Somente nos primeiros seis meses do ano, unidade apreendeu quase 100 toneladas de drogas e 545 mil pacotes de cigarros contrabandeados
O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) encerrou o primeiro semestre de 2026 com aumento expressivo nas apreensões e nos resultados operacionais de combate aos crimes transfronteiriços em Mato Grosso do Sul. Entre janeiro e junho deste ano, as ações do Departamento desarticularam cerca de R$ 323 milhões de movimentação financeiras ligadas às organizações criminosas.
No combate ao tráfico de drogas, o DOF apreendeu 96,8 toneladas de entorpecentes nos seis primeiros meses de 2026. O número representa crescimento em relação ao mesmo período de 2025, quando foram apreendidas 82,1 toneladas. A desarticulação estimada ao crime somente com as apreensões de drogas chegou a R$ 252 milhões.
As apreensões de cigarros contrabandeados também tiveram forte crescimento. De janeiro a junho de 2026, o DOF retirou de circulação 545 mil pacotes de cigarros, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado, quando foram apreendidos 249 mil pacotes.
O enfrentamento ao roubo, furto e utilização de veículos em atividades criminosas também apresentou resultados importantes. No primeiro semestre deste ano, 251 veículos foram apreendidos pelo DOF, número superior aos 243 registrados no mesmo período de 2025. Além disso, 49 veículos com registro de roubo ou furto foram recuperados pelas equipes.
No período, 218 pessoas foram presas em ocorrências relacionadas a crimes transfronteiriços. As ações também resultaram na apreensão de 6,5 toneladas e 1,4 mil litros de defensivos agrícolas contrabandeados.
Para o diretor do DOF, tenente-coronel Wilmar Fernandes, os números refletem o fortalecimento das ações operacionais, de inteligência e do trabalho permanente das equipes na faixa e linha de fronteira.
“Os resultados demonstram o compromisso do DOF com a proteção da sociedade sul-mato-grossense e com o enfrentamento direto às organizações criminosas. O aumento nas apreensões é fruto de planejamento, integração entre as forças de segurança do Estado, além da dedicação dos policiais que atuam diariamente na região de fronteira”, destacou.
O tenente-coronel Wilmar ressaltou ainda a importância das ações integradas desenvolvidas pelo DOF em parceria com outras instituições, como a Operação SULMaSSP, realizada em conjunto com forças de segurança dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, além da Operação Brasil Contra o Crime Organizado, desenvolvida com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Um ano após sua instituição como política pública de Estado, o Protege (Programa Estadual de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres) reúne resultados que evidenciam a consolidação de uma rede articulada de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o Mato Grosso do Sul. Da formação de estudantes e profissionais à adesão de municípios, a iniciativa amplia a atuação integrada entre diferentes áreas do governo, fortalece a rede de atendimento e reafirma o compromisso do Estado com a prevenção da violência, a proteção das mulheres e a promoção da cidadania.
Programa foi publicado em Diário Oficial em junho de 2025 e apresentado à sociedade em agosto. (Foto: Álvaro Rezende)
Coordenado pela SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, o programa foi estruturado sobre quatro pilares: prevenção e educação para igualdade de gênero; atendimento integral e proteção; autonomia, justiça e garantia de direitos; e governança e monitoramento. Em doze meses, o Protege mobilizou escolas, profissionais da segurança pública, saúde, assistência social, lideranças comunitárias, universidades, gestores municipais e organizações da sociedade civil, consolidando uma atuação transversal que já alcança dezenas de municípios sul-mato-grossenses.
Para a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, o principal resultado desse primeiro ano foi transformar a violência contra as mulheres em uma responsabilidade compartilhada por todo o Estado.
“O Protege fez com que a violência contra as mulheres deixasse de ser um tema tratado apenas pelas políticas públicas para mulheres e passasse a ser um problema de Estado. Hoje, educação, saúde, assistência social, segurança pública, justiça e os municípios trabalham de forma articulada para prevenir a violência, proteger as vítimas e construir uma cultura de respeito às mulheres.”
Prevenção começa na escola
Depois da formação sobre o enfrentamento à violência contra mulheres, grêmios estudantis de toda a Rede Estadual de Ensino apresentaram o que aprenderam na prática. (Foto: Paula Maciulevicius/SEC
Um dos principais investimentos do programa ocorreu justamente onde as mudanças sociais costumam produzir efeitos duradouros: dentro das escolas. Em parceria com a SED (Secretaria de Estado de Educação) e com a Subsecretaria de Políticas Públicas para a Juventude, o Protege incorporou o enfrentamento à violência de gênero como tema permanente na formação dos grêmios estudantis da Rede Estadual de Ensino.
Atividades ganharam as escolas, comunidades e redes sociais em todos os municípios de MS.
Em dois ciclos consecutivos de formação, mais de 340 grêmios estudantis passaram a desenvolver ações de conscientização sobre violência contra meninas e mulheres, alcançando diretamente cerca de 40 mil estudantes e, de forma indireta, mais de 100 mil jovens em todo o Estado. Ao todo, mais de 600 estudantes gremistas receberam formação específica para atuar como multiplicadores dentro das escolas, promovendo debates, rodas de conversa e atividades educativas sobre respeito, igualdade de gênero e prevenção da violência.
Segundo Manuela, os resultados começaram a aparecer ainda durante o desenvolvimento das atividades.
“Nós já identificamos estudantes que reconheceram situações de violência vividas pelas próprias mães depois das formações e buscaram conversar com elas, orientar sobre os canais de denúncia e incentivar a procura por ajuda. Isso demonstra que informação salva vidas e que a prevenção começa muito antes de uma ocorrência policial.”
A iniciativa também integra outro projeto permanente da Secretaria da Cidadania, o Intervalo da Cidadania, ampliando o espaço de diálogo dentro das escolas sobre cidadania, direitos humanos e prevenção das violências. Para a subsecretária, formar adolescentes significa investir na transformação cultural das próximas gerações.
“Muitos jovens iniciam seus primeiros relacionamentos reproduzindo comportamentos de controle, ciúme e violência que aprenderam ao longo da vida. Quando levamos informação para dentro das escolas, estamos formando uma consciência crítica sobre essas relações, prevenindo futuras violências e construindo uma sociedade mais igualitária.”
Formação permanente fortalece a rede de atendimento
Capacitação “Protege MS: Fortalecimento dos Organismos de Políticas Públicas para Mulheres” formou todas as gestoras municipais. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Outro eixo estratégico do Protege foi a qualificação contínua dos profissionais que atuam diretamente ou indiretamente no atendimento às mulheres. Ao longo do primeiro ano, a Secretaria da Cidadania percorreu todas as regiões de Mato Grosso do Sul promovendo formações voltadas a profissionais da segurança pública, assistência social, saúde, educação, políticas públicas para mulheres e demais serviços que compõem a rede de enfrentamento à violência.
