Categorias
brasil destaque_home

RS entra em alerta para temporais; veja a previsão para todo o país


O Rio Grande do Sul deve enfrentar uma semana de tempo severo, com previsão de chuva intensa, ventos fortes e risco elevado de alagamentos. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém três alertas ativos para o estado, incluindo um aviso vermelho de grande perigo para tempestades que abrange a metade norte, a região central, a serra e a região metropolitana.

O aviso é válido até as 10h de quarta-feira (29) e prevê chuva superior a 60 milímetros por hora ou mais de 100 milímetros ao longo do dia, além de rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h. O instituto também destaca o risco de transbordamento de rios, deslizamentos de encostas, queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia e alagamentos.

Segundo a agência Climatempo, o cenário é provocado pela atuação de uma área de baixa pressão atmosférica associada ao avanço de uma frente fria. A empresa também não descarta a ocorrência pontual de tornados.

Os meteorologistas alertam que a situação é agravada pelo solo já encharcado e pelos níveis elevados de diversos rios, o que aumenta o risco de enchentes e inundações. Em algumas áreas do estado, os acumulados de chuva podem ultrapassar 200 milímetros ao longo dos próximos dias.

Em Porto Alegre, a previsão indica céu encoberto e pancadas de chuva frequentes durante boa parte da semana, com possibilidade de raios, granizo e ventos fortes.

Previsão para o restante do Brasil

Enquanto o Sul concentra as condições mais severas, a frente fria também influencia o tempo em outras regiões do país ao longo da semana. Na quinta-feira (31), as instabilidades avançam para Santa Catarina e Paraná, onde a previsão é de até 50 mm de chuva. No fim da semana, os temporais voltam a ganhar força no Rio Grande do Sul, especialmente na metade sul do estado, com volumes que podem atingir 60 mm, segundo o Inmet.

No Sudeste, a passagem da frente fria provoca aumento da nebulosidade e favorece pancadas de chuva em São Paulo, no sul e na zona da mata de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Na capital paulista, nesta terça, ao longo do dia, o tempo permanece aberto, com predomínio de sol. A mínima prevista é de 14°C e a máxima pode chegar a 28°C. A umidade relativa do ar deve atingir valores próximos de 35%, segundo o CGE.

Na quarta-feira (29), a temperatura sobe novamente. A mínima prevista é de 16°C e a máxima pode alcançar 29°C, enquanto a umidade relativa do ar deve ficar em torno de 33%. A nebulosidade aumenta no fim do dia, mas não há previsão de chuva.

No Rio de Janeiro, a previsão é de dias com predomínio de sol e calor. Hoje, os termômetros marcam mínima de 19°C e máxima de 27°C. Já na quarta-feira (29), a máxima pode chegar a 33°C, com mínima de 22°C, conforme o Meteoblue.

Em Brasília, nesta terça, a temperatura varia entre 16°C e 28°C. Na quarta-feira, a máxima sobe para 30°C, enquanto a mínima permanece em 16°C.

Na região Norte, os maiores acumulados de precipitação devem ocorrer no oeste do Amazonas (AM) e em Roraima (RR), com volumes que, pontualmente, podem ultrapassar 80 mm ao longo da semana, segundo o Inmet. No litoral do Pará (PA), no Amapá (AP) e no Acre (AC), os acumulados devem ficar em torno de 20 mm. Nas demais áreas da região, são previstas precipitações pouco significativas, com acumulados de até 5 mm ao longo da semana.

Na região Nordeste, as chuvas devem se concentrar ao longo da faixa litorânea, com destaque para o litoral do Maranhão, onde os acumulados podem atingir cerca de 20 mm. A faixa de precipitação se estende entre os estados da Paraíba e o sul da Bahia (BA), onde os acumulados também não devem ultrapassar os 20 mm ao longo da semana. Nas demais áreas do litoral nordestino, os volumes previstos variam entre 5 mm e 10 mm.



