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Funtrab alerta sobre golpe onde nome da instituição é usado para cobrar por cursos e treinamentos


Mulher caminha em frente à fachada da Funtrab

A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) alerta trabalhadores e empregadores sobre tentativas de golpe envolvendo falsas ofertas de emprego divulgadas de forma indevida, utilizando o nome da instituição e de empresas parceiras. A Funtrab recebeu relatos de candidatos abordados por terceiros que, após suposto encaminhamento para vagas de emprego, foram orientados a realizar pagamentos para cursos, treinamentos ou outras etapas do processo seletivo.

Diante dessa situação, a Fundação esclarece que não cobra qualquer valor pelos serviços prestados, incluindo cadastro, encaminhamento para vagas, emissão de documentos, qualificação profissional ou participação em processos seletivos. É importante destacar que golpes são aplicados diariamente nos mais diversos setores da sociedade e que criminosos costumam utilizar nomes de instituições públicas e privadas para tentar dar credibilidade às fraudes.

Por isso, a orientação é que a população mantenha atenção redobrada diante de qualquer solicitação de pagamento ou contato suspeito. A Funtrab reforça que os encaminhamentos para vagas de emprego são realizados exclusivamente por meio de seus canais oficiais e, em regra, de forma presencial nas Casas do Trabalhador distribuídas em todo o Estado.

Nenhum servidor ou representante da Fundação está autorizado a solicitar depósitos, transferências, PIX ou qualquer tipo de pagamento para garantir vagas de emprego ou participação em processos seletivos. Caso o trabalhador receba mensagens, ligações ou propostas que envolvam cobrança de valores para obtenção de emprego, a recomendação é interromper imediatamente o contato, não efetuar pagamentos e procurar uma unidade da Funtrab para confirmação das informações.

A Fundação também orienta que eventuais vítimas registrem Boletim de Ocorrência e denunciem os casos às autoridades competentes. A Funtrab reforça que todas as informações sobre vagas de emprego, ações, programas e serviços são divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais da instituição. Em caso de dúvida, o trabalhador deve buscar confirmação diretamente junto às Casas do Trabalhador ou pelos meios oficiais de comunicação da Fundação.

Comunicação Funtrab
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo



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Soja recua em Chicago com pressão do farelo e queda das exportações

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão desta segunda-feira (8) em queda na Bolsa de Chicago. O vencimento para julho recuou 0,51% e fechou cotado a US$ 11,15 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou de forma lateral ao longo do dia, após perdas relevantes nas sessões anteriores, em uma tentativa de estabilização das cotações.

No início do pregão, o mercado chegou a encontrar algum suporte no óleo de soja, influenciado pela alta do petróleo. No entanto, esse movimento foi limitado pela forte queda do farelo, que acabou pressionando o conjunto do complexo.

Durante a manhã, o  USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 264 mil toneladas de soja para destinos desconhecidos, o que não foi suficiente para sustentar os preços.

Além disso, os dados semanais de inspeções de exportação indicaram desempenho abaixo do registrado na semana anterior e também inferior ao mesmo período do ano passado, reforçando o viés negativo para o mercado.

Milho 

Os contratos futuros do milho encerraram a sessão em alta na Bolsa de Chicago, após seis pregões consecutivos de queda.

O vencimento para julho avançou 0,30% e fechou cotado a US$ 4,18 por bushel.

Segundo análise da Granar, o mercado registrou um movimento de recuperação técnica, impulsionado por operações de hedge após o recente período de liquidação de contratos. A alta, no entanto, foi limitada pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos.

As previsões indicam chuvas ao longo da semana em importantes regiões produtoras, incluindo o Meio-Oeste e partes das Grandes Planícies. O cenário é considerado positivo para o desenvolvimento da safra, que pode avançar em direção a uma produção superior a 400 milhões de toneladas.

Além do fator climático, o mercado também reagiu positivamente aos dados semanais de inspeções de embarques divulgados pelo USDA.

O órgão informou embarques de 1.911.112 toneladas, acima das 1.749.952 toneladas registradas na semana anterior e também acima das expectativas de analistas privados, que variavam entre 1,20 milhão e 1,90 milhão de toneladas.

Apesar da reação positiva no pregão, o mercado segue atento ao equilíbrio entre a melhora nas exportações norte-americanas e as condições climáticas favoráveis à produção global.

