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Nutrien precifica oferta de US$ 1 bilhão em notas seniores

A Nutrien anunciou a precificação de uma oferta de US$ 1 bilhão em notas seniores, dividida em duas emissões. 

A primeira tranche corresponde a US$ 500 milhões em notas com taxa de 4,850% e vencimento em 29 de maio de 2031. A segunda envolve US$ 500 milhões em notas com taxa de 5,350% e vencimento em 29 de maio de 2036.

Segundo a companhia, a conclusão da oferta está prevista para ocorrer na sexta-feira (29), sujeita às condições habituais de fechamento.

A empresa informou que os recursos líquidos obtidos com a operação serão destinados ao pagamento de US$ 500 milhões em notas seniores com taxa de 4,000%, com vencimento em 15 de dezembro de 2026. Os valores também poderão ser utilizados para reduzir dívidas de curto prazo, financiar capital de giro e atender a finalidades corporativas gerais.

As notas seniores não terão garantia real e terão a mesma prioridade das demais dívidas seniores sem garantia da companhia. A coordenação da oferta está sendo realizada por CIBC World Markets, J.P. Morgan Securities, Morgan Stanley e Scotia Capital.

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Mais moderno e funcional, novo receptivo do aeroporto ganha forma com avanço das obras em Dourados


Terminal aeroportuário deve ficar pronto em 2027, ampliando segurança e conforto para passageiros e operadores na segunda maior cidade do Estado

Mais moderno e funcional, novo receptivo do aeroporto ganha forma com avanço das obras em Dourados
Novo terminal de passageiros começou a ser construído em setembro de 2025, data de reativação do aeroporto para voos comerciais

Entre embarques e desembarques, uma obra chama a atenção no Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira, em Dourados: a construção do novo receptivo de passageiros, investimento executado pelo Governo de MS por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog). O novo terminal promete transformar a realidade logística e econômica da região, beneficiando diretamente cerca de um milhão de habitantes e ampliando o acesso a outros pontos do país. A iniciativa, que prevê investimentos de R$ 38 milhões, é fruto de parceria entre Governo do Estado e União, por meio do Ministério dos Portos e Aeroportos e da Secretaria de Aviação Civil (SAC).

Com a geração de dezenas de empregos diretos e indiretos, as obras do novo terminal aeroportuário avançam em ritmo acelerado, com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2027. “Dourados é a segunda maior cidade do Estado, um polo regional que movimenta negócios, saúde, educação e serviços para toda uma ampla região. Ter uma infraestrutura aeroportuária moderna e compatível com essa importância é essencial para ampliar a conectividade, atrair investimentos, impulsionar o turismo e fortalecer o ambiente econômico”, destaca o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha.

O projeto contempla 3 mil m² de área construída, com um terminal moderno e funcional. Entre os destaques estão a implantação de uma lanchonete, lojas comerciais, uma seção contra incêndio (SCI) e uma Estação Prestadora de Serviço de Tráfego Aéreo (EPTA), ampliando a segurança e o conforto para passageiros e operadores.

“Mais do que uma obra física, estamos falando de um investimento em competitividade e futuro. Um aeroporto estruturado encurta distâncias, aproxima oportunidades e consolida Dourados como um eixo estratégico do desenvolvimento sul-mato-grossense. É essa a visão do nosso governo: investir com planejamento, olhando para aquilo que transforma a vida das pessoas e prepara Mato Grosso do Sul para crescer ainda mais”, completa o vice-governador.

Para o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme de Alcântara de Carvalho, o aeroporto entra agora em uma fase decisiva. Segundo ele, com estes avanços concretos a população poderá contar com uma estrutura moderna, segura e preparada para atender ao crescimento econômico da região. “Esse investimento representa mais desenvolvimento, geração de oportunidades, fortalecimento do turismo e integração de Dourados com os principais centros do país. Logo a população douradense e toda a região terão um aeroporto moderno, seguro e à altura do desenvolvimento que a cidade merece e precisa”, afirmou.

O superintendente logístico e coordenador de transporte aéreo, hidroviário e ferroviário da Seilog, Derick Hudson Machado de Souza, disse que o novo terminal representa um avanço estratégico para a infraestrutura aeroportuária de Mato Grosso do Sul. “Dourados é uma cidade-polo, que atende toda uma região produtiva, universitária, empresarial e de serviços. Essa obra prepara o aeroporto para uma nova fase, com mais conforto, segurança operacional e capacidade para receber melhor os passageiros e atrair novos voos. É um investimento que fortalece a aviação regional e contribui diretamente para o desenvolvimento econômico da Grande Dourados”, garante.

Expectativa e projeção para o futuro

O investimento também é visto com otimismo pelos usuários do aeroporto regional de Dourados. Na opinião dos passageiros, a nova estrutura terá impacto direto no conforto e até mesmo na atração de mais turistas para a segunda maior cidade do Estado.

