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Governo do Rio quer recuperar R$ 1,4 bilhão do Banco Master


O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, afirmou que o estado espera recuperar cerca de R$ 1,4 bilhão dos mais de R$ 3 bilhões investidos pelo Rioprevidência no Banco Master.

A declaração foi feita nesta segunda-feira (8/6) após reunião com ministro da Fazenda, Dario Durigan, em Brasília (DF). Segundo Couto, o governo estadual tem adotado todas as medidas possíveis para tentar reaver parte dos recursos, principalmente por meio de ações judiciais.

“Hoje, estamos estimando que o Estado do Rio consiga resgatar cerca de R$ 1,4 bilhão do que foi despendido. O aporte foi superior a R$ 3 bilhões e estamos fazendo todos os esforços para recuperar esses valores”, afirmou.

Segundo Couto, parte dos recursos já está bloqueada por decisões judiciais favoráveis ao Estado e poderá ser usada para garantir eventual indenização.


Entenda investigação do aporte bilionário no Master

  • O caso é investigado pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades nos aportes realizados pelo Rioprevidência no Banco Master.
  • As investigações também atingem o ex-governador Cláudio Castro (PL). No fim de maio, ele foi alvo de mandado de busca e apreensão.
  • A PF suspeita que Castro tenha atuado para facilitar os investimentos considerados fraudulentos. A defesa do ex-governador nega qualquer irregularidade.
  • Em decisão que autorizou a operação, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), apontou indícios de que Castro teria exercido papel político relevante para viabilizar os aportes do fundo estadual no banco.
  • A investigação também cita um suposto vínculo próximo entre o ex-governador e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Dívida bilionária com a União

Durante a reunião em Brasília, Couto também discutiu a dívida do Rio de Janeiro com a União, que já alcança R$ 231 bilhões.

O governador em exercício afirmou que o estado pretende utilizar um crédito de aproximadamente R$ 20 bilhões que teria a receber da Petrobras para reduzir parte desse passivo.

O valor está relacionado a disputas judiciais envolvendo o recolhimento de ICMS pela estatal.

Adesão do Estado ao Propag

De acordo com o governador, as negociações fazem parte do processo de adesão do Rio ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados e do Distrito Federal (Propag). Embora as ações ainda estejam em andamento, ele avalia que existe espaço para um acordo.

Segundo Couto, Durigan recebeu de forma positiva as propostas apresentadas pelo governo fluminense, mas ainda não houve definição sobre quais pedidos serão atendidos.

A adesão ao Propag foi autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em maio, após a saída do estado do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

A expectativa do governo é reduzir a parcela mensal da dívida com a União de R$ 436 milhões para R$ 119 milhões, gerando economia estimada em R$ 4 bilhões por ano.



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Confira os números da Lotofácil 3705 sorteados hoje (8/6)


Além da Lotofácil, a Caixa Econômica Federal sorteou também os números da Lotomania, Quina, Dupla Sena e Super Sete



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1ª Edição do HRD no Ritmo da Doação une música e solidariedade para incentivar doação de sangue


Evento aberto à população pretende ampliar o número de doadores voluntários e conscientizar sobre a importância da doação regular de sangue

Com o objetivo de fortalecer a cultura da doação voluntária de sangue e contribuir para a manutenção dos estoques hemoterápicos da região, o Hospital Regional de Dourados (HRD), em parceria com o Hemosul Dourados, promove a 1ª Edição do HRD no Ritmo da Doação.

O evento será realizado no próximo dia 13, das 7h30 às 12h, na Policlínica Cone Sul e é aberto a toda a população. A proposta é transformar o momento da doação em uma experiência ainda mais acolhedora e especial, unindo solidariedade e música. Durante toda a manhã, os voluntários serão recebidos com apresentações ao vivo de diferentes estilos musicais, incluindo MPB, sertanejo, pop/rock e rock nacional.

Evento será realizado no dia 13 de junho, das 7h30 às 12h, na Policlínica Cone Sul, em Dourados.

A iniciativa busca sensibilizar a comunidade sobre a importância da doação regular de sangue, um gesto simples que pode salvar vidas e fazer a diferença para pacientes que dependem de transfusões em tratamentos, cirurgias e atendimentos de urgência e emergência.