Mais de 150 profissionais participaram da formação intersetorial coordenada pela ex-ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, voltada à atualização dos marcos legais, dos conceitos relacionados à violência de gênero e dos fluxos de atendimento às vítimas.
Na sequência, outros 100 profissionais da rede especializada participaram de um curso de atualização promovido em parceria com a Faculdade Insted, reunindo pesquisadoras e especialistas nacionais na área das políticas públicas para mulheres. Além disso, 50 gestoras municipais de políticas para mulheres receberam, pela primeira vez, uma formação específica voltada ao fortalecimento da gestão municipal da política pública.
Para Manuela, preparar os profissionais é uma das estratégias mais importantes para prevenir casos graves de violência. “Apenas um terço das mulheres em situação de violência procura diretamente uma delegacia. Muitas chegam primeiro a uma unidade de saúde, a um CRAS, a uma escola ou procuram assistência psicológica. Quando capacitamos esses profissionais, aumentamos as chances de identificar precocemente uma situação de violência e impedir que ela evolua para um feminicídio.”
As formações também alcançaram profissionais da saúde indígena, ampliando a atuação da rede em territórios tradicionalmente mais vulneráveis e fortalecendo o atendimento intercultural às mulheres indígenas.
Formações também foram realizadas entre os integrantes da segurança pública, como com a Polícia Civil, que passou a adotar um Protocolo de Atendimento padronizado em todo o Estado. (Foto: Paula Maciulevicius/SEC)
Outro avanço destacado foi a participação da Subsecretaria na construção do Protocolo de Atendimento às Meninas e Mulheres da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, além da capacitação de delegados, escrivães e investigadores para aplicação dos novos procedimentos.
Segundo a subsecretária, o objetivo é garantir que toda mulher, independentemente da porta de entrada do serviço público, encontre profissionais preparados para acolher, orientar e encaminhar sua situação de forma humanizada. “A violência contra as mulheres se transforma ao longo do tempo. Hoje enfrentamos também a violência digital, a misoginia nas redes sociais e novas formas de controle e opressão. Por isso a formação precisa ser permanente. Qualificar a rede significa fortalecer a prevenção, proteger as vítimas e evitar a revitimização.”
Mobilização social fortalece prevenção nos territórios
Protege também chegou às lideranças comunitárias através de formações e visitas aos conselhos comunitários de segurança das regiões da cidade. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Uma das sensibilizações realizadas em bairros para levar a iniciativa “Vizinho também Protege”.
O primeiro ano do Protege também consolidou uma estratégia voltada à participação da sociedade no enfrentamento à violência contra as mulheres. Por meio das ações Liderança Também Protege e Vizinho Também Protege, desenvolvidas em parceria com a Subsecretaria de Assuntos Comunitários e integradas ao programa Perifeirarte, lideranças comunitárias, representantes de associações de moradores, clubes de mães, conselhos comunitários de segurança, instituições religiosas, organizações da sociedade civil e representantes do setor empresarial passaram a receber formações sobre prevenção, acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.
As ações têm como objetivo transformar pessoas que já exercem influência em seus territórios em multiplicadores de informação, capazes de identificar situações de violência, orientar sobre os serviços disponíveis e estimular o rompimento do ciclo de agressões.
Segundo Manuela Nicodemos Bailosa, fortalecer a comunidade é ampliar a própria rede de proteção. “As pesquisas mostram que, antes de procurar o Estado, a mulher procura a família, os amigos ou a comunidade. Muitas vezes ela conversa primeiro com alguém da igreja, da associação de moradores ou do bairro. Por isso precisamos formar essas lideranças para que saibam acolher, orientar e apoiar essas mulheres sem julgamento. É uma forma de fazer a proteção chegar onde o Estado, sozinho, nem sempre consegue chegar.”
A iniciativa tem percorrido diferentes municípios e bairros de Mato Grosso do Sul, ampliando o debate sobre violência de gênero para além dos espaços institucionais e estimulando uma responsabilidade coletiva na prevenção dos casos.
Atendimento integral amplia acolhimento às famílias
Ceamca ganhou reforço com mais profissionais para atender mulheres vítimas de violência e seus filhos. (Foto: Bruno Rezende)
Outra frente fortalecida pelo Protege foi a qualificação do atendimento oferecido pelo Ceamca (Centro Especializado de Atendimento à Mulher em Situação de Violência). A partir da atual gestão, o serviço passou a atender também crianças e adolescentes que fazem parte do contexto familiar das mulheres acolhidas, reconhecendo que a violência doméstica afeta toda a dinâmica familiar e que romper esse ciclo exige um cuidado mais amplo.
Além da ampliação da equipe técnica por meio de processo seletivo, a metodologia adotada pelo Ceamca começou a ser apresentada a municípios interessados em fortalecer seus CRAMs (Centros de Referência de Atendimento à Mulher), com a perspectiva de expandir esse modelo para outras regiões do Estado.
Para a subsecretária, o atendimento familiar representa uma mudança importante na forma de enfrentar a violência. “Nós percebemos que não bastava cuidar apenas da mulher de forma isolada. Quando acolhemos também seus filhos e filhas, trabalhamos o rompimento do ciclo da violência de maneira mais efetiva. É um processo que fortalece essa mulher e oferece às crianças novas referências de convivência baseadas no respeito e na proteção.”
Tecnologia aproxima informação e amplia o acesso aos serviços
Vitória é a assistente virtual que disponibiliza informações sobre como sair do ciclo da violência e onde procurar ajuda. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Entre as inovações implementadas pelo programa está a Vitória, assistente virtual desenvolvida para orientar mulheres sobre direitos, serviços públicos e políticas disponíveis no Estado.
Disponível por meio do WhatsApp, pelo número 3348-6657, a ferramenta reúne informações sobre toda a rede de atendimento às mulheres, orienta sobre os canais de denúncia e apresenta os serviços oferecidos pelo Governo do Estado, funcionando como mais um instrumento de acolhimento e orientação.
Segundo Manuela, a tecnologia representa uma nova porta de entrada para a rede de proteção. “A Vitória amplia o acesso à informação e orienta as mulheres sobre onde procurar ajuda. Ela complementa serviços como o Ligue 180 e o 190, oferecendo um canal permanente para esclarecer dúvidas, apresentar direitos e fortalecer a autonomia das mulheres.”
A ferramenta tem sido amplamente divulgada durante as ações do programa no interior do Estado, especialmente em comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e rurais.
Ônibus Lilás leva cidadania aos territórios mais distantes
Ônibus Lilás foi até Corumbá, atender mulheres de comunidades indígenas e ribeirinhas.
A interiorização das políticas públicas também ganhou reforço com a retomada do Ônibus Lilás, unidade móvel que passou a percorrer diferentes regiões de Mato Grosso do Sul levando informação, orientação e serviços às mulheres.
