O levantamento do Paraná Pesquisa também demonstra que ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) lidera com ampla vantagem as intenções de voto ao governo do estado em todos os cenários testados.

No primeiro cenário, que inclui Douglas Ruas (PL), Anthony Garotinho (Republicanos), André Marinho (Novo), Wilson Witzel (Democrata), Bombeiro Rafa Luz (Missão) e William Siri (Psol), Paes aparece com 48,3% das intenções de voto. Veja:

  • Eduardo Paes (PSD): 48,3%
  • Douglas Ruas (PL): 12,6%
  • Garotinho (Republicanos): 9,2%
  • André Marinho (Novo): 4,2%
  • Wilson Witzel (Democrata): 3,1%
  • Bombeiro Rafa Luz (Missão): 2,6%
  • William Siri (Psol): 0,6%
  • Nenhum/ Branco/Nulos: 12,9%
  • Não sabe/não opinou: 6,5%



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PoderData: 48% veem trabalho da Câmara como ‘péssimo’; Senado índice vai para 44%


A pesquisa foi realizada entre o dia 30 de maio e 1 de junho e ouviu 2.500 pessoas em 166 municípios nas 27 unidades da Federação, e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais e para menos, com nível de confiança de 95%

Kayo Magalhães / Câmara dos DeputadosSessão deliberativa da Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara dos Deputados apreciou nesta quarta-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de fim da escala 6×1.

Uma pesquisa do PoderData divulgada nesta quinta-feira (4) apontou que a Câmara dos Deputados tem uma rejeição maior do que o Senado Federal do Brasil. Os dois aparecem com uma desaprovação de 48% e 44%, respectivamente. A pesquisa foi realizada entre os dias 30 de maio e 1 de junho, ouviu 2.500 pessoas em 166 municípios nas 27 unidades da federação e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento perguntou como os entrevistados avaliavam o trabalho da Câmara dos Deputados: 48% dos entrevistados disseram que avaliam o trabalho como ruim ou péssimo; 34% falaram que é regular; 10%, ótimo ou bom; e 9% não souberam responder.

Questionados sobre como avaliavam o comando da Câmara sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação ao do ex-presidente Jair Bolsonaro, 48% avaliam que está pior do que no mandato anterior. Outros 33% analisam como regular; 10%, como ótimo ou bom; e 9% não souberam responder.

A pesquisa também ouviu os entrevistados sobre como analisam o trabalho do Senado Federal. Para 44% deles, o trabalho está ruim ou péssimo; 33% o analisam como regular; 15%, como ótimo ou bom; e 7% não souberam responder.

Sobre a comparação entre o governo de Lula e o de Bolsonaro, para 44%, o comando atual está pior do que o anterior. Já 33% disseram que está regular, enquanto 15% o avaliaram como ótimo ou bom. Outros 8% não souberam responder.





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Acusação vai pedir anulação de júri do caso Henry: "Aberração jurídica"


Monique Medeiros, mãe do menino, foi condenada por homicídio culposo, mas recebeu perdão judicial



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Por que esquentar o carro de manhã no frio virou desperdício de tempo e dinheiro


A tecnologia automotiva evoluiu, e o velho hábito de deixar o veículo ligado na garagem agora só aumenta o consumo e afeta o bolso do motorista

DivulgaçãoTrechos de serra e baixadas estão mais sujeitos à neblina. Os períodos de maior incidência são o começo da manhã e a madrugada
Com as inovações mecânicas consolidadas nas últimas décadas, a engenharia automotiva aposentou de vez a obrigação de aguardar o aquecimento do conjunto mecânico antes de engatar a primeira marcha e sair de casa.

Você acorda cedo, os termômetros estão lá embaixo e a primeira coisa que faz ao entrar no veículo é dar a partida e ficar parado esperando a temperatura subir. Se você ainda mantém essa rotina rigorosa na sua garagem, saiba que está literalmente queimando dinheiro à toa. Com as inovações mecânicas consolidadas nas últimas décadas, a engenharia automotiva aposentou de vez a obrigação de aguardar o aquecimento do conjunto mecânico antes de engatar a primeira marcha e sair de casa.

O que mudou sob o capô dos veículos

Na época dos antigos carros carburados, o motorista realmente precisava puxar o afogador e ter muita paciência. O sistema antigo dependia inteiramente do calor térmico para que o combustível evaporasse corretamente e a mistura não fizesse o carro engasgar em cada esquina.

