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Michelle Bolsonaro publica foto internada em hospital e agradece por orações


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou neste domingo (02) uma imagem internada em um hospital, onde passa por exames para ‘investigar’ crises de enxaqueca que vem sofrendo nas últimas semanas.

Segurando um prato de comida, Michelle afirmou que estava fazendo ‘sua primeira refeição do dia’ e agradeceu pelas orações e carinho que tem recebido das pessoas. Confira a imagem publicada nas redes sociais:

“Primeira refeição do dia! Obrigada pelas orações e por todo o carinho”, escreveu Michelle.

Autorização de Moraes

Por conta dessa internação, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro do STF Alexandre de Moraes, que fosse permitida a visita de Geovanna Kathleen Ferreira Lima, irmã de Michelle, ao capitão da reserva na prisão domiciliar, uma vez que a ex-primeira-dama não poderia prestar assistência ao seu marido e a filha do casal, Laura, de 14 anos.

Horas depois do pedido da defesa de Bolsonaro, Moraes autorizou que a irmã de Michelle Bolsonaro visite o ex-presidente durante o período em que a ex-primeira-dama estiver ausente.

Ao autorizar a substituição, o ministro ressaltou que a medida vale exclusivamente durante a ausência de Michelle e não altera as demais condições impostas ao ex-presidente no âmbito da prisão domiciliar.

Na petição apresentada ao Supremo, a defesa sustentou que a autorização é necessária para garantir a assistência cotidiana ao ex-presidente enquanto Michelle estiver fora.



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Pressão financeira amplia risco de pirataria de sementes no agro

A combinação de margens apertadas, endividamento e sucessivas perdas provocadas por eventos climáticos pode criar um ambiente mais favorável para o avanço do mercado ilegal de sementes no Brasil. O alerta é da diretora de Biotecnologia e Germoplasma da CropLife Brasil, Catharina Pires, que afirma que produtores mais descapitalizados tendem a ficar mais suscetíveis à compra de insumos de menor preço e origem irregular.

Segundo a executiva, esse cenário é especialmente preocupante em estados como o Rio Grande do Sul, onde agricultores enfrentam uma sequência de dificuldades provocadas por estiagens, enchentes e quebra de safras.

“Em momentos em que o agricultor está mais pressionado e menos capitalizado, aumenta o risco de decisões mais arriscadas. O produtor acaba sendo tentado por opções aparentemente mais baratas, mas que podem ampliar ainda mais sua vulnerabilidade”, afirmou.

Embora a CropLife Brasil não disponha de dados atualizados sobre a evolução da pirataria após 2024, a entidade afirma que o contexto econômico atual pode favorecer esse mercado ilegal. Por isso, Pires afirma que a entidade intensificou ações de comunicação voltadas aos produtores e ampliou o diálogo com órgãos de fiscalização e demais entidades da cadeia produtiva.

Segundo ela, “o setor de sementes acompanha o nosso ambiente econômico, assim como qualquer outro setor industrial. Câmbio, preço de commodities e o humor do mercado podem impactar”, afirmou. Ela acrescenta que, entre as empresas associadas à entidade, a principal preocupação tem sido justamente o avanço do comércio ilegal. “O que eu escuto das nossas associadas é que a questão do comércio ilegal e da pirataria é o que tem realmente preocupado e criado um gargalo importante para esse segmento industrial”, disse.

De acordo com a diretora, a concorrência com sementes comercializadas ilegalmente reduz espaço para o crescimento das empresas que atuam dentro da legislação e pode afetar a capacidade de investimento em pesquisa e inovação. “Esse comércio ilegal tem deixado o setor sementeiro em uma situação que preocupa. Estamos falando de um setor que tem sido uma engrenagem fundamental da inovação agrícola no Brasil”, afirmou.

O cenário observado atualmente ganha relevância diante dos resultados do levantamento realizado pela CropLife Brasil em parceria com a consultoria Celeres, divulgado em 2024. O estudo estimou que 11% das sementes utilizadas no plantio de soja no país eram de origem ilegal, percentual que chegava a quase 30% no Rio Grande do Sul.

