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Cacau Brasil Agrofloresta recebe US$ 31 milhões

O projeto Cacau Brasil Agrofloresta contará com investimentos de US$ 31 milhões ao longo dos próximos quatro anos para promover sistemas agroflorestais na cadeia produtiva do cacau nos estados do Pará e da Bahia. Os recursos incluem mais de US$ 23 milhões do Fundo Verde para o Clima e US$ 7,8 milhões da Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira).

A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Ceplac, o IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura) e o Sistema Faepa/Senar. 

O projeto tem como objetivo apoiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por meio da adoção de sistemas agroflorestais na produção de cacau nos biomas Amazônia e Mata Atlântica.

Entre as metas previstas está a implantação de mais de 12 mil hectares de SAFs (Sistemas Agroflorestais) nas áreas de atuação do projeto. De acordo com a Ceplac, a expectativa é que a iniciativa contribua para o sequestro de carbono.

O projeto prevê a utilização de tecnologias voltadas à produção sustentável de cacau, com foco na integração entre cultivo agrícola e conservação ambiental. A proposta inclui o plantio de cacaueiros em sistemas agroflorestais, modelo que combina a cultura do cacau com espécies arbóreas e vegetação nativa.

A aprovação do Cacau Brasil Agrofloresta pelo IICA foi anunciada durante a COP 30, e a execução do projeto terá início após seu lançamento oficial, realizado na última semana.

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Petrobras deve abrir novo concurso em 2026


A expectativa por um novo concurso da Petrobras voltou a ganhar força nos bastidores do setor público e entre especialistas em concursos



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eleva projeção de inflação para 2026 pela 12ª semana seguida


Os economistas consultados pelo Banco Central elevaram pela 12ª semana consecutiva a projeção para a inflação de 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira. A estimativa para o IPCA passou de 5,04% para 5,09%. Por outro lado, os analistas reduziram a projeção para o câmbio pela segunda semana seguida.

Inflação

A projeção para o IPCA de 2026 subiu de 5,04% para 5,09%, marcando a 12ª alta consecutiva. Para 2027, a expectativa avançou de 4,01% para 4,02%, na segunda elevação seguida. Em 2028, a previsão passou de 3,65% para 3,66%. Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50% pela 39ª semana consecutiva.

No caso do IGP-M, a projeção para 2026 avançou de 5,91% para 6,00%, acumulando 13 semanas consecutivas de alta. Para 2027, a expectativa foi mantida em 4,00% pela 15ª semana seguida. As projeções para 2028 e 2029 permaneceram em 3,82% e 3,70%, respectivamente, há três e sete semanas.

Já a estimativa para os preços administrados em 2026 recuou de 4,99% para 4,98%, interrompendo uma sequência de estabilidade. Para 2027, a projeção foi mantida em 3,81%. As expectativas para 2028 e 2029 permaneceram em 3,50%, estáveis há 27 e 46 semanas, respectivamente.

PIB

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2026 passou de 1,89% para 1,90%, registrando a segunda alta consecutiva. Para 2027, a expectativa permaneceu em 1,70%.

Para 2028, os economistas mantiveram a projeção de expansão do PIB em 2,00% pela 116ª semana consecutiva. A estimativa para 2029 também seguiu em 2,00%, nível mantido há 63 semanas.

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Câmbio

A projeção para o dólar ao fim de 2026 caiu de R$ 5,17 para R$ 5,16, registrando a segunda queda consecutiva. Para 2027, a estimativa recuou de R$ 5,26 para R$ 5,25, acumulando três semanas seguidas de redução.

Para 2028, a expectativa foi mantida em R$ 5,30. Já para 2029, a projeção permaneceu em R$ 5,40 pela quarta semana consecutiva.

Selic

A expectativa para a taxa Selic ao fim de 2026 foi mantida em 13,25% ao ano pela segunda semana consecutiva. Para 2027, a projeção também permaneceu inalterada em 11,25%, estável há três semanas.

Para 2028, os economistas mantiveram a estimativa da taxa básica de juros em 10,00% pela 19ª semana consecutiva. A previsão para 2029 seguiu em 10,00%, nível mantido há quatro semanas.



