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Cidade do RJ está no ranking das mais frias do Brasil. Veja lista


O frio ganhou força na Região Serrana do Rio de Janeiro nos últimos dias e colocou Nova Friburgo entre as cidades mais geladas do Brasil. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o município registrou as menores temperaturas do estado em duas madrugadas consecutivas.

A menor marca foi registrada na madrugada de domingo (7/6), quando a estação meteorológica de Salinas apontou 1,9°C. A temperatura foi a mais baixa do Rio de Janeiro e a segunda menor do país naquele dia, ficando atrás de Monte Verde (MG), que registrou 0,4°C.

Na segunda-feira (8/6), apesar de uma leve elevação nos termômetros, Nova Friburgo voltou a liderar o ranking estadual. A mesma estação registrou 3,9°C, índice que colocou o município na quarta posição entre os locais mais frios do Brasil.

De acordo com o levantamento do Inmet, as cinco menores temperaturas registradas no país na segunda-feira foram:

  • Monte Verde (MG): 1,4°C;
  • Maria da Fé (MG): 2,1°C;
  • Campos do Jordão (SP): 2,8°C;
  • Nova Friburgo – Salinas (RJ): 3,9°C;
  • Paty do Alferes – Avelar (RJ): 4,9°C.

As baixas temperaturas ocorreram poucos dias antes do início oficial do inverno, marcado para 20 de junho. Mesmo antes da chegada da estação, o cenário já é típico dos meses mais frios do ano, especialmente nas áreas de maior altitude do estado.

Como fica o tempo no país nos próximos dias

No restante do país, a previsão do Inmet indica diferentes condições climáticas entre quarta-feira (10/6) e quinta-feira (11/6).

Na região Norte, as pancadas de chuva continuam concentradas em estados como Amazonas, Acre, Roraima e Amapá. Os maiores acumulados são esperados para o sudoeste do Amazonas, o leste do Acre e o norte de Rondônia, onde os volumes podem superar 50 milímetros.

Já Tocantins deve seguir com tempo firme e, na quinta-feira, há previsão de névoa seca em grande parte do estado. As temperaturas na região variam entre 24°C e 35°C.

No Nordeste, a chuva deve atingir principalmente áreas do litoral. Entre quarta e quinta-feira, há previsão de pancadas isoladas do Maranhão até Pernambuco, além de precipitações fracas em trechos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. No interior nordestino, o tempo segue estável.

Também há possibilidade de nevoeiros em áreas do leste da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. As mínimas ficam próximas de 19°C, enquanto as máximas podem chegar a 35°C no interior do Piauí.

Centro-Oeste e Sudeste

No Centro-Oeste, a instabilidade se concentra em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. As chuvas podem vir acompanhadas de trovoadas e, no extremo sul de Mato Grosso do Sul, há possibilidade de queda de granizo.

Distrito Federal e o norte goiano devem permanecer sem previsão de chuva. As temperaturas variam entre 22°C e 35°C, mas no Distrito Federal os termômetros podem marcar menos de 15°C durante as madrugadas.

Na região Sudeste, o tempo firme predomina na maior parte dos estados. A exceção é São Paulo e o sul de Minas Gerais, que podem registrar pancadas isoladas de chuva nos dois dias.

Também há previsão de nevoeiro no norte do Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e em áreas do oeste mineiro. As mínimas ficam entre 12°C e 14°C nas áreas mais frias da região, enquanto as máximas podem alcançar 32°C no interior paulista.

Sul

Já na Região Sul, o avanço de áreas de instabilidade deve provocar pancadas de chuva e trovoadas nos três estados.

Santa Catarina e Paraná devem registrar os maiores volumes, com acumulados que podem chegar a 50 milímetros em 24 horas. Há ainda risco de queda de granizo em algumas localidades.

As menores temperaturas ficam em torno de 6°C nas áreas serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, enquanto as máximas podem atingir 30°C no noroeste do Paraná.



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Demanda recorde dos EUA abre espaço para avanço da carne bovina brasileira

A necessidade crescente de importação de carne bovina pelos Estados Unidos pode abrir novas oportunidades para o Brasil nos próximos anos. Segundo estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o país deverá importar cerca de 2,77 milhões de toneladas da proteína em 2026 e um volume próximo disso em 2027. Mesmo sem mudanças nas regras atuais, a expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 318 mil toneladas para o mercado norte-americano.

A avaliação é de Geraldo Isoldi, analista da Terra Investimentos, que vê potencial para um crescimento ainda maior caso os Estados Unidos eliminem a chamada TRQ (Tariff-Rate Quota), sistema de cotas que limita a entrada da carne bovina brasileira no país.

“Desses 2,77 milhões de toneladas que os Estados Unidos devem importar, a gente já projeta que o Brasil exporte cerca de 318 mil toneladas. Isso sem nada acontecer, com a TRQ mantida e com os impostos aplicados depois que a cota é esgotada”, afirma Isoldi.