Hoje, a realidade tecnológica é completamente diferente. O moderno sistema de injeção eletrônica trabalha em tempo real. Ele lê a temperatura externa e ajusta automaticamente a mistura exata de ar e combustível que deve ser enviada aos cilindros do motor. Essa inteligência garante uma queima perfeita e um funcionamento contínuo desde a primeira faísca da vela, sem depender daquele velho aquecimento prévio com o carro parado na calçada.

Como a partida a frio afeta a rotina na prática

A recomendação técnica atual é extremamente prática e focada em poupar tempo. Ao entrar no veículo, você só precisa virar a chave ou apertar o botão de ignição. O tempo exato que você leva para afivelar o cinto de segurança, ajeitar os espelhos retrovisores e conectar o celular ao rádio é tudo o que a mecânica exige.

Estamos falando de apenas 10 a 30 segundos de espera. Essa pausa mínima serve exclusivamente para que a bomba de óleo consiga lubrificar completamente as engrenagens e partes móveis do motor. Depois disso, o verdadeiro segredo é arrancar de forma muito suave. O aquecimento real e eficiente das peças acontece com o carro em movimento, dirigindo sem forçar acelerações bruscas nos primeiros quarteirões até que o painel mostre a temperatura ideal, o que costuma levar de cinco a dez minutos rodando.

O peso da marcha lenta no consumo de combustível

Ficar ocioso na marcha lenta por cinco minutos é um verdadeiro veneno para o seu orçamento mensal. Enquanto você espera o motor esquentar na garagem, a injeção eletrônica entende que o carro está funcionando em um regime muito abaixo do ideal e acaba injetando combustível em excesso para tentar forçar a elevação da temperatura.

O resultado dessa prática aparece diretamente na bomba do posto de gasolina, já que esse desperdício derruba a média de quilômetros por litro do seu veículo. Além de esvaziar o tanque de maneira desnecessária, deixar o motor ligado parado eleva a poluição e pode provocar desgaste prematuro em componentes essenciais de filtragem, como o catalisador do escapamento.

Dúvidas frequentes

Afinal, é realmente necessário esquentar o motor do carro antes de sair de manhã no frio?

Não. Nos veículos atuais, essa prática é considerada um mito. Basta ligar o carro e aguardar um intervalo de cerca de 10 a 30 segundos apenas para garantir a circulação do óleo. Logo em seguida, você já deve iniciar a viagem dirigindo de maneira leve e sem aceleradas fortes, permitindo que a mecânica atinja o calor ideal enquanto você já está a caminho do seu destino.

As velhas manias de garagem estão perdendo cada vez mais espaço para a eficiência prática. A nova geração de componentes veiculares foi desenhada para a agilidade do trânsito atual. Ligar a ignição, colocar o cinto e seguir viagem com suavidade é hoje a melhor e mais barata receita para preservar a mecânica e aliviar o peso no orçamento do final do mês.





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Crédito bancário lento e alta de custos freiam construção civil e impulsionam FIDCs


A construção civil convive com um estrangulamento operacional que ameaça a viabilidade e o andamento de empreendimentos em todo o país. Operando sob um ambiente de juros e de inflação elevados, o setor lida hoje com prazos longos para a liberação de recursos na rede bancária tradicional, que podem chegar a cerca de 90 dias, segundo fontes ligadas à área. Esse hiato afeta o caixa das incorporadoras, compromete o cronograma físico das obras e redireciona a gestão financeira das empresas para o mercado de capitais.

O cenário reflete nas projeções da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Apesar de o setor ter registrado um bom desempenho no primeiro trimestre de 2026, impulsionando a geração de mais de 120 mil vagas e mantendo a marca de 3 milhões de trabalhadores formais, a entidade reduziu a estimativa de crescimento para o ano, de 2% para 1,2%. O diagnóstico aponta para a alta de custos com materiais, influenciada pelo preço do petróleo e tensões no Oriente Médio, que elevou o INCC-M (que mede os custos do setor) em 1,4% apenas em abril. Além disso, a manutenção de uma taxa Selic projetada na casa dos 13% ao fim do ano voltou a ser o principal obstáculo para uma atividade intensiva em capital.

“Na construção civil, crédito não é apenas preço. É prazo, previsibilidade e aderência ao cronograma. Uma taxa aparentemente menor pode sair cara se o recurso chega tarde demais para cumprir uma etapa crítica da obra”, afirma André Caruso, CEO da Pilar Capital.

Saiba mais: Setor da construção vai bem no 1° tri, mas alta nos custos reduz projeção para o ano

O gargalo do financiamento tradicional

Os dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), compilados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), mostram a inconstância no financiamento para construtoras e incorporadoras nos últimos anos. Em 2024, o volume atingiu o pico recente de R$ 46,2 bilhões (176.838 unidades). No ano fechado de 2025, houve um recuo para R$ 30,8 bilhões (117.104 unidades).