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Em Dourados, ações da Agesul favorecem mobilidade e segurança viária na reserva indígena


Governo de MS executa serviços de cascalhamento e patrolamento de vias nas aldeias Jaguapiru e Bororó, além de ações de limpeza que beneficiam diretamente as duas comunidades

Ações executadas em Dourados pelo Governo de Mato Grosso do Sul estão transformando a realidade de quem vive nas aldeias Jaguapiru e Bororó, especialmente quanto à segurança viária e mobilidade urbana. O serviço é uma iniciativa da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog) juntamente com as lideranças locais e reflete o compromisso da gestão estadual com a dignidade e segurança das comunidades.

Uma das ações mais robustas é o serviço de recuperação das estradas rurais que cortam as aldeias Jaguapiru e Bororó. Nas últimas semanas, foram mais de 60 quilômetros de vias contempladas com os serviços de cascalhamento e patrolamento, melhorando o tráfego e beneficiando milhares de moradores especialmente em períodos chuvosos. A presença da Agesul nas comunidades também foi fundamental em um momento crítico de surto de febre chikungunya, quando as equipes atuaram na limpeza e remoção de resíduos acumulados para combater o mosquito Aedes aegypti. Outros serviços incluem ainda o patrolamento e raspagem do campo de futebol, transporte de pedras britas doadas por pedreiras e até mesmo a roçada do cemitério local.

Para o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, as ações reforçam a presença do Governo do Estado e a importância do trabalho conjunto com as lideranças locais. “É muito bom quando a gente tem essa capacidade de dialogar e ver as coisas acontecerem. O governo de MS está muito feliz de poder estar aqui na aldeia melhorando as nossas estradas e sobretudo, cuidando das pessoas”, afirmou o vice-governador, que esteve no local no fim de semana, vistoriando o serviço.

Ao ser recebido por representantes da comunidade, Barbosinha destacou a importância do trabalho coletivo envolvendo as lideranças locais, Governo do Estado, bancadas federal e estadual e iniciativa privada. Ele aproveitou a oportunidade para falar sobre as obras de implantação do sistema de coleta e distribuição de água na reserva indígena, cuja primeira licitação já foi publicada. “Nós queremos nossas aldeias com estradas melhores, com mais saúde e distribuição de água e com essa grande parceria que tem dado certo. O Governo do Estado fica muito feliz de poder estar aqui, cumprindo com a sua missão e ajudando a melhorar as condições de vida das nossas comunidades”, acrescentou.

Ao ser recebido por representantes da comunidade, Barbosinha destacou a importância do trabalho coletivo envolvendo as lideranças locais, Governo do Estado, bancadas federal e estadual e iniciativa privada. Ele aproveitou a oportunidade para falar sobre as obras de implantação do sistema de coleta e distribuição de água na reserva indígena, cuja primeira licitação já foi publicada. “Nós queremos nossas aldeias com estradas melhores, com mais saúde e distribuição de água e com essa grande parceria que tem dado certo. O Governo do Estado fica muito feliz de poder estar aqui, cumprindo com a sua missão e ajudando a melhorar as condições de vida das nossas comunidades”, acrescentou.

O vice-cacique da aldeia Jaguapiru, Jacir Freitas, agradeceu pela parceria e a presença firme do governo do Estado no dia-a-dia das comunidades. “Tivemos muita chuva nos últimos dias, e sem o cascalhamento o trânsito nestas ruas ficaria muito difícil. Agradecemos ao vice-governador e a toda a equipe da Agesul pelo olhar cuidadoso com as famílias que vivem nas duas aldeias”, afirmou.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, também comenta a atuação constante das equipes na reserva indígena de Dourados – considerada a maior aldeia urbana do país. “No período mais crítico de combate à chikungunya, nossa força-tarefa foi fundamental ao unir infraestrutura e saúde pública. Agora, nosso objetivo foi garantir que as famílias indígenas tenham estradas em excelentes condições de trafegabilidade, permitindo o deslocamento seguro para saúde, educação e trabalho, a qualquer hora do dia ou da noite”, detalhou.



