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Procuradoria rejeita alegação de Petro sobre fraude em eleição da Colômbia


O presidente colombiano levantou dúvida sobre a precisão da apuração dos votos após o seu candidato terminar o 1º turno na segunda colocação

Sergio Yate / AFPO presidente da Colômbia, Gustavo Petro, discursa durante uma cerimônia militar para apresentar os novos comandantes das Forças Armadas em Bogotá, em 29 de dezembro de 2025. (Foto de Sergio Yate / AFP)
Petro sugeriu que o software utilizado na contagem preliminar de votos foi alterado

A entidade estatal responsável por fiscalizar os agentes públicos na Colômbia rejeitou nesta segunda-feira (1º) as supostas irregularidades denunciadas pelo presidente colombiano, Gustavo Petro, na contagem de votos do primeiro turno da eleição presidencial, em que seu candidato ficou em segundo lugar.

O presidente e seu aliado, o candidato Iván Cepeda, levantaram dúvidas sobre a precisão da apuração preliminar na qual o candidato de extrema direita, Abelardo de la Espriella, venceu por pequena margem e com quem disputará o segundo turno em 21 de junho.

“Não se conhece nenhuma prova ou indício” que sustente as supostas irregularidades apontadas por Petro e Cepeda, declarou Gregorio Eljach, chefe da Procuradoria-Geral, um órgão de controle independente.

Petro sugeriu no X, no domingo (31), que o software utilizado para a contagem preliminar dos votos, desenvolvido por uma empresa privada, foi alterado e que “centenas de milhares de votos foram acrescentados”.

Nesta segunda-feira (1º), Cepeda moderou sua posição e afirmou que aguardará a apuração definitiva para se pronunciar, embora não tenha “evidências” de “eventuais irregularidades”.

A Justiça Eleitoral organiza as eleições na Colômbia e realiza uma contagem rápida no mesmo dia da votação, embora os dados não sejam definitivos.

Paralelamente, é realizada a apuração oficial sob supervisão do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que posteriormente declara e consolida os resultados.

Segundo o órgão, 99,88% das seções eleitorais já haviam sido apuradas na tarde de segunda-feira. O chefe da entidade, Hernán Penagos, disse à rádio Blu que a apuração será concluída “de hoje para amanhã” e que, em seguida, as informações serão entregues ao CNE.

Consultado pela AFP, um responsável do CNE afirmou que os resultados definitivos podem levar “semanas” para serem divulgados.

Por lei, o presidente não tem “competência” na Colômbia para “decidir sobre a aceitação ou não” dos resultados eleitorais, afirmou Eljach.

De la Espriella venceu o primeiro turno no domingo com 43,7% dos votos, enquanto Cepeda obteve 40,9%.





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Lula manda Durigan avaliar impacto de ação dos EUA sobre PCC e CV


Durigan disse que intenção é evitar prejuízos para economia do país após decisão dos Estados Unidos



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Nelsinho Trad defende cautela sobre classificação de facções como terroristas


Parlamentar defendeu fim da polarização política e mencionou que conversa entre Flávio Bolsonaro e Trump era necessária

Waldemir Barreto/Agência SenadoSenador Nelsinho Trad
Senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, afirmou que a eventual classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos Estados Unidos deve ser tratada com cautela. Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, o parlamentar defendeu que o tema seja conduzido por meio de cooperação internacional e sem viés partidário.

De acordo com o senador, o combate ao crime organizado exige maior integração entre os países e organismos internacionais. Para ele, os atuais mecanismos de cooperação na área da segurança pública ainda apresentam falhas e precisam ser aprimorados com investimentos em tecnologia e participação conjunta de diferentes setores da sociedade.

Ao comentar a iniciativa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de procurar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar do tema, Nelsinho Trad avaliou que a medida foi necessária. No entanto, ressaltou que o assunto exige responsabilidade, especialmente em um período marcado por disputas eleitorais, e que todas as ações devem ter como foco principal o fortalecimento da segurança.