Embora o primeiro quadrimestre de 2026 tenha mostrado uma recuperação no crédito tradicional, alcançando R$ 14,4 bilhões contra R$ 5,6 bilhões no mesmo período de 2025, a lentidão no repasse transforma a burocracia bancária em obstáculo na operação. A espera de três meses força construtoras a paralisar etapas do projeto e a adiar compras essenciais, como aço e concreto. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não confirma o tempo médio de espera de concessão de crédito, afirmando que cada instituição bancária lida com seus prazos internos.

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Leia também: CNI: Condições financeiras do setor da construção pioram com matérias primas em alta

Crédito estruturado na contramão do mercado

A incompatibilidade entre a urgência do canteiro e a morosidade bancária vem aquecendo a busca por alternativas. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o mercado de crédito privado movimentou R$ 192,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 22,5% sobre o ano anterior.

O destaque vai para os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Em abril, a indústria geral de fundos registrou um resgate líquido de R$ 18,1 bilhões. A renda fixa perdeu R$ 19,3 bilhões, enquanto os multimercados perderam R$ 5,4 bilhões. Na contramão, os FIDCs registraram a maior captação mensal do mercado, com entrada líquida de R$ 4,5 bilhões, acumulando saldo positivo de R$ 12,1 bilhões no ano.

Saiba mais: LCI, CRI e FII avançam no funding imobiliário, enquanto poupança estaciona

Na prática, o FIDC compra ou estrutura recebíveis — como contratos, parcelas de vendas e duplicatas — transformando esse fluxo futuro em liquidez imediata para as empresas.

“O dado de abril mostra que o investidor está olhando para o FIDC como uma estrutura de crédito conectada à economia real. O FIDC transforma o fluxo em uma carteira acompanhada por regras, controles e governança, permitindo que o capital chegue de forma mais estruturada às empresas e ofereça ao investidor uma exposição diferente daquela encontrada em fundos mais tradicionais”, explica Vicente Guimarães, Diretor de RI do Grupo IOX.

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Para as incorporadoras de médio porte, que possuem viabilidade técnica mas esbarram nos grandes bancos, esse modelo pode ser uma boa saída para o fluxo de caixa. “O FIDC ganhou espaço porque responde a duas necessidades do mercado brasileiro. De um lado, empresas buscam alternativas em um ambiente de juros altos. De outro, investidores procuram instrumentos com lastro, previsibilidade e análise de risco mais detalhada”, completa Guimarães.

A Pilar Capital, por exemplo, atua com projetos imobiliários de R$ 5 milhões a mais de R$ 300 milhões. Por meio de um FIDC gerido pela Artesanal Investimentos, a empresa mantém hoje mais de 100 empreendimentos sob monitoramento, viabilizando projetos que somam um Valor Geral de Vendas (VGV) superior a R$ 3 bilhões.

“O setor imobiliário não pode depender de um modelo único de financiamento quando o ciclo da obra exige decisões rápidas”, conclui Caruso.



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Henry Borel: entenda o que é o perdão judicial dado a Monique Medeiros


Mãe de Henry Borel recebeu perdão pelo crime de homicídio culposo. Jairinho foi condenado a 43 anos de prisão



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O que fazer para o limpador de para-brisa parar de fazer barulho no outono


A queda brusca de temperatura acelera o desgaste das borrachas, mas cuidados rápidos na garagem podem salvar a visibilidade e o seu bolso

ReproduçãoVidro do carro embaçado na chuva

As manhãs geladas e a umidade imprevisível do outono trazem de volta um incômodo bem familiar para os motoristas: aquele rangido alto ao ligar o limpador de para-brisa. Em vez de deslizar suavemente e limpar o vidro, as hastes trepidam e arranham, deixando rastros de água que distorcem completamente a visão. Esse cenário incômodo não significa necessariamente que a peça estragou de vez. Muitas vezes, a borracha apenas sofreu com o choque térmico e a falta de uso constante nos meses anteriores.

Saber exatamente como evitar que as palhetas do limpador ressequem e façam barulho nos dias frios do outono é uma rotina rápida que evita idas desnecessárias à oficina. A solução passa por entender a diferença básica entre uma peça ressecada pela sujeira e uma borracha que efetivamente já chegou ao fim de sua vida útil.