A pesquisa também calculou que o impacto econômico da pirataria de sementes de soja alcança R$ 10 bilhões por ano, considerando os efeitos ao longo da cadeia produtiva. Segundo o levantamento, a eliminação desse mercado poderia representar um aumento anual de R$ 2,5 bilhões na receita dos produtores rurais, R$ 4 bilhões para o setor de produção de sementes, R$ 1,2 bilhão para a agroindústria de farelo e óleo de soja e R$ 1,5 bilhão nas exportações do agronegócio.

Além disso, o estudo estima que a pirataria de sementes pode resultar em uma perda de aproximadamente R$ 1 bilhão em arrecadação de impostos ao longo de dez anos.

Os dados também indicam impactos sobre a produtividade. De acordo com a pesquisa, a produtividade média da soja brasileira na safra 2023/24 foi de 59 sacas por hectare, enquanto o uso de sementes ilegais esteve associado a uma perda média de 17% na produtividade, o equivalente a cerca de quatro sacas por hectare.

A CropLife Brasil afirma que pretende repetir o estudo a cada cinco anos para acompanhar a evolução do mercado e avaliar os efeitos das iniciativas voltadas ao combate ao comércio ilegal de sementes.

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Governo aumenta participões da União no FGI e no FGO, segundo o DOU


O governo federal publicou neste sábado, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), uma medida provisória que autoriza a União a aumentar sua participação no Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) e no Fundo Garantidor de Operações (FGO).

A ampliação de recursos visa atender exigências da extensão do Novo Desenrola, o programa de renegociação de dívidas, que foi ampliado até 31 de agosto, e ajudar na execução do programa Move Motoristas, que oferece linhas de financiamento a motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas para a compra de carros novos. O reforço também ajuda em mudanças no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida.

A Medida Provisória (MP) nº 1.382/2026 amplia, em até R$ 2 bilhões, os recursos do FGI por meio da subscrição adicional de cotas, para a cobertura das operações contratadas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia (Peac-FGI), que facilita empréstimos para microempresários individuais (MEIs) e micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). Já o aumento no FGO será de até R$ 750 milhões, por meio da subscrição adicional de cotas, para a cobertura das operações contratadas.

No caso do Move Motoristas, taxistas e motoristas de aplicativo foram incluídos como categorias elegíveis ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI), executado por meio do FGI. A implementação do programa, porém, tem encontrado dificuldades.

A Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 2,2 bilhões em financiamentos, e já é responsável 30% dos veículos vendidos no Brasil, informou o banco. Nesta semana, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, admitiu que o programa enfrenta problemas, mas disse que eles estão sendo superados e fazem parte do ineditismo da modalidade, voltada para a pessoa física.

No caso do Desenrola, a MP faz uma modificação na data das ações de educação financeira que as instituições financeiras participantes do programa deverão promover. Até então, o prazo era de um ano, a contar de maio de 2026. Com a prorrogação da data final do programa, essas ações deverão ocorrer até 31 de agosto de 2027. As instituições devem destinar, a fundo perdido, o equivalente a, no mínimo, 1% dos valores garantidos pelo FGO para essas ações.

Também foram feitas mudanças na lei do programa Minha Casa, Minha Vida. endurecendo e operacionalizando a cobrança de obrigações de instituições/agentes financeiros em empreendimentos, prevendo que, se não atenderem à notificação do Ministério das Cidades, a pasta poderá adotar procedimentos para inscrevê-los na Dívida Ativa da União. O texto exige ainda que essas instituições e agentes declarem as unidades com viabilidade de conclusão/entrega e reforça e reorganiza o Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab).

A MP é assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros das Cidades, Antônio Vladimir Moura Lima, da Fazenda, Dario Durigan, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Por se tratar de medida provisória, ela tem força de lei e vigência imediata, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias para ser definitivamente convertida em lei.