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Loterias: Lotofácil sorteia R$ 9 milhões hoje (1º/6). Confira resultado


Além da Lotofácil, a Caixa Econômica Federal sorteou números da Lotomania, Dupla Sena e Super Sete



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Eloos: Setor debate desafios e gargalos da cadeia do leite no Brasil

O setor lácteo brasileiro foi o principal destaque do painel “Safra forte, estrutura frágil: os gargalos do agro brasileiro”, realizado durante o evento Eloos, promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte. Esta segunda-feira (1º) também celebra o Dia Mundial do Leite.

O debate reuniu lideranças, pesquisadores e representantes institucionais para discutir os desafios estruturais da cadeia produtiva do leite, incluindo concorrência internacional, insegurança jurídica, gargalos logísticos e baixa capacidade de armazenagem.

O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, José Luiz Bellini, destacou que o Brasil não pode aceitar uma competição desleal no setor e defendeu uma abordagem mais estruturada para a cadeia leiteira.

Segundo ele, o país produz cerca de 35 bilhões de litros de leite por ano e precisa garantir condições de concorrência equilibradas para o produtor nacional.

Bellini afirmou ainda que práticas como o dumping não devem ser tratadas de forma pontual, mas dentro de uma governança mais ampla do setor.

Ele ressaltou o papel da Embrapa Gado de Leite, que conta com cerca de 150 especialistas dedicados ao desenvolvimento de tecnologias e sistemas de produção mais sustentáveis e competitivos.

O dirigente também defendeu maior suporte técnico ao produtor diante das transformações do mercado e das exigências regulatórias.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Alexandre Lacerda, reforçou as preocupações com a concorrência externa e defendeu a revisão de acordos comerciais com países como Argentina e Uruguai. Ele alertou para a falta de medidas mais eficazes de proteção ao produtor de leite brasileiro.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), também participou do debate e defendeu maior atenção à estrutura da pecuária leiteira brasileira.

Ele destacou que o país possui dois perfis distintos de produção no setor e defendeu a criação de um plano específico de aquisição de leite para fortalecer a cadeia.

Caiado afirmou ainda que o setor leiteiro não deve entrar nas negociação em acordos internacionais, como forma de proteger o produtor nacional da concorrência externa.

O ex-governador relatou ainda experiência recente em viagem à Índia, onde observou a existência de cerca de 15 mil pesquisadores dedicados exclusivamente ao setor leiteiro.

Segundo ele, o Brasil ainda enfrenta atraso significativo em pesquisa aplicada ao setor, reforçando a necessidade de aproximar a ciência da realidade do campo e garantir que as tecnologias desenvolvidas possam ser efetivamente implementadas.

A editora e analista da CNN Agro Fernanda Pressinott chamou atenção para gargalos estruturais relevantes, como a falta de armazenagem no país.

Segundo ela, cerca de 40% da safra brasileira não possui capacidade adequada de estocagem, o que reduz a autonomia do produtor e aumenta a exposição às variações de mercado.

Ela também destacou problemas logísticos na cadeia do leite e da pecuária e reforçou a necessidade de ampliação dos investimentos públicos e privados em infraestrutura, além do impacto dos juros elevados sobre o setor.

A vice-presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Núbia de Paula, destacou a insegurança jurídica como um dos principais entraves ao crescimento do agronegócio.

Segundo ela, a ausência de previsibilidade contratual, a burocracia excessiva e os desafios no licenciamento ambiental comprometem investimentos e limitam a expansão do setor.

Núbia defendeu maior estabilidade regulatória, redução da burocracia e racionalização dos processos ambientais, afirmando que o Estado precisa atuar como parceiro estratégico do produtor rural.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mercado-de-leite-no-brasil-recuperacao-gradual-de-precos-em-2026/

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Mulher cai em bueiro no Rio após tampa ceder; veja vídeo


Pouco antes, uma câmera de segurança flagrou dois homens mexendo na mesma estrutura

DivulgaçãoMomento em que a vítima cai por inteiro no bueiro
Momento em que a vítima cai por inteiro no bueiro

Uma mulher caiu com o corpo inteiro em um bueiro no bairro Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de domingo (31), após a tampa ceder. Uma câmera de segurança gravou o acidente.