Trigo

Os contratos futuros do trigo finalizaram o dia em alta na Bolsa de Chicago, após um período recente de forte desvalorização nos mercados internacionais.

O vencimento para julho avançou 0,56% e fechou cotado a US$ 5,83 por bushel.

Segundo análise da Granar, os preços do trigo registraram recuperação parcial depois de acumularem perdas expressivas nas últimas semanas. Entre o fechamento do pregão de 19 de maio e a última sexta-feira, o contrato de julho recuou 13,08% em Chicago.

A retomada das cotações foi impulsionada principalmente por operações de hedge realizadas por fundos de investimento, que haviam liquidado um grande volume de posições ao longo do período de queda. Esse movimento técnico contribuiu para uma recomposição parcial dos preços no pregão mais recente.

Apesar da alta desta sessão, o mercado segue atento ao comportamento dos fundos e às condições gerais de oferta e demanda, que continuam determinando a volatilidade dos contratos futuros do cereal.

 

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Sem definir vice, Flávio Bolsonaro diz preferir uma mulher para a vaga


Pré-candidato à Presidência diz que vice será definida até 14 de agosto. Nos bastidores, Tereza Cristina (PP-MS) aparece entre os nomes



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Frente fria coloca sete estados em alerta para chuvas e frio nesta semana


A chegada de uma frente fria ao Sul do Brasil deve mudar o cenário meteorológico em boa parte do Centro-Sul do país nesta semana.

Segundo a Climatempo, o sistema começa a atuar a partir desta segunda-feira (8) e favorecerá o retorno das chuvas em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A mudança no tempo ocorre devido à atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera, associado à formação de uma área de baixa pressão e a um processo de ciclogênese sobre a Região Sul. A combinação desses fatores aumenta a instabilidade atmosférica e cria condições para pancadas de chuva fortes, temporais isolados, rajadas de vento e eventual queda de granizo.

Os primeiros impactos serão sentidos no Rio Grande do Sul, onde as áreas de instabilidade devem se espalhar ao longo desta segunda-feira. A previsão indica chuva de moderada a forte intensidade em diversas regiões do estado, incluindo Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Uruguaiana. Também há alerta para municípios das regiões das Missões e da Campanha Gaúcha.

Ao longo do dia, a instabilidade avança para Santa Catarina, atingindo principalmente o oeste e o interior do estado. Cidades como Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages estão entre as áreas com maior potencial para chuva intensa.

Na terça-feira (9), a frente fria ganha força sobre o Paraná. A previsão aponta pancadas distribuídas ao longo do dia, especialmente nas regiões oeste, sudoeste e sul do estado. Municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco devem registrar aumento da nebulosidade e ocorrência de chuva.

A partir da metade da semana, as instabilidades devem alcançar áreas do Centro-Oeste e do Sudeste.

Entre terça e quarta-feira, o sul de Mato Grosso do Sul entra na rota dos temporais, favorecido pelo transporte de calor e umidade para o interior do continente. As cidades de Ponta Porã, Dourados, Naviraí e Mundo Novo estão entre as que podem registrar chuva moderada a forte. O avanço da umidade também deve favorecer o retorno das precipitações em Mato Grosso, inclusive na capital Cuiabá, entre quarta-feira (10) e quinta-feira (11).

No Sudeste, os maiores volumes são esperados na segunda metade da semana. A previsão indica chuva para diversas áreas do interior paulista, sul de Minas Gerais e estado do Rio de Janeiro. Em São Paulo, cidades como Presidente Prudente, Marília, Bauru, Campinas e Sorocaba estão na área de atenção. Em Minas Gerais, a instabilidade deve atingir municípios como Uberaba, Uberlândia, Poços de Caldas e Belo Horizonte. Já no Rio de Janeiro, a capital e cidades da Região Serrana, como Petrópolis, podem registrar pancadas fortes e temporais isolados.

A Climatempo destaca ainda a possibilidade de chuva em Goiás e no Distrito Federal no fim da semana. O cenário é considerado incomum para esta época do ano, marcada pelo período seco na região.

Massa de ar frio pode provocar geadas

Além da chuva, a passagem da frente fria abrirá caminho para a entrada de uma massa de ar frio que deve derrubar as temperaturas no Sul e em parte do Sudeste.