Atualmente, o Brasil participa da cota destinada ao grupo de “outros países”, que até 2025 era de 65.005 toneladas. Neste ano, porém, os Estados Unidos transferiram 13 mil toneladas desse volume para o Reino Unido, reduzindo a cota compartilhada para 52 mil toneladas. O problema, segundo Isoldi, é que esse limite costuma ser preenchido nos primeiros dias de janeiro, obrigando os exportadores a pagar uma tarifa de 26,4% sobre os embarques realizados posteriormente.

O analista destaca que a situação coloca o Brasil em desvantagem frente a concorrentes como Austrália e Nova Zelândia. A Austrália, principal fornecedora de carne bovina para os Estados Unidos, possui uma cota próxima de 550 mil toneladas e não paga tarifas dentro desse limite. Mesmo fora da cota, a alíquota aplicada é de 21,1%, inferior à cobrada sobre a carne brasileira.

“A Austrália tem uma cota muito maior e condições tarifárias mais favoráveis. Enquanto o Brasil paga 40 centavos de dólar por quilo dentro da cota e 26,4% quando ela estoura, os australianos entram sem tarifa dentro do limite e pagam menos imposto fora dele”, explica.

Para Isoldi, uma eventual eliminação da TRQ mudaria significativamente a competitividade brasileira no mercado norte-americano.

“Se por um acaso fosse realmente derrubada a TRQ, a gente competiria em pé de igualdade com a Austrália, com a Nova Zelândia e com os demais fornecedores por esses 2,7 milhões de toneladas de carne que os Estados Unidos precisam importar. E a gente sabe que a nossa carne tem um preço mais competitivo”, afirma.

Segundo ele, embora alguns cortes australianos tenham preferência entre consumidores norte-americanos, principalmente por questões ligadas à qualidade e ao perfil do produto, o Brasil teria condições de ampliar sua participação no mercado.

“Não é uma concorrência 100%, porque existem cortes específicos em que eles preferem a carne australiana. Mas certamente o Brasil conseguiria exportar muito mais do que as 318 mil toneladas projetadas hoje”, diz.

A avaliação ganha força diante do atual cenário da pecuária norte-americana. Dados do USDA mostram que o rebanho bovino dos Estados Unidos caiu para 86,2 milhões de cabeças em janeiro de 2026, o menor nível dos últimos 75 anos. Além disso, problemas sanitários enfrentados pelo México reduziram o fluxo de gado destinado aos confinamentos americanos, dificultando a recomposição da oferta local.

Nesse contexto, Isoldi acredita que o mercado americano pode se tornar ainda mais estratégico para a carne bovina brasileira.

“Quem sabe até a ponto de compensar parte da perda que a gente pode ter com a cota chinesa. Os Estados Unidos têm uma necessidade muito grande de importação e o Brasil reúne competitividade de preço, escala de produção e capacidade de fornecimento”, afirma.

Apesar do anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre o fim da TRQ para a carne bovina, a medida acabou sendo adiada após forte reação de entidades ligadas aos pecuaristas americanos. A preocupação do setor é que uma maior abertura às importações possa pressionar os preços internos e dificultar a recuperação do rebanho nacional.

Enquanto a decisão não é formalizada, o Brasil segue ampliando sua presença no mercado. Em 2025, os Estados Unidos importaram 229,5 mil toneladas de carne bovina brasileira. Apenas entre janeiro e abril deste ano, os embarques já somaram 135,6 mil toneladas, reforçando a importância crescente do destino para as exportações nacionais.

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Confira números da Lotofácil 3706 e da Quina 7046 sorteados hoje (9/6)


Além da Lotofácil e da Quina, a Caixa Econômica Federal sorteou as dezenas da Mega-Sena, Timemania e Dia de Sorte



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Fase da lua pode influenciar ataques de tubarão em Pernambuco. Entenda


Do Porto de Suape à lua cheia: como a ciência explica a concentração de ataques de tubarão no litoral pernambucano



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Michelle diz que apoiará candidatura de Flávio "no momento certo"


Michelle diz que a prioridade, no momento, é a recuperação do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)



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Câmara reage a corte no seguro rural e quer convocar ministros

Diante dos cortes recém-anunciados pelo governo no seguro rural, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) apresentou, nesta terça-feira (9) à noite, requerimento na Comissão de Agricultura da Câmara para convocar os ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento) e André de Paula (Agricultura).

Diferentemente dos convites, as convocações — se aprovadas pela comissão — são de comparecimento obrigatório.

Para o deputado, integrante ativo da bancada ruralista e presidente da Comissão de Agricultura no ano passado, o bloqueio de quase metade do orçamento previsto para 2026 tem sua gravidade ampliada porque o programa “não constitui despesa acessória ou secundária”.

“Trata-se de mecanismo estruturante da política agrícola nacional, destinado a reduzir o custo de contratação das apólices pelos produtores rurais, ampliar a proteção contra perdas decorrentes de seca, excesso de chuva, geada, granizo, enchentes, tempestades e outros eventos climáticos, bem como preservar a capacidade produtiva, o acesso ao crédito rural e a continuidade da produção agropecuária” afirma Nogueira no requerimento, obtido pela CNN.

