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“Viemos trazer exemplo da campanha do Lula”, diz Janones à CNN na Argentina | Blogs | CNN Brasil


O deputado federal André Janones (Rede-MG) se encontrou com Sergio Massa, opositor de Javier Milei, na Argentina nesta segunda-feira (2). À CNN Brasil, ele explicou que foi levar “técnicas” que ajudaram a campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“A gente veio falar um pouco sobre o exemplo do presidente Lula, do que a gente conseguiu ajudá-lo na campanha. Só isso, tentar levar um pouco dessas técnicas”, comentou o deputado.

Perguntado pela reportagem se o potencial candidato peronista para as eleições presidenciais argentinas de 2027 queria aprender da experiência petista na campanha que levou Lula a conquistar seu quarto mandato, Massa disse que “sim”.

Uma fonte da equipe de Massa, ex-ministro da Economia de Alberto Fernández, que concorreu contra o atual presidente argentino nas urnas em 2023, disse que o objetivo do peronista é criar “uma grande frente anti-Milei”, inclusive com forças políticas não peronistas para as eleições argentinas do ano que vem.

Janones criou o “Exército do Lula”, um canal digital que teve como objetivo impulsionar a campanha do petista. O próprio presidente brasileiro o chamou de “general” e o agradeceu pela atuação no segundo turno.

“Quero agradecer ao Janones, nosso general, que teve um papel exponencial, de levantar todo dia a moral da nossa tropa. Essas eleições me ensinaram muitas lições”, disse ele em discurso após vitória.

*em atualização



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presidente do TJ assume governo interino


O desembargador Dorival Renato Pavan assumiu o governo de Mato Grosso do Sul no dia 1º de novembro de 2026, permanecendo no cargo até 6 de novembro, durante o afastamento do governador Eduardo Riedel, do vice Barbosinha e do presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, cujos motivos não foram divulgados. Pavan, que ocupa a terceira posição na linha sucessória, comprometeu-se a manter os serviços públicos e seguir as diretrizes da gestão atual, assinando apenas atos essenciais.

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), desembargador Dorival Renato Pavan, assumiu o governo estadual neste domingo, 1º. Ele ficará no cargo até 6 de novembro. A substituição ocorre durante o afastamento do governador Eduardo Riedel (PP), do vice, Barbosinha (Republicanos), e do presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP).

O Executivo não divulgou os motivos dos afastamentos de Riedel e Barbosinha. O governador informou à Assembleia, porém, que pode viajar para fora do Estado ou do país. Já a assessoria de Claro afirmou que ele cumpre “compromissos de agenda”.

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Pavan ocupa a terceira posição na linha sucessória. Ele afirmou que manterá os serviços públicos, seguirá as diretrizes da atual gestão e assinará apenas atos essenciais à administração. A substituição segue determinação constitucional.

Trajetória de Dorival Renato Pavan

Natural de Mandaguari (PR), Pavan ingressou na magistratura em maio de 1985. Atuou em Ribas do Rio Pardo, na 3ª Vara Cível de Corumbá e nas varas Criminal e Cível de Campo Grande. O tribunal o promoveu a desembargador em julho de 2008. Ele dirigiu a Escola Judicial de Mato Grosso do Sul a partir de fevereiro de 2021 e exerceu a vice-presidência do TJMS no biênio 2023–2024.

+ Entenda o que é Política em Oeste

Pavan é o quarto presidente da Corte a governar o Estado. José Augusto de Souza assumiu por algumas horas em 30 de abril de 2002, durante licença de Zeca do PT. Claudionor Miguel Abss Duarte governou por 12 dias, de 20 de setembro a 2 de outubro de 2006. Paschoal Carmello Leandro ocupou o cargo entre a tarde de 8 de julho e o dia 9 de julho de 2019.





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Jovem autista desenvolve comunicação e se forma técnica em Agronegócio – Geral

Tímida e com dificuldade de se expressar, Genifer perdeu o medo de falar nas dinâmicas do curso e hoje estuda Administração

Jovem autista desenvolve comunicação e se forma técnica em Agronegócio
(Foto: Divulgação)

Genifer, de 20 anos, chegou ao curso Técnico em Agronegócio do Senar/MS, no polo do Sindicato Rural de Costa Rica, com dificuldade para se expressar, receio de conhecer pessoas novas e dúvidas sobre como enfrentaria os desafios da formação. O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) fazia parte dessa experiência, marcada por dificuldades de comunicação e interação social.