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Guilherme Coelho assume presidência do Conselho de Administração da Embrapa

O Conselho de Administração da Embrapa (Consad) empossou, na sexta-feira (29), o engenheiro agrônomo e produtor rural Guilherme Coelho como novo presidente do colegiado. 

Coelho substitui Carlos Ernesto Augustin, conhecido como “Teti”, que ocupava a presidência do Consad desde 2023.

A indicação de Coelho para a presidência do Conselho de Administração (Consad) foi feita pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

Guilherme Coelho presidiu a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), entre 2020 e 2026. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, sua atuação esteve relacionada a iniciativas voltadas à fruticultura brasileira e à ampliação da presença do setor em mercados internacionais.

Ao tomar posse, Coelho afirmou que recebeu o convite para assumir a presidência do Consad com satisfação. Após a cerimônia, Guilherme Coelho conduziu sua primeira reunião à frente do Conselho de Administração. Participaram do encontro a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e os demais conselheiros.

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Acidente com caminhão e van na Bahia deixa 16 mortos; veja vídeo


Divulgação / Redes sociaisAcidente envolvendo uma van de passageiros e um caminhão deixou 16 mortos e cinco feridos.
Acidente envolvendo uma van de passageiros e um caminhão deixou 16 mortos e cinco feridos.

Um acidente envolvendo uma van de passageiros e um caminhão deixou 16 mortos e cinco feridos na tarde de domingo (31), na BR-116, em Santa Terezinha, no interior da Bahia.

O motorista do caminhão foi autuado em flagrante por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Os passageiros da van eram da mesma família.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu por volta das 16h40, no km 507 da rodovia. As 16 pessoas eram passageiras da van e, além dos mortos, quatro passageiros ficaram feridos e foram socorridos para unidades de saúde da região. O condutor do caminhão também sofreu ferimentos e recebeu atendimento médico.

Informações preliminares apontam que a van transportava integrantes de uma mesma família e seguia de Amargosa para Salvador, retornando de uma confraternização familiar. Já o caminhão fazia o trajeto entre Juazeiro, na Bahia, e o estado do Rio de Janeiro.

Segundo os levantamentos iniciais da PRF e da Polícia Civil, o caminhão teria invadido a faixa contrária e batido de frente com a van. As circunstâncias exatas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades.

Vítimas

Equipes do 16º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM), sediado em Santo Antônio de Jesus, atuaram na ocorrência com quatro viaturas. Os bombeiros realizaram a retirada de oito corpos que ficaram presos às ferragens dos veículos, e entre as vítimas estão o sargento Manuel Oliveira dos Santos, sua esposa e filha.

O Departamento de Polícia Técnica informou que removeu as 16 vítimas fatais do local do acidente. A perícia foi realizada pela Coordenadoria Regional de Polícia Técnica de Santo Antônio de Jesus.

Para agilizar os procedimentos, sete corpos estão sendo periciados em Santo Antônio de Jesus e outros nove foram encaminhados para Feira de Santana. Após a conclusão dos exames e da identificação das vítimas, todas as liberações serão realizadas pelo Instituto Médico Legal (IML) de Salvador.

Caminhão apresentava irregularidade

O motorista do caminhão permanece internado sob atendimento médico. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.

Durante a fiscalização realizada após a colisão, a PRF constatou que o cronotacógrafo (equipamento que registra a velocidade, o tempo de direção e a distância percorrida) do caminhão apresentava irregularidade de funcionamento, o que impossibilitou a comprovação do tempo que o motorista estava dirigindo.

A Polícia Militar da Bahia confirmou que entre os mortos estão o sargento Manuel Oliveira, integrante do Batalhão de Polícia de Guardas, além de sua esposa e sua filha. Em nota, a corporação lamentou a perda da família do policial e manifestou solidariedade aos familiares e amigos de todas as vítimas.

Em razão da gravidade do acidente, o trecho da BR-116 permaneceu totalmente interditado durante parte dos trabalhos das equipes de emergência, perícia e remoção dos veículos. Segundo a PRF, a pista foi completamente liberada às 3h47 desta segunda-feira (1º), após a conclusão dos procedimentos de atendimento da ocorrência e limpeza da via. As investigações sobre as causas do acidente seguem em andamento.





