Categorias
agro destaque_home

PLOA 2027 prevê aumento de R$ 2,9 bilhões para Proagro e subvenções

O PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2027 prevê um aumento de R$ 2,9 bilhões nas despesas destinadas a subsídios, subvenções e ao Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) em relação à avaliação do terceiro bimestre de 2026.

Os gastos estão classificados no orçamento federal como despesas obrigatórias sujeitas a controle de fluxo pelo Poder Executivo. O aumento integra uma expansão de R$ 145,1 bilhões nas despesas obrigatórias previstas para o próximo ano e aparece entre os pontos de atenção para o cumprimento do limite de gastos primários estabelecido pelo arcabouço fiscal.

O Proagro é um dos principais instrumentos de proteção do produtor rural diante de perdas provocadas por eventos adversos. O programa permite a cobertura de parcelas de financiamentos de custeio rural em situações previstas nas regras de contratação, como determinados eventos climáticos que comprometem a produção.

A ampliação prevista no orçamento ocorre em um cenário de maior demanda por mecanismos de proteção diante da recorrência de eventos climáticos que afetam a produção agropecuária. Para o governo, a recomposição dos recursos representa uma elevação da despesa pública, enquanto para o setor produtivo amplia o espaço orçamentário para fazer frente às indenizações e demais compromissos associados ao programa.

A proposta também considera um cenário macroeconômico com Selic média de 12,53% e câmbio médio projetado em R$ 5,22 por dólar. Esses parâmetros influenciam as condições de financiamento e os custos das operações de crédito rural, além de afetarem o ambiente econômico em que os programas de apoio ao produtor serão executados.

O aumento das despesas com Proagro e subvenções, portanto, ocorre em meio ao desafio do governo de conciliar a manutenção dos mecanismos de apoio à atividade agropecuária com o controle das despesas obrigatórias e o cumprimento das regras fiscais.

O PLOA ainda precisa tramitar no Congresso Nacional e pode sofrer alterações durante a análise e votação do Orçamento de 2027.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

Risco com IA é principal preocupação para estabilidade financeira, diz regulador


Por Phoebe Seers

LONDRES, 31 Ago (Reuters) – O ⁠presidente do Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, ⁠na sigla em inglês), Andrew Bailey, afirmou nesta segunda-feira ‌que o impacto da IA no risco cibernético é a preocupação mais imediata para o sistema financeiro global, observando que ‌a tecnologia poderia alterar a velocidade, a escala e os aspectos econômicos de um ataque.

O FSB é um órgão regulador global que busca identificar e gerenciar riscos nos sistemas financeiros.

Em carta aos ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 ⁠antes ‌das reuniões desta semana, Bailey, que também atua como ⁠presidente do Banco da Inglaterra, afirmou que muitos países não dispõem de sistemas para gerenciar a implantação de modelos avançados de inteligência artificial.

A dependência do setor financeiro de um punhado de poderosos provedores de tecnologia poderia minar a ​confiança do mercado em todo o sistema, acrescentou.

Os comentários destacaram as preocupações entre os reguladores de que a IA ​avançada possa acelerar a descoberta de vulnerabilidades cibernéticas, forçando correções mais rápidas e criando potenciais desafios operacionais e de resiliência caso os processos de teste e recuperação não consigam se adaptar com segurança.

Os comentários vêm na esteira da implementação ‌rigidamente controlada pelo governo dos EUA do ​poderoso modelo Mythos, da Anthropic, que chegou a restringir seu uso exclusivamente a cidadãos norte-americanos.

“Desenvolvimentos recentes destacam a importância de garantir que os avanços em ⁠capacidade sejam acompanhados por ​resiliência e preparação”, ​disse Bailey.

Apoiar o lançamento seguro e responsável de modelos “em nível global” deve ser ⁠uma prioridade, acrescentou.

Continua depois da publicidade

Em julho, um agente ​da OpenAI escapou de um ambiente de testes controlado e invadiu a empresa de IA Hugging Face, gerando preocupações sobre a possibilidade ​de sistemas de inteligência artificial contornarem as medidas de segurança.

Bailey reiterou alertas anteriores sobre o risco de ​possíveis correções de mercado, ⁠citando avaliações exageradas no setor de IA e fragilidades nos mercados de dívida ⁠pública. No início deste mês, o Tesouro norte-americano interveio para limitar os rendimentos dos Treasuries de longo prazo, que haviam atingido máximas em várias décadas.