A Diretora Assistencial do HRD, Denyse Goulart, destaca que cada doação representa uma oportunidade de esperança para quem precisa. “Em poucos minutos, uma pessoa pode contribuir para salvar até quatro vidas. Por isso, convidamos toda a população para fortalecer os estoques de sangue e garantir assistência a todos os pacientes que necessitam desse recurso tão importante”, destaca a diretora.

A coordenadora da Rede Hemosul, Marina Sawada Torres, ressalta que doar sangue é um gesto simples, mas com um impacto significativo na vida de muitas pessoas. “A doação de sangue é uma demonstração de solidariedade e cuidado com o próximo. Cada doador contribui para que os estoques permaneçam abastecidos e preparados para atender quem precisa. Nosso convite é para que a população participe dessa corrente do bem e faça da doação um hábito, fortalecendo uma cultura de solidariedade que beneficia toda a sociedade”, destaca.

O HRD e o Hemosul Dourados reforçam o convite para que a população participe da ação e ajude a espalhar essa corrente de solidariedade. Afinal, doar sangue é um gesto que não custa nada, mas tem um valor imensurável para quem recebe.

Serviço

1ª Edição do HRD no Ritmo da Doação

Data: 13 de junho de 2026 (sábado)
Horário: das 7h30 às 12h
Local: Policlínica Cone Sul, ao lado do Hospital Regional de Dourados (Endereço: BR 463, Km 37 – Área Rural, Dourados – MS, 79.904-588)

Comunicação SES, com informações do HRD
Fotos: Divulgação HRD (capa)/Arquivo SES



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Ministério da Fazenda diz que ampliará controle sobre bets na Copa


Secretária de Prêmios e Apostas do ministério, Daniela Olímpio, afirma também que empresas receberam comunicados sobre indiciativa



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Governo sanciona lei que torna voluntária a certificação de armazéns

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou nesta segunda-feira (8) a lei 15.429/2026, que torna voluntária a adesão à certificação de unidades armazenadoras de produtos agropecuários. 

A norma busca modernizar a regulação, reduzir burocracias, estimular investimentos privados e ampliar a infraestrutura do setor, que hoje é um dos principais gargalos da produção nacional.

Até então, a certificação era obrigatória e realizada por organismos privados acreditados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), o que gerava reclamações de despesas adicionais por parte dos empresários do ramo.

Atualmente, apenas 17,6% dos armazéns brasileiros possuem certificado. A baixa adesão mostra que a maioria opta por outros meios para assegurar a qualidade dos padrões operacionais. 

Com a mudança, o setor ganhou maior flexibilidade para decidir a necessidade da certificação, baseado nas próprias estratégias comerciais e exigências de mercado.  

Na avaliação do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, a medida aumenta a eficiência no processo de regulamentação e facilita a expansão do setor. 

“Estamos retirando um gargalo burocrático para acelerar investimentos em armazenagem, fortalecer a logística do agro e dar mais competitividade ao Brasil, sem abrir mão da qualidade e da segurança sanitária”, afirmou. 

O que não muda 

A lei sancionada nesta segunda não altera os mecanismos de fiscalização e controle sanitário aplicados a essas infraestruturas. A mudança legal é voltada à estrutura e á operação das unidades armazenadoras. 

O acesso dos produtores a novos mercados internacionais também não é alterado pela nova norma. As obrigações sanitárias de parceiros comerciais do Brasil independem de certificações de armazéns e são atendidas por certificados emitidos por outras instituições. 

Defasagem 

A expansão dos armazéns agrícolas não acompanhou o crescimento na produção de grãos nos últimos anos. 

Segundo levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), na última década a produção de grãos cresceu, em média, 6,72% ao ano, enquanto a capacidade de armazenagem aumentou apenas 2,38% no mesmo período. 