Eram por volta das 7h40 quando a mulher desceu de uma moto e, ao andar pela calçada, a caminho do trabalho, pisou na tampa e desapareceu. O caso foi na Rua Oto de Alencar, em frente a uma escola.

Pouco antes, por volta das 2h da manhã, a mesma câmera já tinha flagrado dois homens mexendo na tampa da estrutura. A prefeitura informou a suspeita de tentativa de furto.

O motociclista que a havia deixado no local viu a movimentação e foi ajudá-la. O Corpo de Bombeiros foi acionados e ela foi levada para o Hospital Federal do Andaraí com alguns ferimentos.

Os bombeiros utilizaram equipamentos especiais de salvamento em altura para alcançá-la no interior do bueiro e realizar a retirada. Ela precisou ser imobilizada para ser levada ao hospital. O quadro de saúde exige que ela permaneça sob observação médica devido a lesões e ferimentos identificados na região da cabeça e nos braços.

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Eloos: Dependência de fertilizante expõe vulnerabilidade do agro brasileiro

A forte dependência brasileira de fertilizantes importados esteve entre os principais temas debatidos no painel “Do campo à geopolítica: o agro no centro das decisões globais”, realizado durante o evento Eloos, nesta segunda-feira (1º), promovido pela Itatiaia em parceria com a CNN Brasil, em Belo Horizonte.

Durante o painel, Adriana Maugeri, presidente da Amif (Associação Mineira da Indústria Florestal), alertou para a vulnerabilidade do agronegócio brasileiro diante das tensões geopolíticas internacionais.

Segundo ela, mais de 80% dos fertilizantes utilizados no agronegócio brasileiro vêm do exterior, tornando a produção agrícola dependente de mercados estratégicos e sujeita a oscilações de preços, conflitos e restrições comerciais.

A executiva destacou que a questão vai além da disponibilidade de insumos e está diretamente ligada à segurança alimentar e à competitividade do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo.

Para ela, apesar dos avanços promovidos pelo Plano Nacional de Fertilizantes, o programa sozinho não será capaz de resolver todos os desafios enfrentados pelo setor.

Outro ponto levantado por Adriana foi a elevada carga tributária incidente sobre a cadeia produtiva, fator que, segundo ela, dificulta investimentos e reduz a competitividade da produção nacional de fertilizantes.

A presidente da Amif defendeu políticas estruturantes e de longo prazo para ampliar a produção doméstica e reduzir a dependência externa.

O tema também foi abordado pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que ressaltou que a redução dessa dependência passa pela ampliação da produção nacional e pelo avanço de projetos que enfrentam entraves regulatórios e ambientais.

Segundo o senador, há áreas com potencial para exploração de matérias-primas destinadas à fabricação de fertilizantes, mas que esbarram em processos de licenciamento considerados complexos e demorados.

Ele defendeu a modernização dos procedimentos e a busca por parcerias internacionais para transferência de tecnologia, permitindo aumentar a produção com menor impacto ambiental.

Flávio Bolsonaro também destacou que novas fontes de fertilizantes e tecnologias mais sustentáveis já estão disponíveis no mercado, o que pode contribuir para reduzir a dependência externa e ampliar a segurança de abastecimento do agronegócio brasileiro.

Setor Florestal

Além dos fertilizantes, os participantes discutiram os desafios impostos pelas exigências ambientais e de rastreabilidade dos mercados internacionais.

Adriana Maugeri afirmou que o setor florestal brasileiro muitas vezes é associado ao desmatamento, apesar de manter elevados índices de preservação ambiental.

Segundo ela, é necessário que as regras de rastreabilidade reconheçam as características da produção nacional e valorizem as boas práticas já adotadas pelos produtores brasileiros.

A executiva destacou ainda que o Brasil possui vantagens competitivas importantes, como a elevada produtividade do eucalipto, que supera a de diversos países concorrentes.

De acordo com ela, o cenário geopolítico atual abre oportunidades para acordos de longo prazo, transferência de tecnologia e agregação de valor à produção nacional, reduzindo a dependência da exportação de commodities.