A engenheira agrônoma e empresária Lorraine Coutinho, que mora em Caarapó, realiza viagens aéreas com frequência e nos últimos meses, comemora o fato de poder embarcar em Dourados – cidade a apenas 52 km de distância. Agora, com a construção do novo receptivo, segundo ela, a experiência será ainda mais positiva. “Um terminal de passageiros mais amplo e mais moderno impacta diretamente na experiência de quem utiliza o transporte aéreo. Um espaço mais confortável, mais acessível, que acomode melhor as pessoas, poderá inclusive atrair mais visitantes para a nossa região”, opina.

“Quando se fala de Dourados, a gente está falando de um polo agrícola muito importante para o Cone Sul. Então a possibilidade de ofertas de voo e de um ambiente mais adequado para receber esses visitantes, com certeza também traz mais oportunidades e acessibilidade, proporcionando uma viagem mais ágil”, complementa.

Mais moderno e funcional, novo receptivo do aeroporto ganha forma com avanço das obras em Dourados
Voos comerciais foram retomados em setembro de 2025; de janeiro a abril, Latam transportou 20 mil passageiros entre Dourados e São Paulo (SP)

A ampliação também é vista com expectativa pelo casal de médicos Bethânia e José Roberto Manzano. “Vemos as melhorias no aeroporto de Dourados como algo muito positivo. Acreditamos que um terminal mais moderno e estruturado pode contribuir não só para mais conforto e organização, mas também para uma maior sensação de segurança para quem embarca e desembarca”, avalia Bethânia, que é ginecologista e obstetra.

“Uma estrutura aeroportuária mais adequada ajuda a acompanhar o crescimento da região, valoriza a conectividade de Dourados com outros centros e transmite uma sensação maior de acolhimento e eficiência, tanto para moradores quanto para quem chega à cidade pela primeira vez”, conclui.

Mais moderno e funcional, novo receptivo do aeroporto ganha forma com avanço das obras em Dourados
Voos comerciais foram retomados em setembro de 2025, após investimentos de R$ 97 milhões em obras de infraestrutura

Nova realidade para Dourados

Após quatro anos fechado para voos comerciais, o aeroporto regional de Dourados retomou o serviço em setembro de 2025, após passar por obras de infraestrutura com investimentos de R$ 97 milhões. O município é operado pela Latam, com oferta de voos diários que conectam Dourados ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, maior e mais movimentado terminal aeroviário do Brasil e da América Latina.

A operação em Dourados vem consolidando sua relevância desde a reabertura do aeroporto. De janeiro a abril de 2026, a LATAM transportou cerca de 20 mil passageiros somando viagens com origem ou destino em Dourados, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).



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Prévia da inflação foi de 0,62% em maio


A prévia da inflação de maio foi de 0,62%, 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,89%). Os grupos Alimentação…



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IPCA-15 desacelera para 0,62% em maio, aponta IBGE


Prévia da inflação ficou abaixo do registrado em abril, mas acumula alta de 4,64% em 12 meses

CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOMovimentação em mercado atacadista na Zona Leste de São Paulo
IPCA-15 desacelera para 0,62% em maio, aponta IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) subiu 0,62% em maio, após ter avançado 0,89% em abril, informou nesta quarta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o IPCA-15 registrou um aumento de 3,02% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 4,64%, ante taxa de 4,37% até abril.

A mediana das estimativas medida pelo Projeções Broadcast para o IPCA-15 apontava para alta de 0,56% em maio. Em 12 meses, a mediana indicava aceleração para 4,59%, acima do teto da meta de inflação (4,5%) e da alta de abril (4,37%).

Em maio, os preços de alimentação e bebidas aumentaram 1,38%, após alta de 1,46% em abril. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,30 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0,62% no mês.

Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve alta de 1,73% em maio, após ter avançado 1,77% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,51%, ante alta de 0,70% em abril.

Já os preços de transportes caíram 0,33% em maio, após alta de 1,34% em abril. O grupo deu uma contribuição negativa de 0,07 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0,62% no mês.

Os preços de combustíveis tiveram queda de 1,47% em maio, após avanço de 6,06% no mês anterior. A gasolina caiu 1,32%, após ter registrado alta de 6,23% em abril, enquanto o etanol recuou 2,73% nesta leitura, após alta de 2,17% na última.

O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA-15 com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada.





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Demanda chinesa impulsiona avanço tecnológico na pecuária brasileira

A pecuária brasileira acelera a modernização dentro das fazendas e confinamentos para atender uma demanda cada vez mais exigente por qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade da carne bovina. O avanço da tecnologia no campo busca aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir maior padronização da produção.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que o Brasil possui o maior rebanho comercial bovino do mundo, com mais de 238,1 milhões de cabeças, e ocupa posição de liderança nas

exportações globais de carne bovina. Nos últimos anos, o crescimento da demanda internacional, especialmente da China, acelerou ainda mais a modernização da atividade.