Veja a Matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

ABPA prevê avanço da produção de frango, suínos e ovos

A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) apresentou nesta terça-feira (28) as projeções para os setores de proteína em 2026 e 2027, além dos dados consolidados do ano de 2025. As estimativas apontam crescimento da produção, das exportações e do consumo interno de carnes de frango e suína nos próximos dois anos, enquanto o segmento de ovos deve manter a expansão da produção, mas com retração das exportações em 2026.

Carne de frango

Para a carne de frango, a ABPA estima produção entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, acima das 15,289 milhões de toneladas registradas em 2025, alta de até 5,6%. Em 2027, a produção poderá alcançar até 16,6 milhões de toneladas.

As exportações devem passar de 5,324 milhões de toneladas em 2025 para até 5,875 milhões em 2026, com alta de 10,3%, e atingir até 6,05 milhões de toneladas em 2027.

A disponibilidade interna deve subir para cerca de 10,275 milhões de toneladas em 2026 e 10,55 milhões em 2027, elevando o consumo per capita de 46,7 quilos para até 49,4 quilos no período.

Carne suína

Segundo o levantamento, a produção de carne suína, deve avançar 5% em 2026, de 5,592 milhões de toneladas em 2025, para 5,870 milhões de toneladas.

O movimento de alta deve se manter em 2027. A associação prevê um crescimento de produção ligeiramente menor, de 3,1%, com produção de 6,050 milhões de toneladas.

As exportações devem avançar de 1,51 milhão para até 1,6 milhão de toneladas em 2026, alta de 5,9% em relação a 2025, e alcançar até 1,7 milhão de toneladas em 2027, crescimento de 6,3%. A disponibilidade doméstica poderá chegar a cerca de 4,35 milhões de toneladas em 2027, enquanto o consumo per capita é projetado em até 20,4 quilos por habitante.

A disponibilidade de carne suína no mercado interno deve passar de 4,08 milhões de toneladas para cerca de 4,270 milhões de toneladas em 2026, alta de 4,6%. Chegando a 2027 ainda em expansão, embora um pouco mais modesta, de 1,9%, com 4,35 milhões toneladas. Já o consumo per capita deve passar de 19,1 quilos por pessoa, registrados em 2025, para 20,4 quilos per capita, em 2027.

Ovos

Na produção de ovos, a ABPA projeta alta de 62,253 bilhões de unidades em 2025 para 64,800 bilhões em 2026, com 4,1% de crescimento. Em 2027, a estimativa é de uma alta de 2,6%, totalizando 66,500 bilhões de unidades.

As exportações, porém, são estimadas em 30 mil toneladas em 2026, abaixo das 40.894 toneladas alcançadas em 2025, queda de até 26,6%. Para 2027, a previsão é de recuperação para 34,5 mil toneladas, alta de até 15% sobre o ano anterior.

O consumo per capita, por sua vez, deve seguir em trajetória de alta de 4,5% em 2026, subindo de 288 unidades em 2025 para 301 ovos consumidos por pessoa. Em 2027 este número deve chegar a 312 ovos per capita, 3,5% acima de 2026.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

Investimento direto no Brasil supera previsão e eleva em 33% entradas no 1º semestre


SÃO PAULO, 28 Jul (Reuters) – O investimento estrangeiro direto do Brasil cresceu cerca de 33% no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira, após a entrada de junho ter ficado bem acima das expectativas do mercado.

No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$9,075 bilhões, acima dos US$5,0 bilhões projetados em pesquisa da Reuters e contra US$3,068 bilhões em junho de 2025, elevando a entrada acumulada no ano para US$46,986 bilhões.

Em junho, o BC elevou sua previsão de investimento estrangeiro direto para o ano de US$70 bilhões para US$75 bilhões, citando expectativas de que um desempenho mais forte das exportações apoiaria maiores entradas de capital estrangeiro em empresas que operam no Brasil.

