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Brasil faz ofensiva para reverter veto da UE à carne brasileira | Blogs | CNN Brasil

O governo intensificou as negociações com a União Europeia para tentar reverter a decisão do bloco de vetar a importação da carne brasileira ao mercado europeu a partir de setembro.

Nesta sexta, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira conversou sobre o assunto com o comissário europeu para Comércio e Segurança Econômica, Maros Sefcovic, em Paris.

Segundo interlocutores, a conversa ocorreu à margem das reuniões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A CNN apurou que Mauro Vieira reforçou a necessidade de que a comunicação entre as partes seja mais fluida e previsível durante a fase de implementação do acordo entre Mercosul e União Europeia.

A medida anunciada pela Comissão Europeia está relacionada às novas regras do bloco para controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Segundo a UE, o Brasil não apresentou garantias suficientes para atender às exigências.

Para integrantes do governo, neste momento, o mais importante, foi registrar a posição brasileira junto às autoridades europeias.

Nos bastidores, auxiliares de Lula afirmam que a formalização anunciada pela União Europeia, nesta sexta, tem caráter essencialmente burocrático. O Itamaraty trabalha com o mês de setembro como prazo definitivo para que a medida entre em vigor e pretende manter a negociação em curso até o período.

Em nota conjunta divulgada pelos ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que capitaneiam as discussões, o governo brasileiro classificou a decisão como injustificada.

Segundo o comunicado, as exportações brasileiras de produtos de origem animal para o bloco europeu ocorrem normalmente e não há impactos imediatos sobre o fluxo comercial.

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Janja rebate Malafaia sobre encontro com evangélicas: “Insignificante”


No ano passado, o pastor Silas Malafaia criticou a aproximação da primeira-dama com mulheres evangélicas



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Senado deve iniciar discussões sobre fim da escala 6×1 nesta semana

A proposta do fim da escala 6×1 – de seis dias de trabalho e um de descanso – deve começar a ser debatida pelos senadores nesta semana. A expectativa é que o tema seja discutido entre líderes partidários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em reunião prevista para terça-feira (9).

O texto aprovado na Câmara dos Deputados chegou ao Senado há mais de dez dias, mas ainda não teve um despacho de Alcolumbre. Segundo ele, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não irá direto ao plenário e deve passar pela análise em comissão. A intenção é alinhar o trâmite da matéria no encontro com os chefes de bancada nesta semana.

Considerada um ativo eleitoral, a PEC foi aprovada na Câmara na última semana de maio. O governo considera a pauta prioritária e defende uma aprovação rápida. Alcolumbre, no entanto, já sinalizou que o Senado não atuará apenas como uma Casa “carimbadora” e deve sugerir ajustes no texto. Ele afirmou que o texto será analisado “sem pressa”.

O presidente do Senado vive momento de relação tensionada com o Planalto, desgastada desde a rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Em paralelo, um texto alternativo, que determina a remuneração por hora trabalhada, já recebeu despacho de Alcolumbre e foi enviado à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A matéria foi articulada pela oposição e apresentada no Senado para contrapor o fim da escala 6×1.

Como a CNN mostrou, no entanto, a proposta da redução na jornada de trabalho aprovada na Câmara deve ter prioridade na análise na CCJ. Uma vez enviada para a comissão, caberá ao presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), indicar o relator.

A PEC que recebeu o aval dos deputados define uma transição de 14 meses para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais em duas etapas com diminuição de duas horas cada, sem redução de salários.

A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto. A segunda será feita 12 meses depois, totalizando 14 meses após a promulgação da nova emenda.

Na prática, a proposta mira garantir o fim da escala 6×1 com a determinação de dois dias de descanso, que também passará a valer 60 dias depois da promulgação do texto. Conforme a matéria, o dia de repouso deve ser “preferencialmente aos domingos”.

O texto teve o apoio do governo e foi articulado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Setores produtivos, no entanto, criticam a proposta e avaliam haver risco de impactos econômicos com o aumento de custos de produção e serviços.

