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Brasil abre 13 novos mercados para produtos do agronegócio

O MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) anunciou nesta terça-feira (9) a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais, após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com países da América do Sul, América Central, África e com a União Econômica Euroasiática. Com os novos acordos, o agronegócio brasileiro alcança 639 aberturas de mercado em 97 destinos desde o início de 2023.

Entre as autorizações obtidas estão a exportação de sêmen de pacu-caranha para a Argentina, couro bovino salgado para a Bolívia, material genético bovino para El Salvador e Honduras, milho pipoca para o Equador e a República Dominicana, além de sementes de coco, mamona, maracujá e pimenta habanero para diferentes mercados da região.

Também foram liberadas as vendas de ovos férteis para a Nigéria e de farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia.

Um dos destaques é a autorização para exportação de castanha de caju para a União Econômica Euroasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia. Segundo o governo, o bloco importou mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano, com destaque para soja, carnes e café.

De acordo com nota conjunta do Ministério da Agricultura e do MRE (Ministério das Relações Exteriores), as novas habilitações ampliam as oportunidades para produtores e exportadores brasileiros, diversificando a pauta de produtos com acesso ao mercado internacional.

Com os novos acordos, o agronegócio brasileiro alcança 639 aberturas de mercado em 97 destinos desde o início de 2023.

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Governo vai propor aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%


Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a proposta de resolução será submetida ao CNPE nos próximos 15 dias



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Faep repudia bloqueio de quase metade dos recursos do seguro rural em 2026

O Sistema FAEP (Federação de Agricultura do Paraná) manifestou preocupação com o novo bloqueio previsto para o orçamento do PSR (Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural) em 2026. Segundo dados do Painel do Orçamento Federal, divulgados nesta terça-feira (9), o contingenciamento previsto é de R$ 461,7 milhões, o equivalente a 45,7% dos R$ 1,01 bilhão inicialmente destinados ao programa neste ano.

A entidade defende que o governo federal reverta imediatamente a medida para garantir previsibilidade e segurança aos produtores rurais que dependem do seguro para proteger a atividade contra perdas causadas por eventos climáticos.

De acordo com a FAEP, a redução dos recursos agrava um cenário já marcado por sucessivos cortes no programa. Em 2025, cerca de 42% do orçamento previsto para o PSR foi bloqueado. Já em 2024, a execução dos recursos ficou aproximadamente 40% abaixo do montante aprovado pelo Congresso Nacional.

Para o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, a efetivação do bloqueio representaria um duro impacto para o setor agropecuário.

“Esperamos que o governo federal não efetive esse novo corte. Do contrário, será um golpe duro no produtor rural, que já enfrenta inúmeras dificuldades nas últimas temporadas”, afirma. “Especificamente no Paraná, o impacto seria enorme para a produção rural, já que somos o Estado que mais contrata o seguro rural no país”, acrescenta.

Os números reforçam a relevância do programa para os produtores paranaenses. Em 2025, o Estado registrou a contratação de 28,02 mil apólices, o equivalente a 43,7% de todos os contratos firmados por meio do PSR no Brasil, que somaram 64,17 mil apólices.

A entidade também chama atenção para a redução gradual da cobertura do seguro rural nos últimos anos. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostram que o número de apólices subvencionadas caiu de 82 mil em 2021 para 26 mil em 2025, uma retração de 68,3% em quatro anos.

No Paraná, a área segurada acompanhou essa tendência. Enquanto em 2021 mais de 3,8 milhões de hectares estavam protegidos pelo programa, em 2025 a cobertura recuou para 1,25 milhão de hectares, uma queda de 63,8%.

Segundo Meneguette, a diminuição da cobertura ocorre em um momento de maior exposição do setor às adversidades climáticas, aumentando os riscos para a produção agrícola.

“Essa redução drástica nas contratações coloca a atividade rural em risco no Paraná e no Brasil, em especial diante das recorrentes intempéries climáticas. Sem seguro, a produção de alimentos fica descoberta”, afirma. “Sem a subvenção, a conta não fecha e o agricultor acaba assumindo sozinho os prejuízos. Esse cenário precisa ser revisto”, conclui.

A preocupação do setor ocorre em meio ao bloqueio de recursos federais anunciado para 2026, que reduziu significativamente o orçamento disponível para o seguro rural, considerado uma das principais ferramentas de gestão de risco da agropecuária brasileira.