Bailey também citou como uma preocupação emergente o aumento do uso de alavancagem nos mercados de ações.

Continua depois da publicidade

(Reportagem de Phoebe ​Seers)



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Soja encerra com estabilidade em Chicago após três semanas de ganhos

A soja encerrou o pregão com pouca variação na Bolsa de Chicago, em uma sessão marcada pela realização de lucros após três semanas consecutivas de ganhos.

Nesta segunda-feira (31), o contrato para entrega em novembro ficou estável, a US$ 12,88 por bushel, enquanto o vencimento janeiro avançou 0,04%, para US$ 13,03 por bushel.

Segundo a Granar, os investidores realizaram lucros após a soja atingir na sexta-feira o maior nível em 26 meses. A queda dos preços do farelo e a volatilidade do óleo de soja também pressionaram as cotações da oleaginosa.

Por outro lado, as expectativas de aumento das compras chinesas de soja dos Estados Unidos ajudaram a limitar as perdas. O mercado também encontrou suporte na forte valorização do petróleo no cenário internacional.

De acordo com a Datagro, a alta do petróleo melhora a competitividade relativa dos biocombustíveis produzidos a partir de matérias-primas agrícolas, o que favorece a demanda por commodities como soja e milho.

Os investidores também acompanham as discussões sobre a política de biocombustíveis dos Estados Unidos. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, o governo do presidente Donald Trump deve aprovar um volume maior de isenções para pequenas refinarias em relação às exigências de mistura de combustíveis renováveis.

Produtores agrícolas norte-americanos temem que a ampliação das isenções reduza a demanda por milho e soja. O setor pressiona a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos por mecanismos de compensação que ajudem a preservar o consumo de biocombustíveis.

Agora, o mercado aguarda a divulgação do boletim semanal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) com informações sobre as condições e o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.

Milho

O mercado encerrou a sessão em alta, mesmo após acumular ganhos superiores a 16% durante a atual tendência de valorização. Em Chicago, o contrato para entrega em dezembro avançou 0,23% e fechou negociado a US$ 5,37 por bushel.

Segundo a Granar, os preços do milho completaram na sexta-feira a terceira semana consecutiva de ganhos e atingiram o maior nível em 19 meses. A força dos fundamentos positivos ajudou a commodity a resistir ao movimento de realização de lucros após a forte alta acumulada.

Entre os fatores que sustentam as cotações está a possibilidade de a safra norte-americana ser menor do que a projetada pelo USDA em seu relatório de agosto.

O mercado também acompanha as perspectivas negativas para a produção de ração animal na União Europeia, cenário que tem levado o bloco a ampliar as importações de grãos.

Além disso, as dificuldades da Ucrânia para manter o fluxo de exportações continuam no radar dos investidores. Os portos ucranianos no Mar Negro permanecem prejudicados por sucessivos ataques russos, limitando a oferta do país no mercado internacional.

Trigo

O mercado de trigo passou por um movimento de realização de lucros nesta segunda-feira, após quatro semanas consecutivas de valorização e os preços atingirem o maior nível em três anos. Na Bolsa de Chicago, o contrato para entrega em dezembro recuou 1,28% e encerrou o pregão cotado a US$ 7,74 por bushel.

Segundo a Granar, a queda foi influenciada pela venda de posições por fundos de investimento e pelas novas tentativas da Turquia de mediar o conflito entre Rússia e Ucrânia, especialmente para garantir a retomada do fluxo de grãos pelo Mar Negro.

Apesar do movimento de baixa, as perdas foram consideradas moderadas. Durante o pregão, os contratos chegaram a registrar quedas superiores a US$ 7 em alguns momentos, mas reduziram as perdas até o fechamento.

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou nesta segunda-feira que o governo preparou um plano para garantir a passagem segura de grãos pelo Mar Negro e mantém contato com Rússia e Ucrânia.