A previsão indica condições favoráveis para a formação de geadas em áreas de maior altitude da Serra Gaúcha, Serra Catarinense, sul do Paraná, pontos elevados do interior paulista e na Serra da Mantiqueira.

Os maiores riscos se concentram em regiões de baixada e áreas serranas, onde os termômetros podem registrar temperaturas próximas ou inferiores a 4°C durante as primeiras horas da manhã.

Ventos fortes e mar agitado

Outro destaque da semana será o aumento da intensidade dos ventos nas áreas litorâneas do Sul e do Sudeste. De acordo com a Climatempo, o desenvolvimento de um novo ciclone associado ao sistema de baixa pressão pode provocar rajadas significativas ao longo da costa.

O fenômeno deve afetar especialmente o litoral do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, exigindo atenção de pescadores, navegadores e operadores portuários.

No litoral gaúcho, o mar deve permanecer agitado, com possibilidade de ressaca e ondas entre dois e três metros de altura, aumentando os riscos para atividades marítimas e áreas costeiras.



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Café fecha em queda em NY com avanço da colheita no Brasil

Os preços do café arábica voltaram a recuar na bolsa de Nova York nesta segunda-feira (8), pressionados pelo avanço da colheita brasileira e pelas perspectivas de aumento da oferta global. O contrato futuro do café arábica com vencimento em julho encerrou o pregão em queda de 0,24%, cotado a US$ 2,45 por libra-peso.

Segundo análise da Barchart, o andamento da safra no Brasil continua sendo o principal fator baixista para as cotações. A desvalorização do real frente ao dólar também contribuiu para a pressão sobre os preços ao estimular as exportações dos produtores brasileiros.

De acordo com Leonardo Rossetti, especialista em inteligência de mercado da StoneX, o mercado já vinha acumulando perdas expressivas na última semana. Em Nova York, os contratos do café arábica recuaram 7,6%, atingindo os menores níveis em mais de um ano e meio.

“O principal fator de pressão continua sendo a expectativa de uma safra recorde no Brasil, que deve ampliar significativamente a oferta nas próximas semanas”, afirma Rossetti.

Apesar de ainda apresentar atraso em relação ao ritmo considerado ideal, a colheita brasileira segue avançando. Levantamento da StoneX mostra que os trabalhos no café arábica atingiram 23% da área cultivada até o fim da última semana, ante 16% na semana anterior. No café conilon, o percentual colhido avançou de 33% para 42% no mesmo período.

O cenário de maior oferta também foi reforçado pelas projeções mais recentes do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O órgão estima que a produção brasileira de café na safra 2026/27 alcance 71 milhões de sacas. Embora abaixo da projeção da StoneX, de 75,3 milhões de sacas, o volume ainda representaria um recorde para o país.

No cenário global, o USDA prevê crescimento de 6,4% na produção mundial de café na próxima temporada, o que aumenta a expectativa de abastecimento e reduz a pressão sobre os estoques.

Para as próximas semanas, o mercado deve acompanhar de perto as condições climáticas nas principais regiões produtoras de café arábica do Brasil. Temperaturas próximas de 5°C durante o inverno podem aumentar a volatilidade dos preços. Também seguem no radar os impactos do fenômeno La Niña entre agosto e setembro, período considerado decisivo para a florada da próxima safra.

Cacau

Os contratos futuros do cacau encerraram com avanços impulsionados por preocupações com as condições climáticas na Costa do Marfim e por um movimento de cobertura de posições vendidas por investidores. O contrato com vencimento em julho avançou 1,83% e fechou cotado a US$ 3.831 por tonelada.

Segundo análise da Barchart, relatos de produtores marfinenses indicam que fortes chuvas e ventos atingiram áreas produtoras do país, provocando danos em cacaueiros e destruindo botões florais jovens. A situação gerou preocupações sobre o potencial produtivo da próxima safra e deu suporte aos preços.

Além das questões climáticas, o mercado também foi influenciado pela intensa movimentação dos fundos de investimento. Após semanas de forte pressão baixista, investidores passaram a recomprar contratos para encerrar posições vendidas, movimento conhecido como cobertura de posições vendidas, que contribuiu para a recuperação das cotações.

Apesar da alta desta segunda-feira, o mercado segue atento ao aumento dos estoques globais da commodity. Na última sexta-feira, os preços do cacau haviam recuado para os menores níveis das últimas semanas em Nova York e Londres, pressionados pelo avanço dos estoques certificados.