Por que o outono é o vilão das borrachas do carro

Durante as estações mais quentes, as palhetas acumulam naturalmente poeira, fuligem e resíduos de asfalto. Quando a temperatura cai subitamente no outono, a umidade do ar diminui e a borracha, que naturalmente precisa de flexibilidade para varrer, perde a sua capacidade de hidratação. O material endurece consideravelmente e perde a aderência ideal no contato direto com o vidro.

Em vez de flexionar ao passar pela superfície, a lâmina rígida pula no vidro. É exatamente essa perda de maleabilidade que causa a trepidação sonora que irrita qualquer motorista. Se o limpador for ativado a seco na primeira hora da manhã, o atrito se torna ainda mais agressivo, forçando o motor elétrico e acelerando o desgaste das palhetas.

O truque simples para limpar e hidratar as hastes

Recuperar a maciez da peça exige apenas alguns minutos na garagem. O primeiro passo é levantar as hastes e passar um pano limpo umedecido com água e sabão neutro ao longo de toda a extensão da borracha. Esse movimento simples e rápido remove a película de sujeira cristalizada que bloqueia a flexibilidade da peça.

A regra de ouro nesta etapa é fugir dos produtos abrasivos. Nunca aplique álcool, querosene, desengraxantes ou detergentes agressivos na limpeza, pois esses compostos químicos derretem a proteção original de fábrica e causam um ressecamento irreversível. Se após a higienização a peça continuar deixando rastros ou apresentando rachaduras visíveis, a substituição por um par novo é inevitável.

O preço amargo de arranhar o para-brisa

Ignorar o aviso sonoro do limpador trepidando no vidro não atinge apenas o conforto acústico; pesa fortemente no bolso do consumidor. Uma haste ressecada e com a borracha gravemente comprometida pode expor a parte metálica ou plástica da estrutura. Em poucos dias de chuva contínua, o movimento vai cavar micro arranhões na superfície delicada do para-brisa.

Enquanto um par de palhetas novas custa, em média, entre R$ 50 e R$ 150, reparar o estrago colateral no vidro é muito mais salgado. Um polimento profissional para tirar riscos superficiais tem custo elevado no mercado automotivo. Se o vidro for severamente danificado, a troca do para-brisa inteiro varia de R$ 230 a R$ 5.000, dependendo da tecnologia embarcada de fábrica, como sensores de chuva e aquecimento.Manter o sistema de limpeza em dia é uma questão básica de segurança viária.

Em uma tempestade repentina de fim de tarde, a visibilidade clara é o único recurso do motorista para evitar acidentes e imprevistos na via. Cuidar das palhetas preventivamente garante uma viagem tranquila e blinda a integridade financeira do seu veículo contra gastos imprevistos.





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Henry Borel: Jairinho é condenado por homicídio duplamente qualificado e Monique por homicídio culposo


Com 10 dias de duração, Julgamento foi o mais longo do RJ em 18 anos. Jairinho e Monique Medeiros foram condenados a



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Como usar o farol de neblina corretamente e evitar multas no trânsito


Uso incorreto da luz auxiliar pode ofuscar outros motoristas e render infração média pesada para o bolso

Reprodução/PixabayVista de rodovia
Saber quando e como usar o farol de neblina do carro para dirigir com segurança em dias com pouca visibilidade é essencial para evitar acidentes e infrações.

Basta a chuva apertar ou a cerração baixar na estrada para que muitos motoristas cometam um erro quase instintivo: acionar absolutamente todas as luzes disponíveis no painel do carro. Essa atitude, longe de garantir a segurança no trânsito, prejudica a visibilidade geral da via e coloca o condutor na mira da fiscalização de trânsito. Saber quando e como usar o farol de neblina do carro para dirigir com segurança em dias com pouca visibilidade é essencial para evitar acidentes e infrações.

A diferença real entre as luzes auxiliares

Existe uma confusão histórica entre os diferentes conjuntos ópticos instalados nos para-choques dos automóveis. O farol de milha e o farol de neblina possuem funções completamente diferentes. O primeiro funciona como um verdadeiro canhão de luz, focado em atingir distâncias longas em vias sem iluminação pública. Ele atua como um complemento direto para o farol alto original de fábrica.

Já o farol de neblina tem um foco rasteiro e bastante espalhado. Ele fica posicionado bem próximo ao chão exatamente para iluminar as marcações da pista por baixo da camada mais densa de fumaça ou neblina. Como a luz tem um feixe mais aberto e curto, ela consegue perfurar a barreira climática sem refletir nas gotas de água ou nas partículas suspensas, barrando o ofuscamento da sua própria visão de dentro da cabine.