Como exportador de petróleo, o Brasil tem se beneficiado dos preços mais altos do combustível em meio ao conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, enquanto as exportações fortes de soja e carne bovina também sustentaram o desempenho comercial do país.

Mesmo assim, a projeção de investimentos estrangeiros para o ano inteiro permanece ligeiramente abaixo dos US$78 bilhões registrados em 2025.

A força das exportações também ajudou a melhorar a posição da conta corrente do Brasil em junho. O déficit em transações correntes somou US$2,330 bilhões, contra US$5,177 bilhões no mesmo período do ano anterior e abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de um rombo de US$2,45 bilhões em junho.

O déficit acumulado em 12 meses totalizou em junho o equivalente a 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB).

A balança comercial teve superávit de US$8,830 bilhões, contra US$5,247 bilhões no mesmo mês de 2025.

A conta de renda primária apresentou em junho déficit de US$6,466 bilhões, ante rombo de US$6,440 bilhões no mesmo período do ano anterior.

Continua depois da publicidade

Já o rombo na conta de serviços ficou em US$5,133 bilhões, contra déficit de US$4,386 bilhões em junho do ano anterior.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Influenciadora e marido foram mortos por facção na Bahia, diz jornal


A Polícia Civil da Bahia identificou a motivação do assassinato da influenciadora e empresária Ulissias Marcelli Couto Flores Cardial, de 30 anos, e de seu marido, Vinicius Souza de Carvalho, 28. De acordo com uma fonte consultada pelo jornal Correio, o casal foi executado por integrantes de uma facção criminosa após comercializar drogas sintéticas adquiridas de um fornecedor não autorizado pelo grupo que atua em Porto Seguro, no extremo sul do estado.

Segundo a reportagem, os dois atuavam na venda de drogas sintéticas por meio de um esquema de delivery e mantinham um acordo com a organização criminosa para revender apenas os entorpecentes fornecidos pela facção. O problema teria começado quando o grupo ficou sem esse tipo de droga.

Para manter a atividade, Ulissias e Vinicius passaram a comprar os entorpecentes de outro fornecedor. A movimentação chamou a atenção da facção, que concluiu que o casal estava comercializando drogas sem autorização para circular na região, o que, conforme a investigação, motivou a execução.

A Jovem Pan entrou em contato com a Polícia Civil da Bahia sobre a suposta motivação. Se houver resposta, o texto será atualizado.

Tatuadora e empresária

Ulissias morava em Porto Seguro e reunia mais de 19 mil seguidores nas redes sociais. Seu conteúdo era voltado principalmente para eventos de motociclismo e para o cenário do rock. Ela entrevistava participantes de encontros do segmentoregistrava a programação e compartilhava a rotina ligada ao universo das motocicletas.

Além de influenciadora, Ulissias trabalhava como fire performer, modalidade artística em que apresentações são realizadas com equipamentos em chamas. Ela também participava de ações relacionadas à proteção dos animais na região onde vivia.

Poucos dias antes de morrer, a influenciadora participou do Rock Moto Fest, realizado em Trancoso. Ela também havia sido anunciada como uma das apresentadoras do Festival Rock Gaya, marcado para o próximo sábado (25).

Relembre o caso

Ulissias Marcelli e Vinicius Souza de Carvalho foram encontrados mortos na manhã de sábado (18), em uma estrada vicinal no distrito de Vera Cruz, em Porto Seguro. Conforme a Polícia Civil, as vítimas apresentavam ferimentos causados por disparos de arma de fogo.