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Motta diz que Lula não respondeu sobre retirada da urgência do PL 6×1


Após cumprir acordo e aprovar a PEC do fim da escala 6×1, Câmara cobra retirada da urgência de projeto que trava a pauta da Câmara



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Governo bloqueia metade do valor do seguro rural em 2026

O governo federal bloqueou R$ 461,7 milhões destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), segundo dados do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento). O valor faz parte de uma contenção total R$ 1,01 bilhão aplicada ao orçamento do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária).

Os números mostram que o seguro rural concentra 45,7% de todo o contingenciamento realizado na pasta, tornando-se a ação mais afetada pelo ajuste fiscal promovido pela equipe econômica.

De acordo com o Siop, os R$ 461,7 milhões contingenciados estão vinculados à ação “Concessão de Subvenção Econômica ao Prêmio do Seguro Rural”. O restante da contenção atinge programas de fomento ao setor agropecuário, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, além de ações ligadas à Embrapa.

O seguro rural é considerado uma ferramenta estratégica para proteger produtores contra perdas provocadas por eventos climáticos extremos, como secas, enchentes, geadas e tempestades. Por meio do programa, o governo subsidia parte do custo das apólices contratadas pelos produtores.

O bloqueio ocorre em meio às medidas adotadas pelo governo para cumprir as metas fiscais previstas para 2026. A equipe econômica tem promovido contingenciamentos em diferentes áreas do Orçamento para adequar as despesas aos limites estabelecidos pelo arcabouço fiscal.

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Silveira diz que etanol não está em negociação com EUA por tarifaço


Afirmação do ministro de Minas e Energia contradiz a feita por Dario Durigan, que citou o etanol como exemplo de tema que pode ser negociado



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STF derruba absolvição de homem acusado de racismo ao recusar café


O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a condenação por injúria racial de um homem que fez comentários racistas ao recusar um café oferecido por uma mulher. A decisão reverteu uma absolvição determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Com isso, voltou a valer a sentença aplicada em primeira instância, que condenou o réu a um ano, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime aberto, além do pagamento de 14 dias-multa. O TJSP havia absolvido o homem por entender que não havia provas suficientes de que ele teve a intenção específica de ofender a vítima.

O caso ocorreu em 30 de abril de 2019. Na ocasião, a vítima ajudava uma amiga a vender café em frente à faculdade onde estudava e ofereceu a bebida ao homem. Segundo o processo, ele recusou o café dizendo: “Não quero, porque já tomei café e também não quero ficar da sua cor”. Em seguida, acrescentou: “Já causo polêmica sendo branco, imagina ficando da sua cor”.

Ao analisar o Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1569631, Cristiano Zanin entendeu que a decisão do tribunal paulista contrariou a proteção constitucional contra a discriminação racial.

Para o ministro, o teor das falas é suficiente para caracterizar o crime de injúria racial, independentemente da alegação de que os comentários teriam sido feitos em tom de brincadeira.

“Racismo recreativo”

Na defesa apresentada ao Judiciário, o homem afirmou que tentou fazer uma “brincadeira absolutamente inocente” e sustentou que pretendia agir com “delicadeza e informalidade”. Ele disse também que não teve a intenção de ofender e alegou manter relações cordiais com pessoas de diferentes origens e cores.

Em sua decisão, Zanin classificou a conduta como exemplo do chamado “racismo recreativo”, expressão usada para descrever situações em que manifestações discriminatórias são disfarçadas de humor ou descontração. Segundo ele, esse tipo de justificativa não afasta o caráter ofensivo das declarações nem seus efeitos sobre a vítima.

O ministro também argumentou que exigir a comprovação da intenção subjetiva de ofender pode enfraquecer a proteção assegurada pela Constituição e ignorar os impactos do racismo estrutural na sociedade brasileira. Para ele, concentrar a análise apenas na suposta intenção do agressor acaba impondo à vítima um ônus excessivo para demonstrar a existência da discriminação.

Zanin ainda citou entendimento da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que, em decisão de 2024, apontou falhas do Estado brasileiro na garantia dos direitos da população negra diante do racismo estrutural. De acordo com o organismo internacional, os países devem adotar uma atuação mais rigorosa na investigação, no julgamento e na punição de práticas discriminatórias.



