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Lucro da CerradinhoBio cresce 90% em 2025/26 e alcança R$ 372,7 milhões

A CerradinhoBio encerrou o ano-safra 2025/26 com lucro líquido de R$ 372,7 milhões, resultado 90% superior ao registrado no ciclo anterior. A receita líquida consolidada atingiu R$ 4,3 bilhões, crescimento de 16% na comparação anual, enquanto o Ebitda ajustado somou R$ 1,5 bilhão, alta de 35%. Com isso, a margem Ebitda passou de 31% para 36%.

Segundo a companhia, o aumento da receita foi impulsionado principalmente pela consolidação da produção e comercialização de açúcar após a expansão industrial da unidade de Chapadão do Céu (GO), além do maior volume de vendas de etanol de milho, especialmente etanol anidro, e de seus coprodutos.

Produção industrial

A moagem total, considerando cana-de-açúcar e milho convertido em equivalente de cana, alcançou 16 milhões de toneladas, avanço de 5% em relação à safra anterior. 

A moagem de cana cresceu 8%, totalizando 5,18 milhões de toneladas, enquanto a moagem de milho aumentou 4%, para 1,51 milhão de toneladas.

Apesar do aumento no processamento, a produtividade agrícola recuou 4%. O rendimento médio dos canaviais foi de 79,6 toneladas por hectare, afetado pelas condições climáticas enfrentadas durante a safra 2024/25. O teor de Açúcar Total Recuperável permaneceu praticamente estável, em 139 quilos por tonelada de cana.

De acordo com a empresa, os efeitos climáticos sobre o desenvolvimento dos canaviais reduziram a produtividade, mas o aumento de 18 dias no período de moagem contribuiu para elevar o volume processado. 

Além disso, houve um aumento da participação da cana própria no abastecimento industrial, que passou de 41% para 63%.

A produção de açúcar VHP atingiu 415 mil toneladas, volume 194% superior ao registrado na safra anterior. Já a produção total de etanol caiu 13%, para 865 mil metros cúbicos.

No segmento de milho, a produção de etanol alcançou 687 mil metros cúbicos, crescimento de 5%. A fabricação de DDG e WDG, utilizados principalmente na alimentação animal, avançou 2%, enquanto a produção de óleo de milho aumentou 9%.

As vendas de Créditos de Descarbonização (CBIOs), por sua vez, recuaram 52% em relação ao ciclo anterior.

Investimentos

Em maio de 2025, o Grupo Cerradinho concluiu a consolidação da produção de açúcar VHP em sua unidade de Chapadão do Céu, encerrando um ciclo de investimentos iniciado em 2022. O projeto recebeu aportes de R$ 465 milhões e ampliou a capacidade industrial da empresa.

Segundo a companhia, a expansão aumentou a flexibilidade operacional da unidade, permitindo direcionar a matéria-prima para a produção de açúcar ou etanol conforme as condições de mercado.

Com a entrada em operação da planta, a empresa ampliou sua atuação para além da produção de etanol e energia elétrica, passando a operar também nos mercados de açúcar, etanol de cana, etanol de milho e coprodutos.

Durante a safra 2025/26, o grupo também aprovou a expansão da unidade industrial da Neomille, subsidiária localizada em Chapadão do Céu.

O projeto prevê investimentos de R$ 140 milhões para ampliar em aproximadamente 30% a capacidade de processamento de milho da unidade. Com a expansão, a capacidade anual deverá atingir 1,2 milhão de toneladas processadas, reforçando a estratégia de crescimento das operações ligadas ao etanol de milho e aos coprodutos da cadeia de bioenergia.

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Banco da Inglaterra vota por 7 a 2 pela manutenção dos juros em 3,75%


LONDRES, 18 Jun (Reuters) – ⁠O Banco da Inglaterra manteve a taxa de juros em ⁠3,75% nesta quinta-feira, como vem fazendo desde o início da guerra entre os Estados ‌Unidos e o Irã, considerando que seria prematuro aumentar os juros neste momento dada a incerteza quanto à intensidade das crescentes pressões inflacionárias.

O Comitê de Política Monetária do banco central ‌britânico votou por 7 a 2 pela manutenção dos juros, em linha com as expectativas dos economistas em uma pesquisa da Reuters, depois que Megan Greene se juntou ao economista-chefe Huw Pill na defesa de um aumento de 0,25 ponto percentual.

No entanto, a maioria dos demais membros do comitê não pareceu muito mais inclinada a aumentar os juros, mantendo-se fiel ao que o ⁠presidente ‌Andrew Bailey chamou de “manutenção ativa” — que ele considera um aperto monetário efetivo em comparação com ⁠as expectativas do mercado de cortes antes do conflito no Oriente Médio.