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Confiança da indústria volta a subir em maio e tem maior nível em um ano, diz FGV


A confiança da indústria no Brasil ⁠voltou a subir em maio depois de ‌queda no mês anterior, diante da melhora na percepção atual e cautela sobre os próximos meses, ‌informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (27).

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,1 ponto na comparação com o mês anterior, chegando a 97,1 pontos, nível mais elevado em um ano, de ⁠acordo ‌com os dados da FGV.

Leia também: Confiança da construção se mantém estável em maio; perspectiva piora

O Índice de ⁠Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, avançou 2,2 pontos, a 98,7 pontos, maior patamar também desde maio de 2025, segundo a ​FGV.

“Nas avaliações sobre o presente, notam-se sinais de melhora no nível da demanda e ​de normalização dos estoques após um mês dos primeiros impactos dos conflitos no Oriente Médio na maioria dos setores”, explicou Stéfano Pacini, economista do FGV/Ibre.

O Índice de Expectativas (IE), indicador da ‌percepção sobre os próximos meses, ​subiu 0,1 ponto, para 95,6 pontos.

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“Para os próximos meses, o sinal de alerta segue ligado entre os empresários, refletindo um ⁠ambiente de ​incerteza e possíveis ​impactos negativos sobre a produção e o ambiente dos negócios, ⁠sobretudo nos segmentos relacionados a ​bens de consumo não duráveis”, completou Pacini.

‘Enquanto persistirem as tensões no Oriente Médio, a indústria brasileira seguirá ​sensível ao preço do petróleo e a possíveis desarranjos nas cadeias de produção. Esse ​cenário externo ⁠dificulta a flexibilização da política monetária, importante para a atividade industrial”, ⁠disse.

O Banco Central volta a se reunir em junho depois de reduzir a taxa básica Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,50%, pregando cautela quanto aos passos adiante.



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STJ suspende penduricalhos de Marco Buzzi, investigado por assédio sexual


Ministro teve remuneração reduzida de mais de R$ 100 mil em abril para R$ 35,1 mil em maio

Divulgação / STJMinistro Marco Buzzi - Foto: Arquivo/Sérgio Amaral/STJ
O ministro é investigado por suposta importunação sexual contra uma jovem de 19 anos, filha de um casal de amigos.

Três meses após ser afastado do cargo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Marco Buzzi, investigado por denúncias de assédio sexual, teve suspenso o pagamento de penduricalhos que elevavam sua remuneração mensal para mais de R$ 100 mil. Com a decisão, o valor líquido recebido pelo magistrado em maio caiu para R$ 35,1 mil.

Segundo dados do Portal da Transparência do STJ, Buzzi recebia mensalmente valores extras que faziam sua remuneração ultrapassar os R$ 100 mil.

Portal da Transparência do STJ.

Folha de pagamento do ministro de Março. Foto: Portal da Transparência do STJ.

Em maio, após o corte das verbas adicionais, o ministro passou a receber salário bruto de R$ 44 mil, além de R$ 16,4 mil registrados no contracheque como “vantagens pessoais”.

Portal da Transparência do STJ.

Folha de pagamento do ministro de Abril. Foto: Portal da Transparência do STJ.

Sem considerar descontos de imposto de renda, previdência e retenção referente ao teto constitucional, a remuneração bruta do magistrado em maio chegou a R$ 61,1 mil. Em abril, antes da suspensão dos penduricalhos, o valor bruto recebido havia sido de quase R$ 127 mil. Em março, o montante alcançou R$ 132 mil.

A redução ocorre após o Supremo Tribunal Federal (STF) estabelecer, em março, novos critérios para o pagamento de verbas indenizatórias no Judiciário. Pela regra, os adicionais poderão somar no máximo 35% do subsídio dos ministros da Corte, atualmente fixado em R$ 46.366,19, o equivalente a até R$ 16.228,16 extras.

Investigado por importunação sexual

Marco Buzzi está afastado das funções desde 10 de fevereiro. O ministro é investigado por suposta importunação sexual contra uma jovem de 19 anos, filha de um casal de amigos, durante férias em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. O ministro nega.

Em abril, após a conclusão de sindicância interna, o plenário do STJ decidiu por unanimidade instaurar um processo administrativo disciplinar contra o magistrado. A Corte também manteve o afastamento cautelar de Buzzi até a conclusão do procedimento.





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Pamplona Alimentos vai investir R$ 64 milhões em genética suína

Pamplona Alimentos, de carne suína, acaba de anunciar a aprovação de um programa de melhoramento genético para desenvolver genética suína própria. A companhia vai aportar R$ 64 milhões nos próximos três anos para custear o projeto.