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Justiça do Rio revoga prisão de Oruam por tentativa de homicídio


A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, no processo em que ele responde por tentativa de homicídio. A decisão foi assinada nesta sexta-feira (31) pela juíza Tula Corrêa de Mello.

Segundo o advogado do artista, Thiago Lemos, a revogação da prisão também beneficiou outros réus do processo, que tiveram a medida substituída por medidas cautelares.

Apesar da decisão, Oruam permanece foragido. Isso porque continua em vigor outro mandado de prisão preventiva, expedido no âmbito de uma investigação por suposta lavagem de dinheiro.

A defesa informou que aguarda o julgamento de um pedido de habeas corpus para suspender essa segunda ordem de prisão. A análise do recurso está marcada para o próximo dia 12.

Nas redes sociais, a mãe do cantor, Márcia Gama, comentou a decisão. Em uma publicação, agradeceu a Deus pela revogação da prisão, afirmou que o filho está bem e agradeceu o apoio recebido durante o processo.

Márcia também é investigada no processo por lavagem de dinheiro e chegou a ter a prisão preventiva decretada. No entanto, obteve um habeas corpus e responde ao processo em liberdade.

Oruam é considerado foragido da Justiça desde o início de fevereiro de 2026. Segundo as investigações, ele teria descumprido medidas cautelares impostas pela Justiça, o que motivou a expedição do mandado de prisão relacionado ao processo de lavagem de dinheiro.



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TJ-SP condena pesquisador da USP por estupro de vulnerável que terminou na morte de estudante


O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou um pesquisador de um programa de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP) a 12 anos de prisão, em regime inicial fechado, por estupro de vulnerável que resultou na morte de uma estudante universitária.

Procurada, a USP informou que lamenta profundamente e que se solidariza com “pessoas que possam ter vivenciado situações de violência, assédio ou qualquer forma de violação de direitos”. Disse ainda que não houve registro ou denúncia deste caso em seus canais institucionais e que o envolvido não tem mais vínculo com a universidade (leia mais abaixo).

A decisão da 14ª Câmara de Direito Criminal reformou a absolvição do réu em primeira instância, que havia sido fundamentada na insuficiência de provas. O julgamento foi unânime.

Segundo o processo, o pesquisador conheceu a estudante no refeitório da universidade e a convidou para sua residência, em um alojamento estudantil. A vítima relatou posteriormente a amigos que havia ingerido uma bebida com gosto estranho, perdido a consciência e despertado sem as roupas íntimas.

Depois de alguns dias, ela apresentou lesões na região genital, febre e sinais de infecção. O quadro evoluiu para septicemia, que causou sua morte.

Ao votar pela condenação, a relatora do caso, desembargadora Fátima Gomes, afirmou que o conjunto de provas demonstrou a prática de atos libidinosos quando a estudante se encontrava em situação de vulnerabilidade. Segundo a magistrada, a vítima, “embora não tenha sido ouvida formalmente em juízo em razão de seu falecimento, relatou em vida, a pessoas distintas e em momentos diversos, narrativa substancialmente convergente”.

A desembargadora também afastou o argumento de que a ausência de depoimento judicial da estudante enfraqueceria a acusação. Para ela, “o sentimento de vergonha, culpa ou receio de julgamento é circunstância frequente em delitos contra a dignidade sexual e, no caso, não compromete a credibilidade do relato da vítima, sobretudo porque ele foi reiterado a pessoas distintas e corroborado por elementos técnicos independentes”.

A decisão também rejeitou a tese da defesa de que teria havido consentimento. No voto, Fátima Gomes ressaltou que “consentir em encontrar-se com alguém, ou permanecer em determinado local, não equivale a consentir com ato sexual praticado em circunstâncias nas quais a vítima não podia oferecer resistência”.

A magistrada acrescentou que “o fato de a vítima ter aceitado ir ao Crusp (Conjunto Residencial da USP), ou mesmo de ter manifestado interesse inicial pelo acusado, não autoriza concluir que tenha consentido com a prática sexual posteriormente realizada, muito menos em contexto de inconsciência, amnésia ou incapacidade de resistência”.