Fruto de um convênio entre Governo do Estado e o programa federal Mulher, Viver sem Violência, o veículo voltou a ser utilizado de forma permanente e já passou por diversos municípios, alcançando comunidades rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas, muitas vezes distantes dos equipamentos especializados de atendimento.
Além da divulgação da assistente virtual Vitória e dos canais oficiais de denúncia, as equipes realizam palestras, orientações sobre direitos, encaminhamentos à rede de proteção e atividades educativas em parceria com programas como o MS em Ação.
“O Protege nos permitiu integrar diferentes políticas públicas em um mesmo território. Levamos informação sobre violência contra as mulheres, mas também aproximamos saúde, assistência social, justiça, segurança pública e cidadania das comunidades. Essa atuação intersetorial é um dos maiores diferenciais do programa”, afirma Manuela.
Adesão dos municípios fortalece a política pública
Registro da adesão do município de Amambai ao Protege durante ação com Ônibus Lilás em território indígena.
Um dos resultados mais expressivos do primeiro ano do Protege foi a adesão de 45 municípios ao programa estadual. Na prática, a adesão representa o compromisso das administrações municipais em implementar ações permanentes de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres, fortalecendo os serviços especializados, qualificando as equipes locais e integrando diferentes áreas da gestão pública.
Para a subsecretária, a institucionalização do Protege garante continuidade às políticas públicas. “Quando uma política pública se torna política de Estado, ela deixa de depender do gestor da vez. Ela passa a ser um direito das mulheres e um dever permanente do poder público. A adesão ao Protege significa exatamente esse compromisso institucional de implementar ações que envolvem educação, saúde, assistência social, segurança pública e políticas para as mulheres.”
Além da adesão municipal, o programa conta com um sistema de monitoramento baseado em indicadores e metas que permitirá acompanhar a execução das ações e avaliar seus resultados ao longo dos próximos anos.
Uma política pública construída para permanecer
Ao completar seu primeiro ano, o Protege consolida uma nova forma de atuação do Estado no enfrentamento à violência contra as mulheres. A proposta vai além da resposta às ocorrências e aposta na prevenção, na formação permanente, na articulação entre instituições e na participação da sociedade para reduzir os índices de violência e fortalecer a proteção às mulheres sul-mato-grossenses.
Para Manuela Nicodemos Bailosa, o principal legado desse primeiro ano está justamente na capacidade de integrar diferentes setores em torno de um objetivo comum. “O maior legado do Protege é mostrar que enfrentar a violência contra as mulheres exige planejamento, monitoramento e trabalho conjunto. Quando educação, saúde, assistência social, segurança pública, justiça, municípios e sociedade civil caminham na mesma direção, conseguimos construir uma política pública permanente, capaz de salvar vidas e transformar realidades. É esse compromisso que o Governo do Estado assume ao instituir o Protege como uma política de Estado para Mato Grosso do Sul.”
Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania Foto de capa: Matheus Carvalho/SEC
O secretário especial da Receita Federal do Brasil, Robinson Barreirinhas, participou, na manhã desta terça-feira (1º), de um encontro com o governador Eduardo Riedel, em Campo Grande. Acompanhado de sua equipe, Barreirinhas apresenta hoje em Campo Grande um relatório técnico elaborado pela Receita Federal a partir da expedição realizada ao longo do Corredor Bioceânico, iniciativa que integra o programa “Aduanas sem Fronteiras”.
O estudo engloba os principais resultados da missão de reconhecimento realizada ao longo do corredor logístico que liga o Porto de Santos, no Brasil, ao Porto de Antofagasta, no Chile, passando por regiões do Paraguai e da Argentina.
A apresentação abordará aspectos relacionados à infraestrutura, logística, facilitação do comércio, integração aduaneira e os impactos para o desenvolvimento regional.
Durante o encontro, o governador Eduardo Riedel destacou a importância estratégica da Rota Bioceânica para a integração regional e ressaltou que a competitividade do corredor dependerá não apenas das obras físicas, mas também da capacidade de articulação institucional entre os países envolvidos.
“É uma alegria receber o secretário Barreirinhas aqui em Mato Grosso do Sul para uma reunião de trabalho sobre a Rota Bioceânica. Trata-se de um projeto que envolve quatro países e oito governos subnacionais, como Mato Grosso do Sul, que há muito tempo vêm discutindo e construindo essa agenda conjunta. Costumamos dizer que a rota é o hardware, representado pelas estradas e pontes, mas tão importante quanto isso é a inteligência da rota, ou seja, a capacidade dos fiscos, das polícias e das instituições se conectarem para garantir competitividade”, afirmou.
Riedel também ressaltou a importância da presença da equipe da Receita Federal no Estado e do trabalho técnico realizado ao longo do corredor logístico.
“O secretário veio pessoalmente a Mato Grosso do Sul, acompanhado de sua equipe, realizou um importante trabalho de análise e levantamento de informações e traz agora um relatório que permitirá compreender melhor os desafios que ainda precisamos superar para consolidar a Rota Bioceânica”, destacou.
O secretário da Receita Federal afirmou que o Corredor Bioceânico é uma prioridade estratégica do Governo Federal e ressaltou a necessidade de integração entre os diversos órgãos públicos e os países envolvidos no projeto.
“O corredor é uma prioridade do Governo Federal e envolve diversos órgãos, como a Receita Federal, a Polícia Federal e outras instituições. Sabemos que precisamos olhar para o Pacífico e, ao mesmo tempo, fortalecer a integração regional com Paraguai, Argentina e Chile, países parceiros que apresentam grande potencial para ampliar o comércio com o Brasil”, afirmou.
Segundo Barreirinhas, a Receita Federal adotou uma metodologia baseada na escuta dos setores produtivos para construir soluções adaptadas às necessidades do comércio exterior.
“Nós não estamos construindo um projeto para depois apresentar aos empresários. Fizemos uma missão de reconhecimento, percorrendo todo o trajeto até o porto de Antofagasta, registrando informações e identificando desafios. O objetivo é apresentar esse trabalho e ouvir dos empresários o que eles precisam da Receita Federal para que essa rota funcione plenamente. É a Receita que deve se adaptar às necessidades dos usuários, e não o contrário”, explicou.
O secretário destacou ainda que a competitividade do corredor dependerá diretamente da redução da burocracia e do fortalecimento da integração aduaneira e dos mecanismos de controle e segurança.
“Não adianta reduzir o tempo de transporte em quase duas semanas se perdermos esse ganho em procedimentos burocráticos. Precisamos construir um ambiente de confiança entre os países, com integração, rastreabilidade e segurança, garantindo que a carga chegue ao destino com eficiência e previsibilidade”, afirmou.
