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Dólar sobe com ofensiva de Trump sobre Groenlândia. Bolsa bate recorde


O foco dos investidores se voltou ao cenário internacional, com as tensões entre EUA e Europa e as novas ameaças tarifárias de Donald Trump



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‘Carro voador’ da Embraer ganha reforço de US$ 150 milhões


A Eve, subsidiária da Embraer, anunciou a contratação de um financiamento de US$ 150 milhões com prazo de cinco anos, com participação de Itaú, Banco do Brasil, Citibank e Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG).

Segundo a companhia, os recursos serão usados em pesquisa e desenvolvimento e na integração do eVTOL a um ecossistema de mobilidade aérea urbana, incluindo parcerias com provedores de infraestrutura e órgãos reguladores. A Eve afirma que o dinheiro reforça a capacidade de avançar no processo de certificação e na preparação para a comercialização da aeronave.

“Esse financiamento garante recursos de longo prazo para acelerar o desenvolvimento, avançar no processo de certificação e executar nosso roadmap estratégico, além de 2028”, disse Eduardo Couto, CFO da Eve, em comunicado.

Com a operação, o financiamento total informado pela empresa chega a US$ 1,2 bilhão. A Eve também destacou que, recentemente, concluiu o primeiro voo pairado do protótipo de engenharia em escala real nas instalações de testes da Embraer no Brasil, validando sistemas como fly-by-wire e gerenciamento de energia. A empresa prevê uma campanha de testes ao longo de 2026.



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Europa: bolsas têm mais um dia de queda geral com ofensiva de Trump


O índice Stoxx 600, que reúne ações de 600 empresas da Europa listadas em bolsas, fechou em baixa de 0,7%. Frankfurt, Londres e Paris caem



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Bessent: Trump deve anunciar novo presidente do Fed na semana que vem


Mandato de Jerome Powell termina em maio e cabe a Trump fazer a indicação do sucessor – cujo nome precisa ser aprovado pelo Senado dos EUA



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Sem surpresas, China mantém taxas de juros inalteradas pelo 8º mês


A autoridade monetária da China manteve a taxa primária de empréstimos de 1 ano (que serve como referência para os bancos) em 3%



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Netflix confirma oferta 100% em dinheiro para comprar Warner


De acordo com comunicado divulgado nesta terça-feira (20/1), a Netflix oferece US$ 27,75 por ação da Warner, com pagamento 100% em dinheiro



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Escolha do próximo presidente do Fed, banco central americano, se concentra em quatro candidatos


O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse que o presidente americano Donald Trump pode anunciar sua escolha para o próximo presidente do Federal Reserve já na próxima semana, em meio à intensa expectativa em torno da busca da Casa Branca por um novo chefe do banco central.

“Temos quatro candidatos fantásticos — a decisão caberá ao presidente, e imagino que ele fará um anúncio talvez já na próxima semana”, disse Bessent em entrevista coletiva de imprensa nesta terça-feira em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

O processo de escolha de um sucessor para o atual presidente do Fed, Jerome Powell, é vista como uma corrida entre quatro pessoas, com Rick Rieder, da BlackRock, Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, Christopher Waller, diretor do Fed, e Kevin Warsh, ex-diretor do Fed, como finalistas após uma longa busca liderada por Bessent.

Mas a dinâmica da disputa parece ter mudado nas últimas semanas. Hassett já foi visto como o favorito, mas Trump expressou, na semana passada, relutância em nomeá-lo, manifestando preocupação de que isso privaria o governo de um de seus porta-vozes mais influentes em assuntos sobre a economia.

“Na verdade, quero te manter onde está, se quer saber a verdade”, disse Trump a Hassett durante um evento na Casa Branca. Não ficou claro, porém, se esses comentários sinalizavam uma mudança nas deliberações internas ou se foram apenas uma observação casual do presidente.

A decisão de intimar o Fed em uma investigação sobre a condução de uma reforma e os comentários feitos por Powell ao Congresso sobre a obra também colocaram incerteza no processo. Essa medida provocou uma reação negativa em Washington, inclusive do senador republicano Thom Tillis, que integra o Comitê Bancário do Senado e que ameaçou se opor a qualquer nomeação para o Fed até que o caso seja resolvido.

Rieder, diretor de investimentos em renda fixa global da BlackRock, tem ganhado ímpeto, de acordo com algumas pessoas familiarizadas com o assunto, que afirmam que ele é visto como potencialmente mais fácil de ser confirmado.