Durante o curso, o incentivo de instrutores e colegas e as atividades em grupo contribuíram para que ela desenvolvesse a comunicação, ganhasse confiança, apresentasse o TCC e conquistasse o diploma técnico. A formação também abriu novos caminhos. Ela ingressou na faculdade de Administração e hoje fala com orgulho sobre sua capacidade de aprender, evoluir e realizar seus sonhos.

“Se eu não tivesse entrado no Senar/MS, hoje eu não seria a pessoa que eu sou. De certa forma, eu era não verbal. Eu até falava, mas era menos. Descobri que não preciso pensar ‘não consigo porque eu tenho autismo, porque eu tenho TDAH ou outra limitação’. Sou capaz  sim, e todos também devem buscar se profissionalizar. Por conta do Senar, eu consegui vencer essa limitação”, afirma.

A jovem sempre foi mais quieta que as outras pessoas. Na escola, tinha dificuldade para se expressar e para fazer amigos. Foi a mãe quem percebeu que a filha era “um pouquinho diferente”, como ela mesma define, e aos 18 anos veio o diagnóstico de autismo.

O caminho até o Senar/MS começou com uma publicação no Instagram anunciando as inscrições para o curso técnico. O interesse veio na hora, e a coragem veio da mãe. “Ela disse ‘“Por que não tentar?’”, relembra. A ansiedade, porém, também se matriculou junto. “Eu pensava ‘meu Deus, vou conhecer gente nova, tudo novo, como é que vai ser?’”

A resposta veio logo no primeiro dia. “Assim que cheguei, já fui bem recepcionada. Os professores falaram: ‘Sinta-se à vontade, se precisar de ajuda a gente está aqui’”, conta.

(Foto: Divulgação)

A fala que nasceu nas dinâmicas – Ao longo do curso, Genifer aprendeu a lidar com o campo e com o produtor  rural, descobriu o que é logística e custo unitário. Mas o aprendizado mais profundo não estava na ementa. Cada apresentação de trabalho, dinâmica em grupo, eram pequenas vitórias sobre o medo. “Eu consegui desenvolver a minha fala através das apresentações. E foi assim que eu fui perdendo um pouco do meu medo de falar em público.”

Os instrutores não deixavam que ela recuasse. “A todo momento eles incentivavam: ‘Vai, tenta. Você tem que se esforçar. Você consegue’.” Quando os números se tornaram um obstáculo, a sala de aula se reinventou. Para ensinar onde colocar a vírgula nas contas, o instrutor criou uma música. “Aqui você vai pular, e a vírgula pula. Isso foi muito importante para eu conseguir aprender.”, relembra Genifer.

(Foto; Divulgação)

Para ela, o Senar/MS foi um lugar de abrir portas. “A equipe é formada para atender tanto pessoas como a gente, com dificuldades, quanto as outras pessoas. E com isso a gente consegue se desenvolver, sim.”

De mãos dadas até o diploma – Se o curso deu a Genifer novas ferramentas, foi a rede de apoio que a sustentou nos dias mais difíceis. O momento mais simbólico foi a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso. “Eu estava muito nervosa, tremia demais. Mas minha mãe estava do meu lado. Ela não apareceu na câmera, mas estava ali, segurando a minha mão”, recorda. Os colegas de turma também acompanharam a apresentação, torcendo a cada palavra. 

 (Foto; Divulgação)

Diante da banca, ela falou sobre as visitas técnicas e sobre tudo o que viveu ao longo da formação.  A apresentação também marcou um passo importante em sua relação com a comunicação. O diploma veio, e com ele uma emoção difícil de traduzir. “Foi uma sensação de outro nível. Eu tinha uma alegria enorme no meu coração. Diversas vezes eu chorei falando ‘eu não vou conseguir’. Mas eu consegui. Eu venci.”

Um sonho que continua

O curso técnico também despertou uma vocação. Ainda durante a formação, Jeniffer se apaixonou pela parte administrativa e decidiu ir além, ingressando na faculdade de Administração.

Hoje, ela usa a voz que conquistou para encorajar quem ainda duvida de si. “Não desista, tenha perseverança, acredite nos seus sonhos. Você é capaz de fazer as coisas, independentemente das suas limitações. Não desistam dos seus sonhos.”, afirma.

(Foto; Divulgação)

A jovem que chegou insegura hoje compartilha suas experiências e incentiva outras pessoas a acreditarem nas próprias possibilidades. E cada palavra carrega a prova de que, com acolhimento e oportunidade, nenhuma limitação define até onde alguém pode chegar. No Senar/MS, Genifer ampliou seus conhecimentos, desenvolveu sua comunicação e encontrou novas possibilidades para seguir construindo a própria trajetória.