A abordagem do Banco da Inglaterra contrasta com as do Banco Central Europeu e do Banco do Japão — que elevaram as taxas de juros na semana passada — e com as projeções do Federal Reserve após sua primeira reunião sob o comando do novo chair, Kevin ​Warsh. O banco centra dos EUA indicou que as autoridades esperam alta dos juros ainda este ano.

Antes da reunião do Banco da Inglaterra, uma trégua provisória entre os Estados Unidos ​e o Irã promete reabrir o Estreito de Ormuz e reduzir os preços do petróleo.

No entanto, o banco central afirmou que ainda é cedo para declarar que a ameaça de inflação tenha passado.

“Aconteça o que acontecer no futuro, os preços mais altos da energia nos últimos quatro meses significam que já há alguma pressão inflacionária a caminho”, disse Bailey em ‌comunicado divulgado junto com a decisão de quinta-feira.

O banco central ​prevê que a inflação subirá para mais de 3,25% no último trimestre deste ano, ante 2,8% em maio, embora esse aumento seja menor do que o previsto em abril — de 3,6% a 3,7% — em dois de seus ⁠três principais cenários.

O banco central também ​se mostrou ligeiramente mais otimista ​em relação ao crescimento, estimando que a economia esteja se expandindo a uma taxa subjacente de 0,2% por trimestre, ⁠acima do 0,1% de seu último conjunto de ​previsões, apesar de uma pequena queda na produção em abril.

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Tanto Pill quanto Greene afirmaram que um aumento da taxa de juros agora é necessário para conter as expectativas das famílias em relação à inflação futura, ​que estão em seu nível mais alto desde pelo menos 2009, segundo uma pesquisa trimestral do Banco da Inglaterra, embora estejam diminuindo em uma pesquisa ​mensal mais frequente.

A inflação ultrapassou ⁠a meta de 2% do banco central durante a maior parte dos últimos cinco anos devido a uma série de choques ⁠de alta desde a pandemia da Covid-19, com destaque para a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, que elevou a inflação britânica para mais de 11%.

“Um aumento proativo da taxa básica de juros neste momento deve ajudar a ancorar as expectativas de inflação”, disse Greene.

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O aumento do custo de vida tem sido um fator decisivo por trás da insatisfação de muitos britânicos com os ​políticos.



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Credores de emissão de debêntures da Raízen aderem ao plano de recuperação

Investidores com títulos de dívida emitidos pela Raízen aprovaram o plano de recuperação extrajudicial apresentado pela companhia. Os detentores da quarta emissão de debêntures da empresa tomaram a decisão na terça-feira (16), segundo documento publicado pela empresa na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Segundo a ata da assembleia, participaram da deliberação investidores que representavam 48,58% das debêntures em circulação. Entre os presentes estavam fundos administrados ou geridos por instituições como Porto Seguro Investimentos, Paramis Investimentos, BTG Pactual Asset Management, Citibank e Lift Capital.

A proposta foi aprovada por unanimidade entre os participantes, sem votos contrários ou abstenções. A decisão ocorre no contexto do processo de recuperação extrajudicial iniciado pela Raízen em março deste ano. 

Segundo o documento, o pedido de recuperação extrajudicial levou ao vencimento antecipado da emissão de debêntures, situação em que a dívida pode ser considerada exigível antes da data originalmente prevista para pagamento. Diante desse cenário, os investidores foram convocados para analisar os termos da proposta apresentada pela companhia e definir a posição do grupo no processo.

Além da aprovação do plano, os debenturistas confirmaram a adesão formal do agente fiduciário à proposta, formalizada anteriormente com base em orientação concedida em assembleia realizada em 3 de junho.

Os debenturistas também rejeitaram a possibilidade de uma nova suspensão da assembleia para tratar do tema em data futura. Segundo a ata, os presentes entenderam que não havia necessidade de novas deliberações relacionadas ao plano naquele momento.

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BBI mantém recomendação para JBS com potencial de alta de 80% nas ações

O Bradesco BBI reiterou sua recomendação de compra para as ações da JBS após o Investor Day 2026 promovido pela companhia em Nova York. O banco definiu preço-alvo de US$ 22 para os papéis negociados nos Estados Unidos, o que representa potencial de valorização de cerca de 80% nas ações em relação à cotação atual.

Na avaliação dos analistas do BBI, o mercado ainda não precifica adequadamente a capacidade da JBS de gerar crescimento e ganhos operacionais em diferentes ciclos do setor de proteínas. O BBI destacou que a diversificação geográfica e de proteínas permite à companhia atravessar momentos desafiadores em determinados segmentos sem comprometer sua geração de resultados no longo prazo.