Barreirinhas ressaltou que a Receita Federal vem se preparando estrategicamente para a operação do corredor e justificou a escolha de Campo Grande para a primeira apresentação pública dos resultados da expedição.
“Estamos preparados e continuaremos nos preparando para esse novo cenário. A infraestrutura física é fundamental, mas é o funcionamento dos sistemas, das instituições e da integração entre os países que garantirá o sucesso da rota. Não por acaso, a primeira apresentação desse relatório ocorre em Campo Grande, que representa a principal porta de entrada e um dos centros estratégicos desse grande projeto de integração sul-americana”, concluiu.
O encontro também teve a participação dos secretários Artur Falcette (Semadesc), Rodrigo Perez (Governo e Gestão Estratégica) e Flávio César (Sefaz).
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS Fotos: Álvaro Rezende
A Defesa Civil de São Paulo alertou para mudanças nas condições do tempo, entre sexta-feira (3) e domingo (5), causadas pelo avanço de uma frente fria pela costa do estado.
A previsão é de aumento da nebulosidade em todas as regiões de São Paulo, queda nas temperaturas e chuva e ventos intensos.
A partir de sexta-feira (3), as temperaturas começam a cair ao longo do dia, com um frio mais intenso a partir da tarde. Deve chover no litoral, no interior paulista e nas regiões serranas, com intensidade fraca a moderada.
Nas áreas litorâneas, ainda há previsão de ventos intensos combinados com chuva e frio, provocando maior agitação marítima e movimentação de dunas de areia.
No sábado (4), a frente fria começa a se afastar do estado, mas a circulação de umidade manterá o céu com maior cobertura de nuvens na faixa leste. Ainda há previsão de chuva isolada.
Já no domingo (5), o dia deve ser ensolarado em todas as regiões paulistas, elevando gradualmente a temperatura.
Ciclone associado à frente fria
Um ciclone extratropical, associado a uma massa de ar polar, deve intensificar os ventos e agitar o mar entre o Sul e o Sudeste do Brasil a partir desta quinta-feira (2). O sistema se forma na altura do litoral da região Sul, na retaguarda da frente fria que passa pelo país.
O cenário de instabilidade nas temperaturas deve se manter, principalmente entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Grande parte do Sudeste e do Centro-Oeste segue sob influência do tempo seco e ensolarado, com baixos índices de umidade do ar. No Nordeste, a chuva continua concentrada na faixa litorânea, e no Norte, o calor e a alta umidade favorecem pancadas de chuva e temporais em alguns estados.
No Rio Grande do Sul, as temperaturas podem ficar abaixo de 0°C durante a madrugada e início da manhã de sexta-feira, principalmente nas áreas da Campanha, Fronteira Oeste, Serra, Planalto e Campos de Cima da Serra. Áreas elevadas de Santa Catarina também estão sob risco de temperaturas negativas.
Entre a noite de quinta-feira e a manhã de sexta-feira, pontos isolados das serras gaúcha e catarinense enfrentam possibilidade de chuva congelada, dependendo da combinação entre temperaturas muito baixas e precipitação no momento da entrada do ar frio.
A formação de geada ampla será favorecida na manhã de sexta-feira, em grande parte do Rio Grande do Sul e nas áreas mais elevadas da Serra Catarinense.
As temperaturas voltam a cair no Sudeste, especialmente no centro-sul e leste do estado. O ar frio também alcança o sul de Minas Gerais, a Zona da Mata mineira e parte do estado do Rio de Janeiro. O período ainda deve ser menos intenso do que a onda de frio registrada na segunda quinzena de junho, quando diversas cidades bateram recordes de frio em 2026.
No Centro-Oeste, as temperaturas caem no sul e oeste do estado de Mato Grosso do Sul e também no sudoeste e sul de Mato Grosso, onde o amanhecer volta a ser mais frio após vários dias de calor durante as tardes.
Investimento em segurança pública que chega direto – e rápido – onde a população mais precisa: nas ruas das cidades sul-mato-grossenses. O Governo de Mato Grosso do Sul entregou ontem (30) 522 novas viaturas para todas a forças de segurança do Estado, veículos que de imediato já foram enviados para os 78 municípios do interior, além da Capital. O Governo do Estado somou investimento de R$ 176 milhões, sendo R$ 51 milhões de emenda da bancada federal, adquirindo ainda 970 novos coletes balísticos e 624 novas pistolas.
A entrega é histórico, já que se concretiza como a maior destinação única – ou seja, em lote único – de viaturas e equipamentos da história da segurança pública de Mato Grosso do Sul. A cerimônia reuniu representantes de todas as forças e contou com a presença do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, que sinalizou reconhecimento ao trabalho local.
“Mato Grosso do Sul é um exemplo, pela integração e importância estratégica, e não há nenhum outro estado com este nível de harmonia na segurança entre os governos municipais, estadual e federal”, afirmou Lucas ao destacar que o Estado construiu um modelo de gestão que o país inteiro deveria observar para também implementar.
A lógica por trás do investimento é direta: em vez de concentrar recursos na Capital e depois redistribuí-los lentamente e muitas vezes de forma desigual, o Governo de Mato Grosso do Sul optou por uma política descentralizada, que leva equipamentos e viaturas às unidades do interior no mesmo ritmo em que chegam à Campo Grande.
Presente no evento de entrega, o governador Eduardo Riedel frisa que esse é o ponto central da estratégia. “Dos R$ 176 milhões, R$ 51 milhões são de emendas da bancada federal, o que representa a união e esforço de todos para a área da segurança. Com esses investimentos fortalecemos a atuação de todas as forças em todo o Estado, seja onde for”, explicou.
O que foi entregue
A lista de equipamentos é extensa, mas cada item tem um propósito claro dentro da política de segurança do Estado. A Polícia Militar recebeu 219 viaturas de tipos variados, entre automóveis de pequeno porte, modelos hatch e sedan para patrulhamento urbano, SUVs caracterizadas e descaracterizadas para operações que exigem mobilidade e discrição, além de micro-ônibus, ônibus e um caminhão para transporte de animais – equipamento que pode parecer incomum, mas que atende uma demanda real nas regiões rurais do interior sul-mato-grossense.
A Polícia Civil ficou com 131 novos veículos, sendo 122 SUVs caracterizadas e 9 viaturas modelo sedan. A escolha pelo predomínio de SUVs reflete as condições das estradas do interior do Estado, onde o acesso a comunidades rurais, fazendas e pequenas localidades exige veículos com maior capacidade de tração e desempenho fora do asfalto.
O Corpo de Bombeiros foi contemplado com 98 unidades entre caminhões e veículos especializados, incluindo modelos bomba-tanque, versões otimizadas para resgate e combate a incêndios florestais, uma necessidade crescente diante das mudanças climáticas e de proteção dos biomas regionais – Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica.
