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Flávio irá ao STF contra Lula por crimes de ameaça


Segundo o pré-candidato à Presidência, Lula ‘afirmou que o senador deveria ter o mesmo destino que Tiradentes e ser morto por enforcamento’, diz a nota

Reprodução/ Youtube/ Pânico Jovem PanFlávio Bolsonaro no programa Pânico
Senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai acionar ainda nesta terça-feira (02), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de ameaça e incitação ao crime. Segundo o pré-candidato à Presidência, Lula “afirmou que o senador deveria ter o mesmo destino que Tiradentes e ser morto por enforcamento”, diz a nota.

A fala à qual o senador se refere foi dita nesta terça pelo mandatário durante a inauguração de um novo campus do Instituto Federal de Goiás, em Catalão. “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores que ele. São, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado”, disse Lula.

Lula não parou por aí. Em outros momentos do discurso, voltou a atacar o senador diretamente. “Todo covarde é assim. Fala a m… que fala e não tem coragem de assumir. Fica tentando mentir”, disse o presidente. Ele também classificou Flávio de “imbecil” e minimizou o impacto político. “Ele não vai prejudicar o Lula. Vai prejudicar o povo brasileiro”, afirmou Lula.

O discurso do presidente, aliás, contém uma gafe. Joaquim Silvério dos Reis não foi enforcado por delatar os inconfidentes mineiros – e sim recompensado. Quem morreu enforcado na quadra da história a qual Lula se referia foi Joaquim José da Silva Xavier, o próprio Tiradentes.

*Com informações do Estadão Conteúdo





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FAB se manifesta após relato de suposto Ovni viralizar no Paraná


A Força Aérea Brasileira (FAB) se manifestou nesta terça-feira (2/6) após a repercussão de vídeos que mostram um suposto objeto voador não identificado (Ovni) em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná.

Em nota enviada ao Metrópoles, a corporação informou que não registrou ocorrências anormais no espaço aéreo da região.

“O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, afirmou a FAB.

Segundo a instituição, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea na data do suposto avistamento.

“A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), informa que, no dia 31 de maio, nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos. O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, informou a corporação.

Mayk Leão.
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Mayk Leão.

Reprodução/redes sociais.

O influenciador Mayk Leão diz ter visto um suposto Ovni no Paraná
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O influenciador Mayk Leão diz ter visto um suposto Ovni no Paraná

Reprodução

Mayk Leão afirmou ter recebido um suposto contato da Abin após viralizar com vídeos de um possível Ovni no Paraná
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Mayk Leão afirmou ter recebido um suposto contato da Abin após viralizar com vídeos de um possível Ovni no Paraná

O caso ganhou repercussão nacional após o influenciador Mayk Leão publicar vídeos nas redes sociais relatando a presença de objetos luminosos sobre uma área rural de Campo Largo.

Morador da região, Mayk afirmou ter percebido movimentos incomuns de aeronaves sobrevoando a área próxima à sua residência. Segundo ele, além da movimentação no céu, sons incomuns chamaram sua atenção durante o episódio.

De acordo com o influenciador, os ruídos lembravam alguém se “engasgando” ou o som de uma “corda arrebentando”.

Mais tarde, na noite de domingo (31/5), ele registrou imagens ampliadas de um conjunto de luzes concentradas sobre o cume de uma região montanhosa. Nas publicações, Mayk sugeriu que o objeto poderia se tratar de um OVNI.

Em seguida, o influenciador afirmou ter observado um segundo objeto no céu. Segundo seu relato, ele seria maior que o primeiro e apresentaria luzes vermelhas.

Os vídeos rapidamente viralizaram nas redes sociais e deram origem a especulações entre internautas sobre a natureza dos objetos observados.



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Tarifa: setor de carnes comemora exclusão, mas mantém cautela

Fontes da indústria exportadora de carnes ouvidas pela CNN consideraram “ bastante positiva” para o setor a exclusão da proteína da lista de produtos brasileiros que terão uma sobretaxa de 25% após a investigação conduzida pelos Estados Unidos com base na Seção 301.

A Abiec (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes) não se manifestou oficialmente, mas integrantes da entidade dizem que a decisão neste momento elimina o risco de perda imediata de competitividade da carne bovina brasileira no mercado americano.

A leitura é que a exclusão sinaliza o reconhecimento, por parte dos EUA, da importância das importações de carne bovina para o abastecimento do mercado doméstico, especialmente diante da redução histórica do rebanho americano e dos elevados preços da proteína no país.

A Abiec informou que seguirá monitorando o processo e mantendo interlocução com as autoridades brasileiras e demais parceiros estratégicos.