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GWM abre pré-venda do Tank 400 nesta terça; confira preço do 4X4 de luxo | Blogs | CNN Brasil


A GWM abre nesta terça-feira (3) a pré-venda do Tank 400, seu último lançamento de 2026 no Brasil. O jipão de luxo terá preço de R$ 399 mil, conforme antecipado pela CNN, e será o novo modelo de referência da fabricante no país.

Com quase cinco metros de comprimento, o SUV combina uma cabine para cinco ocupantes com proposta voltada ao fora de estrada. A carroceria de linhas angulosas, os para-lamas destacados e o estepe na traseira reforçam a aparência de um veículo de expedição.

Já dirigimos o importado Tank 400 na China. Maior que o Tank 300, o modelo também foi exibido ao público brasileiro no Festival Interlagos e chega para ampliar a presença da família de utilitários da GWM no mercado nacional.

Na configuração chinesa Hi4-T, o conjunto híbrido plug-in reúne um motor 2.0 turbo a gasolina e um propulsor elétrico, com 408 cv de potência combinada. As especificações definitivas do modelo que começa a ser vendido no Brasil serão detalhadas pela fabricante na apresentação ao mercado entre os dias 9 e 10 de novembro.

O Tank 400 vai entrar no mercado que a Denza já lidera entre os luxuosos do segmento 4X4. A Toyota até colocou nessa disputa o SW4 Diamond. O setor, que já foi dominado por ingleses e alemães, leia-se: Land Rover, BWM, Mercedes-Benz e Audi, está bem aberto para concorrência nessa faixa de mercado. Na semana passada, a Jetour fez a estreia do G700.



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ADM abre novo escritório em Nairóbi no Quênia

A ADM, uma das maiores tradings de agronegócio do mundo, anunciou hoje a abertura de um novo escritório de comercialização em Nairóbi, no Quênia. Segundo a empresa, o objetivo é fortalecer a capacidade de conectar clientes em toda a África Oriental à sua rede global de cadeia de suprimentos.

O Quênia é um dos principais polos comerciais da região para ingredientes destinados à alimentação humana e animal, servindo como porta de entrada para toda a África Oriental.

O escritório concentrará suas atividades em ações de comercialização — incluindo inteligência de mercado, merchandising local e capacidades de armazenamento e distribuição —, conectando a demanda regional diretamente à rede global da empresa, que abrange originação, transporte, logística e gestão de riscos.

“A África Oriental abriga mais de 500 milhões de pessoas e é um mercado em rápido crescimento, com uma demanda crescente por ingredientes de qualidade para alimentação humana e animal, bem como por soluções para a cadeia de suprimentos”, afirmou Patrick Heijbroek, vice-presidente de Comércio Global e chefe de originação para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África). “Estamos entusiasmados em fortalecer nossa presença em uma região que apresenta um crescimento significativo nos setores agrícola e pecuário. Por meio de nossa rede global de escritórios de comercialização, conseguimos conectar a demanda regional à rede global de originação da ADM.”

Na África, a ADM tem laboratórios de inovação em nutrição humana em Nairóbi, um centro de distribuição na Zona Franca de Lagos, na Nigéria, e um centro de expansão das capacidades de criação de aromas em Joanesburgo, na África do Sul.

 

 

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Análise: Economia aquecida no México garante popularidade de Sheinbaum | Blogs 


Minha viagem ao México permitiu entender melhor as perspectivas de um país marcado por contrastes e peculiaridades, tais como mandato presidencial de seis anos e eleição direta para cargos no Poder Judiciário



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Golpes digitais no agro causam prejuízos superiores a R$ 70 milhões no Mato Grosso

Os golpes digitais têm causado prejuízos superiores a R$ 70 milhões no agronegócio do Mato Grosso, afetando a segurança financeira dos produtores rurais e a integridade do setor.

Impactos financeiros significativos

Os dados revelam que os ataques cibernéticos estão se tornando uma preocupação crescente para os agricultores, que enfrentam desafios adicionais em um ambiente já complicado pela volatilidade do mercado e mudanças climáticas.

Medidas de proteção

  • Implementação de sistemas de segurança digital mais robustos.
  • Capacitação dos produtores para reconhecer e evitar fraudes.
  • Colaboração com autoridades para investigar e punir os responsáveis.

É essencial que o setor agropecuário se una para enfrentar essa nova realidade, buscando soluções que garantam a proteção dos investimentos e a continuidade das atividades produtivas.