Também foram entregues URSs (Unidades de Resgate e Salvamento), UTVs para pequenas intervenções e micro-ônibus para transporte de equipes. Há ainda dois caminhões-baú, sendo um para o próprio Corpo de Bombeiros e outro para a Coordenadoria-Geral de Perícias, e dois caminhões-tanque para a Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo.
O Centro de Atenção Biopsicossocial também foi lembrado, recebendo uma carreta, um micro-ônibus e três Unidades de Resgate e Salvamento. Foram ainda renovados estoques de coletes balísticos e armamento para a Coordenadoria-Geral de Perícias, o Departamento de Operações de Fronteira, a Coordenadoria de Policiamento Aéreo, a Polícia Penal e a Polícia Científica.
Para o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, o conjunto da entrega representa um marco histórico. “Esta é a maior entrega de viaturas da história de Mato Grosso do Sul, com o que tem de melhor no mundo em armas e equipamentos de proteção. A segurança pública no Estado cresceu e este é um investimento que valoriza a população”.
Os números que confirmam a estratégia
Investimento sem resultado seria apenas gasto. No caso de Mato Grosso do Sul, os dados do Observatório de Segurança Pública da Sejusp mostram que a política tem produzido efeitos concretos na vida das pessoas. Entre janeiro e maio de 2026, os indicadores criminais caíram de forma consistente tanto na Capital quanto no conjunto dos municípios do Estado.
Em Campo Grande, os homicídios dolosos recuaram 28,2% em relação ao mesmo período de 2025, passando de 71 para 51 ocorrências. Os roubos caíram 23%, de 691 para 532 registros, e os furtos diminuíram 6,1%, de 6.735 para 6.324 casos. Os crimes sexuais também apresentaram redução significativa: os casos de estupro passaram de 295 para 246 registros, queda de 16,6%, enquanto os estupros de vulnerável recuaram 26,9%, de 245 para 179 ocorrências.
No cenário estadual, a tendência se repete. Os roubos em todo o Estado apresentaram uma das reduções mais expressivas do período, com recuo de 21,7%, caindo de 1.175 para 920 casos. Os furtos diminuíram 6,5%, passando de 14.213 para 13.293 ocorrências. Os crimes sexuais também cederam: os estupros recuaram 14,4%, de 1.014 para 868 registros, e os estupros de vulnerável caíram 16,4%, de 831 para 695 casos. Houve ainda redução de 2,7% nos registros de violência doméstica em todo o Estado, de 9.061 para 8.813 ocorrências.
Fronteira sempre em alerta
Entre janeiro e maio de 2026, as forças de segurança apreenderam 238,5 toneladas de entorpecentes em Mato Grosso do Sul, volume 21,1% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram retiradas de circulação 197 toneladas. Só em Campo Grande, foram apreendidas aproximadamente 27 toneladas de drogas nos cinco primeiros meses do ano, contra 21,5 toneladas no mesmo período de 2025 – aumento de 25,6%.
As operações ocorreram tanto em áreas urbanas quanto nas regiões de fronteira, que posicionam Mato Grosso do Sul como um dos principais pontos de contenção do tráfico internacional de entorpecentes que entra pelo Brasil a partir da Bolívia e do Paraguai.
É precisamente nesse contexto que a entrega de viaturas para unidades do interior e das regiões de fronteira ganha ainda mais sentido. O DOF-MS, que atua justamente na linha de fronteira, e a Coordenadoria de Policiamento Aéreo, essencial para monitoramento de vastas extensões de território, estão entre os órgãos que receberam reforços nesta entrega. Equipar essas forças com o que há de mais moderno disponível não é apenas uma questão de eficiência operacional. É também um sinal de que o Estado entende o peso estratégico que carrega.
O modelo adotado por Mato Grosso do Sul, reconhecido pelo Ministério da Justiça como referência nacional, parte de uma premissa simples mas difícil de executar: integração real entre as forças, distribuição efetiva dos recursos e presença do Estado onde a população precisa, não apenas onde é mais fácil ou mais visível estar.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS Foto de capa e galeria 3: Bruno Rezende/Secom-MS Galeria 1: Álvaro Rezende/Secom-MS Galeria 2: Chico Ribeiro/Seilog
A posse dos novos integrantes do Conjuv/MS (Conselho Estadual da Juventude de Mato Grosso do Sul), realizada pela SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), marcou também o lançamento de uma nova ferramenta para fortalecer a participação juvenil nos municípios.
Durante a cerimônia, ocorrida na terça-feira (30), a Secretaria, por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para a Juventude, disponibilizou o curso “Conselhos de Juventude: criação, estruturação e atuação participativa”, formação gratuita desenvolvida para apoiar gestores, conselheiros e lideranças na criação, reativação e fortalecimento dos Conselhos Municipais de Juventude.
Curso já está disponível e pode ser feito on-line. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Resultado de uma parceria entre a SEC, o Conjuv/MS e a UFMS, o curso foi desenvolvido para apoiar a implementação das políticas públicas de juventude nos municípios, abordando os fundamentos legais, o papel dos conselhos municipais como espaços de participação social e o passo a passo para criação, estruturação, mobilização e fortalecimento desses colegiados. Com carga horária de 20h, a formação conta com videoaulas, e-book, materiais interativos e fóruns de discussão.
Para o subsecretário de Políticas Públicas para a Juventude, Jessé Cruz, a formação representa um novo avanço na estratégia de interiorização das políticas públicas. “O curso foi pensado justamente para chegar antes de nós. O prefeito, o gestor ou qualquer liderança poderá acessar o conteúdo, compreender como funciona a criação do conselho e iniciar esse processo. É um material produzido por Mato Grosso do Sul, construído a partir da nossa realidade e que hoje já desperta interesse de outros estados”, pontua.
Responsável pela estruturação da plataforma, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul participou do desenvolvimento do curso desde sua concepção. A diretora de Inclusão e Desenvolvimento Estudantil da UFMS, Eliane Piranda, destacou que a iniciativa amplia o acesso à formação.
“Agora qualquer pessoa poderá acessar o curso no seu tempo, obter certificação e contribuir para fortalecer os conselhos municipais. É uma parceria que aproxima universidade, poder público e sociedade para construir políticas públicas cada vez mais qualificadas.”
Estratégia construída em todo o Estado
Subsecretário de Políticas Públicas para Juventude, Jessé Cruz, contextualizando novos conselheiros sobre trabalho já consolidado. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
O curso é resultado de uma série de ações desenvolvidas pela Subsecretaria de Políticas Públicas para a Juventude em parceria com o Conjuv/MS. Entre elas está o Circuito Avança Juventude, iniciativa que percorreu as nove regiões de Mato Grosso do Sul promovendo fóruns, feiras de serviços e capacitações para gestores municipais. Durante as escutas realizadas pelo Estado, mais de 200 propostas foram apresentadas por jovens de diferentes territórios e passaram a subsidiar a elaboração do novo Plano Estadual de Juventude.