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PIS/Pasep: dinheiro pode demorar até 2 dias para cair em mês de 2026


Faltam três datas para o pagamento do abono salarial em 2026. Em uma delas, o trabalhador terá que esperar para poder sacar, saiba o motivo



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há 22 anos, jornalista transforma gratidão em um compromisso de salvar vidas – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Campanha reforça a importância da doação regular para manter os estoques e garantir atendimento a pacientes em todo o Estado

Há 22 anos, um gesto de solidariedade mudou a vida da jornalista campo-grandense Anna Santullo. Na época, seu pai precisou de doações de sangue para seguir o tratamento de saúde, e a mobilização de voluntários foi fundamental para ajudá-lo. O que ela não imaginava era que aquele ato de generosidade daria origem a um compromisso que atravessaria décadas.

Em agradecimento às pessoas que doaram sangue para o pai, Anna decidiu que também faria sua parte. Desde então, tornou-se doadora regular e mantém o hábito há mais de duas décadas.

“Meu pai precisou de doações de sangue e muitas pessoas foram ao Hemosul para ajudá-lo. Aquilo ficou marcado na minha vida. Como forma de gratidão, eu coloquei na minha cabeça que também passaria a doar para pessoas que eu nem conheço. É uma forma de retribuir tudo o que fizeram pela minha família”, conta.

Por ser mulher, ela realiza até três doações ao longo do ano, respeitando o intervalo recomendado entre as coletas. Para ela, cada retorno ao hemocentro representa uma homenagem ao pai e uma oportunidade de ajudar outras famílias.

O compromisso com a doação de sangue acabou ultrapassando gerações dentro da própria família. Inspirado pelo exemplo da mãe, o estudante Vicenzo Santullo decidiu se tornar doador assim que completou 16 anos, idade mínima permitida para a doação mediante autorização dos responsáveis.

Segundo Anna, a iniciativa partiu do próprio filho. No dia em que completou 16 anos, ele a convidou para ir ao hemocentro e realizar a primeira doação. Hoje, prestes a completar 17 anos, Vicenzo segue como doador e representa a continuidade de uma corrente de solidariedade iniciada há mais de duas décadas.

“Desde que eu tinha 26 anos eu faço essa homenagem para o meu pai. Sempre que vou doar, lembro de tudo o que vivemos e da importância das pessoas que estenderam a mão naquele momento. Doar sangue é um gesto simples para quem doa, mas pode significar uma nova chance para quem recebe. Fico feliz também de passar isso para o meu filho”, afirma.

Junho Vermelho reforça importância da doação

A história ganha ainda mais significado agora, mês da campanha Junho Vermelho, movimento nacional criado para conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue.

A mobilização acontece estrategicamente no início do inverno, período em que os hemocentros costumam registrar queda nas doações e redução dos estoques. A campanha também destaca o Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho e instituído pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A doação é essencial para o atendimento de pacientes em tratamento contra o câncer, pessoas submetidas a cirurgias, vítimas de acidentes, transplantados e portadores de diversas doenças que dependem de transfusões sanguíneas.

Para a jornalista, a mensagem é simples: doar sangue é uma atitude que leva apenas alguns minutos, mas que pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

“Eu recebi ajuda quando minha família precisou. Hoje, sigo doando porque sei que, do outro lado, existe alguém esperando por essa oportunidade de continuar vivendo”.

Quem pode doar sangue?

De forma geral, podem doar sangue pessoas que:

  • Estejam em boas condições de saúde;
    • Tenham entre 16 e 69 anos;
    • Pesem no mínimo 51 quilos;
    • Estejam bem alimentadas e hidratadas no dia da doação;
    • Apresentem documento oficial com foto.

Menores de 18 anos precisam estar acompanhados e autorizados pelo pai, mãe ou responsável legal.

Antes da coleta, todos os candidatos passam por uma triagem clínica realizada por profissionais capacitados, seguindo as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. O processo garante segurança tanto para o doador quanto para quem receberá o sangue.

Onde doar sangue em Campo Grande

As doações podem ser realizadas em qualquer uma das unidades da Rede Hemosul na Capital.

  • Hemosul Coordenador (Unidade Central)

Endereço: Avenida Fernando Corrêa da Costa, 1.304 – Centro.

Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Aos sábados, das 7h às 12h, com atendimento estendido até às 15h no primeiro sábado de cada mês.

  • Unidade Hemosul Santa Casa

Endereço: Rua Rui Barbosa, 3.633 – Centro.

Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 11h.

  • Unidade Hemosul Hospital Regional

Endereço: Avenida Engenheiro Luthero Lopes, 36, Bairro Aero Rancho (anexo ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul).

Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 12h.

Antes da doação, é importante estar bem alimentado, hidratado, evitar alimentos gordurosos nas horas que antecedem a coleta e ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: Divulgação SES



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Spreads de CRAs voltam às máximas históricas: é hora de investir?

Os spreads de crédito dos CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) voltaram aos maiores níveis históricos em 2026, devido ao aumento da percepção de risco no setor agropecuário e a cautela maior dos investidores diante do cenário macroeconômico atual. 

Na prática, o spread representa o retorno adicional que o investidor recebe para aplicar em títulos privados em vez de investir em papéis do governo, considerados mais seguros.

Quanto maior o spread, maior é o prêmio exigido pelo mercado para compensar o risco da operação.

Segundo Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, os spreads dos CRAs chegaram a operar próximos de 0,8% em julho de 2025, mas avançaram para cerca de 1,68% em maio de 2026.

“O que vimos recentemente foi um ajuste muito forte dos spreads, que estavam nas mínimas históricas mesmo em um cenário de risco elevado. Agora o mercado voltou a precificar os CRAs de forma mais alinhada ao risco atual”, afirma.

O movimento lembra o cenário observado em 2023, quando eventos de crédito elevaram a percepção de risco no mercado privado após casos como Lojas Americanas e Light.

Desta vez, a pressão veio principalmente do setor agropecuário, especialmente após a recuperação extrajudicial da Raízen, que afetou títulos ligados ao segmento, avalia Marilia.

Além dos eventos de crédito, o ambiente de juros elevados também contribui para aumentar a preocupação dos investidores. 

“O setor enfrenta várias instabilidades, desde fertilizantes e custos de insumos até commodities agrícolas que ficaram muito tempo com preços baixos. Além do risco climático ligado ao El Niño, que pode prejudicar ainda mais o agro”, destaca.

Por isso, a apresentadora avalia que o momento ainda exige cautela.

“Não vejo ainda como uma mega oportunidade. Vejo mais como um mercado que passou a precificar de forma mais justa os níveis de risco atuais”, observa.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

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MA: acusada de matar crianças com ovo de Páscoa envenenado vai a júri


Jordélia Barbosa será levada a júri popular no dia 22 de junho, segundo informações do MPMA, em Imperatriz, região sudoeste do Maranhão



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Concessão de crédito rural cai 17% em 2025, para R$ 179 bilhões

As concessões de crédito rural e agroindustrial destinadas a produtores rurais pessoas físicas totalizaram R$ 179 bilhões em 2025, segundo dados divulgados pela Serasa Experian. Na comparação com 2024, o montante concedido apresentou retração de 17%, o equivalente a aproximadamente R$ 36,8 bilhões a menos disponibilizados ao setor. A análise trimestral também indicou redução nos volumes concedidos ao longo do ano.

“Observamos a permanência de um ambiente mais criterioso na concessão de crédito ao longo de 2025, com instituições financeiras priorizando análises mais robustas, maiores garantias e menor apetite ao risco. Esse movimento ajuda a explicar a desaceleração no volume concedido em relação ao ano anterior, mas também reflete a resiliência do mercado, com decisões mais sustentáveis no médio e longo prazo”, de acordo com o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta.

Apesar da redução no volume financeiro, o número de contratos registrou crescimento. Em 2024, foram firmados 1,44 milhão de contratos, número que passou para 1,46 milhão em 2025, alta de 0,9%.

Com o aumento da quantidade de operações e a redução do valor total concedido, o ticket médio dos contratos recuou de aproximadamente R$ 150 mil em 2024 para R$ 123 mil em 2025, uma queda de 17,8%.

O levantamento foi realizado com base em cerca de 3 milhões de produtores que contrataram financiamento rural ou agroindustrial e autorizam o uso de informações do Cadastro Positivo.