Os estoques monitorados pela ICE, bolsa de referência para o mercado internacional, alcançaram 2,93 milhões de sacas, o maior patamar em aproximadamente um ano e nove meses. O aumento da disponibilidade física do produto continua sendo um fator de pressão para as cotações e limita movimentos mais expressivos de recuperação.

Açúcar

Os contratos futuros do açúcar encerraram a sessão em baixa na Bolsa de Nova York, mesmo diante da valorização do petróleo, que trouxe algum suporte ao mercado ao longo do dia.

O contrato com vencimento em julho recuou 0,14% e fechou cotado a 14,12 centavos de dólar por libra-peso.

Segundo análise da Barchart, a alta do petróleo bruto ajudou a sustentar parcialmente os preços do açúcar. Com a valorização da commodity energética, o etanol se torna mais competitivo, aumentando a possibilidade de que usinas direcionem uma parcela maior da cana-de-açúcar para a produção de biocombustível em vez de açúcar.

Esse movimento tende a reduzir a oferta global do adoçante e, consequentemente, dar suporte às cotações internacionais.

Algodão

Os contratos futuros do algodão encerraram a sessão desta com ganhos moderados na Bolsa de Nova York. O vencimento para julho avançou 0,17% e fechou cotado a 73,39 centavos de dólar por libra-peso.

O mercado encontrou suporte principalmente na fraqueza do dólar norte-americano. Um dólar mais desvalorizado tende a aumentar a competitividade das commodities dos Estados Unidos no mercado internacional, favorecendo a demanda e dando sustentação aos preços do algodão.

Além disso, os preços do petróleo também registraram alta ao longo do pregão, contribuindo para um ambiente mais positivo para as commodities agrícolas.

Suco de Laranja

O vencimento futuro para o suco de laranja para entrega em julho finalizou com valorização de 0,75%, em que o contrato fechou negociado a US$ 1,60 por libra-peso.

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Saúde alerta vacinados há até 21 dias


O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Eder Gatti, afirmou nesta segunda-feira (8/6) que a principal atenção das autoridades sanitárias está voltada para as pessoas que receberam a vacina da dengue do Instituto Butantan nos últimos 21 dias.

Segundo ele, esse período é considerado o mais relevante para o monitoramento de eventuais ocorrências que possam surgir após a imunização

De acordo com Gatti, após 21 dias da aplicação da vacina, não há motivos para relacionar possíveis problemas de saúde ao imunizante. Ele destacou que, passado esse intervalo, os vacinados passam a usufruir dos benefícios proporcionados pela proteção da vacina.

O diretor informou ainda que o Ministério da Saúde manterá a vigilância ativa por um período de 30 dias, com o objetivo de acompanhar possíveis notificações e garantir uma análise criteriosa dos casos registrados. Apesar disso, reforçou que os primeiros 21 dias permanecem como a principal referência para o monitoramento de eventuais eventos adversos.

“De qualquer forma, vamos orientar que a vigilância permaneça atenta por um período de 30 dias para monitoramento, tendo como referência esses 21 dias como o intervalo em que eventuais casos possam surgir”, afirmou Eder Gatti.

Gatti também afirmou que as pessoas vacinadas há mais de 21 dias não precisam se preocupar, uma vez que não há indicação de risco associado à vacinação após esse período. Segundo ele, a orientação é manter uma vigilância sensível para identificar e investigar qualquer caso que venha a ser notificado.

Devem ser observados:

  • Febre
  • Dor abdominal intensa e contínua
  • Vômitos persistentes
  • Tontura
  • Sangramentos
  • Sonolência intensa
  • Irritabilidade
  • Sinais de desidratação
  • Piora do estado geral

O que levou à suspensão

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8/6), a suspensão temporária e preventiva da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, após o registro de 42 casos de reações adversas consideradas severas. Entre as ocorrências registradas, constam três casos mais graves, sendo duas mortes em investigação.

De acordo com Padilha, os 42 casos severos identificados representam cerca de oito ocorrências para cada 100 mil doses aplicadas.

Apesar da baixa incidência em termos proporcionais, o governo decidiu adotar uma postura cautelar. A suspensão valerá para profissionais da Atenção Primária à Saúde e para as áreas onde a vacina vinha sendo aplicada em campanhas específicas, incluindo os municípios de Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e Botucatu (SP), além da região de Araguaína (TO).

