Categorias
brasil destaque_home

Polícia da Bahia realiza operação contra grupo por sequestro, tortura e homicídios


Divulgação / Ascom-PCBAOperação Libertatis
Operação Libertatis

Policiais civis e militares realizaram na manhã desta terça-feira (2) a Operação Libertatis, com objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por sequestro, tortura, cárcere privado, extorsão, homicídios e ocultação de cadáver em Eunápolis, interior da Bahia.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e diligências para o cumprimento de cinco mandados de prisão. Um homem foi preso e será interrogado. Outros quatro integrantes estão foragidos da Justiça. Também foram cumpridos dois mandados no Conjunto Penal de Eunápolis por participarem de crimes anteriores.

Conforme o delegado da Delegacia Territorial de Eunápolis, Manoel Vieira da Silva Neto, a ação teve como alvo integrantes de uma organização criminosa, que, além dos mandados de prisão, apreendeu celulares, computadores e outros materiais de interesse investigativo, que serão submetidos à perícia. Os mandados foram cumpridos nos bairros Pequi, Moisés Reis, Parque da Renovação, Juca Rosa, Centauro e Antares. 

Investigação

A investigação que levou à operação Libertatis iniciou após o resgate de um motorista de aplicativo, de 33 anos, vítima de sequestro, tortura, extorsão e cárcere privado.  O homem foi sequestrado no dia 6 de março após atender a uma corrida, sendo levado para uma área de mata utilizada pelo grupo.

Conforme o delegado Manoel, o homem foi mantido em cárcere privado até o outro dia, quando foi localizado por equipes da Delegacia Territorial de Eunápolis. Ao chegar no cativeiro, os policiais foram recebidos a tiros pelos criminosos, que conseguiram fugir pela área de mata. O homem estava muito ferido após passar a noite sob tortura.

A partir do resgate, começou uma investigação conduzida pela Polícia Civil, que levou à identificação dos sequestradores e outros crimes cometidos pelo grupo.

A ação foi realizada por equipes da Delegacia Territorial de Eunápolis, com apoio da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Eunápolis), da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), do Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM) e do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Descobrimento). 

A operação contou ainda com a atuação da Polícia Militar, por meio da Rondesp Extremo Sul, das Companhias Independentes de Policiamento Especializado (CIPE/Mata Atlântica e CIPE/Cacaueira) e do 28º Batalhão da Polícia Militar (28º BPM). As investigações continuam para localizar os foragidos e apurar outros crimes do grupo criminoso.





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

inflação volta a acelerar e reforça argumentos a favor de alta de juros


A inflação da ⁠zona do euro acelerou ainda mais no ⁠mês passado devido ao aumento dos custos de energia ‌e serviços, reforçando o já forte argumento para um pequeno aumento da taxa de juros pelo Banco Central Europeu neste mês, ‌mostraram dados do Eurostat nesta terça-feira.

Os preços ao consumidor nos 21 países que compartilham o euro subiram para 3,2% em maio na base anual, de 3,0% no mês anterior, bem acima da meta de 2% do BCE mas em linha com uma ⁠pesquisa ‌da Reuters. O aumento foi impulsionado por uma taxa de ⁠inflação de 10,9% nos custos de energia e um aumento de 3,5% nos preços de serviços.

No que provavelmente preocupará as autoridades, o núcleo da inflação – que exclui os preços voláteis da energia e dos alimentos – também aumentou, subindo 2,5% ​em relação aos 2,2% de abril, devido aos serviços e a um pequeno aumento na inflação dos produtos industriais.

Embora os ​números sejam observados de perto pelo BCE, é improvável que eles alterem as expectativas de política monetária no curto prazo. As autoridades já deixaram claro que a inflação mais alta justifica um aumento nos custos de empréstimos.

Os mercados financeiros precificaram ‌quase que totalmente um aumento de 25 ​pontos-base na taxa de juros em 11 de junho, com a expectativa de mais uma ou duas altas no outono. Os preços elevados da energia podem ⁠se infiltrar na economia ​em geral e ​desencadear pressões inflacionárias mais persistentes.

Mesmo que a guerra no Oriente Médio termine logo, os ⁠danos à infraestrutura de energia ​e às cadeias de oferta corporativas já foram causados, tornando a normalização lenta e mantendo os preços altos até a segunda metade do ano.