Adriana também ressaltou que a cadeia produtiva florestal reúne desde pequenos produtores até grandes empresas, gerando emprego, renda e desenvolvimento econômico em diferentes regiões do país.

Já o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Thales Almeida, destacou a importância econômica da atividade florestal para o estado. Segundo ele, o setor florestal representa atualmente a maior cultura agrícola de Minas Gerais e vem ampliando sua relevância no comércio exterior.

O secretário ressaltou que, pelo segundo ano consecutivo, as exportações da cadeia florestal mineira superam as da mineração, evidenciando a força de um setor que combina geração de renda, sustentabilidade e protagonismo internacional.

O estado lidera o ranking nacional de florestas plantadas, com cerca de 2,3 milhões de hectares, o equivalente a 24% de toda a base florestal brasileira. A área é quase o dobro da registrada em São Paulo, segundo colocado no ranking nacional, com aproximadamente 1,2 milhão de hectares.

A presidente da Amif destacou ainda que o mundo está voltando os olhos para a produção florestal brasileira, não apenas pela competitividade da celulose, mas também pelo potencial do setor.

“O agro precisa ser definido como um tema de segurança alimentar e energética”, afirmou. Segundo ela, a biomassa proveniente de florestas renováveis coloca o Brasil em posição privilegiada diante da demanda mundial por fontes de energia mais sustentáveis.

Segurança no campo

Outro tema abordado durante o painel foi a necessidade de fortalecer mecanismos de proteção ao produtor rural. O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) defendeu a ampliação do seguro rural como ferramenta para aumentar a segurança no campo.

Segundo ele, a previsibilidade proporcionada pelo seguro é fundamental em um momento de custos elevados, juros altos e maior exposição a riscos climáticos e de mercado.

A instabilidade geopolítica tem ampliado a relevância do setor florestal dentro das discussões globais sobre segurança alimentar, segurança energética e desenvolvimento sustentável.

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Dark Horse: base ataca e oposição desvincula Flávio de operação contra produtora


Nos bastidores, aliados evitaram se manifestar para não vincular senador ao caso, que negou relação entre a investigação e o filme



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Preços de diesel, gasolina e etanol caíram em maio em São Paulo, aponta pesquisa


Análise considera mais de 19 milhões de litros abastecidos na capital paulista entre abril e maio de 2026

ANTONIO MACHADO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOImagens de bombas de abastecimento de veículos em posto de combustíveis
Etanol apresentou as maiores reduções em maio, de acordo com o estudo

Os preços dos principais combustíveis caíram na cidade de São Paulo ao longo de maio, segundo monitoramento mensal do Sem Parar. O levantamento aponta recuo no diesel, na gasolina e no etanol na comparação com o mês anterior, após meses de alta. A análise considera mais de 19 milhões de litros abastecidos na capital paulista entre abril e maio de 2026.

O etanol apresentou as maiores reduções em maio, de acordo com o estudo. O etanol comum caiu 8,5%, de R$ 4,54 para R$ 4,15. O etanol aditivado recuou 6%, de R$ 4,99 para R$ 4,68. No diesel, o Sem Parar registrou as maiores quedas do combustível no mês. O diesel comum recuou 3,8%, de R$ 7,50 para R$ 7,21. O diesel aditivado caiu 3%, de R$ 7,71 para R$ 7,48. Na gasolina, a versão comum teve queda de 2,2%, de R$ 6,65 para R$ 6,51. Já a gasolina aditivada registrou diminuição de 2,1%, de R$ 7,25 para R$ 7,10.

Diferenças entre regiões

O monitoramento também apontou variações de preços entre as regiões da cidade. A maior diferença foi observada na gasolina aditivada, com variação de R$ 0,61 por litro entre as Zonas Norte e Sul, onde os preços oscilaram de R$ 6,69 para R$ 7,30.

Na gasolina comum, os valores ficaram entre R$ 6,39 na Zona Norte e R$ 6,55 na Zona Oeste. No diesel aditivado, o menor preço foi registrado na Zona Norte, a R$ 7,22, e o maior na Zona Sul, a R$ 7,66. O diesel comum teve menor preço de R$ 7,08 na Zona Leste e chegou a R$ 7,34 na Zona Sul.