Quais foram os casos graves?

O primeiro caso envolve uma mulher, de 39 anos, que apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após receber a vacina. Ela evoluiu para um quadro compatível com dengue grave, com choque e necessidade de internação em unidade de terapia intensiva (UTI).

A paciente recebeu alta hospitalar.

O segundo caso foi o de uma mulher de 48 anos que desenvolveu sintomas de dengue grave associados a comprometimento neurológico, incluindo meningoencefalite, 19 dias após a vacinação. Ela morreu.

O terceiro caso ocorreu com um homem de 58 anos que apresentou febre cinco dias após receber o imunizante. O paciente evoluiu rapidamente para um quadro de dengue grave com choque refratário e também morreu.

Segundo o Ministério da Saúde, os três episódios representam sinais de alerta importantes, mas ainda não permitem concluir que a vacina tenha sido a causa dos desfechos observados.

E as mortes?

As duas mortes seguem sob investigação. Especialistas analisam informações clínicas, exames laboratoriais, histórico médico e outros fatores que possam ajudar a esclarecer se existe ou não relação causal entre os óbitos e a vacinação.

O governo reforça que, até o momento, não há evidências que permitam atribuir as mortes diretamente ao imunizante.

O que acontece agora?

A partir desta terça-feira (9/6), a estratégia atual de vacinação será interrompida temporariamente enquanto ocorre uma revisão dos dados de segurança.

O Ministério da Saúde informou que ampliará o monitoramento de casos na rede hospitalar, com atenção especial para pessoas que receberam a vacina nos últimos 21 dias. A orientação é que qualquer sintoma ou reação adversa seja comunicada aos serviços de saúde para investigação.

Segundo o ministro Alexandre Padilha, as evidências disponíveis continuam mostrando que a vacina oferece proteção contra os quatro sorotipos da dengue.

O Ministério da Saúde ressaltou que a suspensão não significa que a eficácia do imunizante tenha sido colocada em dúvida, mas sim que a medida busca aprofundar a avaliação dos eventos adversos antes da continuidade da campanha.



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El Niño acende alerta aos investidores com exposição ao agro

A perspectiva de um El Niño intenso preocupa especialistas do mercado financeiro e do agronegócio pelos possíveis impactos sobre a produção agrícola. 

Para Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, o fenômeno agrava um cenário já desafiador relacionado aos custos de produção.

“As empresas do agro estão sofrendo com a questão dos fertilizantes e vão começar a produzir para o segundo semestre com todo o risco envolvendo esses insumos”, analisa Marilia.

Isso porque 80% dos fertilizantes utilizados no agronegócio brasileiro vêm do exterior, o que torna a produção dependente de mercados estratégicos e sujeita a oscilações de preços. 

Os reflexos também podem atingir investimentos ligados ao agronegócio, como os Fiagros e os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), que cresceram nos últimos anos após mudanças na legislação.

“Os investidores desses ativos também podem ser impactados. Por isso, é importante analisar com cuidado e entender o quanto esses investimentos podem sofrer os efeitos do El Niño”, alerta Marilia.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico na região da Linha do Equador. Esse aquecimento altera a circulação de massas de ar e provoca mudanças climáticas em diferentes regiões do planeta.

No Brasil, os efeitos costumam ser sentidos de formas distintas. Enquanto o Sul enfrenta volumes elevados de chuva, outras regiões podem registrar períodos de seca e calor intenso.

Pressão inflacionária

Segundo Thiago Godoy, educador financeiro, a preocupação não fica restrita apenas ao campo. A quebra de safra pode atingir toda a cadeia econômica, elevando os preços dos alimentos e pressionando ainda mais a inflação. 

“Na ponta, para o consumidor, significa aumento no preço dos alimentos, além de todo o prejuízo financeiro que eventos extremos, como as chuvas no Rio Grande do Sul, podem causar”, avalia Thiago. 

O cenário inflacionário já é delicado, principalmente em um contexto de conflito no Oriente Médio e pressão global sobre commodities.

“Qualquer fator adicional que coloque mais pressão inflacionária é prejudicial para a economia e para os investimentos”, explica Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb.

Embora o Brasil já tenha enfrentado outros episódios de El Niño no passado, o atual contexto econômico torna os efeitos potencialmente mais desafiadores, analisa Pascowitch.