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economia

Inadimplência no agronegócio do Brasil fechou 2025 em 8,2%, aponta Serasa


A inadimplência no agronegócio brasileiro voltou a subir no quarto trimestre de 2025, encerrando o ano a 8,2%, alta de um ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, em momento em que agricultores lidam com margens apertadas e diante de custos elevados, apontou nesta segunda-feira um levantamento da Serasa Experian.

Entre os fatores da elevação de custos mais recentes estão os fertilizantes e os combustíveis, que subiram pelos efeitos da guerra no Irã. Mas a inadimplência vem crescendo trimestre a trimestre pelo menos desde o final de 2024, segundo os dados da Serasa.

“Apesar de sinais de estabilização em alguns segmentos, a inadimplência no agronegócio segue em alta gradual, com produtores ainda enfrentando margens apertadas e fluxo de caixa pressionado, diante de custos elevados, preços voláteis e crédito mais seletivo”, disse o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

Leia também: Caixa prevê mais impacto de inadimplência na carteira do agro nas provisões deste ano

O indicador apontou que a inadimplência rural está concentrada principalmente em dívidas contraídas com instituições financeiras (7,2%), afirmou a Serasa.

A inadimplência do agronegócio está entre os fatores que impactam os resultados do Banco do Brasil, o principal financiador do setor.  

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O índice de inadimplência considera dívidas de pessoas físicas da população rural brasileira que estejam vencidas há mais de 180 dias e tenham sido contraídas com empresas de setores relacionados ao agronegócio.

Na análise por porte, os dados mostram que produtores rurais sem informação de registro rural – possíveis arrendatários ou participantes de grupos familiares ou econômicos – registraram o maior nível de inadimplência (9,9%).

Na sequência, aparecem os grandes proprietários (9,8%), seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de pequeno porte (7,8%).

Por estados, o Rio Grande do Sul teve melhor desempenho, com apenas 5,3% de taxa de inadimplência, seguido pelo Paraná e Santa Catarina.

“O desempenho do Rio Grande do Sul chama a atenção, especialmente diante das perdas climáticas recentes. Esse resultado pode ser explicado por fatores como a forte presença de cooperativas e sistemas integrados, além do uso mais expressivo do seguro agrícola e de linhas de crédito para renegociação de dívidas”, comentou Pimenta.

Leia também: https://www.infomoney.com.br/web-stories/calculadora-gratuita-pra-comparar-investimentos/



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Quatro adolescentes fogem de Casa Abrigo e desaparecem em SP


Caso foi registrado na Polícia Civil de Araçatuba, que investiga o caso. Paradeiro dos adolescentes ainda é desconhecido



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economia

Confiança empresarial fica estável em maio após dois meses de queda, diz FGV/Ibre


O Índice de Confiança Empresarial (ICE) ficou em 90,9 pontos em maio, apontando estabilidade, segundo dados divulgados pelo FGV/Ibre nesta segunda-feira. Como o indicador havia caído nos dois meses anteriores, a métrica de médias móveis trimestrais mostrou tendência declinante, de 0,5 ponto.

Leia também: Confiança da indústria volta a subir em maio e tem maior nível em um ano, diz FGV

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Em maio, a confiança avançou em dois dos quatro setores mapeados.

Os Índices de Confiança da Indústria e de Serviços avançaram em magnitude semelhante, com altas de 1,1 e 0,9 ponto, para 97,1 e 88,7 pontos, respectivamente.

Na Indústria, a alta foi motivada por uma melhor avaliação da situação atual, enquanto em Serviços, foram as expectativas que puxaram o resultado. O Índice de Confiança do Comércio recuou 2,0 pontos, passando a 84,2 pontos, e o da Construção ficou estável em 92,6 pontos.

Na métrica de médias móveis trimestrais, Construção e Indústria estão com os níveis de confiança mais elevados e em trajetória de alta, conforme mostra a tabela abaixo.

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Fonte: FGV/Ibre

No mês, a confiança empresarial avançou em 27 dos 49 segmentos integrantes do ICE, uma disseminação superior à observada no mês anterior. O destaque positivo do mês foi o setor da Indústria, no qual 63% dos segmentos registraram alta da confiança.