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Receita cresce, mas exportações de café do Brasil desabam 21% em 2025


Em 2025, as exportações de café do Brasil somaram 40,049 milhões de sacas de 60 quilos. Receita avançou 24,1%, atingindo US$ 15,586 bilhões



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Netflix ajusta termos e transforma oferta pela Warner em 100% em dinheiro


A Netflix chegou a um acordo alterado, totalmente em dinheiro, para comprar o estúdio e o negócio de streaming da Warner Bros. Discovery, enquanto disputa com a Paramount Skydance a aquisição de uma das empresas de entretenimento mais icônicas de Hollywood.

A Netflix, que anteriormente havia concordado em pagar US$ 27,75 por ação em dinheiro e ações pelos ativos da Warner, agora pagará o valor integral em dinheiro, segundo um documento que confirma uma reportagem anterior da Bloomberg News sobre os termos revisados. A Warner Bros. pretende convocar uma assembleia extraordinária de acionistas para aprovar o negócio. A data da votação ainda não foi definida.

As mudanças têm como objetivo acelerar a venda e responder às alegações da Paramount de que sua oferta pública de aquisição de US$ 30 por ação, totalmente em dinheiro, pela totalidade da Warner, incluindo canais a cabo como CNN e TNT, é superior. A Paramount, controladora da CBS e da MTV, vem incentivando investidores a entregar suas ações.

A disputa pela Warner Bros., conhecida por filmes que vão de Casablanca a Batman, é um dos maiores negócios de mídia dos últimos anos e tem potencial para remodelar a indústria do entretenimento. A Paramount persegue agressivamente a Warner Bros. desde setembro, enquanto a líder do streaming, Netflix, surgiu como uma pretendente surpresa, entrando na disputa depois que a Warner Bros. colocou seus ativos à venda em outubro.

Os novos termos neutralizam uma das principais críticas da Paramount — a de que a parcela em ações da oferta da Netflix tornava sua proposta inferior.

A Warner Bros. também respondeu a outra crítica ao detalhar como avalia suas redes de TV a cabo, que seriam desmembradas e distribuídas aos acionistas em uma empresa separada chamada Discovery Global.

A Warner Bros. já rejeitou diversas ofertas da Paramount. A pretendente indesejada ameaçou iniciar uma disputa por procurações (proxy fight) e entrou com uma ação judicial para forçar a Warner Bros. a divulgar mais informações sobre a oferta da Netflix e sobre o valor dos ativos de TV a cabo.

Segundo o documento, os assessores da Warner Bros. avaliam as redes de TV a cabo entre apenas US$ 0,72 por ação e até US$ 6,86 por ação. A Paramount afirma que esses ativos não têm valor, apesar de as redes a cabo responderem pela maior parte de suas próprias receitas e lucros.

De acordo com os planos de cisão, a Discovery Global teria US$ 17 bilhões em dívida em 30 de junho de 2026, valor que cairia para US$ 16,1 bilhões até o fim do ano. A Warner e a Netflix também revisaram o acordo para que a Discovery Global tenha US$ 260 milhões a menos em dívida do que o inicialmente previsto, em razão de um fluxo de caixa mais forte do que o esperado no ano passado.

O documento projeta receita de US$ 16,9 bilhões em 2026 para as novas redes da Discovery Global e lucro ajustado de US$ 5,4 bilhões antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).

Uma combinação entre Warner Bros. e Netflix uniria dois dos maiores provedores de streaming do mundo, com cerca de 450 milhões de assinantes combinados, e daria à Netflix um vasto catálogo de conteúdos para enfrentar concorrentes como Walt Disney Co. e Amazon.com Inc. Sindicatos de trabalhadores de Hollywood e donos de salas de cinema manifestaram preocupação de que o acordo prejudique seus membros e negócios.

Os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, disseram a investidores em uma conferência do UBS em 8 de dezembro que estão “super confiantes” de que o acordo será aprovado. Líderes da Netflix e da Warner Bros. estiveram na Europa na semana passada reunidos com reguladores para convencê-los dos méritos da transação.

A Netflix está programada para divulgar os resultados do quarto trimestre fiscal na terça-feira, após o fechamento dos mercados.

David Ellison, diretor-presidente da Paramount, argumenta que uma fusão com sua empresa preservaria uma estrutura mais tradicional de Hollywood e manteria parte do legado da Warner Bros. Ele sustenta que sua oferta totalmente em dinheiro, apoiada pelo fundo familiar, é financeiramente superior e teria mais facilidade para obter aprovação regulatória.

Ellison vem conduzindo sua própria ofensiva de convencimento, mas ainda não conseguiu persuadir o conselho da Warner Bros. nem uma ampla maioria dos acionistas da companhia. Investidores institucionais estão divididos e pediram que a Paramount aumente sua oferta



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Resultados da Netflix colocam fundamentos em foco em meio à disputa pela Warner


Enquanto o burburinho em torno da Netflix atualmente gira todo em torno de sua oferta robusta pela Warner Bros. Discovery, Wall Street terá a chance de focar em outra coisa, ao menos por um breve período, quando a gigante do streaming divulgar seus resultados após o fechamento do mercado.