Destaques regionais

No último trimestre de 2025, a região Centro-Oeste apresentou os maiores valores por contrato, com média de R$ 396 mil, além do maior ticket médio por CPF, que alcançou R$ 491 mil.

A região Sul liderou em volume financeiro concedido no período, somando R$ 12 bilhões. Já o Nordeste registrou o maior número de CPFs com contratos ativos, totalizando 123 mil produtores, além de concentrar o maior número de novas operações, com 129 mil contratos.

Entre os estados, Minas Gerais liderou o ranking de registros em linhas de crédito rural e agroindustrial ao longo de 2025. Na sequência aparecem Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraná e São Paulo.

Análise de crédito com IA

Segundo a Serasa Experian, a Inteligência Artificial vem sendo incorporada em diferentes etapas da cadeia do agronegócio, incluindo processos de análise de crédito.

Um dos exemplos citados pela empresa é o Agro Score, ferramenta baseada em técnicas de Machine Learning que cruza diferentes bases de dados para identificar padrões de comportamento financeiro dos produtores rurais. A solução é utilizada para apoiar instituições financeiras na avaliação de risco e na oferta de crédito.

No último trimestre de 2025, a média nacional do Agro Score entre produtores rurais pessoas físicas foi de 600 pontos. De acordo com a metodologia da empresa, essa pontuação corresponde a um perfil considerado positivo.

Regionalmente, a maior média foi registrada na região Sul, com 715 pontos. Já o Norte Agro apresentou média de 475 pontos.

Ainda segundo a Serasa Experian, modelos preditivos baseados em Inteligência Artificial também têm sido utilizados para ampliar o acesso a produtos financeiros entre diferentes perfis de produtores, incluindo aqueles sem registro rural formal.

A empresa informou ainda que desenvolve iniciativas envolvendo análise de imagens de satélite e projetos-piloto com Inteligência Artificial Generativa voltados à criação de novas soluções para o setor.

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Sucuri gigante é flagrada às margens do Rio Paraná


Nas imagens, a cobra aparece descansando calmamente na margem do rio, sem demonstrar qualquer sinal de agitação



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Governo amplia janela de desconto na energia para irrigantes

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (8), durante a Bahia Farm Show, uma portaria que amplia a flexibilidade para produtores rurais utilizarem os descontos na conta de energia destinados à irrigação e à aquicultura.

A medida regulamenta a Lei nº 15.235/2025, que atualizou as regras dos descontos tarifários concedidos à classe rural, e deve permitir que produtores adequem os horários de irrigação às necessidades das lavouras sem perder o benefício na conta de luz.

Pelas regras anteriores, o desconto era concentrado em períodos específicos do dia. Com a nova portaria, o benefício poderá ser utilizado ao longo de uma janela mais ampla, entre 21h30 e 17h do dia seguinte, de forma contínua ou fracionada.

Segundo o ministério, o próprio consumidor terá preferência na definição da escala de utilização do desconto e poderá adotar horários diferentes ao longo do ano, de acordo com as características de cada cultura e das condições climáticas.

Na prática, a mudança permite que produtores realizem a irrigação em horários considerados mais adequados para o desenvolvimento das plantas, como o início da manhã ou durante a noite, mantendo o acesso ao desconto na tarifa de energia.

A expectativa do governo é que a flexibilização aumente a eficiência do uso da irrigação e contribua para ganhos de produtividade no campo. A medida também busca melhorar a distribuição do consumo de energia ao longo do dia, reduzindo a concentração da demanda em determinados horários.

O benefício não será aplicado, de forma geral, entre 17h e 21h30, período em que normalmente ocorre o pico de consumo do sistema elétrico.

O anúncio foi feito durante a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA), principal feira agropecuária do Matopiba, região que reúne áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e concentra uma das principais fronteiras de expansão agrícola do país.

A medida deve ter impacto especialmente em regiões com forte presença da agricultura irrigada. Apenas o Oeste da Bahia possui mais de 409 mil hectares irrigados, consolidando-se como um dos principais polos de irrigação do Brasil.

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