Segundo Fidan, caso as condições necessárias sejam atendidas, a Turquia pretende trabalhar para alcançar um novo acordo que permita a circulação de grãos na região, semelhante ao entendimento firmado anteriormente entre os países.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Avião com 151 pessoas a bordo sai da pista durante pouso no PR e atola na lama


Um avião com 151 pessoas saiu da pista durante o pouso no Aeroporto Regional de Cascavel, no Oeste do Paraná, na manhã desta segunda-feira (31). Ninguém ficou ferido. Por conta do incidente, a aeronave atolou na lama. De acordo com a Latam, a companhia precisou cancelar o voo LA3859 (Cascavel-Guarulhos) e está acomodando os clientes deste voo em outras operações a partir de Foz do Iguaçu (PR).

A companhia também colabora com as autoridades na apuração do ocorrido e avalia as condições para a remoção da aeronave. “Por fim, a LATAM reitera que adota todas as medidas de segurança técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos”, diz a empresa.

Confira nota da Latam

A LATAM Airlines Brasil informa que a aeronave que realizou o voo LA3858 (Guarulhos-Cascavel) nesta segunda-feira (31/08) ultrapassou o limite da pista na etapa final do seu pouso por volta das 9h45 (hora local). Todos os 145 passageiros e 6 tripulantes desembarcaram em segurança e não houve feridos.

A LATAM está oferecendo toda a assistência necessária aos clientes e funcionários.

Como consequência, a companhia precisou cancelar o voo LA3859 (Cascavel-Guarulhos) e está acomodando os clientes deste voo em outras operações a partir de Foz do Iguaçu (PR). Informações sobre mudanças de voo devem ser acompanhadas pelos canais oficiais da companhia.

A companhia também colabora com as autoridades na apuração do ocorrido e avalia as condições para a remoção da aeronave.

Por fim, a LATAM reitera que adota todas as medidas de segurança técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos.

*Com informações do Estadão Conteúdo





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Warsh diz que excesso de poupança global se transforma em alta de investimentos


O presidente do ⁠Federal Reserve dos EUA, Kevin Warsh, disse nesta segunda-feira (31) aos líderes ⁠financeiros do G20 que o mundo está passando por um aumento global nos investimentos que ‌está ajudando a impulsionar o crescimento, revertendo o excesso de poupança do passado, que mantinha o capital em instrumentos de baixo rendimento em meio à escassez de oportunidades de investimento.

Warsh, que participou ‌de sua primeira reunião internacional de política econômica desde que assumiu o comando do banco central dos EUA em maio, disse na sessão plenária de abertura do G20 que estava ansioso para saber mais sobre as perspectivas de crescimento das economias membros.

O presidente do Fed afirmou que, durante as reuniões anteriores do G20 — mesmo antes da crise financeira global de 2008 e nos anos seguintes —, os participantes teriam discutido “um ⁠excesso ‌global de poupança”, mas a situação se inverteu.

“Se eu tivesse que caracterizar este momento, diria que se ⁠trata de um surto global de investimentos”, disse Warsh na reunião em Asheville, na Carolina do Norte. A noção de estagnação secular — a ideia de que o crescimento será muito mais lento devido à falta de inovação — não se aplica mais à economia atual, afirmou ele.

Fazendo comentários públicos raros para um presidente do Fed em uma reunião do G20 ou do G7, ​Warsh veio para o evento diretamente da conferência anual de banqueiros centrais em Jackson Hole, no Wyoming, onde afirmou que o Fed terá “mais trabalho a fazer” se os formuladores de política ​monetária do banco central dos EUA não tiverem a confiança de que a inflação está caindo para a meta de 2%.

Em suas primeiras declarações substantivas sobre a economia, Warsh chegou mais perto do que nunca de reconhecer que aumentos nas taxas de juros podem ser necessários para aliviar as pressões sobre os preços.

Warsh disse agora aos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do ‌G20 em Asheville que está avaliando se os EUA e outras economias ​do G20 podem crescer mais rapidamente do que as previsões tradicionais, como as do Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA, indicam — cerca de 1,8% ao ano, com um crescimento “moderado” da produtividade.

“A questão fundamental que precisamos fazer é: qual é ⁠o potencial de crescimento subjacente e, em ​particular, o que está ​acontecendo com a produtividade?”, disse Warsh.

Mais concorrência para os Treasuries

A mudança no comportamento das poupanças criou uma espécie de dilema para o ⁠Fed e o Tesouro dos EUA.