Continua depois da publicidade

Ainda ​assim, a expectativa é de que qualquer aperto seja modesto – muito menos agressivo do que a série ​recorde de altas de ⁠juros em 2022 – já que o crescimento subjacente mais fraco limita a capacidade das ⁠empresas de repassar os custos mais altos.

A Europa é um importador líquido de energia e seu setor industrial – já afetado pela perda do gás russo barato após a invasão da Ucrânia pela Rússia e pelas tarifas mais altas dos EUA – está sofrendo.



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Entre crises e incentivos, o teste real do Profert | Blogs | CNN Brasil

A aprovação do Profert  (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes) pela Câmara dos Deputados foi recebida de forma positiva por representantes da indústria de fertilizantes, que veem na proposta uma tentativa de enfrentar um problema considerado estrutural para o agronegócio brasileiro: a elevada dependência de insumos importados. Nos bastidores, porém, integrantes do setor avaliam que o avanço do programa também reabre uma discussão mais ampla sobre a capacidade do país de transformar medidas emergenciais em uma estratégia permanente de fortalecimento da produção nacional.

Na avaliação de fontes da indústria de adubos e da distribuição, o programa parte de um diagnóstico amplamente compartilhado pelo mercado. Para elas, a segurança de abastecimento de fertilizantes de um dos maiores exportadores de alimentos do mundo não deveria estar excessivamente condicionada às oscilações do mercado internacional ou a eventos geopolíticos capazes de interromper cadeias globais de suprimentos.

Ao mesmo tempo, essas fontes observam que o tema costuma ganhar prioridade apenas em momentos de crise. O Plano Nacional de Fertilizantes foi lançado em 2022, em meio aos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o comércio global de insumos. Agora, diante de novas pressões sobre os preços internacionais de matérias-primas e da guerra no Oriente Médio, o debate retorna ao centro da agenda política.

Para integrantes do setor, a recorrência desse movimento alimenta questionamentos sobre a continuidade das iniciativas voltadas à redução da dependência externa. A avaliação é que a discussão sobre soberania produtiva ainda aparece fortemente associada a choques internacionais, e não necessariamente inserida em um projeto de longo prazo para a indústria nacional.

O momento em que o Profert avança também coincide com um cenário de custos elevados para a produção doméstica. Segundo representantes da cadeia de fertilizantes, a indústria brasileira já convive normalmente com estruturas de custos superiores às observadas em alguns mercados internacionais e, neste momento, enfrenta uma pressão adicional provocada pela alta do enxofre, matéria-prima essencial para a fabricação de fertilizantes fosfatados.

O ponto de tensão mais delicado é justamente esse: a meta de mistura obrigatória de fertilizante nacional ganha força no exato momento em que o custo da matéria-prima torna a produção local economicamente inviável em muitos casos. O enxofre, insumo essencial para os fertilizantes fosfatados, está em máximas históricas, acima de US$ 1.250 por tonelada no mercado internacional.

https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/gabriella-weiss/agro/por-que-o-brasil-precisa-importar-fertilizantes/

Segundo essa avaliação, a manutenção da produção nacional interessa não apenas às empresas do segmento, mas também ao restante da cadeia agropecuária. O argumento é que a disponibilidade de fertilizantes se tornou um fator relevante em um ambiente marcado por custos elevados, juros altos e desafios financeiros enfrentados por produtores rurais.

A principal dúvida levantada por interlocutores do setor é se o Profert conseguirá produzir efeitos estruturais compatíveis com seus objetivos. A construção de novas plantas industriais, a ampliação da capacidade produtiva e a atração de investimentos demandam horizontes de planejamento de vários anos. Já os incentivos emergenciais costumam responder a necessidades conjunturais e possuem duração mais limitada.

Projeto e próximos passos

O Projeto de Lei 699/23, aprovado pela Câmara, prevê crédito fiscal para empresas habilitadas, linhas de financiamento, apoio à modernização e expansão de fábricas e a criação de um fundo voltado ao desenvolvimento da indústria de fertilizantes. 

Também estabelece metas graduais para a mistura mínima de fertilizantes produzidos no Brasil, começando em 2% a partir de 2027 e chegando a 10% em 2037, percentual que poderá ser ampliado futuramente conforme a capacidade produtiva nacional.