Além da carne bovina, também ficaram fora da lista café, frutas, nozes, especiarias, petróleo, minérios metálicos e peças de aeronaves.

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Fachin diz que classificação do PCC e CV é tratada como ‘plano internacional’


O presidente do STF afirmou que o CNJ pode ‘tomar as devidas providências’ sobre o tema caso seja acionado

Carlos Moura/SCO/STFMinistro Edson Fachin
Fachin destacou trabalho do CNJ e do Judiciário no combate ao crime organizado

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, disse nesta terça-feira (2) que a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas é tratada como “plano internacional” e de jurisdição da diplomacia brasileira. O ministro informou que o Poder Judiciário aguarda a comunicação oficial sobre a medida dos Estados Unidos.

“Se for o caso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tomará as devidas providências, mas, nesse momento, não há nenhuma comunicação oficial que tenha chegado ao [órgão]”, declarou.

Fachin destacou ainda o trabalho do CNJ no combate ao crime organizado. O magistrado falou sobre o programa Pena Justa como uma forma de “quebrar o elo” entre a população carcerária e organizações criminosas.

“Há um conjunto de vetores. Primeiro, dar condições minimamente humanas de habitabilidade aos estabelecimentos penitenciários. As 27 unidades da federação ultimaram os seus projetos de melhoria e reforma nos estabelecimentos. Nós estamos na fase final de [pleitear] junto ao BNDES a possibilidade de financiar essas reformas, o que significa cuidar da população dentro do cárcere”, disse.

O ministro disse que a iniciativa é uma forma de “cuidar” da chamada “porta-giratória”, na qual há o retorno ao sistema prisional depois de cumprida a pena. Fachin afirmou que estão “tratando de organizar” a magistratura para impedir a “captura” de condenados na Justiça e seus familiares pelo crime organizado.





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China deve impulsionar demanda global por amido de mandioca

A China vem se consolidando como um dos principais vetores de demanda global por amido de mandioca, em um movimento que combina expansão da indústria de alimentos, busca por substitutos do milho e do trigo em processos industriais e, mais recentemente, a incorporação de critérios de sustentabilidade nas cadeias de suprimento.

No mercado asiático, a fécula de mandioca ganhou espaço em diferentes aplicações, que vão desde alimentos processados até usos industriais como papel, adesivos e embalagens biodegradáveis.

Esse avanço é impulsionado principalmente pelo crescimento do consumo interno chinês e pela necessidade de diversificação de matérias-primas diante da volatilidade de outras commodities agrícolas.

De acordo com o executivo Aleksandro Siqueira, diretor de novos negócios da Lorenz, a China hoje exerce papel central na formação da demanda global por derivados da mandioca.

“A China é um dos maiores compradores de fécula de mandioca do mundo. Eles utilizam esse produto em uma série de aplicações industriais e alimentícias, e isso tem impacto direto no mercado global”, afirmou.

O movimento chinês não se limita apenas ao aumento de consumo. Nos últimos anos, o país também passou a incorporar exigências ambientais mais rígidas, especialmente relacionadas ao uso de insumos de origem renovável e à redução da dependência de materiais fósseis em embalagens e processos industriais.

Segundo Siqueira, essa mudança tem sido determinante para o avanço da mandioca como matéria-prima estratégica. “A China está cada vez mais exigente em relação à sustentabilidade. Eles não olham mais só custo, mas também o impacto ambiental da cadeia produtiva. Isso favorece produtos como a mandioca, que têm origem vegetal e são renováveis”, explicou.

Esse novo posicionamento regulatório e industrial da China está diretamente ligado às metas ambientais do país, que incluem redução de emissões de carbono e ampliação do uso de materiais biodegradáveis em setores como embalagens, papel e indústria química leve.

Dentro desse contexto, o amido de mandioca passa a competir diretamente com derivados do milho e do trigo, além de substitutos petroquímicos utilizados na fabricação de plásticos e adesivos industriais. A versatilidade do produto e sua origem vegetal tornam o insumo brasileiro mais atrativo em um mercado que busca alternativas de menor impacto ambiental.

Siqueira destaca ainda que a demanda chinesa não deve apenas crescer em volume, mas também em exigência técnica e certificações. “O mercado chinês está evoluindo rapidamente. Não é mais só volume, eles querem rastreabilidade, qualidade e comprovação de sustentabilidade. Isso muda completamente o nível de exigência para os fornecedores globais”, afirmou.