Veja a nota da USP na íntegra:

A USP lamenta profundamente os fatos relatados e se solidariza com todas as pessoas que possam ter vivenciado situações de violência, assédio ou qualquer forma de violação de direitos. A USP entende que episódios dessa natureza causam sofrimento às vítimas, impactam toda a comunidade universitária e reforçam a necessidade permanente de prevenção, acolhimento e combate a todas as formas de violência.

Nos últimos anos, a Universidade tem fortalecido de forma contínua suas políticas de prevenção, acolhimento e enfrentamento à violência de gênero e às demais violações de direitos. Em 2016, foi criado o Escritório USP Mulheres para desenvolver ações e projetos voltados para a igualdade de gênero e empoderamento feminino na Universidade. Além de realizar palestras, treinamentos, campanhas de conscientização e pesquisas, o escritório também fazia parte de uma rede de acolhimento a vítimas de agressão e assédio, formada por outros serviços da USP, coletivos e órgãos públicos.

Com a criação da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em 2022, essas ações ganharam ainda mais impulso. Por meio da Diretoria de Mulheres, Relações Étnico-Raciais e Diversidades, a USP desenvolve políticas voltadas à promoção da inclusão, do pertencimento e da proteção da comunidade universitária, buscando garantir um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor para todas as pessoas.

Além da Comissão de Direitos Humanos da USP, as unidades e os campi instituíram, nos últimos anos, cerca de 40 subcomissões de direitos humanos, organizadas de acordo com as características de cada local. Essas instâncias exercem papel essencial no acolhimento de pessoas que relatam situações de assédio ou outras violações de direitos, oferecendo escuta qualificada, orientação e mediação de conflitos. Em diversas unidades, esse trabalho também é realizado pelas Comissões de Inclusão e Pertencimento.

A Universidade também implantou o Sistema USP de Acolhimento (SUA), criado para prevenir violações de direitos humanos, oferecer orientação à comunidade universitária, receber relatos e encaminhar denúncias aos órgãos competentes, fortalecendo a rede institucional de proteção e acolhimento.

Em relação ao caso em questão, a Universidade informa que não foram encontrados registros ou denúncias em seus canais institucionais destinados a esse fim. Dessa forma, não houve nenhum tipo de averiguação ou investigação interna, já que o início desses processos se dá justamente a partir da denúncia ou registro realizado. O envolvido no caso não tem mais vínculo com a Universidade.



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Trabalhador tem surto e mata três companheiros em fábrica em SBC


Três trabalhadores terceirizados morreram, neste sábado (1º), dentro da fábrica da Bombril, em São Bernardo do Campo, no bairro Rudge Ramos, nas margens da Rodovia Anchieta.

Os funcionários, de 39, 44 e 54 anos, não resistiram após serem esfaqueados também por um colaborador terceirizado, de 33 anos, dentro das instalações da fábrica.

Segundo a linha de investigação da Polícia Civil, o suspeito sofria bullying de duas as vítimas, e por isso teria as atacado. O terceiro funcionário morto teria tentado intervir e foi ferido.

O autor do crime foi levado para a carceragem do 2º DP de São Bernardo do Campo e morreu no local. A Corregedoria da Polícia Civil foi acionada e apura as circunstâncias da morte.

Em nota, a Bombril lamentou a morte dos funcionários e informou que está prestando a assistência necessária às famílias.

A empresa também afirma que acompanha e colabora com as investigações.

As investigações prosseguirão, por meio de inquérito policial, pela equipe de homicídios, da DEIC de São Bernardo do Campo, segundo informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Veja nota completa na íntegra:

A Bombril informa que um colaborador terceirizado foi preso após um surto dentro das instalações na fábrica de São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde esfaqueou colegas de trabalho e vitimou fatalmente três pessoas. A companhia acionou os órgãos responsáveis, acompanha e colabora com as investigações. A Bombril repudia veementemente o ato, se solidariza com as famílias das vítimas e informa que está prestando a assistência necessária.