Além dos fertilizantes minerais tradicionais, a proposta contempla incentivos para bioinsumos, biofertilizantes e remineralizadores, numa tentativa de ampliar a participação da indústria nacional na cadeia de suprimentos do agronegócio.

O texto, entretanto, passou a integrar uma discussão mais ampla em Brasília sobre o impacto fiscal de medidas voltadas ao setor agropecuário. O governo federal tem articulado, conforme noticiou a CNN, uma ofensiva para tentar limitar os efeitos orçamentários de propostas que avançaram no Congresso, entre elas a renegociação de dívidas rurais, a ampliação de recursos para o seguro rural, o próprio Profert e alterações em projetos relacionados a benefícios tributários.

Esse contexto fez com que o Profert passasse a ser analisado não apenas sob a ótica industrial e produtiva, mas também política e fiscal, adicionando novas camadas à discussão. O programa volta agora ao Senado, que precisará analisar as alterações promovidas pela Câmara antes da conclusão da tramitação.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

CNI vê com “preocupação” ameaça de taxação dos EUA


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou uma nota, nesta terça-feira (2/6), na qual afirma acompanhar com “preocupação” a ameaça norte-americana de impor uma taxação de 25% sobre produtos brasileiros. A proposta consta da conclusão da investigação aberta sobre o Pix pelo governo de Donald Trump e divulgada nessa segunda-feira (1°/6).

A análise da instituição mostra que exportações da indústria de transformação aos Estados Unidos caíram 4,2% em 2025. CNI defende ampliação do diálogo entre os dois países

“A eventual adoção de tarifas adicionais vai prejudicar a indústria brasileira e o mercado norte-americano. O momento exige diálogo e análise técnica. De nossa parte, estamos prontos para contribuir com as negociações”, diz o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI sustenta que vai continuar acompanhando o assunto junto às autoridades dos dois paíse com o intuito de “defender soluções que preservem e fortaleçam a parceria econômica bilateral entre os dois países”.

A instituição fez uma análise em dados econômicos nas exportações de 2025. Os dados revelam que no período, os envios de produtos para os Estados Unidos tiveram uma queda de 4,2% em comparação com o ano anterior.

“As vendas do setor ao país totalizaram US$ 30,2 bilhões. Nove dos 15 principais setores da indústria de transformação registraram queda nas exportações no ano passado. As maiores reduções ocorreram em produtos de metal (-31,6%); madeira (-20%); celulose e papel (-19,9%) e veículos automotores (-17,6%)”, acrescenta a CNI.

Mais cedo, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) já havia se manifestado. A instituição classificou o relatório norte-americano como de “profunda preocupação”.

“A Fiesp acompanha com profunda preocupação o relatório preliminar da Seção 301, divulgado pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR). A proposta apresentada contém um forte impacto negativo para as relações comerciais bilaterais e na competitividade do Brasil”, diz o comunicado.

O texto foi assinado pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e pelo presidente do Conselho Superior de Relações Exteriores da federação, Roberto Azevêdo.

De onde veio

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) propôs taxar as importações brasileiras em 25% para punir práticas “irrazoáveis”. A proposta consta na conclusão da investigação aberta sobre o Pix pelo governo norte-americano e divulgada nesta segunda. Agora, ela será levada a audiências públicas para discutir o assunto.

A abertura da investigação foi divulgada e 15 de julho do ano passado. O  USTR investiga supostas práticas comerciais desleais do Brasil em relação aos EUA. Entre os exemplos citados estão disputas judiciais entre Brasil e plataformas digitais norte-americanas.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

quais são os países sob investigação comercial dos EUA


Um documento divulgado nesta segunda-feira (2), pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) conclui que práticas brasileiras em seis áreas distintas são “irracionais ou discriminatórias” e impõem restrições ao comércio americano, abrindo caminho para sanções com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

A decisão final, contudo, ainda depende do presidente Donald Trump. Pela legislação americana, a Casa Branca tem até 15 de julho para decidir se implementará integralmente as recomendações do USTR, se fará alterações na proposta ou se buscará uma solução negociada.

Caso seja confirmada por Trump, o Brasil passará a figurar a lista de países investigados ou sacionados pelo governo dos Estados Unidos por possíveis práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano.