A expansão da demanda chinesa ocorre em paralelo a um cenário global de restrição de oferta em grandes produtores asiáticos, como Tailândia e Vietnã, que enfrentam desafios climáticos e aumento de custos de produção. Esse movimento abre espaço para países como o Brasil, que vêm ampliando sua participação no comércio internacional de fécula de mandioca.

O Brasil, segundo o setor, tem se beneficiado dessa reorganização global por dois fatores principais: competitividade agrícola e alinhamento com exigências ambientais internacionais. A mandioca brasileira, por não ser transgênica e ter forte base em agricultura renovável, atende parte das novas demandas de mercados como o chinês.

“O Brasil está muito bem posicionado porque oferece um produto natural, com base agrícola forte e que atende às novas exigências ambientais globais. Isso é muito importante para mercados como a China”, disse Siqueira.

Além do crescimento no consumo tradicional de alimentos processados, a China também avança no uso de amidos vegetais em embalagens biodegradáveis e materiais industriais sustentáveis, substituindo gradualmente insumos derivados de petróleo. Esse movimento reforça a tendência global de transição para materiais de menor impacto ambiental.

Nesse cenário, a mandioca deixa de ser apenas uma commodity agrícola e passa a ocupar um papel estratégico dentro da transição industrial verde. A combinação entre demanda crescente, exigência por sustentabilidade e diversificação de aplicações coloca o mercado chinês como um dos principais motores do setor global de amidos nos próximos anos.

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Querem CPMI do Master para fazer "palanque eleitoral", diz Alcolumbre


Presidente do Senado diz que passou 4 horas sendo ofendido por quem queria a CPMI na sessão conjunta



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Soja recua e atinge mínima de dois meses com clima favorável nos EUA

 As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos impactaram os contratos futuros dos grãos na sessão desta terça-feira (02) na bolsa de Chicago.  
 
O contrato para entrega em julho fechou o dia negociado em US$ 11,6525 por bushel e teve uma queda de 1,31%.  
 
De acordo com o levantamento do Tranding View, os contratos recuaram para a mínimas de dois meses nesta sessão.  
 
Trandind View também reportou que o mercado também acompanha as oscilações nos preços do petróleo bruto durante o conflito entre os EUA e Israel com o Irã, em parte porque algumas culturas são usadas para produzir biocombustíveis. 
 
Em entrevista à Reuters Internacional, analistas da CM Navigator afirmaram que a tendência divergente pode ser de curta duração. “Se o preço do petróleo continuar subindo, isso acabará elevando também os preços agrícolas, como já aconteceu muitas vezes antes”, disseram em nota à Reuters.

Milho

O contrato futuro para entrega julho do milho finalizou a sessão com desvalorização de 0,79% na Bolsa de Chicago, em que ficou cotado em US$ 4,4050 por bushel. 
 
De acordo com Trading View, o mercado fechou em baixa liquidando posições compradas. “Os contratos futuros de milho atingiram seu ponto mais baixo desde o início de fevereiro devido à liquidação de fundos e vendas técnicas”, informou.  
 
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou que, até domingo, 67% do milho estava em boas a excelentes condições nos Estados Unidos, uma queda em relação aos 69% registrados um ano antes. 
 
Já no Brasil, o percentual colhido da segunda safra de milho no Centro-Sul do Brasil chegou em 2,4% até a última quinta-feira isso representa um aumento em relação aos 0,9% da semana anterior e acima dos 1,3% registrados no ano anterior.

Trigo

Na bolsa de Chicago, o contrato para entrega em julho registrou queda 0,94e fechou o dia precificado em US$ 6,0300 por bushel.

Segundo análise da Granar, a pressão sobre as cotações foi ampliada pela continuidade da liquidação de posições por fundos de investimento, em um cenário marcado pelo avanço da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos e pela proximidade do início dos trabalhos de campo em outras regiões produtoras do Hemisfério Norte.

Dados divulgados pelo USDA mostram que a colheita do trigo de inverno alcançou 5% da área cultivada, acima dos 3% registrados no mesmo período do ano passado, da média de cinco anos, também de 3%, e da expectativa de mercado, que apontava para 4%.

Por outro lado, o USDA manteve em 26% a parcela das lavouras classificadas entre boas e excelentes. Apesar da estabilidade em relação à semana anterior, o índice segue bem abaixo dos 52% observados no mesmo período de 2025, refletindo as dificuldades enfrentadas pela safra atual.