De acordo com o registro da ocorrência, o crime ocorreu na sexta-feira (17). As guias para remoção dos corpos e realização da perícia técnica foram expedidas, e o caso passou a ser investigado pela 1ª Delegacia Territorial (DT) de Porto Seguro.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Barra para Fed subir juros nesta semana segue alta – mesmo que mercados vejam chance


WASHINGTON, 28 Jul (Reuters) – A barra para um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve nesta semana provavelmente é mais alta do que o refletido nos mercados futuros, não apenas devido aos dados de inflação mais baixos do que o esperado e a mais uma trégua nas hostilidades entre os Estados Unidos e o Irã, mas também porque os mercados interpretarão um único aumento como um sinal de que mais movimentos estão por vir.

O banco central dos EUA vem mantendo sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% desde dezembro.

A probabilidade de um aumento na reunião de 28 e 29 de julho conforme refletido nos juros futuros vinha crescendo devido à nova alta nos preços da energia e às declarações mais hawkish de vários colegas do chair Kevin Warsh.

Se a história servir de guia, porém, quando o Fed aumenta ou reduz os juros após um longo período de manutenção, ele mantém a mesma direção por pelo menos algumas reuniões, e as autoridades podem não estar totalmente prontas para enviar esse sinal.

“Eles geralmente não fazem uma ação isolada, então isso realmente significa… que o comitê (de política monetária) precisa decidir se vai se comprometer com uma sequência de aumentos nos juros”, disse James Bullard, que liderou o Fed de St. Louis de 2008 a 2023 antes de se tornar reitor da Mitch Daniels School of Business na Universidade de Purdue. “Não acho que estejam prontos para fazer isso nesta reunião.”

HAWKS X DOVES

Na reunião do Fed de 16 e 17 de junho, a primeira de Warsh como chair do banco central, todos os seus 18 colegas apoiaram a decisão de manter a meta para os custos dos empréstimos de curto prazo, apesar de alguns, mesmo naquela época, já enxergarem argumentos a favor de um aumento dos juros.

Nas semanas seguintes, as justificativas “hawkish” perderam um pouco de força. Os preços ao consumidor subiram 3,5% em junho na base anual, informou o Bureau de Estatísticas do Trabalho neste mês, um nível ainda alto mas abaixo dos 4,2% registrados em maio, à medida que o cessar-fogo entre os EUA e o Irã reduziu os preços dos combustíveis.

A tendência inflacionária, estimada excluindo os preços voláteis da energia e dos alimentos, também diminuiu, com o núcleo do índice de preços ao consumidor caindo de 2,9% para 2,6%. O influente presidente do Fed de Nova York expressou, neste mês, certa convicção de que a tendência continuaria.

Continua depois da publicidade

O mercado de trabalho, por sua vez, permanece em terreno sólido. O crescimento do emprego desacelerou acentuadamente em junho, mas a criação de 57.000 vagas fora do setor agrícola ficou acima do que os economistas estimam ser a chamada “taxa de equilíbrio”, na qual são gerados empregos suficientes para acompanhar o crescimento da força de trabalho.

A taxa de desemprego recuou ligeiramente para 4,2%. O crescimento do salário por hora foi de 3,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, sugerindo que o mercado de trabalho não estava contribuindo para a inflação.

Warsh, embora discreto quanto às suas próprias opiniões sobre a trajetória dos juros, afirmou acreditar que o crescimento da produtividade pode permitir uma expansão econômica mais rápida sem pressões mais fortes sobre os preços.

Continua depois da publicidade

Ainda assim, as razões subjacentes que levaram metade das autoridades do Fed a prever na reunião de junho uma taxa de juros mais alta até o final deste ano permanecem intactas. A inflação vem se mantendo acima da meta de 2% do Fed há mais de cinco anos e voltou a acelerar no primeiro semestre deste ano.

Os preços do petróleo dispararam novamente este mês com o colapso do cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, reacendendo preocupações com a inflação que, segundo alguns economistas e membros do Fed, já estão se ampliando além dos preços dos combustíveis e dos alimentos, especialmente conforme os investimentos em inteligência artificial impulsionam fortemente a demanda em alguns setores da economia.