Os investidores vêm demonstrando preocupação com o ritmo mais lento de entrada de assinantes da Netflix e com a sustentabilidade de seu crescimento. A questão provocou a pior liquidação das ações em mais de três anos após o relatório de resultados anterior da companhia, em 21 de outubro. Desde então, os papéis acumulam queda de 29%.

Na época, a Netflix era vista como uma possível pretendente da Warner Bros. Agora que o negócio está sobre a mesa por US$ 82,7 bilhões, alguns investidores estão apreensivos e todos os riscos parecem ampliados. Outros, porém, enxergam a queda como uma oportunidade de compra.

“Estou positivo, independentemente de o negócio sair ou não”, disse Eric Clark, diretor de investimentos da Accuvest Global Advisors, que considera a queda exagerada. “Não vejo um cenário em que o dinheiro não volte para as ações da Netflix.”

A empresa sediada em Los Gatos, Califórnia, deve reportar lucro por ação de 55 centavos no quarto trimestre, alta de 28% em relação a um ano antes, e receita de US$ 12 bilhões, crescimento de 17% frente ao quarto trimestre de 2024. No entanto, analistas projetam uma desaceleração do crescimento da receita da Netflix em cada um dos próximos três trimestres, antes de voltar a acelerar em 2027, segundo dados compilados pela Bloomberg.

“Quem estamos enganando? Não há chance de que esse resultado distraia os investidores do circo em andamento”, escreveu Daniel Kurnos, analista da Benchmark Co., em nota aos clientes em 13 de janeiro. “Mas pode servir como um lembrete da solidez dos fundamentos da Netflix e das alavancas orgânicas que a empresa possui ao entrar no que deve ser um ano marcante para a TV conectada.”

Kurnos, que tem recomendação de manutenção (hold) para as ações da Netflix, espera que a companhia apresente uma projeção sólida para receita e lucro operacional em 2026, o que poderia “oferecer um breve alívio do foco implacável no atual triângulo amoroso de M&A, que não parece ter fim no curto prazo e tende a ficar mais confuso antes de melhorar”. Ele também prevê aceleração do crescimento internacional e aponta a parceria publicitária com a Amazon.com Inc. como motivos de otimismo.

“A Netflix provavelmente registrou um quarto trimestre sólido, dado seu portfólio de conteúdos de grande apelo”, escreveu a analista da Bloomberg Intelligence Geetha Ranganathan em nota de pesquisa na semana passada, citando o desfecho da série de ficção científica e terror Stranger Things, a luta de boxe Jake Paul versus Anthony Joshua e os jogos da NFL no período de Natal. No entanto, um eventual erro (miss) na receita “acentuaria preocupações estruturais de crescimento, especialmente à luz da transação com a Warner”, acrescentou.

Com tanta incerteza à frente, os investidores estarão especialmente atentos às projeções da empresa, inclusive para a margem operacional deste ano, segundo o analista da TD Cowen John Blackledge. Ele espera que os assinantes líquidos pagos tenham aumentado em 14,2 milhões no trimestre, abaixo de cerca de 19 milhões um ano antes, mas acima da estimativa de consenso de aproximadamente 11 milhões, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Enquanto isso, a saga do acordo com a Warner Bros. continua. Na semana passada, foi dito que a Netflix vinha trabalhando em termos revisados, incluindo uma oferta totalmente em dinheiro. As mudanças teriam como objetivo acelerar a venda diante da pressão do concorrente Paramount Skydance Corp.

“A Netflix provavelmente está posicionada para sair vencedora, independentemente de como o processo de M&A se desenrole”, escreveu Kurnos, da Benchmark. Ele é otimista quanto à combinação, que criaria uma “força dominante no mercado, especialmente do ponto de vista de preços e engajamento”. Mas, se a Netflix não ficar com a Warner Bros., isso “pareceria apaziguar investidores que não gostam do negócio, dado o histórico ruim de transações no setor de mídia”.

Para alguns investidores, porém, a oferta pela Warner Bros. é simplesmente cara demais e arriscada para uma empresa que historicamente não cresceu por meio de aquisições.

“Perdi completamente o interesse” no relatório de resultados, disse Vikram Rai, gestor de portfólio e operador macro da First New York. A Netflix havia sido uma de suas ações favoritas, mas as manobras em torno do negócio o tornaram pessimista, e ele vendeu suas ações semanas atrás. “Se houver um salto, vou vender a descoberto.”



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