Um dos pontos que sustentam essa visão é a conclusão do ciclo de investimentos de R$ 10,2 bilhões da Seara entre 2021 e 2025. Segundo o banco, a empresa ainda tem espaço para capturar crescimento adicional proveniente dessa expansão de capacidade, que aumentou a produção de suínos, aves e produtos de maior valor agregado.

O relatório do banco também apontou sinais mais positivos para a Pilgrim’s Pride na segunda metade de 2026. Após um início de ano marcado pelo excesso de oferta de carne de frango nos Estados Unidos, a expectativa é de melhora gradual do mercado com ajustes na produção e maior demanda do setor de restaurantes e foodservice. A estratégia de ampliar a participação de produtos de maior valor agregado também foi destacada pelos analistas.

Na divisão de carne bovina dos Estados Unidos, considerada atualmente um dos principais desafios para a companhia, o BBI chamou atenção para iniciativas internas voltadas ao aumento de eficiência e redução de custos. A expectativa é que a JBS consiga elevar sua rentabilidade mesmo antes da recuperação completa do rebanho bovino norte-americano.

Outro fator que reforça a confiança do banco é a disciplina financeira adotada pela empresa, que  anunciou a redução de US$ 400 milhões em seu plano de investimentos para 2026, passando de US$ 2,4 bilhões para US$ 2 bilhões. Para os analistas do banco, a decisão demonstra foco na preservação da alavancagem e na geração de valor aos acionistas sem comprometer as perspectivas operacionais.

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Investigação de piloto que sumiu na Serra do Japi é resolvida após 2 anos


A investigação sobre o acidente na Serra do Japi, quando uma aeronave com apenas um piloto ficou desaparecida por dois dias, foi concluída após dois anos. Entre os fatores contribuintes estão: insistência na realização do voo, condições meteorológicas adversas e tomada de decisão. 

A CNN Brasil teve acesso ao relatório do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).A aeronave PT-WLP desapareceu em março de 2024 ao sair de Jundiaí com destino ao Aeroporto Campo de Marte, na capital paulista.

O documento cita que o piloto estava começando em um novo emprego: “A recente formalização do vínculo empregatício do piloto, associada à proximidade de um compromisso familiar, pode ter gerado uma pressão autoimposta para a conclusão do translado, reduzindo a margem de segurança na avaliação dos riscos relacionados à operação”, aponta o relatório.

A aeronave colidiu com a vegetação a 3.832 metros de altitude e a visibilidade não era boa. O julgamento do profissional também foi apontado como uma das causas.

“O piloto optou por retornar à origem mantendo o voo sob regras visuais em altitudes inferiores ao topo do relevo circundante. A falha em analisar as alternativas mais seguras, como a transição para um plano de voo IFR (voo por instrumento), demonstrou um julgamento inadequado diante da situação”, complementa os investigadores.

LEIA MAIS: MPT dá prazo para Anac definir norma sobre fadiga de pilotos brasileiros

A presença de névoa úmida e a formação de camadas de nuvens baixas na região da Serra do Japi atuaram diretamente no obscurecimento do relevo. Tais fenômenos meteorológicos impediram a manutenção das referências visuais necessárias para o voo noturno, resultando na impossibilidade de identificação dos obstáculos à frente da trajetória

Trecho do relatório do CENIPA obtido pela CNN Brasil

Relembre o acidente

O Corpo de Bombeiros de São Paulo localizou, no dia 29 de março, destroços da aeronave, que estava desaparecida desde a noite anterior, na região da Serra do Japi, interior do estado.

De acordo com informações da Rede Voa, responsável pelo Aeroporto de Jundiaí, a aeronave modelo PA-34-220T, prefixo PT-WLP, decolou por volta das 20h15 com destino ao Aeroporto Campo de Marte, na capital paulista.

Ao se aproximar para pouso, o piloto informou que iria retornar ao Aeroporto de Jundiaí por conta da inoperância do Aeroporto Campo de Marte. Segundo o Comando de Aviação da Polícia Militar, o último contato da aeronave foi realizado via rádio por volta das 23h da quinta-feira (28), enquanto sobrevoava a região da Serra do Japi.

A Defesa Civil de São Paulo encontrou o corpo do piloto dois dias depois, na tarde de 30 de março.

 

*Com informações de Carolina Figueiredo, Luan Leão e Catarina Nestlehner



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“Não morre, por favor”: PM chora após atirar em homem em SP


O momento em que um policial militar atira em um homem no bairro do Jaraguá, zona norte de São Paulo (SP), foi registrado pela câmera corporal do agente. Inicialmente o PM teria dito “vou matar ele”. O suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu.

A ocorrência foi sido realizada em 28 de abril deste ano, mas as imagens foram divulgadas recentemente. A bodycam também registra o momento em que o PM se preocupa em ter matado o homem.