O Fed anunciará sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília) de quarta-feira. A maioria dos economistas afirma esperar pelo menos um e até três votos dissidentes de membros do comitê a favor de um aumento dos juros, preparando o terreno para o início de uma sequência de aumentos nos custos dos empréstimos em setembro, a menos que a inflação dê uma guinada decisiva para melhor antes disso.

Continua depois da publicidade



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

TJ-SP reduz pena de Cupertino para 90 anos por triplo homicídio


O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reduziu de 98 para 90 anos a pena de Paulo Cupertino, condenado pelo assassinato do ex-ator Rafael Miguel e de seus pais, João Alcisio Miguel e Miriam Selma Miguel. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (27).

A alteração ocorreu apenas para adequar a pena ao limite legal de 30 anos para cada um dos três homicídios. O tribunal manteve a condenação integralmente, sem modificar as qualificadoras reconhecidas pelo Tribunal do Júri ou a responsabilização criminal do réu.

No julgamento do recurso, os desembargadores também rejeitaram os pedidos da defesa, que buscava anular o processo sob alegações de irregularidades, incluindo suposta violação ao princípio do promotor natural, quebra da cadeia de custódia das provas e cerceamento de defesa. A decisão também manteve a prisão de Cupertino.

Além da anulação do julgamento, a defesa solicitava a revisão das circunstâncias judiciais consideradas desfavoráveis, a limitação da pena aplicada a cada homicídio ao máximo permitido pela legislação e uma nova análise sobre a aplicação do concurso de crimes. Todos os pedidos foram negados.

Em nota, a defesa da família afirmou que “a decisão representa mais uma importante vitória para a família de Rafael Miguel, reafirmando a soberania do Tribunal do Júri e encerrando as principais teses defensivas apresentadas pela defesa de Paulo Cupertino”. Em resposta, a advogada de Cupertino, Mirian Souza, afirmou, em comunicado, que “o recurso do Paulo foi parcialmente acolhido“. Ainda afirmou que “eu, enquanto defesa do Paulo, e falo apenas por mim, em nome dele, não estou nem um mínimo satisfeita com a decisão. Pretendo subir ao Superior Tribunal de Justiça com eventual recurso”.

Relembre o caso

O triplo homicídio ocorreu em 9 de junho de 2019, na Zona Sul de São Paulo. Segundo a investigação, Paulo Cupertino não aceitava o relacionamento da filha, Isabela Tibcherani, com Rafael Miguel.

No dia do crime, Isabela havia saído para encontrar o namorado. Ao perceber que a filha não estava em casa, Cupertino exigiu que a ex-esposa, Vanessa Tibcherani de Camargo, entrasse em contato com a jovem para que retornasse. Sem conseguir falar com a filha, Vanessa ligou para o celular de Rafael, mas quem atendeu foi a mãe do rapaz, já que ele havia deixado o aparelho em casa. Os pais de Rafael decidiram então levar o telefone ao filho e aproveitar a ocasião para conhecer a família da namorada e conversar com Cupertino sobre o relacionamento do casal.

Ao chegarem, foram surpreendidos pelo homem, que teria se exaltado e disparado contra os três. Todos morreram no local. Isabela relatou à Justiça que o pai era violento, controlava sua vida e havia agredido fisicamente tanto ela quanto sua mãe em diversas ocasiões. Durante o julgamento, ela pediu para depor sem a presença do pai e classificou Cupertino como machista, autoritário e agressivo. A mãe, Vanessa Tibcherani, também prestou depoimento e disse ter sido vítima de diversas agressões durante o casamento. Ela afirmou que Cupertino assassinou “a sangue frio” o ator e seus pais.