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Republicanos e democratas disputam o próprio futuro nas Midterms | Blogs | CNN Brasil


Toda eleição produz vencedores e perdedores. Algumas, porém, ajudam a determinar quem terá autoridade para definir o que significa vencer.

É o caso das Midterms norte-americanas de 2026.

Enquanto disputam o controle do Congresso, republicanos e democratas enfrentam questões que ultrapassam os próximos dois anos de governo.

Ambos precisam decidir que tipo de partido pretendem ser depois de Donald Trump.

Para os republicanos, o dilema começa com o próprio presidente. Trump não apenas conquistou a liderança partidária, mas transformou sua identidade, sua linguagem e parte de sua base social.

Incorporou eleitores menos vinculados ao conservadorismo tradicional, aproximou o partido de setores da classe trabalhadora e reorganizou suas prioridades em torno do nacionalismo econômico e cultural.

O problema é que uma coalizão construída em torno de uma personalidade não se transforma automaticamente em uma organização capaz de sobreviver à sua ausência.

Essa tensão já aparece nas campanhas.

Um levantamento da agência de notícias Reuters identificou que, em 41 de 62 disputas competitivas, candidatos republicanos procuraram se distanciar de alguma política de Trump ou reduzir a exposição de seus vínculos com ele.

Poucos, entretanto, desafiaram diretamente sua liderança. O movimento revela uma dificuldade estrutural.

Para vencer as primárias, é importante preservar a confiança da base trumpista. Para conquistar eleitores independentes, pode ser necessário demonstrar autonomia.

A sucessão presidencial torna esse equilíbrio ainda mais delicado.

JD Vance representa uma tentativa de dar continuidade ao trumpismo com outra liderança.

Marco Rubio e outros nomes republicanos também participam, de maneiras distintas, das discussões sobre 2028.

Mas herdar o apoio de Trump não significa necessariamente reproduzir sua capacidade de mobilização. O presidente pode indicar um sucessor sem conseguir transferir integralmente sua autoridade política.

Entre os democratas, a questão é diferente.

O partido consegue reunir uma oposição ampla a Trump, mas continua dividido sobre como transformá-la em uma proposta de governo.

Progressistas defendem mudanças mais profundas nas políticas econômicas e sociais, enquanto setores moderados priorizam candidaturas capazes de competir em territórios conservadores.

As divergências envolvem estratégia eleitoral, prioridades programáticas e a própria interpretação das derrotas recentes.

As candidaturas deste ano ajudam a tornar essas diferenças concretas.

No Texas, James Talarico combina referências religiosas e uma linguagem de aproximação com eleitores tradicionalmente republicanos.

Em outros estados, candidatos progressistas procuram mobilizar jovens e trabalhadores com propostas mais ambiciosas de transformação econômica, como é o caso de Abdul El Sayed no Michigan.

São caminhos distintos para responder à mesma dificuldade.

Como reconstruir uma maioria nacional sem depender exclusivamente da rejeição ao adversário?

Há uma ironia nessa disputa.

Os republicanos possuem uma liderança dominante, mas enfrentam incertezas sobre sua sucessão.

Os democratas têm diferentes lideranças disponíveis, mas ainda não chegaram a um entendimento sobre qual projeto deve prevalecer.

Em ambos os casos, o resultado das urnas influenciará a distribuição interna de poder, fortalecendo algumas estratégias e enfraquecendo outras.

Também por isso, as eleições para governadores merecem atenção.

Além de administrar estados importantes, governadores podem oferecer aos partidos experiências concretas de gestão e plataformas para a disputa presidencial.

Em um ambiente político dominado por conflitos nacionais, resultados estaduais podem revelar alternativas que ainda não ganharam projeção em Washington.

Seria precipitado, contudo, imaginar que esse novembro resolverá essas disputas.

Uma vitória eleitoral não encerra divergências internas, assim como uma derrota não determina automaticamente uma mudança de orientação.

Partidos são organizações complexas, nas quais lideranças, financiadores, militantes e eleitores disputam continuamente influência.

O que as Midterms podem fazer é alterar o peso relativo dessas forças.

Para os republicanos, indicarão quanto da coalizão de Trump pode funcionar sem ele na cédula.

Para os democratas, mostrarão quais estratégias conseguem converter descontentamento em representação política.

Nessa terça-feira (3), os norte-americanos escolherão seus representantes.

Dentro dos partidos, porém, outra disputa continuará em andamento.

A de quem poderá reivindicar o resultado como evidência de que seu caminho é o mais promissor para 2028.