Segundo Jessé Cruz, os novos conselheiros assumem um colegiado que já possui uma agenda consolidada de trabalho. “Percorremos todas as regiões do Estado ouvindo as juventudes, fortalecendo os municípios e iniciando a construção do próximo Plano Estadual de Juventude. Agora é hora de dar continuidade a esse trabalho e ampliar ainda mais a participação juvenil”, completa.
Outra frente apresentada aos novos integrantes foi o Capacita PPJ, iniciativa permanente de apoio técnico aos municípios interessados em criar ou reativar seus Conselhos Municipais de Juventude. Atualmente, Mato Grosso do Sul possui 12 conselhos implantados ou em fase de implantação, resultado do trabalho desenvolvido junto às administrações municipais.
Novo mandato
Durante a solenidade também tomaram posse os representantes governamentais e da sociedade civil que irão compor o Conselho Estadual da Juventude no biênio 2026-2028.
Ao transmitir a presidência do colegiado, a ex-presidente do Conjuv/MS, Isabela Nantes, destacou que o fortalecimento dos conselhos municipais sempre foi uma construção coletiva do Conselho Estadual. “Este é o principal espaço de formação política das juventudes, é fruto de um trabalho construído por muitas mãos e representa uma ferramenta importante para que mais municípios criem seus conselhos e ampliem a participação dos jovens.”
Ex-presidente do Conjuv/MS, Isabela Nantes, reforça o quanto o curso é uma necessidade para a formação de novos conselhos. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Ela também reforçou aos novos integrantes a responsabilidade de representar as diversas juventudes sul-mato-grossenses. “Precisamos olhar especialmente para as juventudes mais vulnerabilizadas, indígenas, quilombolas, periféricas e para aqueles jovens que ainda não conseguem acessar as políticas públicas. É para eles que o conselho existe.”
O secretário-adjunto de Estado da Cidadania, Jairo Luiz da Silva, ressaltou que os conselhos fortalecem a gestão democrática ao aproximar o poder público das demandas da população. “As políticas públicas acontecem onde a vida acontece: nos municípios. Os conselhos cumprem esse papel de ouvir, propor e aproximar o Governo das necessidades reais da juventude, fortalecendo a democracia e a participação social.”
Além do lançamento do curso e da posse dos conselheiros, a programação contou com a apresentação do Painel da Infância e Juventude de Mato Grosso do Sul, desenvolvido pelo Observatório da Cidadania, plataforma que reúne indicadores para subsidiar o planejamento, monitoramento e avaliação das políticas públicas voltadas às juventudes.
Mesa Diretora eleita
Diretoria eleita é composta de Miguel Morgiroth Partzlaff na vice-presidência, Geovana Barros de Souza como presidente e Caio Lucas da Silva Santiago na secretaria-geral. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
Após a posse, foi realizada a eleição da Mesa Diretora do Conjuv/MS para o biênio 2026-2028. Como estabelece o regimento do colegiado, neste mandato a presidência será exercida por representante governamental. A presidente eleita foi Geovana Barros de Souza, representante da Secretaria de Estado de Educação. A vice-presidência ficará com Miguel Morgiroth Partzlaff, representante da entidade Kaitrus, enquanto Caio Lucas da Silva Santiago, representante da Juventude Livre, foi eleito secretário-geral.
Conselheiros empossados
O Conselho Estadual da Juventude para o biênio 2026-2028 é composto por representantes do poder público e da sociedade civil organizada. Confira os conselheiros empossados:
Representantes governamentais
Subsecretaria de Políticas Públicas para a Juventude Titular: Atalita Oliveira Cota Marques Suplente: Fernanda Carla Ajonas Rocha
Secretaria de Estado de Educação Titular: Geovana Barros de Souza Suplente: Paola Scheibler
Secretaria de Estado de Saúde Titular: Claudinéia Firmino Suplente: Carla Adriana Costa dos Santos Scheres
Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública Titular: Priscilla Anuda Quarti Suplente: Ricardo Meirelles Bernardinelli
Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação Titular: Janaína Soares Carlin Suplente: Bruna Shinohara Nakase
Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos Titular: Fábio Martins Neri Brandão Suplente: Diogo Evangelista Barbosa
Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul Titular: Francyelle Nakasone Ferreira Gomes Suplente: Marcela Ponzini
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Titular: Matheus Vinícius de Souza Fernandes Suplente: Igor Vinícius Venâncio
Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul Titular: Maria Virgínia Américo Antônio Suplente: Kenio Maycon da Cruz Rodrigues
Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de MS Titular: Annia Amélia Barbosa Suplente: João Guilherme Zornitta Dias
Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul Titular: Thereza Christina de Paula e Silva Sposito Suplente: Orion Dias da Silva Filho
Representantes da sociedade civil
Movimenta Juventude Titular: Sebastião Gabriel Costa Ferreira Suplente: Rafael Antônio Leite Aguilieri
Juventude Livre Titular: Caio Lucas da Silva Santiago Suplente: Maria Vitória Freitas da Cunha
Republicanos Titular: Pedro Henrique Urbieta Faria Suplente: Larissa Raquel de Melo Nogueira
Associação Fazer o Bem Titular: Enzo Cassol Moraes Suplente: Jealeson Davi Gomes Teixeira da Silva
Instituto Mirim Titular: Gabriel Santos Ferreira Suplente: Ariane de Souza Barbosa
Instituto Desperte e Governe Titular: Maria Eduarda Romero Batista Suplente: José Arthur Leite Arruda
Kaitrus Titular: Miguel Morgiroth Partzlaff Suplente: Maria Eduarda Barbosa de Souza
Associação Brasileira de Debates do Ensino Médio Titular: Kauan Viana de Oliveira Suplente: Isabela de Paula Nantes
Associação Anglicanos Solidários Titular: João Pedro Blos Trindade Suplente: Luisa de Paula Sousa
Núcleo de Apoio Estudantil (NUCAE) Titular: João Victor dos Santos Oliveira Suplente: Miguel Fernandes Bottari
Partido Liberal Titular: Gabriel Kling de Almeida Batista Suplente: Laura Emanueli Medeiros
Membros empossados vão atuar na gestão do biênio 2026-2028. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)
A Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) registrou a abertura de 1.266 novas empresas no Estado durante o mês de junho, com destaque para o setor de Serviços (922), seguido do Comércio (303) e outras 41 no setor da Indústria.
No ano, já são 8.978 empresas abertas, também com forte predominância do setor de Serviços (76,58%). Comércio (20,59%) e Indústria (2.83%) vêm a seguir.