“Quando um fator inflacionário se soma a outro, o cenário fica ainda mais desafiador. Isso afeta diretamente a precificação do mercado, principalmente nas expectativas para os juros no Brasil, já que a queda pode acabar sendo menor do que a esperada”, acrescenta.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

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ministério aponta próximos passos com vacina da dengue suspensa


Após anunciar, nesta segunda-feira (8/6), a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan, o Ministério da Saúde detalhou quais serão os próximos passos da estratégia adotada pelo governo enquanto os casos de eventos adversos seguem em investigação.

A interrupção da campanha passa a valer a partir desta terça-feira (9/6) e, segundo a pasta, tem caráter preventivo. A medida foi adotada após o registro de 42 notificações de reações adversas severas entre cerca de 500 mil doses aplicadas em todo o país.

Entre os casos analisados três foram classificados como sinais de alerta, incluindo duas mortes que ainda estão sob investigação.

De acordo com o Ministério da Saúde, a suspensão não significa que a eficácia da vacina tenha sido colocada em dúvida. A decisão busca permitir uma análise mais aprofundada dos eventos registrados antes da retomada da campanha de imunização.

Monitoramento reforçado

Durante o período de suspensão, o governo pretende ampliar o acompanhamento de possíveis casos relacionados à vacinação na rede hospitalar. A atenção será voltada principalmente para pessoas que receberam o imunizante nos últimos 21 dias.

A orientação é de que qualquer sintoma ou reação adversa após a vacinação seja comunicada aos serviços de saúde para avaliação e investigação.

O objetivo é reunir mais informações que possam ajudar a esclarecer se existe alguma relação entre os eventos registrados e a aplicação da vacina.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados disponíveis até o momento continuam indicando que o imunizante oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.

O que pessoas vacinadas devem observar

Como medida de precaução, o Ministério da Saúde recomenda que quem recebeu a vacina nas últimas três semanas procure uma unidade de saúde para acompanhamento caso apresente sintomas considerados de alerta.

Entre os sinais que devem receber atenção estão:

  • Febre;
  • Dor abdominal intensa e contínua;
  • Vômitos persistentes;
  • Tontura;
  • Sangramentos;
  • Sonolência excessiva;
  • Irritabilidade;
  • Sinais de desidratação;
  • Piora do estado geral.

A recomendação tem como finalidade garantir atendimento rápido e permitir o monitoramento adequado de possíveis efeitos adversos.

Casos seguem em investigação

Os episódios considerados mais graves continuam sendo analisados por equipes técnicas do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Butantan.

Um dos casos envolve uma mulher de 39 anos que apresentou sintomas seis dias após a vacinação e desenvolveu um quadro compatível com dengue grave. Ela precisou ser internada em unidade de terapia intensiva (UTI), mas recebeu alta posteriormente.

Os outros dois casos são de uma mulher de 48 anos e de um homem de 58 anos, que morreram após apresentarem complicações associadas a quadros graves da doença. As autoridades avaliam exames, histórico clínico e demais informações médicas para determinar se há alguma ligação entre os óbitos e a imunização.

O Ministério da Saúde reforça que, até o momento, não existe comprovação de que a vacina tenha causado as mortes. Segundo a pasta, as investigações continuam e serão fundamentais para definir se a campanha poderá ser retomada e em quais condições.



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Para reforçar monitoramento ambiental em MS, Governo do Estado lança novas plataformas tecnológicas


Ferramentas utilizam inteligência geoespacial, imagens de alta resolução e automação para ampliar o controle do desmatamento e das queimadas no Estado

Para fortalecer as ações de prevenção, controle e fiscalização do desmatamento e das queimadas em todo o território sul-mato-grossense, novas plataformas de monitoramento ambiental foram oficialmente lançadas pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) 

As ferramentas Mades (Monitor de Alertas de Desmatamento) e Maques (Monitor de Alertas de Queimadas), sistemas que utilizam inteligência geoespacial, sensoriamento remoto, imagens de satélite de alta resolução e integração de bases de dados para ampliar a capacidade de resposta dos órgãos ambientais foram apresentadas nesta segunda-feira (8), durante o evento, que reuniu representantes de instituições públicas, especialistas, técnicos, pesquisadores e órgãos parceiros envolvidos na gestão ambiental do Estado. Também participaram do encontro representantes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) e da Polícia Militar Ambiental (PMA), reforçando a integração entre as instituições responsáveis pelo monitoramento, fiscalização e combate aos incêndios florestais.