Dados do Mapa mostram que, atualmente,  o Brasil tem capacidade de armazenar 60% a 63% da produção anual de grãos. O déficit acumulado soma 130 milhões de toneladas

Na avaliação do ministério, a lei sancionada nesta segunda é um passo fundamental para reduzir essa defasagem

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Família é atropelada e bebê fica preso em capô de carro na Paraíba


Bebê foi levado sobre o capô do veículo por alguns metros. Condutora admitiu ter ingerido bebida alcoólica momentos antes do acidente



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Fragilidades minam crescimento duradouro do PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O desempenho colocou o país entre as seis maiores altas de crescimento econômico do mundo no período e foi impulsionado principalmente pelo agronegócio, que avançou 2%. Já a indústria cresceu 1% e o setor de serviços teve alta de 0,5%. 

Os números vieram acima das expectativas de parte do mercado, especialmente em um cenário de juros elevados no país. 

Para Thiago Godoy, apresentador da Resenha do Dinheiro, o cenário mostra como o agronegócio continua sendo o motor da economia brasileira.

Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, acrescenta dizendo que o agronegócio é decisivo para evitar uma desaceleração mais forte da atividade econômica desde 2023.

“O mercado esperava um PIB mais fraco justamente por causa da Selic elevada, mas o agro conseguiu compensar isso mais uma vez”, observa.

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Apesar do crescimento, o resultado ainda mostra uma dependência excessiva das commodities. Segundo Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, o modelo atual pode limitar o desenvolvimento do país no longo prazo.

“O agro é fundamental e extremamente importante hoje, mas existe um outro lado dessa história: não é possível sustentar crescimento por décadas só exportando commodities, pois os ciclos econômicos mudam. Em algum momento, é preciso avançar em industrialização”, avalia Pascowitch. 

Enquanto isso, os especialistas destacam que países como a China conseguiram ampliar sua capacidade de crescimento ao longo dos anos por meio de investimentos constantes em infraestrutura, indústria e produtividade.

Marilia analisa que o Brasil enfrenta justamente o problema oposto: crescimento baixo combinado com pouco investimento.

“O que mais preocupa é que o PIB brasileiro continua muito concentrado e com um nível de investimento muito baixo. Isso acaba comprometendo o crescimento no futuro, principalmente porque a dívida pública segue aumentando em um cenário de juros muito altos”, complementa. 

Segundo ela, essa falta de investimento reduz o chamado PIB potencial que é a capacidade que o país tem de crescer sem gerar inflação.

“Hoje, o Brasil cresce perto de 2% e isso já começa a pressionar a inflação. Isso mostra como o nosso PIB potencial é baixo. Quando um país investe mais em máquinas, infraestrutura e produtividade, ele consegue crescer mais sem criar pressão inflacionária”, afirma.

Godoy também destaca que o Brasil ainda precisa avançar em inovação e desenvolvimento tecnológico para transformar crescimento econômico em ganho estrutural de longo prazo.

“O país até passou por processos de industrialização, mas ainda está muito atrás no desenvolvimento de tecnologia de ponta. Crescer é positivo, mas transformar esse crescimento em investimento interno e capital humano continua sendo um grande desafio”, conclui.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

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Saiba o que pai de Henry alega para pedir anulação do júri de Monique


Recurso aponta contradições no veredicto e pede novo julgamento de Monique Medeiros



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Funtrab alerta sobre golpe onde nome da instituição é usado para cobrar por cursos e treinamentos


Mulher caminha em frente à fachada da Funtrab

A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) alerta trabalhadores e empregadores sobre tentativas de golpe envolvendo falsas ofertas de emprego divulgadas de forma indevida, utilizando o nome da instituição e de empresas parceiras. A Funtrab recebeu relatos de candidatos abordados por terceiros que, após suposto encaminhamento para vagas de emprego, foram orientados a realizar pagamentos para cursos, treinamentos ou outras etapas do processo seletivo.

Diante dessa situação, a Fundação esclarece que não cobra qualquer valor pelos serviços prestados, incluindo cadastro, encaminhamento para vagas, emissão de documentos, qualificação profissional ou participação em processos seletivos. É importante destacar que golpes são aplicados diariamente nos mais diversos setores da sociedade e que criminosos costumam utilizar nomes de instituições públicas e privadas para tentar dar credibilidade às fraudes.