A lista reúne adversários geopolíticos de Washington, como China, Rússia e Venezuela, mas também inclui aliados históricos dos americanos, entre eles Canadá, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, Austrália e União Europeia.

Na América do Sul, além do Brasil, aparecem Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Equador, Guiana, Uruguai e Venezuela.

Uma investigação global

Segundo o governo americano, o objetivo das investigações e sanções é impedir que empresas e trabalhadores dos Estados Unidos concorram com produtos cuja produção viole acordos comerciais que impedem práticas comerciais injustas ou discriminatórias.

Continua depois da publicidade

A abertura da investigação não significa que os países serão automaticamente punidos. O processo prevê audiências públicas, apresentação de documentos e manifestações dos governos envolvidos antes de qualquer decisão.

Caso o USTR conclua que determinado país favorece ou não combate adequadamente a utilização de trabalho forçado ou práticas consideradas prejudiciais ao comércio internacional, o governo americano poderá adotar medidas comerciais, incluindo tarifas adicionais sobre produtos importados.

O procedimento costuma levar cerca de 12 meses entre a abertura e a conclusão.

Brasil já foi alvo no passado

Esta não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma apuração com base na Seção 301. Nas décadas de 1980 e 1990, os Estados Unidos utilizaram o mesmo instrumento para questionar políticas brasileiras nos setores de informática e de medicamentos, em disputas relacionadas à proteção de mercado e propriedade intelectual.

Mais recentemente, o mecanismo voltou aos holofotes após o USTR concluir outra investigação contra o Brasil. Nesse caso, o relatório apontou preocupações envolvendo comércio digital, Pix, propriedade intelectual, combate à corrupção, etanol e desmatamento, servindo de base para a proposta de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Quem está na lista

Além do Brasil, outros países integram a lista de estados sancionados ou investigados pelos EUA por práticas consideradas, pelo governo norte-americano, como ilegais ou desleais. Veja a lista:

Continua depois da publicidade

– Argélia

– Angola

– Argentina

Continua depois da publicidade

– Austrália

– Bahamas

– Bahrein

Continua depois da publicidade

– Bangladesh

– Brasil

– Camboja

Continua depois da publicidade

– Canadá

– Chile

– China

– Colômbia

– Costa Rica

– República Dominicana

– Equador

– Egito

– El Salvador

– União Europeia

– Guatemala

– Guiana

– Honduras

– Hong Kong, China

– Índia

– Indonésia

– Iraque

– Israel

– Japão

– Jordânia

– Cazaquistão

– Kuwait

– Líbia

– Malásia

– México

– Marrocos

– Nova Zelândia

– Nicarágua

– Nigéria

– Noruega

– Omã

– Paquistão

– Peru

– Filipinas

– Catar

– Rússia

– Arábia Saudita

– Singapura

– África do Sul

– Coreia do Sul

– Sri Lanka

– Suíça

– Taiwan

– Tailândia

– Trinidad e Tobago

– Turquia

– Emirados Árabes Unidos

– Reino Unido

– Uruguai

– Venezuela

– Vietnã



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

MBRF aposta na Copa e projeta crescimento em volume de 50% nas vendas

A MBRF projeta crescimento de 50% nas vendas durante a Copa do Mundo e aposta em produtos exclusivos para impulsionar consumo

A companhia projeta um crescimento em volume de 50% nas vendas durante a Copa do Mundo de 2026 em comparação com o mesmo período do ano passado.

A expectativa foi apresentada por Luiz Franco, vice-presidente de Marketing e Inovação da companhia, durante evento realizado em São Paulo para detalhar a estratégia da Sadia como patrocinadora oficial da Seleção Brasileira por meio da parceria com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Segundo o executivo, a companhia vem estruturando há meses uma operação especial para atender ao aumento da demanda gerado pelo maior evento esportivo do planeta.

A expectativa é impulsionada tanto pelo histórico de crescimento do consumo durante os jogos quanto pelo lançamento de novos produtos, ações promocionais e maior presença da marca em diferentes canais de venda.

O CEO da BRF, Miguel Gularte, destacou que a Copa do Mundo representa uma das ocasiões de consumo mais importantes para a empresa. Segundo ele, a ligação da Sadia com a Seleção Brasileira reforça atributos já consolidados da marca, considerada uma das mais valiosas e presentes nos lares brasileiros.