Veja a Matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Âmbar Energia investe R$ 65 milhões na produção de biometano

A transformação de resíduos industriais em energia renovável é uma das frentes de expansão da Âmbar Energia, unidade de negócios de energia da J&F. A companhia anunciou um investimento de R$ 65 milhões para ampliar a produção de biometano a partir do biogás gerado em operações da Friboi, braço de proteína bovina do grupo.A transformação de resíduos industriais em energia renovável é uma das frentes de expansão da Âmbar Energia, unidade de negócios de energia da J&F. A companhia anunciou um investimento de R$ 65 milhões para ampliar a produção de biometano a partir do biogás gerado em operações da Friboi, braço de proteína bovina do grupo.

O projeto será desenvolvido inicialmente em três unidades, Campo Grande II, em Mato Grosso do Sul, e Andradina e Lins, no interior de São Paulo. A expectativa é adicionar mais de 14 milhões de metros cúbicos de biometano por ano à matriz energética da companhia, ampliando a substituição de combustíveis fósseis por uma fonte renovável.

A iniciativa começou a ser estruturada em 2021, quando a Friboi implantou biodigestores em nove plantas frigoríficas para capturar o metano gerado no tratamento de efluentes industriais. O gás, que antes precisava ser queimado para evitar a emissão direta na atmosfera, passou a ser aproveitado como fonte energética.

Segundo Marcelo Dresch, gerente de Sustentabilidade e Biogás da Âmbar, o avanço agora está em transformar esse biogás em biometano, um combustível com maior valor agregado e diferentes possibilidades de aplicação.

“Quando a gente olha para esse investimento, vimos uma oportunidade porque a Friboi já tinha feito os biodigestores para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Esse gás estava sendo queimado e agora conseguimos fazer o tratamento, removendo componentes como CO₂ e H₂S, transformando em biometano”, afirmou.

O processo de purificação permite que o combustível atenda aos padrões exigidos pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), possibilitando o uso em veículos, equipamentos industriais e operações que atualmente dependem de combustíveis fósseis.

Antes da expansão para o biometano, parte do biogás capturado já era utilizada para geração de energia elétrica. Em 2023, quatro unidades da Friboi, localizada em Ituiutaba (MG), Mozarlândia (GO), Barra do Garças (MT) e Andradina (SP), passaram a gerar eletricidade a partir do metano capturado nos biodigestores.

O programa já acumulou mais de 13 mil MWh de energia renovável gerada, volume suficiente para abastecer aproximadamente 7 mil residências brasileiras durante um ano. A iniciativa também evitou a emissão de mais de 3 mil toneladas de gases de efeito estufa.

Com o novo investimento, Campo Grande II será a primeira unidade a receber a ampliação. A segunda máquina de produção deve entrar em operação em agosto. A planta, que já possui uma estrutura instalada há cerca de três anos, deve alcançar a autossuficiência energética com o uso do biometano.

“A primeira máquina já supre cerca de 80% da necessidade de gás natural da planta. Com a segunda, ela passa a ser 100% autossustentável e ainda terá um excedente que poderá ser comercializado para terceiros”, explicou Dresch.

A previsão é que a unidade de Andradina entre em operação em janeiro de 2027, enquanto Lins deve iniciar a produção em janeiro de 2028.

Além do uso nas próprias unidades industriais, a Âmbar também avalia direcionar parte da produção de biometano para a logística do grupo J&F, principalmente no transporte pesado, segmento em que o combustível renovável pode substituir o diesel.

A estratégia está conectada a outros negócios do conglomerado, como a Green Cargo, empresa voltada à locação e venda de caminhões movidos a gás natural e biometano, e a Logás, responsável pela logística do combustível em regiões onde não existe infraestrutura de distribuição por gasodutos.

Segundo o Gerente, a ideia é criar um ciclo integrado, em que o resíduo gerado pelas operações industriais se transforma em combustível utilizado novamente dentro da própria cadeia produtiva.

“Quando a gente olha para cada operação, avaliamos se é possível fazer o consumo internamente, o autoconsumo. Quando isso não for possível, podemos direcionar para terceiros. No transporte pesado, existe uma grande oportunidade, porque é um setor que consome muito diesel e pode fazer essa substituição pelo biometano”, afirmou.