Policiais militares foram acionados por um motociclista, que alegava ter sido ameaçado por um motorista havia tentando transferir golpes em seu pescoço com uma faca. Ao encontrar o indivíduo, um dos agentes atirou no homem que portava a faca.

Momentos após os disparos, o policial começa a chorar e suplica para que o homem não morra, alegando que a ambulância está à caminho.

No vídeo feito a partir da câmera corporal, é possível ver o momento em que os tiros são efetuados e o momento em que o agente chora.

Veja imagens da ação policial;

O local foi isolado e, antes de entregar a câmera para a corporação, o agente faz uma oração. O vídeos não confirma a morte do motorista.

Em comunicado, a PM afirma que os fatos ainda estão sendo apurados por meio de inquérito policial, instaurado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil.

A corporação ainda confirma que as imagens estão sendo analisadas com os demais elementos de informação do ocorrido.

A CNN Brasil tenta contato com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), que se manifestou por meio de nota. Confira:

“A Polícia Militar não compactua com excessos e desvios de conduta por parte de seus agentes. Todas as imagens relacionadas à ocorrência, incluindo as captadas pelas câmeras corporais utilizadas pelos policiais, são rigorosamente analisadas para adoção das medidas cabíveis”

Foi confirmado pelo posicionamento da corporação que os policiais envolvidos estão afastados de suas funções devido a determinações judiciais, e todas as medidas legais e administrativas estão sendo adotadas.

“A Polícia Militar reitera que não compactua com os desvios de conduta e reafirma seu compromisso com a legalidade, transparência, preservação e proteção da população”, finaliza a instituição de segurança 

 

 

*Sob supervisão de Thiago Félix



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Seleon expande para equinocultura com nova central de genética no Brasil

O crescimento acelerado da equinocultura brasileira abriu espaço para novos investimentos em reprodução e melhoramento genético. De olho nesse cenário, a Seleon decidiu expandir sua atuação para além da pecuária bovina e inaugurou uma central dedicada à coleta e processamento de sêmen equino.

Com investimentos voltados à expansão dos negócios, a Seleon escolheu Itatinga (SP) para instalar a operação dedicada à equinocultura. Em uma fazenda de 250 hectares, a Seleon Equinos marca a entrada da empresa no mercado de genética equina.

A aposta da empresa ocorre em um momento de forte expansão do setor. Segundo o diretor da Seleon, Bruno Grubisich, o Brasil passou a ocupar posição de destaque no mercado mundial de cavalos e já reúne cerca de 5 milhões de animais.

“O Brasil hoje é o quarto maior mercado de equinos do mundo. Quando observamos esse crescimento e a demanda por mais tecnologia, percebemos uma oportunidade importante para investir no setor”, afirma.

De acordo com o executivo, embora o mercado tenha avançado rapidamente nos últimos anos, a infraestrutura voltada à reprodução ainda não acompanhou o mesmo ritmo de crescimento. Isso abriu espaço para investimentos em genética, reprodução assistida e serviços especializados.

“Percebemos que existia uma oportunidade de trazer para a equinocultura tudo aquilo que construímos ao longo dos últimos 13 anos na bovinocultura com tecnologia, gestão, transparência e profissionalização”, explica.

A nova unidade foi construída com foco na coleta, processamento e conservação de material genético, utilizando tecnologias semelhantes às empregadas pela empresa na reprodução bovina.

O potencial do mercado brasileiro também chama atenção quando analisadas algumas raças específicas. Segundo Grubisich, o país já ocupa posição de destaque global no segmento do Quarto de Milha.

“Se olharmos apenas para o Quarto de Milha, o Brasil já é o segundo maior mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos”, afirma.

Além dos investimentos em genética, o executivo observa crescimento em áreas ligadas à nutrição animal, centros de treinamento e serviços especializados, reforçando o processo de profissionalização do setor.

A empresa já recebeu autorização para operar no mercado interno e agora trabalha para conquistar habilitações que permitam exportar material genético equino. Embora o Brasil ainda seja um importador de genética para cavalos, a expectativa é que o país possa repetir a trajetória observada na bovinocultura.

“Hoje o Brasil ainda importa mais genética equina do que exporta, mas acreditamos que existe um enorme potencial. Assim como aconteceu com os bovinos, temos condições de nos tornar uma referência internacional também na genética equina”, afirma.

Para Grubisich, a combinação entre a expansão do mercado nacional, a qualidade dos criatórios brasileiros e a adoção de novas tecnologias deve impulsionar o setor nos próximos anos. “Acreditamos que o Brasil tem vocação para se tornar um hub de genética equina e queremos participar dessa construção desde o início”, conclui.

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