 



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Presidente do TJMS assume governo de Mato Grosso do Sul


Política

Quarto nome na linha sucessória do governo estadual, desembargador Dorival Renato Pavan fica no cargo até sexta (6)

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Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Dorival Renato Pavan | Divulgação/TJMS

Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Dorival Renato Pavan | Divulgação/TJMS

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Dorival Renato Pavan, assumiu nesse domingo (1º), de forma temporária, o governo do estado.

Quarto na linha sucessória, o desembargador fica no cargo até sexta (6), em razão do afastamento provisório do governador reeleito Eduardo Riedel (PP), do vice José Carlos Barbosa (PP), o Barbosinha, e do presidente da Assembleia Legislativa do MS (Alems), deputado estadual Gerson Claro (PP).

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Eleito para um novo mandato no primeiro turno, com 67,07% (914.323 votos), Riedel publicou vídeo nas redes sociais ao lado de Pavan, informando que tirou licença de uma semana, sem detalhar os motivos.

“Nesse período, a governabilidade que o senhor tem plena do nosso estado vai ser mantida sem sobressaltos, pra que, quando o senhor retornar, encontre o estado na mesma condição excelente que tem deixado aqui”, disse Pavan na postagem.

Paranaense de Mandaguari, Pavan tem mais de 40 anos de carreira na magistratura. Iniciou trajetória no Judiciário em 1985 e passou pelas cidades de Ribas do Rio Pardo, Corumbá e Campo Grande, capital do MS.

Promovido a desembargador em 2008, o juiz trabalhou como vice-presidente do TJMS entre 2023 e 2024, antes de assumir a presidência do Tribunal de Justiça estadual.

Essa é a quarta vez em que um presidente do TJMS assume o governo de Mato Grosso do Sul de forma temporária.

Em 2002, o desembargador José Augusto de Souza cuidou do Executivo estadual por algumas horas durante licenciamento do então governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT.

Quatro anos depois, em 2006, Claudionor Miguel Abss Duarte comandou interinamente por 12 dias, entre setembro e outubro.

A terceira vez ocorreu em 2019, quando Paschoal Carmello Leandro governou o estado por dois dias.

Presidente do TJMS assume governo de Mato Grosso do SulQuarto nome na linha sucessória do governo estadual, desembargador Dorival Renato Pavan fica no cargo até sexta (6)Política2026-11-02T14:21:52.525ZO presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Dorival Renato Pavan, assumiu nesse domingo (1º), de forma temporária, o governo do estado. Quarto na linha sucessória, o desembargador fica no cargo até sexta (6), em razão do afastamento provisório do governador reeleito Eduardo Riedel (PP), do vice José Carlos Barbosa (PP), o Barbosinha, e do presidente da Assembleia Legislativa do MS (Alems), deputado estadual Gerson Claro (PP). 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Eleito para um novo mandato no primeiro turno, com 67,07% (914.323 votos), Riedel publicou vídeo nas redes sociais ao lado de Pavan, informando que tirou licença de uma semana, sem detalhar os motivos. “Nesse período, a governabilidade que o senhor tem plena do nosso estado vai ser mantida sem sobressaltos, pra que, quando o senhor retornar, encontre o estado na mesma condição excelente que tem deixado aqui”, disse Pavan na postagem. Paranaense de Mandaguari, Pavan tem mais de 40 anos de carreira na magistratura. Iniciou trajetória no Judiciário em 1985 e passou pelas cidades de Ribas do Rio Pardo, Corumbá e Campo Grande, capital do MS. Promovido a desembargador em 2008, o juiz trabalhou como vice-presidente do TJMS entre 2023 e 2024, antes de assumir a presidência do Tribunal de Justiça estadual. Histórico Essa é a quarta vez em que um presidente do TJMS assume o governo de Mato Grosso do Sul de forma temporária. Em 2002, o desembargador José Augusto de Souza cuidou do Executivo estadual por algumas horas durante licenciamento do então governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. Quatro anos depois, em 2006, Claudionor Miguel Abss Duarte comandou interinamente por 12 dias, entre setembro e outubro. A terceira vez ocorreu em 2019, quando Paschoal Carmello Leandro governou o estado por dois dias.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/presidente-do-tjms-assume-governo-de-mato-grosso-do-sul



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"Quero criar uma marca Feito No Rio Grande", diz futuro secretário da Agricultura

Paulo Herrmann, executivo que há 40 anos atua junto ao agronegócio, é o novo nome à frente da pasta

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