O jeito certo de acionar na chuva ou cerração

Na prática, a regra de ouro para a condução é o bom senso. A luz auxiliar de neblina só deve entrar em cena quando as condições climáticas exigirem reforço visual, como tempestades fortes, poeira densa na estrada ou trechos de serra sob nevoeiro.

É muito comum encontrar motoristas rodando no perímetro urbano, em noites limpas, com o farol de neblina ligado apenas por uma questão estética. Esse hábito gera um incômodo severo para o condutor que trafega no sentido oposto, pois a luminosidade paralela à pista cansa a visão de quem cruza com o seu veículo. O acionamento correto pede que o farol baixo esteja sempre ativado como fonte de luz principal, enquanto a iluminação de neblina faz apenas o suporte inferior no asfalto.

O peso do erro nas multas e na manutenção

O rigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foca exatamente no uso adequado dos faróis para garantir fluidez e prevenir engavetamentos. Transitar sob chuva, neblina ou cerração mantendo a iluminação principal desligada, confiando apenas no feixe auxiliar ou na luz de posição, rende uma autuação garantida.

A punição para quem não mantém o farol baixo acionado durante condições de visibilidade reduzida é uma infração média. O motorista autuado recebe quatro pontos na carteira de habilitação e precisa pagar uma multa fixada no valor de R$ 130,16. Além do peso financeiro imediato da punição, o acionamento constante e desnecessário do conjunto óptico reduz a vida útil das lâmpadas e sobrecarrega o sistema elétrico do carro, gerando gastos extras na oficina de forma precoce.

Dúvidas comuns sobre iluminação automotiva

Posso substituir o farol baixo pelo farol de neblina durante o dia na estrada?

Não. A legislação federal exige o uso do farol baixo ou do sistema de rodagem diurna em rodovias de pista simples fora do perímetro urbano. O conjunto auxiliar de neblina não substitui essa obrigatoriedade, e seu uso isolado também resulta na cobrança de multa pelo descumprimento da norma de segurança.

Ligar a lanterna de neblina traseira sem necessidade gera problemas reais?

Sim. A peça de neblina traseira possui uma tonalidade vermelha extremamente forte. Se ativada em condições de tempo limpo, ela causa distração em quem vem logo atrás e atrapalha a percepção visual do acionamento do freio, elevando o perigo de colisões traseiras dentro da cidade.

Os carros mais modernos dispensam os ajustes manuais dos faróis?

Apesar da tecnologia dos sensores automáticos acenderem o feixe baixo em túneis ou assim que a noite cai, a imensa maioria dos sistemas exige que a pessoa no volante faça a ativação manual das luzes auxiliares de neblina utilizando os comandos do painel ou a alavanca lateral.

A tecnologia caminha para integrar cada vez mais radares e câmeras que leem o trajeto e ajustam a luminosidade de forma 100% autônoma de acordo com o clima. Até que essa automação de ponta seja o padrão absoluto e acessível nas ruas de todo o país, o controle manual consciente continua sendo a principal ferramenta de proteção para as famílias brasileiras.





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China rejeita acusação dos EUA e critica nova ameaça tarifária de Trump


A China rejeitou as acusações dos Estados Unidos de que produtos exportados pelo país seriam fabricados com trabalho forçado, após o governo de Donald Trump anunciar a intenção de impor novas tarifas a dezenas de parceiros comerciais.

Segundo o relatório divulgado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), a China e outros países, incluindo o Brasil, teriam falhado em impedir a entrada e a circulação de mercadorias produzidas sob condições consideradas abusivas, o que justificaria uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos.

Pequim, no entanto, negou categoricamente as alegações. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, rejeitou as acusações e afirmou que a questão está sendo usada para justificar novas restrições comerciais.

“Não existe trabalho forçado na China, e nos opomos a que isso seja usado como desculpa para manipulação política”, declarou a representante do governo chinês.

O governo chinês também defendeu que divergências econômicas e comerciais sejam resolvidas por meio do diálogo e da cooperação, argumentando que medidas unilaterais e novas barreiras tarifárias prejudicam o comércio global. Segundo Pequim, uma escalada nas tensões comerciais não beneficia nenhuma das partes envolvidas.

As novas acusações surgem poucos dias após Trump retornar de uma visita oficial à China, onde se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping. Durante o encontro, os dois líderes discutiram a ampliação do acesso de empresas americanas ao mercado chinês e o aumento dos investimentos chineses nos Estados Unidos, em uma tentativa de fortalecer os laços econômicos entre as duas maiores economias do mundo.

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