O lançamento marca mais uma etapa do processo de modernização da gestão ambiental conduzido pelo Governo do Estado e ocorreu em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Desde 2023, mais de R$ 8 milhões foram investidos em infraestrutura tecnológica, aquisição de imagens de satélite, desenvolvimento de sistemas e aprimoramento das ferramentas de monitoramento ambiental.

Tecnologia

Os sistemas realizam o cruzamento automático de informações com bases oficiais, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), autorizações ambientais, unidades de conservação e outras bases estratégicas utilizadas pelo Estado. “A plataforma cruza informações com as bases oficiais, permitindo respostas mais rápidas e precisas. Com isso, conseguimos reduzir em aproximadamente 80% a necessidade de análises manuais. Isso significa otimizar o trabalho das equipes técnicas e direcionar os servidores para atividades estratégicas de monitoramento e fiscalização”, explicou o diretor-presidente do Imasul, André Borges.

A nova geração das plataformas é capaz de identificar eventos de queimadas em até dez minutos e alertas de desmatamento em até cinco dias, além da a melhoria da resolução das imagens que amplia significativamente a capacidade de interpretação dos dados pelos analistas. “Passamos a trabalhar com imagens de satélite e com um salto extremamente importante na qualidade das análises. Isso proporciona muito mais precisão na identificação de alterações ambientais e mais segurança para a tomada de decisões”, explicou Diego Brito, responsável pela Unidade de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental do Imasul.

A modernização dos sistemas fortalece a fiscalização e a gestão dos processos de licenciamento ambiental. “Estamos avançando para uma gestão cada vez mais moderna, baseada em tecnologia e inteligência de dados. Essas ferramentas permitem maior integração entre o monitoramento e o licenciamento ambiental, garantindo mais eficiência na análise das informações e maior segurança para a tomada de decisões técnicas”, afirmou o diretor de Licenciamento e Fiscalização do Imasul, Luiz Mário Ferreira.

“Essas plataformas representam um avanço importante para o trabalho integrado entre as instituições. Receber informações mais rápidas e precisas sobre os eventos de fogo nos permite planejar melhor as operações, direcionar recursos de forma mais eficiente e atuar com maior rapidez nas áreas afetadas. A tecnologia é uma grande aliada na prevenção e no combate aos incêndios florestais, especialmente neste período de estiagem, quando aumentam os riscos de ocorrências em todo o Estado”, afirmou o capitão do CBMMS e responsável pelo setor de Geomonitoramento da Diretoria de Proteção Ambiental, Alexandre Araújo.

Além da apresentação das plataformas, o evento promoveu debates sobre inovação tecnológica, monitoramento ambiental e integração institucional. A proposta é fortalecer o intercâmbio de experiências entre os órgãos envolvidos na fiscalização e consolidar estratégias conjuntas de prevenção e combate aos crimes ambientais.

A expectativa é que as novas plataformas contribuam para uma atuação cada vez mais preventiva, permitindo identificar rapidamente ocorrências de desmatamento e queimadas, reduzir danos ambientais e fortalecer a proteção dos biomas sul-mato-grossenses, consolidando Mato Grosso do Sul como referência nacional no uso de tecnologia aplicada à gestão ambiental.

Gustavo Escobar, Comunicação Imasul
Fotos: Gustavo Escobar, Imasul



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Demanda por proteína e wellness impulsiona crescimento de Nutrição na ADM

A busca dos consumidores por alimentos com maior teor de proteína, ingredientes associados à saúde e bem-estar (mercado wellness) e formulações com menos aditivos artificiais deve sustentar o crescimento da divisão de Nutrição da ADM nos próximos anos, segundo Ian Pinner, presidente global do segmento.

Durante webcast promovido pelo banco Barclays, o executivo afirmou que essas transformações vêm ampliando o mercado potencial da companhia, especialmente em áreas como proteínas vegetais, ingredientes funcionais e corantes naturais.

A divisão de Nutrição da ADM registra receitas anuais de aproximadamente US$ 7,5 bilhões e está exposta a um mercado endereçável de cerca de US$ 34 bilhões na frente de nutrição humana.