Em nota oficial enviada à CNN Brasil, a empresa responsável pelo contrato dos trabalhadores, a TCP, lamentou a morte dos três homens e que está apurando as circunstâncias do case, em conjunto com as autoridades competentes.

Leia a nota de TCP na íntegra:

A TPC lamenta profundamente o grave fato ocorrido na manhã de hoje (1º) em operação de sua responsabilidade, que envolveu seus colaboradores, dentro das dependências da Bombril localizada em São Bernardo do Campo.

Neste momento de profunda tristeza, manifestamos nossa solidariedade e os mais sinceros sentimentos aos familiares e às pessoas próximas das vítimas. Desde o primeiro momento, nossas equipes estão prestando todo o apoio e a assistência necessários. A companhia já iniciou a apuração das circunstâncias do ocorrido e está colaborando integralmente com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos.

*Sob supervisão de AR.



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Três funcionários são mortos a facadas por colega em fábrica no ABC Paulista


Três funcionários foram mortos a facadas por um colega de trabalho na fábrica da Bombril no bairro Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, região do ABC Paulista, neste sábado (01).

A Polícia Civil ainda investiga a morte dos três homens, que tinham 39, 44 e 54 anos, mas as informações revelam que o responsável pelas mortes não estava trabalhando e foi ao local de trabalho para cometer o crime.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem responsável pelos ataques foi conduzido e ficou detido na carceragem do 2º DP de São Bernardo do Campo, onde acabou falecendo após atentar contra a própria vida.

As investigações sobre o suicídio ainda estão em andamento e, juntamente com as outras três mortes, prosseguirão sendo investigadas, por meio de inquérito policial, pela equipe de homicídios, da DEIC de São Bernardo do Campo.

À Jovem Pan, a Bombril afirmou que apesar do espaço pertencer a empresa, a responsabilidade do local fica por conta da TPC, uma empresa terceirizada que é responsável por administrar as operações.

A TPC se manifestou sobre o ocorrido através de uma nota, na qual lamentou o ocorrido e afirmou que está prestando toda assistência necessária para as famílias das vítimas.

Confira a nota na íntegra:

“A TPC lamenta profundamente o grave fato ocorrido na manhã de hoje (1º) em operação de sua responsabilidade, que envolveu seus colaboradores, dentro das dependências da Bombril, localizada em São Bernardo do Campo.

Neste momento de profunda tristeza, manifestamos nossa solidariedade e os mais sinceros sentimentos aos familiares e às pessoas próximas das vítimas. Desde o primeiro momento, nossas equipes estão prestando todo o apoio e a assistência necessários. A companhia já iniciou a apuração das circunstâncias do ocorrido e está colaborando integralmente com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos”.



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‘Não adianta só eleger Lula presidente, ele precisa de Câmara’, diz Jaques Wagner


O senador Jaques Wagner (PT-BA) defendeu neste sábado, 1º, a eleição de um Congresso Nacional que apoie o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em discurso na convenção do partido na Bahia, Wagner citou duas proposições apoiadas pelo governo em tramitação no Legislativo federal – o fim da escala de trabalho 6×1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança. Segundo ele, esta última vai permitir a composição do Ministério da Segurança Pública, uma das demandas a que Lula pretende atender em um eventual novo mandato.

“Não adianta só eleger o Lula. O Lula precisa ter uma Câmara que o apoie. Nós temos oito partidos na nossa coligação. Oito partidos. Escolha uma candidata ou um candidato”, disse o senador.

“A Bahia precisa entregar a maioria na Câmara dos Deputados para o presidente. A Bahia precisa que a gente entregue dois senadores para facilitar a vida do presidente no Senado. Lá temos o senador Otto Alencar do PSD. E é preciso eleger Rui Costa e – eu tenho que falar de mim – me reeleger para que esse trio, eu, Rui e Otto, possamos ajudar o presidente Lula.”

Com a presença de Lula, a convenção do PT confirma a candidatura à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues e a chapa majoritária governista na Bahia, com Wagner candidato à reeleição e o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa ao Senado.