Assim, a confiança empresarial ficou estável em maio, após dois meses consecutivos de queda. Entre seus componentes, a permanência do Índice de Situação Atual na faixa dos 93 pontos pelo sexto mês consecutivo sugere uma relativa estabilidade do nível de atividade agregado dos segmentos pesquisados, disse em nota Aloisio Campelo Jr., pesquisador do FGV/Ibre.

“Já a alta do Índice de Expectativas interrompe a trajetória de queda observada nos dois meses anteriores. Ainda assim, a trajetória da confiança nos próximos meses segue incerta e deverá depender, entre outros fatores, dos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e de seus impactos sobre a economia brasileira.”, avaliou.

Em maio, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 0,1 ponto, registrando 93,1 pontos. Com o resultado, o índice permaneceu em nível próximo aos 93 pontos pelo sexto mês seguido. Entre seus componentes, o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios caiu 0,4 ponto, para 91,6 pontos, enquanto o indicador que mede o nível de demanda no momento presente subiu 0,2 ponto, para 94,7 pontos.

O Índice de Expectativas Empresariais (IE-E), por sua vez, avançou 0,2 ponto no mês, alcançando 88,8 pontos. O resultado interrompe a sequência de duas quedas consecutivas e sinaliza uma acomodação do pessimismo em relação aos próximos meses.

Entre seus componentes, o indicador que mede o otimismo com a demanda nos três meses seguintes subiu 0,3 ponto, para 88,5 pontos, enquanto o indicador que capta as expectativas com relação à evolução dos negócios seis meses à frente avançou 0,1 ponto, para 89,2 pontos.

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RealTime/BigData: o que o eleitor achou do encontro entre Trump e Flávio Bolsonaro?


Pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros vê a agenda de forma neutra; presidente dos EUA e senador se encontraram na Casa Branca no último dia 26

Reprodução / Redes SociaisFlávio e Trump
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente dos EUA, Donald Trump

A maioria dos eleitores brasileiros avalia como neutro o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo pesquisa RealTime/BigData divulgada nesta segunda-feira (1º), 42% dos entrevistados não viram a agenda de forma positiva nem negativa.

Entre os demais consultados, houve um empate na percepção sobre o impacto da reunião:

  • Neutro: 42%
  • Positivo: 29%
  • Negativo: 29%

Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump no último dia 26, na Casa Branca. O filho do ex-presidente busca apoio americano na disputa presidencial.

O encontro aconteceu no momento em que o nome de Flávio cai nas pesquisas de intenção de voto contra o presidente Lula (PT), após a divulgação de conversas entre o filho do ex-presidente e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, pelo site The Intercept Brasil.

Terceira via

A pesquisa também mediu a percepção de nomes que poderiam representar uma alternativa aos polos tradicionais da política brasileira. Renan Santos (Missão) lidera essa percepção com 26%, seguido pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 21%.

A pesquisa também perguntou ao eleitorado sobre o atual cenário de divisão política no país. A maioria dos entrevistados, correspondente a 48%, afirmou estar cansada da polarização entre lulismo e bolsonarismo e declarou que gostaria de ver uma terceira via nas próximas eleições.

Abaixo de Renan Santos e Zema, outros nomes foram citados como possíveis representantes desse grupo alternativo:

  • Ronaldo Caiado (PSD): 8%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 3%
  • Aécio Neves (PSDB): 3%
  • Joaquim Barbosa (DC): 3%

Outros 12% dos entrevistados responderam que nenhum dos nomes apresentados representa essa alternativa, enquanto 18% não souberam ou não quiseram responder. Entre os que ainda defendem o cenário polarizado, 27% afirmaram acreditar na disputa direta como forma de vencer o lulismo, enquanto 25% acreditam que a polarização é o caminho para vencer o bolsonarismo.

Pesquisa da RealTime/Bigdata sobre quem os eleitores consideram uma terceira via no Brasil

Pesquisa da RealTime/Bigdata sobre quem os eleitores consideram uma terceira via no Brasil

Foram feitas 2.000 entrevistas em todo o território nacional, entre os dias 29 e 30 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob protocolo BR-05864/2026.





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