No etanol aditivado, os preços variaram entre R$ 4,39 na Zona Norte e R$ 4,92 na Zona Oeste. O etanol comum oscilou de R$ 4,11 na Zona Norte a R$ 4,18 nas Zonas Leste e Sul.





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Corpus Christi, Parada LGBT+ e Marcha para Jesus na semana: turismo de SP agradece


A combinação na mesma semana entre o feriado prolongado de Corpus Christi, a Marcha para Jesus e a Parada do Orgulho LGBT+ vai impulsionar a hotelaria paulista em 2026. A expectativa da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) é de que o setor deve movimentar R$ 166,2 milhões nesses dias, um valor 7% superior ao registrado na mesma época do ano passado.

Além da capital paulista, o interior e o litoral também devem ter ganhos de faturamento com o feriado prolongado

O feriado de Corpus Christi acontece na quinta-feira (4 de junho), mesma data da 34ª da Marcha para Jesus. No ano passado, o evento religioso reuniu mais de 2,5 milhões de pessoas, número recorde que os organizadores acreditam que será batido novamente.

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No domingo (7), acontece a 30ª Parada do Orgulho LGBT+, que atingiu um público estimado de 4 milhões de pessoas no ano passado e movimentou cerca de R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, com crescimento de 16% em relação ao ano anterior.

Marcha para Jesus ocorreu na cidade de São Paulo (SP), no feriado de Corpus Christi, em 30 de maio (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

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De acordo com a Fhoresp, entidade que representa mais de 500 mil estabelecimentos e 24 sindicatos patronais no estado de São Paulo, com mais viagens de turistas aos destinos do interior e do litoral, além da movimentação da capital, o faturamento em hospedagem deve chegar a R$ 166,23 milhões, ante R$ 154, 59 milhões registrados no feriadão de 2025 – um incremento estimado em 7%.

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Em números absolutos, 88.647 quartos deverão ser ocupados durante todo o período, segundo levantamento da Federação. O destaque fica com o interior paulista, sobretudo os municípios voltados ao turismo de lazer e aventura. A expectativa de ocupação média nesse segmento é de 80% – maior taxa entre todas as regiões analisadas pela entidade. O faturamento estimado é de R$ 64 milhões:

“Muitos turistas estão optando, nesta época, que é de mais frio, por hotéis-fazenda, estâncias termais, destinos de Turismo de aventura e cidades em regiões serranas”, observa Bruno Omori, diretor de Hospitalidade e Jogos da Fhoresp.

A capital paulista vem na sequência de maior procura por parte dos turistas na emenda de Corpus Christi. A ocupação esperada é de 56%, com diária média de R$ 450, e injeção no setor de hospedagem de R$ 60 milhões.

Para Omori, a Marcha para Jesus e a Parada LGBT+ justificam maior fluxo de visitantes na cidade de São Paulo, nesta época. “Sem estes eventos, a ocupação dos hotéis paulistanos ficaria entre 25% e 30% durante o feriado de Corpus Christi. Ocorre que atrações desta natureza recebem visitantes de diversas regiões do país e ampliam significativamente a demanda por hospedagem em São Paulo, no período”, explica.

O litoral deve registrar procura de 55%, com faturamento de R$ 42,1 milhões. Embora apresente desempenho positivo, destinos com praias tendem a crescer em ritmo mais moderado em comparação com o interior e a capital neste feriado.

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Para o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, os números reforçam a importância estratégica do Turismo e de toda a rede hoteleira para a Economia paulista. Estes números consolidam o Corpus Christi como um dos feriados mais relevantes do ano para o nosso segmento. Somado a isto, temos os eventos de grande porte, como é o caso da Marcha para Jesus e a Parada do Orgulho LGBT+, que ajudam, indiscutivelmente, a movimentar a cadeia da Hospitalidade como um todo, incluindo a geração de empregos”, avalia o representante da Federação.



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