Os subsetores da economia que mais se destacaram foram: Holdings não financeiras (49), Atividade Médica Ambulatorial (48), Serviços de Escritório e Apoio Administrativo (39), Representações Comerciais e Agentes de Veículos Automotores (34), Comércio Varejista de Artigos de Vestuário e Acessórios (30), Promoção de Vendas (30), Marketing Direto (30), Atividades de Intermediação e Agenciamento de Serviços e Negócios em Geral (29), Atividades de Consultoria em Gestão Empresarial (23), Lanchonetes e Similares (22).
Durante evento em Dourados, vice-governador compartilhou reflexões sobre sua trajetória política, competências na gestão pública e desafios da geração atual
Congresso Eleição e Democracia: Desafio Permanente é realizado nesta quinta-feira, na Câmara de Municipal de Dourados
“O voto não é o fim, é o começo. Ali se depositam todas as expectativas e esperança do eleitor e a crença de que a vida daquela família se tornará melhor”. Foi com essa afirmação que o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, abriu sua palestra no 1º Congresso Eleição e Democracia: Desafio Permanente, na manhã desta quinta-feira (02) em Dourados. A um púbico formado por dirigentes partidários, assessores, advogados e estudiosos do Direito Eleitoral, Barbosinha relembrou a própria trajetória política e reforçou a diferença entre vencer a disputa nas urnas e efetivamente exercer a função de gestor público. “Ganhar a eleição é o ato de convencer pessoas. Governar é diferente: é um ato de servir às pessoas com eficiência, e essa é a entrega que realizamos hoje em cada área de Mato Grosso do Sul”, afirmou, ao abordar o tema “A política além das urnas: liderança, legitimidade e responsabilidade pública”.
Além do vice-governador, outros 13 palestrantes se apresentam hoje durante o congresso, promovido pelo IDEA (Instituto de Direito Eleitoral e Administrativo). O objetivo do evento, que segue ao longo do dia, é atender profissionais que atuam diretamente nas campanhas eleitorais e precisam compreender as constantes mudanças que impactam as disputas políticas.
“De 2010 para cá, o processo eleitoral mudou profundamente. Tivemos diversas alterações na legislação, mudanças nas regras de propaganda, no financiamento de campanhas, nas prestações de contas e, agora, um novo cenário provocado pela inteligência artificial, pelos algoritmos e pelas ferramentas digitais”, destaca Fernando Baraúna, presidente do IDEA e idealizador do evento. “As eleições estão cada vez mais técnicas e judicializadas. Desde quem compartilha um material de campanha pelo celular até candidatos, dirigentes partidários e equipes de marketing precisam conhecer os limites impostos pela legislação”, acrescenta.
Esperança e novas oportunidades
Com orgulho e saudosismo, Barbosinha falou sobre a própria trajetória na vida pública e profissional, que contraria todas as expectativas por fugir do roteiro pré-concebido pela maioria das pessoas. “Minha história mostra que a trajetória política não precisa de dinheiro ou de uma família tradicional na política: precisa ter coragem, e isso eu sempre tive”, afirmou.
Lembrou desde a mudança da família do Estado de Goiás para Mato Grosso, em 1975, “fugindo da fome”, passando pelo trabalho como vendedor de sorvete e o primeiro ‘discurso’ em um comício, com apenas 12 anos de idade, no município de Angélica – onde teve o primeiro emprego na Prefeitura Municipal, no ano seguinte. Também citou a formação em Direito, em Dourados, e o retorno ao município de Angélica, onde disputou as eleições em 1987 e foi eleito prefeito com apenas 23 anos – até hoje, o prefeito mais jovem de Mato Grosso do Sul. “Sem tradição familiar na política, sem recurso, mas com vocação. Uma vontade de poder participar, porque como cidadão a gente pode fazer, mas como político pode fazer muito mais. E foi assim que a política entrou na minha vida”, descreveu.
Sobre os pré-requisitos para uma boa gestão pública, entre outras habilidades e competências, Barbosinha citou a importância da formação de uma boa equipe de governo. “O gestor incompetente também tem imensa dificuldade de formar equipe”, opinou. “A formação de uma equipe técnica e ética é fundamental. Quem tem uma boa equipe consegue fazer um bom planejamento”, acrescentou, ao citar o trabalho feito nos 79 municípios do Estado. “Um gestor público não pode só olhar o presente: é preciso pensar no Mato Grosso do Sul daqui a dez, quinze ou 20 anos. O cobertor é curto, o dinheiro é insuficiente para fazer tudo e é preciso estabelecer prioridades. Por isso temos hoje um governo municipalista, que dialoga com absolutamente todos os municípios”, afirmou.
Barbosinha também falou sobre os principais desafios na condução da gestão pública – como, por exemplo, a necessidade de tomar decisões impopulares em momentos de crise, e os desafios com relação à geração atual. Entre eles, a atração e encantamento de jovens com a política; a formação de líderes éticos; fortalecimento das instituições e transformação da confiança nas urnas em resultados.
Já no encerramento da palestra, o vice-governador destacou a importância de não se engrandecer diante dos cargos ocupados. “Já fui prefeito, presidente da Sanesul, deputado estadual, secretário de Justiça e Segurança Pública, e tudo isso passou. O cargo de vice-governador vai passar também. O que vai permanecer não é o cargo, mas o bem que realizamos, as vidas que pudemos transformar”, refletiu.
A Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) realizou – nesta quarta-feira (1°) – a cerimônia do Prêmio Fundect Pesquisador Sul-Mato-Grossense 2026, com a premiação de 15 pesquisadores e pesquisadoras em cinco categorias. O evento também marcou a assinatura de chamadas públicas que somam R$ 38,6 milhões em investimentos para ciência, tecnologia e inovação em Mato Grosso do Sul.
Entre as instituições com pesquisadores premiados, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) teve cinco representantes reconhecidos, a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) teve quatro premiados, além de três da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), dois da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), e um da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) – Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte.
“São premiados os primeiros colocados nas categorias apresentadas, sem esquecer, a importância dos grupos de pesquisa que dão suporte a esse avanço científico. Nos últimos quatro anos, registramos um incremento significativo no aporte de recursos, o que tem gerado resultados expressivos na produtividade e na qualidade do trabalho realizado em nossas instituições. Parabenizo todos os pesquisadores, cientistas, professores e bolsistas, bem como os institutos de pesquisa agropecuária e demais agências parceiras, pelo empenho e pela contribuição indispensável ao progresso de Mato Grosso do Sul”, disse o diretor-presidente da Fundect, Cristiano de Carvalho.
Além do reconhecimento estadual e da premiação em dinheiro, os primeiros colocados de cada categoria serão indicados ao Prêmio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) de Ciência, Tecnologia e Inovação.
“Eu também faço parte desse meio e sei da importância da ciência para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Eu venho do setor produtivo agrícola e acompanhei essa transformação. Quando saímos de 1,7 milhão para 4,6 milhões de hectares cultivados com soja, isso passou pelas mãos de vocês. Passou pela pesquisa, pela Fundect e pela Semadesc. É esse conhecimento que torna Mato Grosso do Sul cada vez mais competitivo”, afirmou o secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Alex Melotto.