Continua depois da publicidade

O excesso de ​poupança, destacado pela primeira vez no início dos anos 2000 pelo ex-presidente do Fed Ben Bernanke, havia canalizado as economias para investimentos seguros e de retorno relativamente baixo, como os títulos do Tesouro dos EUA. Essa tendência ajudou ​a manter baixos os custos de endividamento do governo dos EUA e permitiu hipotecas baratas para compradores de imóveis no país.

Mas o surgimento de outras opções, como o ​financiamento de emissões maciças de ⁠títulos para construir centros de dados de inteligência artificial e infraestrutura, vem absorvendo o excesso de poupança e é visto como um dos ⁠fatores para o aumento dos rendimentos dos Treasuries e do endividamento dos EUA.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à Reuters em uma entrevista no domingo que o crescimento econômico mais forte foi um fator para manter os rendimentos mais altos, mas descartou preocupações sobre a saúde do mercado de dívida do Tesouro ou receios quanto à dívida pública dos EUA, que ultrapassou os US$40 trilhões no início de ​agosto.

Continua depois da publicidade



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Vacinas impulsionam alta de 9,1% no faturamento da MSD Saúde Animal em 2025

A MSD Saúde Animal encerrou 2025 com faturamento de R$ 2,1 bilhões no Brasil, alta de 9,1% em relação ao ano anterior. O principal motor desse desempenho foi a área de imunobiológicos, que avançou 24% no período e acrescentou R$ 163 milhões à receita da companhia.

Segundo Laura Villarreal, presidente da MSD Saúde Animal no Brasil, aproximadamente 70% da expansão do negócio em 2025 veio da linha de vacinas. Os parasiticidas responderam por cerca de 18% do crescimento, enquanto as demais categorias representaram os 12% restantes.

“Os imunobiológicos têm sido o principal motor de aceleração do nosso negócio no país”, afirma Laura.

Com o avanço das vacinas, os imunobiológicos passaram a representar 40% do faturamento da MSD Saúde Animal no Brasil. A participação é praticamente o dobro da média de 21% registrada pelo setor no país, segundo a executiva.

Para Laura, o resultado representa uma mudança estrutural no modelo de negócios da companhia, que tem direcionado sua estratégia para prevenção, tecnologia e rastreabilidade.

A expectativa é ampliar essa participação nos próximos anos, impulsionada por novos produtos biológicos, ferramentas de tecnologia e rastreabilidade e pela maior adoção de estratégias preventivas pelos produtores.

“Esse índice de 40% de representatividade não é um evento isolado, mas a consolidação de uma mudança estrutural que lideramos no mercado”, diz.

A expansão dos imunobiológicos também ocorre em um cenário de crescimento mais moderado das demais categorias. Segundo a companhia, sem considerar as vacinas, as outras linhas do portfólio teriam avançado aproximadamente 2% em 2025.

Antimicrobianos

Outro movimento observado pela MSD Saúde Animal é a mudança na composição das vendas de antimicrobianos. Atualmente, esses produtos representam cerca de 10% do faturamento da companhia no Brasil.

Entre 2021 e 2025, enquanto a participação das vacinas na receita aumentou dois pontos percentuais, a fatia dos antimicrobianos caiu um ponto percentual.

Mesmo com a perda de participação relativa, a categoria ainda registrou crescimento nominal de 8,3% em 2025 ante 2024.

De acordo com Laura, a estratégia da companhia é ampliar o uso responsável de medicamentos e avançar em soluções preventivas capazes de reduzir a necessidade de tratamentos posteriores.

A executiva ressalta, porém, que a companhia não atua com antimicrobianos administrados via ração, segmento que concentra uma parcela relevante do movimento de redução observado no mercado.

“A maior margem de substituição de antimicrobianos por imunobiológicos ocorre na categoria de uso via ração, segmento no qual a MSD Saúde Animal opta por não atuar”, afirma.

A companhia concentra seu portfólio de antimicrobianos em produtos injetáveis e intramamários, principalmente para ruminantes. Ao mesmo tempo, direciona investimentos em pesquisa e desenvolvimento para vacinas voltadas à prevenção de doenças respiratórias, intestinais e reprodutivas.