“Se pensamos nas tendências atuais, elas passam por estilo de vida, ciência, funcionalidade e inovação. E a demanda por proteína provavelmente está apenas começando”, disse Pinner.

Entre os principais vetores de crescimento apontados pela empresa está o aumento da demanda por proteínas. Segundo o executivo, o mercado potencial da ADM nessa categoria supera US$ 5 bilhões, com destaque para proteínas de soja e ervilha.

“Hoje é difícil abrir uma publicação sem encontrar alguma discussão sobre a demanda por proteína”, afirmou. 

Pinner classificou o segmento como “a história nutricional da década” e afirmou que a procura por produtos enriquecidos tem levado fabricantes a reformular itens já existentes e lançar novas linhas focadas em proteína.

Além da demanda dos consumidores, a ADM vê um impulso adicional em períodos de preços elevados de carnes e laticínios, quando proteínas vegetais passam a ser consideradas alternativas competitivas pelos fabricantes.

Corantes alimentícios

Outra mudança estrutural observada pela companhia ocorre no mercado americano de corantes alimentícios, já que o país anunciou, em abril, a intenção de proibir o uso de pigmentos à base de petróleo. A combinação entre consumidores mais atentos à composição dos produtos e iniciativas regulatórias voltadas à redução de ingredientes artificiais tem acelerado a busca por soluções naturais, segundo o executivo.

“Quando essas duas forças se encontram, normalmente não se vê um crescimento lento”, afirmou.

A ADM estima que a migração para corantes naturais representa uma oportunidade de receita de aproximadamente US$ 900 milhões nos Estados Unidos, com potencial de gerar entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões em lucro operacional ao longo do processo de conversão.

Wellness

A tendência de consumo ligada à saúde e bem-estar também tem impulsionado o negócio de ingredientes funcionais da companhia. A área, que reúne prebióticos, probióticos e pós-bióticos, é atualmente a que mais cresce dentro da divisão de nutrição humana da ADM.

Segundo Pinner, o mercado endereçável para probióticos e pós-bióticos é estimado em cerca de US$ 3 bilhões. A empresa aposta especialmente nos pós-bióticos, cuja estabilidade térmica amplia o potencial de aplicação em bebidas, alimentos, produtos para animais de estimação e nutrição animal.

“Estamos apenas no início de uma jornada de crescimento muito longa para o negócio de Health & Wellness [saúde e bem-estar]”, disse. Além do mercado de suplementos, a companhia vê oportunidades em bebidas funcionais, alimentos, pet food e nutrição animal.

Reorganização

Ao mesmo tempo em que busca capturar essas tendências de mercado, a ADM trabalha para recuperar rentabilidade em áreas que enfrentaram dificuldades operacionais nos últimos anos, além de buscar navegar o momento de águas turbulentas. 

Segundo Pinner, o negócio de Nutrição dá um bom impulso à companhia em 2026, mas fatores como inflação, taxas de juros, e o comportamento dos consumidores e dos clientes estão no radar, disse.

O executivo destacou a retomada da unidade de Decatur, Illinois, nos Estados Unidos, que havia reduzido a capacidade de atendimento a clientes e afetado os resultados da divisão de ingredientes especiais. Segundo ele, o impacto negativo representava entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões por trimestre em custos de oportunidade.

De acordo com a companhia, a normalização das operações já começa a aparecer nos resultados financeiros e deve reforçar o crescimento do negócio de ingredientes especiais, que inclui texturizantes, emulsificantes, grãos e proteínas.

Na nutrição animal, a estratégia tem sido concentrar recursos em segmentos de maior crescimento e rentabilidade. A empresa criou uma joint venture com a Alltech no mercado norte-americano de rações e vem reduzindo exposição a operações consideradas menos rentáveis.

Questionado sobre novas aquisições, Pinner disse que a ADM continua avaliando oportunidades, mas indicou que a prioridade atual é ampliar os retornos dos ativos incorporados ao portfólio ao longo da última década. “Estamos muito focados em nosso plano de crescimento orgânico”, afirmou.

Para a divisão de nutrição humana, a expectativa da companhia é de crescimento anual de receita em ritmo médio de um dígito simples, acompanhado por expansão de margens, apoiada na combinação entre inovação, ganhos operacionais e exposição a tendências de consumo consideradas estruturais.

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