Com o sinal verde da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), o investimento será destinado às plantas da companhia em Rio do Sul e Pouso Redondo, ambas em Santa Catarina. O objetivo da empresa é integrar pesquisa, validação e testes genéticos nestes dois locais.

O projeto inclui geração e multiplicação de material genético, desenvolvimento de novas linhagens maternas, que serão orientadas por indicadores como habilidade materna, eficiência alimentar, desempenho zootécnico, qualidade da carne e padrões de bem-estar animal.

Em nota, a empresa destacou que a aprovação representa “um avanço na estratégia de internalizar o desenvolvimento genético suíno“, o que deve gerar mais produtividade e qualidade de carne.

“Estamos investindo em ciência, tecnologia e bem-estar animal para elevar o padrão produtivo, com impactos positivos na qualidade dos produtos e na sustentabilidade do sistema”, informou o presidente do Conselho de Administração da Pamplona Alimentos, Irani Pamplona Peters por meio de comunicado.

Desenvolvimento de novas linhas maternas em Pouso Redondo (SC)

Do valor total, a maior parte – R$ 52,8 milhões – vai para Pouso Redondo (SC), onde funcionará a Granja Ribeirão Vassouras, unidade de desenvolvimento genético de novas linhas maternas de suínos.

Os recursos serão para a construção da unidade, compra de equipamentos, de contratação de equipe, além de análises genéticas, softwares, serviços de terceiros e alimentação dos animais.

“Entre os principais objetivos estão a ampliação da base genética da Pamplona por meio da implementação e aprimoramento de linhagens já incorporadas ao programa”, destacou a empresa.

Segundo a Pamplona, a nova estrutura terá ambientes climatizados, sistemas de alimentação de precisão com identificação individual por chip, baias coletivas para maior mobilidade das fêmeas e equipamentos para avaliações estatísticas dos animais.

Unidade de difusão genética em Rio do Sul (SC)

Em Rio do Sul (SC), será implementada a Granja Lauro Pamplona com os outros R$ 11,2 milhões. A unidade servirá para difusão genética e processamento de sêmen suíno de alto índice genético.

O valor investido em três anos também será para estruturar o local. O projeto conta ainda com o uso da Genômica para avaliar as características do DNA suíno e auxiliar em cruzamentos genéticos, além do uso de tecnologias aplicadas à inseminação artificial.

A unidade contará com sistemas de rastreabilidade por identificação eletrônica e leitura automatizada para precisão na gestão das informações, permitindo a preservação de material genético de diferentes gerações, assegurou a companhia.

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economia

IPCA-15 sobe 0,62% em maio, acima do esperado pelo mercado


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,62% em maio de 2026, segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na base de comparação anual, o avanço foi de 4,64%.

As expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,53% no mês e de 4,55% em 12 meses.

Em maio, os preços de alimentação e bebidas aumentaram 1,38%, após alta de 1,46% em abril. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,30 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0 62% no mês.

Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve alta de 1,73% em maio, após ter avançado 1,77% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,51%, ante alta de 0,70% em abril.

Já os preços de transportes caíram 0,33% em maio, após alta de 1 34% em abril. O grupo deu uma contribuição negativa de 0,07 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0,62% no mês.

Os preços de combustíveis tiveram queda de 1,47% em maio, após avanço de 6,06% no mês anterior. A gasolina caiu 1,32%, após ter registrado alta de 6,23% em abril, enquanto o etanol recuou 2 73% nesta leitura, após alta de 2,17% na última.

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(com Reuters e Estadão Conteúdo)



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Motta pauta fim da 6×1 para o plenário da Câmara nesta quarta (27/5)


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu, nesta quarta-feira (27/5), a proposta que trata do fim da escala 6×1 na pauta do plenário da Casa, antes mesmo de a comissão especial concluir a análise do tema.

A sessão da comissão especial está em andamento. O colegiado conta com 38 deputados e, para a PEC ser aprovada e seguir ao plenário da Câmara, precisa de pelo menos 20 votos favoráveis na comissão.

Para ser aprovado no plenário, o texto precisa do voto de 308 dos 513 deputados. Caso a proposta obtenha os votos favoráveis necessários, segue para o Senado Federal.

A proposta

O texto da proposta estabelece que a jornada de trabalho atual, de 44 horas semanais, seja reduzida para 42 horas em até 60 dias após a promulgação. Em até 14 meses, a carga deverá ser reduzida para 40 horas semanais.

A proposta também prevê dois dias de repouso semanal remunerado, um deles, preferencialmente, aos domingos, e determina que a redução da jornada não poderá resultar em diminuição do salário do trabalhador.



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