“Os antimicrobianos continuarão tendo um papel vital na medicina veterinária para o tratamento ético de animais doentes, mas seu uso será cada vez mais cirúrgico”, afirma.

Investimentos em inovação

A estratégia de crescimento baseada em imunobiológicos ocorre paralelamente a investimentos em inovação e eficiência operacional. Globalmente, a MSD destina cerca de 20% do faturamento para pesquisa e desenvolvimento, segundo Laura.

Para a executiva, a expansão da receita precisa caminhar junto com ganhos de eficiência e sustentabilidade financeira.

“A consolidação da nossa rentabilidade é resultado direto da nossa estratégia de longo prazo”, afirma.

A companhia também aposta na combinação entre produtos biológicos, tecnologia e rastreabilidade para ampliar a eficiência da produção animal. A avaliação da MSD é que ferramentas capazes de gerar dados e melhorar a tomada de decisão devem ganhar espaço à medida que o produtor busca elevar produtividade e reduzir custos.

Para Laura, os medicamentos continuarão essenciais para o tratamento de animais doentes, mas o uso tende a ser cada vez mais direcionado.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

SP tem expectativa para fortes chuvas e queda de temperatura


As próximas horas na cidade de São Paulo seguem com condições para pancadas isoladas de chuva, que podem se prolongar entre o período da tarde e da noite desta segunda-feira (31).

“A condição é de pré-frontal, ou seja, antes da passagem de uma frente fria, com isso o ar fica mais abafado e a umidade elevada, o que contribui para a ocorrência de chuvas com até moderada intensidade e potencial para alagamentos”, alerta o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo.

Queda de temperatura nos próximos dias

A propagação de uma frente fria muda as condições do tempo no decorrer desta terça-feira, 1º. O sistema vai provocar chuva moderada a forte, com rajadas de vento que podem superar os 50km/h, além do declínio acentuado da temperatura nos próximos dias.

A terça-feira deve começar com pancadas isoladas de chuva no decorrer da madrugada e no período da manhã. “As precipitações ganham força entre a tarde e a noite, com risco de queda de granizo e rajadas de vento, que podem superar os 50km/h”, acrescenta o CGE.

Conforme o órgão municipal, a condição meteorológica também aumenta o potencial para queda de árvores, formação de alagamentos e transbordamento de córregos e rios da capital e cidades da região metropolitana.

Na quarta-feira (2), ainda são esperadas chuvas fracas e chuviscos entre a madrugada e o período da manhã. “No decorrer do dia, o sistema frontal se afasta e as condições do tempo melhoram gradativamente, sem previsão de novos temporais”, afirma o CGE.

Essa condição, porém, vai gerar sensação de frio, num dia que será marcado por pequena amplitude térmica. A umidade do ar permanece elevada, com valores mínimos acima dos 65%.

Veja a variação dos termômetros para os próximos dias em SP, segundo a Meteoblue:

  • Segunda-feira: entre 18ºC e 27ºC;
  • Terça-feira: entre 15ºC e 23ºC;
  • Quarta-feira: entre 12ºC e 16ºC;
  • Quinta-feira: entre 11ºC e 24ºC;
  • Sexta-feira: entre 14ºC e 26ºC.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Dívida Bruta do Governo Geral fica em 82,5% do PIB em julho, ante 81,9% em junho


A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 81,9% em junho para 82,5% em julho, informou o Banco Central nesta segunda-feira, 31. Em valores nominais, passou de R$ 10,809 trilhões para R$ 10,947 trilhões.

O pico da série foi em dezembro de 2020 (87,6%), devido às medidas fiscais do início da pandemia de covid-19. No nível mais baixo, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.

Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG oscilou de 95,8% do PIB em junho para 95,4% no mês passado.

A DBGG que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as empresas estatais é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) que leva em conta as reservas internacionais do Brasil aumentou de 68,5% do PIB em junho para 69,1% em julho. Em reais, atingiu R$ 9,165 trilhões.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Após mais de 50 anos, Metrô de SP deixará de aceitar bilhete magnético


O Metrô de São Paulo vai deixar de aceitar os bilhetes magnéticos no dia 31 de outubro de 2026. A medida marca o fim do modelo tradicional em papel com tarja preta, utilizado por mais de cinco décadas pelos passageiros do sistema metroviário paulista.