“A seleção brasileira é uma paixão nacional. Independentemente da época ou do momento, ela continua mobilizando os brasileiros. Estamos muito felizes em participar desse momento tão especial para o país”, afirmou.

Gularte ressaltou ainda que a competição acontece em um período estratégico para a companhia, após a consolidação da fusão entre BRF e Marfrig, concluída em setembro de 2025.

De acordo com o executivo, a integração permitiu unir competências, ampliar sinergias e fortalecer o posicionamento das marcas do grupo.

A preparação para o Mundial começou ainda no início de 2026. De acordo com Manoel Martins, executivo responsável pela área comercial da MBRF, a companhia envolveu diferentes setores na construção da estratégia, incluindo produção, agropecuária, logística, pesquisa e desenvolvimento, marketing e vendas.

“O ponto da Copa não começou agora. Nós estamos preparando o mercado, os clientes e os consumidores há vários meses para esse momento”, afirmou.

Entre as principais apostas está o lançamento de 20 produtos exclusivos para a Copa do Mundo. Segundo Martins, a linha reúne alguns dos itens mais icônicos da Sadia e foi desenvolvida especialmente para momentos de compartilhamento durante as partidas, como aperitivos, snacks e opções práticas para consumo em grupo.

Dados apresentados pela empresa mostram que, nos dias de jogos da Seleção Brasileira, categorias relacionadas a petiscos e conveniência registram crescimento médio de aproximadamente 24% nas vendas.

Além disso, a MBRF pretende ampliar a presença em outra categoria considerada estratégica para o período, o churrasco. Segundo Manoel Martins, as marcas Sadia e Perdigão possuem juntas o maior portfólio de churrasco do mercado brasileiro, com mais de 115 itens disponíveis para os consumidores.

“O churrasco é uma ocasião de consumo muito ligada ao futebol e à reunião entre amigos e familiares. Por isso, é uma categoria fundamental dentro da nossa estratégia para a Copa”, explicou.

A companhia também decidiu ampliar sua atuação além do varejo tradicional. A estratégia contempla tanto o consumo dentro dos lares quanto estabelecimentos como bares, restaurantes, redes de alimentação e operações de food service.

Segundo Martins, a ideia é acompanhar o consumidor em todos os ambientes onde os jogos serão assistidos.

“Escolhemos seguir os dois caminhos. Estaremos presentes tanto dentro de casa quanto nos restaurantes, bares e demais pontos de encontro dos torcedores.”

Outro destaque é o investimento em tecnologia para as ações promocionais. A BRF utilizará uma plataforma digital que permitirá aos consumidores cadastrarem notas fiscais e receberem brindes diretamente em casa. A iniciativa elimina a necessidade de trocas físicas em pontos de venda e busca aumentar a eficiência da campanha.

A estratégia da Copa está apoiada em três pilares principais definidos pela companhia: esporte, entretenimento e experiência de marca. Segundo Manoel Martins, a proposta é transformar a presença da Sadia durante o Mundial em uma plataforma de relacionamento com o consumidor, fortalecendo a conexão emocional da marca com os brasileiros.

O planejamento também conversa com a agenda recente de inovação da companhia. Durante a APAS Show 2026, a BRF apresentou mais de 40 lançamentos ao mercado, muitos deles desenvolvidos com foco em praticidade, conveniência e saudabilidade. Entre os destaques estão produtos voltados ao preparo em air fryer, segmento que vem registrando forte crescimento entre os consumidores.

Outro fator que reforça o otimismo da empresa é o potencial de audiência da Seleção Brasileira. Durante o evento, os executivos destacaram que a recente partida da equipe registrou uma das maiores audiências da televisão aberta dos últimos cinco anos, evidenciando o forte engajamento dos brasileiros com o futebol e o potencial de consumo associado ao torneio.

Com expectativa de que a Seleção avance às fases decisivas da competição, a BRF acredita que a Copa do Mundo será um dos principais motores de crescimento para suas marcas em 2026.