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Queda do petróleo pressiona contratos futuros do açúcar em Nova York

Os preços futuros do açúcar encerraram a sessão desta terça-feira (9) em queda na bolsa de Nova York, influenciados principalmente pelo recuo expressivo do petróleo no mercado internacional.

O contrato com vencimento em julho registrou desvalorização de 0,28%, encerrando o dia cotado a 14,08 centavos de dólar por libra-peso.

Segundo análise da Barchart, os contratos do adoçante chegaram a atingir os menores níveis da última semana antes de fecharem em baixa. A pressão veio da forte queda do petróleo WTI, que recuou mais de 3% e atingiu a mínima de sete semanas.

A desvalorização do petróleo reduz a competitividade do etanol, o que pode incentivar usinas ao redor do mundo a destinarem uma parcela maior da cana-de-açúcar para a produção de açúcar, em vez do biocombustível. Esse movimento aumenta a perspectiva de oferta global da commodity e contribui para pressionar as cotações no mercado internacional.

Cacau

Os preços futuros do cacau encerraram em queda, devolvendo os ganhos observados no início do pregão diante de mudanças nas perspectivas climáticas para os principais países produtores da África Ocidental.

O contrato com vencimento em julho fechou o dia com desvalorização de 1,83%, cotado a US$ 3.831 por tonelada.

A pressão sobre as cotações ocorreu após atualizações meteorológicas indicarem a chegada de condições mais secas à África Ocidental nos próximos dias. O cenário reduziu parte das preocupações do mercado em relação aos danos causados pelas chuvas intensas registradas recentemente na região.

No início da semana, os preços haviam avançado depois que produtores da Costa do Marfim relataram que fortes chuvas e ventos afetaram os cacaueiros, destruindo botões florais e comprometendo o desenvolvimento das lavouras.

Além dos fatores climáticos, o mercado acompanha o posicionamento dos fundos de investimento. Segundo o relatório semanal COT (Compromissos dos Traders), os gestores ampliaram em 2.963 contratos suas posições vendidas líquidas em cacau na bolsa de Nova York na semana encerrada em 2 de junho, totalizando 21.111 contratos, trata-se do maior volume de apostas na queda dos preços em mais de três anos.

De acordo com analistas, esse elevado nível de posições vendidas pode aumentar a volatilidade do mercado e favorecer movimentos de recuperação caso investidores sejam forçados a recomprar contratos para encerrar suas apostas baixistas.

Café

Os preços futuros do café arábica finalizaram em baixa nas bolsas internacionais, refletindo a expectativa de ampla oferta com o avanço da colheita no Brasil.

O contrato do café arábica com vencimento em julho recuou 0,31%, encerrando o dia cotado a US$ 2,45 por libra-peso.

Durante o pregão, as cotações foram pressionadas pelo avanço da safra brasileira, cuja produção deve alcançar um volume expressivo neste ciclo. O Barchart apontou que houve um aumento da disponibilidade do grão no mercado tem reforçado as perspectivas de oferta e contribuído para a desvalorização dos contratos.

Com isso, o café arábica atingiu o menor patamar em 19 meses, enquanto o café robusta recuou para a mínima de dois meses. O mercado segue acompanhando o ritmo da colheita no Brasil, maior produtor e exportador mundial da commodity, fator que continua exercendo influência sobre a formação dos preços internacionais.

Algodão

Os contratos futuros do algodão fecharam a sessão com desvalorização na bolsa de Nova York. O contrato com vencimento em julho recuou 2,90%, fechando cotado a 71,26 centavos de dólar por libra-peso.

O mercado segue acompanhando o desenvolvimento da safra dos Estados Unidos. De acordo com o relatório de acompanhamento de lavouras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), 77% da área prevista para o cultivo de algodão já havia sido plantada até o último domingo, índice alinhado à média histórica para o período.

Suco de laranja

O vencimento em julho para o suco de laranja registrou alta de 6,07% na bolsa de Nova York, encerrando o pregão cotado a US$ 1,70 por libra-peso.

 

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Dino impõe multa diária sobre emendas Pix sem prestação de contas


Ministro do STF, Flávio Dino determina diretrizes para rastrear destinação das chamadas “emendas Pix”, em especial em relação a eventos



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Mercado de fertilizantes atrasa ritmo, e demanda final ainda é incerta

A comercialização de fertilizantes no Brasil acumula atraso de cerca de 7 milhões de toneladas em relação ao mesmo período do ano passado, segundo estimativas apresentadas pela Mosaic. O movimento ocorre em um contexto de forte alta dos custos de matérias-primas, especialmente do enxofre, e de incertezas geopolíticas que afetam a cadeia global de suprimentos.