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Cristo Redentor e Estátua da Liberdade lutam em vídeo publicado pelo Irã contra os EUA


A divulgação foi feita pela Embaixada iraniana na Tunísia, na rede social X, como uma propaganda de guerra

Reprodução/ X / @IranembTunImagens do vídeo de IA publicado pelo Irã de um embate entre o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade
Imagens do vídeo de IA publicado pelo Irã de um embate entre o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade

O Irã compartilhou uma propaganda de guerra na segunda-feira (1º) em que a Estátua da Liberdade entra em um embate com a escultura do Cristo Redentor, localizado no Rio de Janeiro. O vídeo feito por inteligência artificial (IA) é contra os Estados Unidos e vem após o governo do presidente Donald Trump ameaçar impor tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

O vídeo foi publicado pela Embaixada iraniana na Tunísia, país do norte da África, na rede social X. No início, as imagens mostram o famoso monumento norte-americano, que fica em Nova York, se aproximando da estátua brasileira, no Morro do Corcovado, para lhe dar um soco.

No entanto, o Cristo se defende da agressão e devolve um soco em cheio na Estátua da Liberdade, que segue sendo derrotada e, finalmente, é levantada no alto da montanha e cai em pedaços.

O perfil da Embaixada do Irã na Tunísia vem publicando imagens e vídeos feitos por IA sempre criticando os EUA como forma de propaganda de guerra para ironizar o desempenho do país norte-americano na guerra no Oriente Médio.





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Cacau dispara em Nova York com preocupação com El Niño na África

Os vencimentos futuros para o cacau registraram fortes ganhos na sessão desta terça-feira (02) na bolsa de Nova York. Os contratos foram impulsionados por uma expectativa de que o El Niño impacta a safra na África Ocidental.

O contrato para entrega em julho fechou com valorização de 5,47% e precificado em US$ 4.108 por tonelada.

De acordo com as informações do Barchart, o mercado acompanha as condições climáticas nas principais regiões produtoras.

“A formação de um fenômeno climático El Niño pode levar a condições mais quentes e secas na África Ocidental, potencialmente prejudicando a produção de cacau na região”, informou o Barchart.

A NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA) estima uma probabilidade de 82% de que as condições de El Niño surjam entre agora e julho e persistam até o final do ano, com 67% de chance de um “Super El Niño”.

Suco de laranja

O vencimento futuro para o suco de laranja para entrega em julho finalizou a sessão com valorização de 6,67%, em que o contrato fechou negociado a US$ 1.641,00 por tonelada.

Café

As condições climáticas nas lavouras brasileira pressionaram negativamente as cotações do café arábica na bolsa de Nova York.

O contrato para entrega em julho encerrou o dia com queda de 0,54% e está precificado em US$ 2.592 por libra-peso.

O Barchart apontou que os preços futuros do arábica caíram para a mínima em um ano e meio.

“As previsões meteorológicas que indicam condições mais secas nesta semana nas regiões cafeeiras do Brasil, o que permitiria a retomada da colheita após o atraso da semana passada devido às fortes chuvas”, destacou o Barchat. 

Açúcar

No caso do açúcar, os preços futuros finalizaram a sessão com quedas na bolsa de Nova York. O contrato para entrega em julho registrou recuo de 0,48% e fechou cotado em US$ 14,38 por libra-peso.

O Barchart apontou que os preços do açúcar estão caindo neste pregão em meio a sinais de oferta global abundante.

Segundo a UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia), a produção de açúcar na primeira quinzena de abril alcançou 1,80 milhão de toneladas. No acumulado da safra até 1º de maio, a fabricação do adoçante somou 2,47 milhões de toneladas.

Os dados também mostram uma maior destinação da cana para a produção de etanol. Nos últimos quinze dias, 59,66% da matéria-prima processada foi direcionada ao biocombustível, percentual superior aos 54,31% registrados no mesmo período da safra anterior.

Com isso, o mix acumulado da safra atingiu 61,84% voltado ao etanol, ante 54,77% observados no ciclo 2025/2026, reforçando a estratégia das usinas de priorizar a produção do combustível renovável.

Algodão

O contrato futuro do algodão com vencimento em julho encerrou o pregão em alta de 0,08%, cotado a US$ 76,15 por libra-peso.

Segundo dados do TradingView, os preços avançaram e se aproximaram do maior nível das últimas duas semanas, sustentados por um movimento de recuperação técnica e pelo cenário de petróleo ainda em patamares elevados.

O mercado também repercute a decisão da Índia de suspender temporariamente a tarifa de importação de 11% sobre o algodão. A medida, válida até 30 de outubro, busca ampliar a oferta de fibras de melhor qualidade para a indústria têxtil do país.

A expectativa é que a flexibilização das importações estimule as compras no mercado internacional e fortaleça a demanda, em um momento de consumo aquecido de fios e produtos têxteis em escala global.

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