Até o prazo limite, os usuários que ainda possuem esse tipo de bilhete poderão utilizá-lo normalmente para embarcar nas estações. O fluxo de aceitação nas catracas continuará sem alterações para garantir uma transição aos passageiros habituais e ocasionais.

Após o encerramento das vendas e do uso direto, haverá um período de transição para quem ainda tiver unidades sobressalentes. Do início de novembro até janeiro de 2027, será possível trocar os bilhetes antigos por passagens no formato digital ou pelo valor correspondente em créditos.

A mudança tem como objetivo agilizar a entrada dos passageiros, reduzir custos de manutenção das catracas antigas e diminuir a emissão de resíduos de papel.

O embarque continuará a ser feito por QR Code impresso ou pelo celular, pelos cartões Bilhete Único e Cartão TOP, além do pagamento por aproximação com cartões de débito, crédito ou carteiras digitais diretamente na catraca.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Brasil está mais sujeito a risco cambial em cenário de estresse fiscal, alerta UBS


Enquanto a Bolsa oscila e a curva de juros ainda opera em patamar elevado, o dólar segue “comportado”, negociado não muito longe do que o mercado enxerga como seu valor justo. Mas o cenário pode mudar rapidamente em caso de piora na percepção fiscal e, no limite, de dominância fiscal, alerta o UBS Global Wealth Management.

Segundo o time de pesquisa macroeconômica do UBS GWM, liderado pela economista Solange Srour, a migração da dívida pública brasileira para títulos atrelados à Selic cria as condições para uma fuga mais rápida do investidor local para o dólar em caso de piora na percepção de risco local, aproveitando-se da liquidez dos títulos.

No cenário benigno traçado pelo banco em quadro de piora da percepção de risco, a procura doméstica por dólar seguiria compensada pelo fluxo externo, como acontece hoje. Mas, no pior cenário, brasileiros ampliariam a demanda por proteção cambial enquanto estrangeiros reduziriam a oferta de moeda estrangeira, e a pressão passaria a depender do estoque de reservas internacionais e da credibilidade da resposta macroeconômica.

“Nesse ambiente, a depreciação esperada e o risco de cauda passa a pesar mais na decisão de alocação de carteira, ao mesmo tempo em que a própria liquidez dos ativos pós-fixados, que os torna fáceis de resgatar e realocar, facilita a busca por instrumentos de proteção cambial”, explicam as economistas em relatório.

A dívida pública é quase toda em reais, e o setor público está na ponta credora em moeda estrangeira, o que praticamente elimina a exposição cambial direta do passivo. A transmissão, portanto, não viria do governo, e sim do comportamento de quem carrega os títulos.

Premissa: dominância fiscal

A premissa do banco é um aumento da percepção de risco que traria uma nova onda de elevação dos juros longos capazes de superar os efeitos da política monetária do Banco Central – isso porque, caso o BC decidisse voltar a subir os juros para controlar o câmbio, a trajetória da dívida indexada ficaria ainda pior. É isso que a literatura chama de dominância fiscal

O UBS ressalta que não estamos lá, mas a indexação maior da dívida pública à Selic aumenta os riscos caso esse cenário se concretize.

O Tesouro estima que cada ponto percentual de Selic eleve mecanicamente a dívida bruta em R$ 60,6 bilhões, o equivalente a 0,46% do PIB. Segundo o UBS, esse ritmo tende a se intensificar a partir dos patamares atuais de endividamento.

“O atual perfil da dívida agrava o quadro ao piorar a dinâmica fiscal, reduzir a eficácia da política monetária e, ao preservar a liquidez disponível para a dolarização, ampliar a pressão potencial sobre o câmbio”, explica o banco.

Continua depois da publicidade

O UBS destaca um termômetro: o prêmio que o Tesouro precisa pagar acima da Selic emitir colocar LFTs (Tesouro Selic). Se até esse papel passar a exigir remuneração adicional relevante, é sinal de que a desconfiança chegou ao ativo mais seguro do mercado local.

“Por ora, o indicador sugere ausência de estresse, embora o financiamento do Tesouro já ocorra com pequeno prêmio em relação à Selic, um primeiro sinal a ser acompanhado, ainda que insuficiente, isoladamente, para caracterizar ruptura”, ressalta o banco.



Veja matéria completa!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.