Ao mesmo tempo, a companhia decidiu interromper operações em unidades no Brasil e nos Estados Unidos diante do desequilíbrio econômico entre os custos de produção e os preços praticados no mercado de fertilizantes.

Nesta época do ano passado, cerca de 32 milhões de toneladas de fertilizantes já haviam sido entregues, enquanto neste ano o volume está em aproximadamente 25 milhões de toneladas, disse Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic, em evento promovido pelo Brazil Journal e The Agribiz nesta terça-feira (9).

“A pergunta que vem é: o mercado vai reduzir 7 milhões? Não sabemos”, disse. Segundo ele, parte dos produtores adiou as decisões de compra após perder o momento considerado mais favorável para aquisição dos insumos.

Monteiro destacou que ainda há espaço para recuperação da demanda nos próximos meses, já que, em algumas regiões do país, as compras para a safra de verão podem ocorrer até julho, agosto e, em determinados casos, até setembro.

Além do atraso nas negociações, a oferta também apresenta sinais de restrição. Dados citados pelo executivo apontam queda de aproximadamente 10% nas importações de fertilizantes fosfatados e de 12% nas de nitrogenados. O executivo ressaltou, porém, que a situação do fósforo é mais crítica.

O cenário é agravado pela escalada dos custos de produção. Um dos principais fatores é a valorização do enxofre, insumo essencial para a fabricação de fertilizantes fosfatados. Segundo Monteiro, o produto era negociado em torno de US$ 500 por tonelada antes do início do conflito no Oriente Médio e, atualmente, alcança cerca de US$ 1.250 por tonelada.

As tensões geopolíticas também têm ampliado as dificuldades logísticas e de abastecimento. Monteiro citou os impactos dos conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, além da recente decisão da Rússia de restringir o trânsito de enxofre proveniente do Cazaquistão.

“Imagine o que é você estar 11 semanas com os fluxos logísticos interrompidos e os preços subindo, com a matéria-prima cada vez mais restrita”, disse.

Segundo ele, Rússia e Cazaquistão respondem juntos por cerca de 15% da produção mundial de enxofre. A restrição ao transporte do produto aumentou a pressão sobre os fabricantes de fertilizantes fosfatados, que, em alguns casos, enfrentam custos de produção superiores aos preços de venda do produto final.

Nesse contexto, a Mosaic anunciou paralisações em suas operações. A empresa já interrompeu atividades em cinco unidades, incluindo duas parcialmente nos Estados Unidos, localizadas em Baton Rouge e Louisiana.

No Brasil, a companhia encerrou de forma permanente as operações da unidade de Araxá (MG), colocada à venda, e suspendeu temporariamente as atividades dos complexos de Tapira (MG) e Catalão (GO).

Segundo Monteiro, as paralisações temporárias estão diretamente relacionadas ao aumento do custo do enxofre e à dificuldade de repassar essa alta aos preços dos fertilizantes.

“O que a gente tem controle é efetivamente a gestão dos nossos custos, a segurança e a forma como interagimos com os clientes”, afirmou.

A empresa também participa de discussões com entidades do setor e órgãos do governo federal em busca de medidas para apoiar a produção nacional de fertilizantes fosfatados. Entre as propostas em debate está a criação de mecanismos temporários de suporte para a cadeia do enxofre. De acordo com o executivo, a indústria defende a adoção de subsídios temporários para o insumo, em modelo semelhante ao já existente para o diesel.

Apesar das dificuldades, Monteiro afirmou que ainda não é possível determinar se haverá escassez de fertilizantes no mercado brasileiro. Segundo ele, a combinação entre possível redução da demanda e diminuição da oferta torna difícil prever o equilíbrio do mercado nos próximos meses.

“O debate hoje é se faltará fertilizante em função da guerra ou se a redução potencial da demanda poderá funcionar como um ponto de equilíbrio”, disse.

Para o executivo, os meses de agosto e setembro tendem a concentrar os principais gargalos logísticos e de abastecimento. 

Diante desse cenário, “a palavra que predomina dentro desse mercado hoje é incerteza”, afirmou.

https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/gabriella-weiss/agro/por-que-o-brasil-precisa-importar-fertilizantes/

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