Ex-governador do Estado por dois mandatos (de 2007 a 2014), Jaques Wagner elogiou o atual governador por entregas que ele e outro ex-governador petista, Rui Costa, não fizeram. “Nem eu nem Rui temos inveja de Jerônimo. Eu e Rui levamos oito anos para visitar todos os municípios 417 da Bahia. Esse jovem, com a energia dele, já visitou 400 municípios em três anos e meio. Fez entregas que eu não consegui fazer, que Rui não conseguiu fazer. Porque o time é assim, o time vai se consolidando. Eu abri a porta, Rui consolidou”, elogiou.

“Em 2006, quando ninguém acreditava que era possível derrotar o grupo poderoso que estava aqui, nós ganhamos a eleição. Já estamos hoje no nosso quinto mandato. E eu tenho certeza de que nós iremos para o sexto mandato com a reeleição de Jerônimo”, prosseguiu.

O senador também afirmou que o “carinho” dos baianos pelo presidente Lula se deve ao fato de o mandatário ter “mudado a vida do Nordeste e mudado a vida dos baianos”. “Tenho certeza de que os baianos e as baianas querem ter um governo na Bahia semelhante ao que o senhor fez no Brasil”, disse.



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Witzel desiste de pré-candidatura e apoiará Garotinho no governo do RJ


O ex-governador Wilson Witzel (Democrata) abriu mão de sua pré-candidatura ao Governo do Rio de Janeiro neste sábado (01). A decisão ocorre para que Witzel possa apoiar Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa. As informações foram adiantadas pela Folha e confirmadas pela Jovem Pan.

Essa seria a primeira vez que Witzel voltaria a concorrer ao governo do estado após sofrer impeachment em 2021 por acusações de irregularidades em contratos da área da saúde durante a pandemia de Covid-19.

A estratégia por trás dessa união é fortalecer a candidatura de Garotinho para garantir sua ida ao segundo turno das eleições estaduais. Aliados da chapa avaliam que o atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas, embora apareça em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, está significativamente atrás do líder nas pesquisas, Eduardo Paes.

Segundo essa avaliação, o atual segundo colocado não teria a força ou o apelo político necessários para disputar um eventual segundo turno contra Paes.

Condenação de Witzel

Em agosto de 2020, o STJ afastou Witzel do cargo devido a investigações da Polícia Federal que revelaram um esquema de desvio de recursos públicos da saúde, com alguns sendo durante a pandemia. A Alerj deu início ao seu processo de impeachment em junho daquele ano, finalizando a cassação em abril de 2021.

Embora o ex-governador ainda seja réu em quatro ações penais no STJ relacionadas ao caso, o andamento desses processos está praticamente estagnado por conta de erros formais e de recentes alterações nas diretrizes do STF sobre o foro privilegiado.



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TJSP reconhece falsidade de assinatura de Ana Hickmann em dívida com banco


O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconheceu, com base em uma perícia grafotécnica, que é falsa a assinatura atribuída à apresentadora Ana Hickmann em um contrato firmado com o Banco do Brasil. A decisão foi proferida nesta sexta-feira (31) pela juíza Camila Sani Quinzani Malmegrin.

Na sentença, a magistrada extinguiu a execução em relação à apresentadora. No entanto, manteve a cobrança contra a Hickmann Serviços, empresa da qual Ana Hickmann e o ex-marido, Alexandre Correa, eram sócios.

Em nota, a assessoria da apresentadora afirmou que Alexandre Correa era o responsável pela gestão da empresa à época da contratação e foi quem assinou a cédula de crédito no valor de R$ 1.051.430,44.

“A decisão confirma o que Ana Hickmann sustenta desde o início: ela jamais assinou o contrato objeto da ação. O banco não impugnou a conclusão pericial quanto à falsidade da assinatura”, afirmou a defesa da influenciadora em nota.

A CNN solicitou notas ao Banco do Brasil e a Alexandre Correa. O espaço segue aberto para manifestação.



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