“Estamos preparados para atender a demanda, com inovação, disponibilidade de produtos e uma operação estruturada para acompanhar o consumidor durante toda a Copa”, concluiu Manoel Martins.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

ONU aponta probabilidade de 80% para El Niño entre junho e agosto


Em sua atualização mais recente, a OMM prevê um ‘episódio ao menos moderado, e até forte’, do fenômeno climático de consequências planetárias

Valter Campanato/Agência BrasilSanta Catarina decreta alerta climático por causa do El Niño
A nota avalia que “as probabilidades de que o episódio prossiga pelo menos até novembro são próximas ou superam 90%

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) advertiu, nesta terça-feira (2), que há 80% de probabilidade de um episódio de El Niño entre junho e agosto, o que aumenta o risco de fenômenos meteorológicos extremos nos próximos meses.

Em sua atualização mais recente, a OMM prevê um “episódio ao menos moderado, e até forte”, do fenômeno climático de consequências planetárias. “Há 80% de probabilidade de que se instaure um episódio de El Niño entre junho e agosto de 2026”, afirma o comunicado da OMM.

A nota avalia que “as probabilidades de que o episódio prossiga pelo menos até novembro são próximas ou superam 90%”. Os cientistas denominam como El Niño, e sua fase oposta La Niña, uma variação natural do clima que provoca uma mudança acentuada da temperatura das águas do Oceano Pacífico equatorial.

O fenômeno modifica a circulação atmosférica mundial e pode provocar fenômenos extremos em um grande número de regiões. Entre o fim de abril e meados de maio, a temperatura da superfície do mar na parte centro-leste do Pacífico equatorial se aproximou dos limiares que caracterizam o fenômeno, um aumento alimentado por temperaturas “excepcionalmente elevadas” abaixo da superfície, que superaram em mais de 6ºC as médias sazonais, destaca a OMM.

“Temos que nos preparar para um episódio de El Niño potencialmente forte, que vai agravar as secas, aumentar as chuvas intensas e agravar o risco de ondas de calor tanto em terra como nos oceanos”, alertou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, citada no comunicado.

  • O El Niño é caracterizado por um aumento das temperaturas de superfície no centro e no leste do Pacífico equatorial.
  • O fenômeno acontece a cada dois a sete anos e tem duração de nove a 12 meses.
  • O último episódio de El Niño, em 2023 e 2024, transformou estes anos nos dois mais quentes já registrados.
  • O fenômeno cíclico afeta, por efeito dominó, o clima mundial durante vários meses.

‘Alerta climático urgente’

Para o período junho-julho-agosto, a OMM prevê um conjunto de condições que favorecem “um predomínio de temperaturas acima do normal em quase todas as regiões do planeta”, com um risco adicional de estresse térmico, seca em algumas regiões e fenômenos extremos, como inundações ou secas severas.

A organização lembrou que os centros de previsão regionais indicam precipitações “abaixo do normal” durante a temporada de chuvas de junho a setembro na região do Chifre da África, uma monção menos abundante que a média no sul da Ásia e condições mais quentes e mais secas na América Central.

Durante o verão do hemisfério norte, as águas quentes vinculadas ao El Niño também podem favorecer a formação de furacões no Pacífico central e leste, ao mesmo tempo que limitam seu desenvolvimento no Atlântico, acrescentou a OMM.

“O mundo deve tratar este evento pelo que é: um alerta climático urgente”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um vídeo. “As condições associadas ao episódio de El Niño vão jogar mais lenha na fogueira de um planeta em aquecimento. As consequências serão sentidas com uma intensidade ainda maior e seu alcance será ainda mais amplo, cruzando fronteiras a uma velocidade devastadora”, acrescentou.

Guterres voltou a pedir o “fim da dependência dos combustíveis fósseis”. Celeste Saulo afirmou que 128 países já contam com sistemas de alerta precoce multirrisco. O objetivo da ONU é que estejam implementados em todos os países até o final de 2027.

A chefe da OMM destacou que o El Niño terá “efeitos em cascata”, com possíveis consequências para o comércio mundial. Os efeitos vão “desde a variabilidade do clima até a economia e a segurança das populações. Por isso, esta informação é tão pertinente e tão importante”, declarou em uma entrevista coletiva em Genebra.