“Sem subvenção suficiente, a contratação de apólices se torna mais cara e inacessível. Com menor cobertura securitária, aumenta-se a exposição do produtor a riscos, reduz-se a segurança das instituições financeiras na concessão de crédito rural e cresce a probabilidade de futuras demandas por renegociação de dívidas, prorrogação de financiamentos e socorros emergenciais.”

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Câmara aprova acordo comercial entre Mercosul e bloco europeu EFTA


Tratado elimina de imediato tarifas sobre produtos exportados pelo bloco sul-americano. Projeto segue para análise do Senado



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Vittia conclui recompra de 4,5 milhões de ações e aprova novo programa

A Vittia, empresa brasileira de insumos biológicos, informou ao mercado nesta terça-feira (9) a conclusão de seu 5º Programa de Recompra de Ações, com a aquisição de 4,5 milhões de ações ordinárias, equivalente a 100% do limite aprovado pelo Conselho de Administração. O volume representa atualmente 2,8% do capital social da companhia.

Além do encerramento do programa, o Conselho de Administração aprovou o cancelamento de 4.455.436 ações ordinárias mantidas em tesouraria, adquiridas ao longo da iniciativa. A operação será realizada sem redução do capital social da empresa, utilizando saldos de reservas de lucro disponíveis, conforme previsto na regulamentação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Com o cancelamento, o capital social da Vittia permanece em R$ 618 milhões, mas passa a ser dividido em 157.589.984 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal.

A companhia informou ainda que convocará uma Assembleia Geral Extraordinária para atualizar o Estatuto Social em função da alteração no número de ações emitidas.

Paralelamente, a empresa aprovou a criação de seu 6º Programa de Recompra de Ações. A nova iniciativa prevê a aquisição de até 4,5 milhões de ações ordinárias, também correspondentes a cerca de 2,8% do capital social da companhia e a 9,4% das ações atualmente em circulação no mercado.

Segundo a Vittia, o objetivo do programa é maximizar a geração de valor aos acionistas, permitindo que os papéis adquiridos sejam mantidos em tesouraria, cancelados ou utilizados em futuras operações estratégicas. Entre as possibilidades estão programas de remuneração baseados em ações, planos de opções para executivos e colaboradores, além de eventuais operações de fusões e aquisições.

O novo programa terá validade de 12 meses, com início em 9 de junho de 2026 e término em 8 de junho de 2027. A definição sobre o momento e a quantidade de ações efetivamente adquiridas ficará a cargo da diretoria da companhia, observadas as condições de mercado e a disponibilidade de recursos.

Atualmente, a Vittia possui 47,9 milhões de ações em circulação, o equivalente a 32,5% do capital social. Após o cancelamento aprovado pelo Conselho, a empresa informou que não permanecerão ações em tesouraria.

As operações de recompra poderão ser realizadas por meio das corretoras BTG Pactual, XP Investimentos, Itaú, Bradesco, Santander e Citigroup. Segundo a companhia, todas as informações detalhadas sobre o novo programa estão disponíveis nos canais de relações com investidores, da CVM e da B3.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/

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Durigan procura Alcolumbre para segurar pautas-bomba de R$ 276 bilhões


Ministro diz confiar na “condução” do presidente do Senado sobre as propostas. Encontro ocorre em meio à tensão entre Alcolumbre e o governo



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BB estima receber R$ 850 milhões em propostas de crédito na Bahia Farm Show

O Banco do Brasil (BB) estima receber R$ 850 milhões em propostas de financiamento durante a 20ª edição da Bahia Farm Show, que acontece em Luís Eduardo Magalhães (BA) até o proximo dia 13.

Segundo o banco, a expectativa é atender produtores de diferentes perfis, desde agricultores familiares até médios e grandes produtores, com linhas voltadas para aquisição de máquinas, armazenagem e investimentos em tecnologia.

Entre os produtos destacados pelo BB estão linhas de crédito rural como Moderfrota, Pronamp Investimento, Inovagro e Pronaf Mais Alimentos, voltadas para a compra de tratores, colheitadeiras, implementos agrícolas e modernização das propriedades.

A instituição também informou que dispõe de recursos para financiar silos e armazéns por meio do PCA (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns), além de investimentos ligados à recuperação de pastagens, implantação de plantio direto e tecnologias voltadas à eficiência produtiva.

A expectativa do banco é reforçada pelo momento vivido pelo setor. Durante a abertura da feira, o governo federal anunciou uma nova linha de R$ 14 bilhões para financiamento de máquinas e implementos agrícolas, ampliando a oferta de crédito em um período marcado por juros elevados e demanda dos produtores por condições mais favoráveis de financiamento.

Segundo o diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Alberto Martinhago, a estratégia da instituição é oferecer linhas adequadas ao perfil de cada produtor e ampliar o acesso ao crédito rural.

Na agricultura familiar, as taxas de juros partem de 3% ao ano, enquanto para médios e grandes produtores os financiamentos começam em 8% ao ano. Os prazos podem chegar a 12 anos, com até três anos de carência para investimentos.

A Bahia Farm Show segue até sábado (13) e reúne fabricantes de máquinas, instituições financeiras, empresas de tecnologia e produtores de todo o país em uma das principais vitrines do agronegócio brasileiro.

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