Por isso, a orientação é que a população mantenha atenção redobrada diante de qualquer solicitação de pagamento ou contato suspeito. A Funtrab reforça que os encaminhamentos para vagas de emprego são realizados exclusivamente por meio de seus canais oficiais e, em regra, de forma presencial nas Casas do Trabalhador distribuídas em todo o Estado.

Nenhum servidor ou representante da Fundação está autorizado a solicitar depósitos, transferências, PIX ou qualquer tipo de pagamento para garantir vagas de emprego ou participação em processos seletivos. Caso o trabalhador receba mensagens, ligações ou propostas que envolvam cobrança de valores para obtenção de emprego, a recomendação é interromper imediatamente o contato, não efetuar pagamentos e procurar uma unidade da Funtrab para confirmação das informações.

A Fundação também orienta que eventuais vítimas registrem Boletim de Ocorrência e denunciem os casos às autoridades competentes. A Funtrab reforça que todas as informações sobre vagas de emprego, ações, programas e serviços são divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais da instituição. Em caso de dúvida, o trabalhador deve buscar confirmação diretamente junto às Casas do Trabalhador ou pelos meios oficiais de comunicação da Fundação.

Comunicação Funtrab
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo



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Soja recua em Chicago com pressão do farelo e queda das exportações

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão desta segunda-feira (8) em queda na Bolsa de Chicago. O vencimento para julho recuou 0,51% e fechou cotado a US$ 11,15 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou de forma lateral ao longo do dia, após perdas relevantes nas sessões anteriores, em uma tentativa de estabilização das cotações.

No início do pregão, o mercado chegou a encontrar algum suporte no óleo de soja, influenciado pela alta do petróleo. No entanto, esse movimento foi limitado pela forte queda do farelo, que acabou pressionando o conjunto do complexo.

Durante a manhã, o  USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 264 mil toneladas de soja para destinos desconhecidos, o que não foi suficiente para sustentar os preços.

Além disso, os dados semanais de inspeções de exportação indicaram desempenho abaixo do registrado na semana anterior e também inferior ao mesmo período do ano passado, reforçando o viés negativo para o mercado.

Milho 

Os contratos futuros do milho encerraram a sessão em alta na Bolsa de Chicago, após seis pregões consecutivos de queda.

O vencimento para julho avançou 0,30% e fechou cotado a US$ 4,18 por bushel.

Segundo análise da Granar, o mercado registrou um movimento de recuperação técnica, impulsionado por operações de hedge após o recente período de liquidação de contratos. A alta, no entanto, foi limitada pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos.

As previsões indicam chuvas ao longo da semana em importantes regiões produtoras, incluindo o Meio-Oeste e partes das Grandes Planícies. O cenário é considerado positivo para o desenvolvimento da safra, que pode avançar em direção a uma produção superior a 400 milhões de toneladas.

Além do fator climático, o mercado também reagiu positivamente aos dados semanais de inspeções de embarques divulgados pelo USDA.

O órgão informou embarques de 1.911.112 toneladas, acima das 1.749.952 toneladas registradas na semana anterior e também acima das expectativas de analistas privados, que variavam entre 1,20 milhão e 1,90 milhão de toneladas.

Apesar da reação positiva no pregão, o mercado segue atento ao equilíbrio entre a melhora nas exportações norte-americanas e as condições climáticas favoráveis à produção global.

Trigo

Os contratos futuros do trigo finalizaram o dia em alta na Bolsa de Chicago, após um período recente de forte desvalorização nos mercados internacionais.

O vencimento para julho avançou 0,56% e fechou cotado a US$ 5,83 por bushel.

Segundo análise da Granar, os preços do trigo registraram recuperação parcial depois de acumularem perdas expressivas nas últimas semanas. Entre o fechamento do pregão de 19 de maio e a última sexta-feira, o contrato de julho recuou 13,08% em Chicago.

A retomada das cotações foi impulsionada principalmente por operações de hedge realizadas por fundos de investimento, que haviam liquidado um grande volume de posições ao longo do período de queda. Esse movimento técnico contribuiu para uma recomposição parcial dos preços no pregão mais recente.

Apesar da alta desta sessão, o mercado segue atento ao comportamento dos fundos e às condições gerais de oferta e demanda, que continuam determinando a volatilidade dos contratos futuros do cereal.

 

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