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Greer sinaliza mais ações e destaca caráter “diferenciado” das tarifas ao Brasil


Greer, falando no ‌programa Squawk ​Box da CNBC, disse que o governo tem ⁠obtido ​resultados ​muito bons com seu programa ⁠de tarifas ​para aumentar as exportações dos EUA

WASHINGTON, 2 ⁠Jun (Reuters) – O ⁠representante de Comércio ‌dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse nesta ‌terça-feira que o governo Trump divulgará os resultados de várias investigações comerciais ⁠da ‌Seção 301 ⁠nas próximas semanas, acrescentando que as tarifas de 25% propostas para o ​Brasil são ‘bastante diferenciadas’ devido às exclusões ​de carne bovina, café, metais, energia e outros produtos.

Greer, falando no ‌programa Squawk ​Box da CNBC, disse que o governo tem ⁠obtido ​resultados ​muito bons com seu programa ⁠de tarifas ​para aumentar as exportações dos EUA.

Ele disse ​que tarifas substanciais são necessárias ​para corrigir ⁠práticas comerciais injustas persistentes ⁠em todo o mundo e um déficit comercial ‘gigantesco’ dos EUA.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

STF retira obrigação de seguradoras em aplicar em créditos de carbono


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tirar a obrigatoriedade de as seguradoras destinarem parte de suas reservas técnicas e provisões à aquisição de créditos de carbono. O caso estava no plenário virtual da Corte e foi encerrado em 29 de maio.

A decisão também vale para entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores.

Na ação proposta pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), foi questionado o o dispositivo da Lei 15.042/2024, que instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE).

A norma obrigava seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores a destinar pelo menos 0,5% de suas reservas técnicas e provisões à compra de créditos de carbono ou de cotas de fundos vinculados a esses ativos.

Flávio Dino é o relator da ação no STF
1 de 3

Flávio Dino é o relator da ação no STF

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Ministro Flávio Dino cobrou ações do governo
2 de 3

Ministro Flávio Dino cobrou ações do governo

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

STF julgou o caso no plenário virtual
3 de 3

STF julgou o caso no plenário virtual

HUGO BARRETO / METRÓPOLES
@hugobarretophoto

O relator da ação, ministro Flávio Dino, considerou que a regra violou o princípio da isonomia, uma vez que impõe a aplicação de recursos em créditos de carbono por entidades que, pela natureza de suas atividades, não são as principais emissoras de gases de efeito estufa.

Os créditos de carbono são ativos negociáveis que representam a redução ou a compensação de emissões de gases de efeito estufa.

Outro argumento foi a violação dos princípios da segurança jurídica e da proteção da confiança legítima. O relator apontou que a exigência passou a valer sem a previsão de período de adaptação nem de regras de transição, o que impõe novas obrigações em um mercado ainda marcado por incertezas e em estágio inicial de desenvolvimento.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Trump assina proclamação que altera tarifas sobre importação de aço, alumínio e cobre


LOS ANGELES, 1 Jun (Reuters) – ⁠O presidente dos Estados ⁠Unidos, Donald Trump, assinou na segunda-feira ‌uma proclamação alterando suas tarifas de segurança nacional da Seção 232 sobre algumas ‌importações de alumínio, aço e cobre, informou a Casa Branca.

A proclamação reduz as tarifas sobre alguns produtos derivados de aço e alumínio, incluindo certos tipos ⁠de ‌maquinário agrícola e equipamentos residenciais de ⁠aquecimento, ar condicionado e ventilação, de 25% para 15%.

Ela torna os equipamentos industriais móveis, como escavadeiras e empilhadeiras, sujeitos a uma tarifa de 15% ‘quando ​importados de países com acordos comerciais que têm direito a esse tratamento’, ​disse a Casa Branca em um comunicado.

A ordem também permite que as empresas estrangeiras se qualifiquem para uma tarifa de 10% se ‘seus equipamentos de ‌capital incluírem pelo menos ​85% de aço ou alumínio fundido e derramado ou fundido e moldado dos EUA por peso’.

O documento ⁠acrescenta ​duas novas ​categorias de produtos importados derivados de aço e alumínio ⁠que estarão sujeitos a ​tarifas de 25%: racks de aço e placas litográficas de alumínio.

Os ajustes entrarão em ​vigor para mercadorias importadas ou retiradas de armazéns alfandegados a partir ​de 8 ⁠de junho.

Continua depois da publicidade

As mudanças permanecerão em vigor até 31 de ⁠dezembro de 2027 ‘para estimular investimentos de curto prazo que reconstruirão a base industrial do país’, disse a Casa Branca.



Veja matéria completa!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.