Novos editais
A cerimônia também integrou a programação institucional alusiva aos 28 anos da Fundect – comemorado no dia 3 de julho. Durante o evento, foram assinadas chamadas públicas que somam mais R$ 38,6 milhões em investimentos para ciência, tecnologia e inovação em Mato Grosso do Sul. Os documentos foram assinados pelo diretor-presidente da Fundect, Cristiano Carvalho, e pelo vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha).
Os editais reforçam a atuação da Fundação no apoio à formação de pesquisadores, à fixação de doutores, à iniciação científica, à realização de eventos e ao fortalecimento da produtividade em pesquisa no Estado.
Os investimentos atendem demandas do presente e projetam o futuro do Estado. “Destaco também os 28 anos da Fundect, pilar indispensável do nosso progresso científico. Ao longo desta trajetória, milhares de projetos receberam apoio, transformando ideias em soluções concretas para a sociedade. Mato Grosso do Sul vive um momento histórico. Para sustentar este ciclo virtuoso, precisaremos, cada vez mais, da inteligência, da criatividade e da competência dos nossos pesquisadores”, afirmou Barbosinha.
A chamada do programa de ‘Apoio à Fixação de Doutores no Brasil’ (PROFIX-CB) terá investimento de R$ 22,3 milhões. Já o edital do programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC) 2026 terá investimento de R$ 6,3 milhões e apoiará bolsas de iniciação científica.
A chamada do programa de Apoio a Eventos Científicos, Tecnológicos e de Inovação (PAE-MS) 2026 terá investimento de R$ 1 milhão. Outro edital que terá novo edital e R$ 7,2 milhões é o programa de Iniciação Científica e Tecnológica do Estado de Mato Grosso do Sul (PICTEC-MS).
Também foi anunciado edital de Bolsas de Produtividade Estaduais Fundect/CNPq, com investimento de R$ 1,8 milhão, voltada ao reconhecimento e ao estímulo à produtividade de pesquisadores no Estado.
Premiados
Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências da Vida, o primeiro colocado foi Flábio Ribeiro de Araújo, da Embrapa CNPGC. Doutor em Imunologia, ele atua na formação de novos pesquisadores e na coordenação de redes nacionais de pesquisa. O segundo lugar ficou com Letícia Couto Garcia, da UFMS, na área de Ciências Biológicas. O terceiro colocado foi Rodrigo Garófallo Garcia, da UFGD, na área de Ciências Agrárias.
Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências Exatas, o primeiro colocado foi Heberton Wender Luiz dos Santos, da UFMS. Doutor em Física, ele desenvolve pesquisas em nanociência e nanotecnologia, com projetos voltados à sustentabilidade, conversão de energia e mitigação de gases de efeito estufa. O segundo lugar ficou com Victor Hugo Rodrigues de Souza, da UFGD. O terceiro colocado foi Junior Reis Silva, da UEMS.
Na categoria Pesquisador Destaque – Ciências Humanas, o primeiro colocado foi Charlei Aparecido da Silva, da UFGD. Doutor em Geografia, ele é referência nas áreas de Geografia e Climatologia, com atuação voltada à produção científica, à formação de pesquisadores e ao fortalecimento da pós-graduação. O segundo lugar ficou com Márcia Maria dos Santos Bortolocci Espejo, da UFMS. A terceira colocada foi Ruth Pavan, da UCDB.
Na categoria Pesquisador Inovador – Inovação para o Setor Público, o primeiro lugar ficou com Arlinda Cantero Dorsa, da UCDB. Doutora em Língua Portuguesa, ela atua nas áreas de desenvolvimento local e cooperação regional. O segundo lugar ficou com Edson Takashi Matsubara, da UFMS. O terceiro colocado foi Mateus Boldrine Abrita, da UEMS.
Na categoria Pesquisador Inovador – Inovação para o Setor Empresarial, a primeira colocada foi Denise Brentan da Silva, da UFMS. Doutora em Ciências, ela atua em Química de Produtos Naturais, espectrometria de massas e metabolômica. O segundo lugar ficou com Luana Rossato, da UFGD. A terceira colocada foi Alinne Pereira de Castro, da UCDB.
Também foi premiado o ex-reitor da UFMS, Marcelo Turine, que recebeu o troféu Gestor Inovador, que juntamente com os primeiros colocados de cada categoria, vão representar Mato Grosso do Sul em nível nacional no Prêmio CONFAP de Ciência, Tecnologia e Inovação “Professora Niède Guidon” – 5ª Edição (2025).
Paulo Ricardo Gomes, Comunicação Fundect Fotos: Nivi Souza, Fundect
A SAD (Secretaria de Estado de Administração) realizará o Leilão Administrativo nº 0003/2026, destinado à alienação de 45 semoventes bovinos, durante a Pantanal Tech 2026. O leilão será de forma presencial, no dia 4 de julho (sábado), às 14h, na Unidade Universitária da Uems, em Aquidauana.
Os animais pertencem ao patrimônio do Estado de Mato Grosso do Sul, foram disponibilizados pela Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Su) e classificados como inservíveis e ociosos para a Administração Pública Estadual, mantendo valor comercial para alienação.
O edital foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Estado nº 12.183, de 12 de junho de 2026, e encontra-se disponível no portal oficial de compras do Estado. No documento constam a descrição detalhada dos lotes, as condições de participação, critérios de julgamento, forma de pagamento e demais regras aplicáveis.
Segundo as regras publicadas no edital, os 45 bovinos estão distribuídos em 4 lotes (001 a 004), e os lances serão ofertados presencialmente, sendo vencedor de cada lote o participante que apresentar o maior lance, observado o valor mínimo estabelecido no edital.
O credenciamento para participação no leilão será realizado presencialmente no mesmo dia, em 04 de julho de 2026, das 9h às 13h30 (horário local), no local da sessão pública.
Um diferencial deste certame é que não haverá cobrança de comissão ou taxa de leiloeiro, uma vez que o leilão será conduzido por leiloeiro administrativo, servidor público designado pela Administração.
A visitação dos animais estará aberta aos interessados nos dias 03 e 04 de julho, para verificação prévia das condições dos bens, sendo recomendada, mas não obrigatória para participação no certame.
Serviço
Leilão realizado de forma presencial no dia 04 de julho de 2026, às 14h (horário local), na Unidade Universitária de Aquidauana/Uems, durante a Pantanal Tech 2026, localizada na Rodovia Graziela Maciel Barroso, KM 12, Zona Rural, Distrito de Camisão, Aquidauana/MS.
Laiana Horing Nantes, Comunicação SAD Fotos: Arquivo SAD