A companhia avalia que essa integração pode criar os chamados corredores verdes, conectando unidades produtoras de biometano a operações logísticas do grupo, com abastecimento de caminhões movidos a gás renovável.

A companhia estima que a produção anual de 14 milhões de metros cúbicos de biometano poderá substituir cerca de 12 milhões de litros de diesel e evitar aproximadamente 30 mil toneladas de CO₂ por ano.

Segundo Dresch, o projeto também abre espaço para novas iniciativas dentro do grupo. A Âmbar avalia o aproveitamento de resíduos de outras operações da J&F, incluindo a Seara, além de estudos envolvendo resíduos de confinamento de gado de corte para produção de biometano.

“A gente tem a matéria-prima para produção do biogás, tem o consumo e consegue criar uma economia circular. Resíduos industriais passam a gerar valor dentro da própria cadeia produtiva”, afirmou.

Para a Âmbar, o biometano representa uma evolução da estratégia de energia renovável do grupo. Enquanto o biogás era utilizado principalmente para geração elétrica, o combustível purificado amplia as possibilidades de uso e pode atender diferentes setores da economia.

“Juntos, conseguimos unir a capilaridade operacional da JBS com a nossa expertise em biogás e biometano para construir uma solução que vai além de um projeto pontual. É uma plataforma de descarbonização com potencial de crescimento dentro do grupo e para o mercado”, destacou Marcelo Dresch.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Rastreabilidade unificada pode abrir mercados para soja e carne brasileiras

O Brasil e a China podem liderar a criação de um novo padrão internacional de rastreabilidade para as cadeias de soja e carne bovina livres de desmatamento. A avaliação é de um estudo divulgado pelo WRI Brasil, que propõe a unificação dos critérios de monitoramento socioambiental utilizados atualmente no país para fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro e ampliar a confiança dos compradores internacionais.

A pesquisa destaca que a proposta ganha relevância porque o Brasil é o maior exportador mundial de soja e carne bovina e, em 2024, esses dois produtos responderam por cerca de 60% do valor das exportações agropecuárias brasileiras. A China, por sua vez, permanece como o principal destino das commodities do país, tornando-se peça-chave para impulsionar um sistema comum de rastreabilidade e monitoramento ambiental.

Segundo os pesquisadores, o comércio internacional de alimentos passa por uma transformação, com governos, instituições financeiras e compradores exigindo cada vez mais garantias de que produtos agrícolas não estejam associados ao desmatamento. Nesse cenário, a rastreabilidade deixa de ser apenas uma obrigação regulatória para se tornar um diferencial competitivo capaz de facilitar o acesso a mercados mais exigentes.

O levantamento analisou 21 iniciativas de monitoramento atualmente utilizadas nas cadeias da soja e da carne bovina, incluindo protocolos, certificações, plataformas públicas e acordos voluntários. Embora o Brasil possua ferramentas sofisticadas de fiscalização, o estudo conclui que elas operam de forma fragmentada, com critérios diferentes para datas de corte do desmatamento, monitoramento de fornecedores indiretos e mecanismos de verificação, dificultando o entendimento por parte dos importadores internacionais.

A principal recomendação é a criação de um protocolo nacional integrado que harmonize essas iniciativas, permitindo maior interoperabilidade entre bancos de dados, simplificação das auditorias e aumento da transparência das exportações brasileiras. O documento ressalta que a proposta não exige novas leis ambientais, mas sim a integração dos mecanismos já existentes no país.

Soja

Para a cadeia da soja, o estudo identifica oportunidades para ampliar a rastreabilidade até a fazenda de origem por meio da integração entre tradings, cooperativas e plataformas estaduais de monitoramento. Outra recomendação é a criação de mecanismos automáticos de bloqueio para fornecedores que descumpram critérios socioambientais.

Na avaliação técnica, um dos principais desafios é a existência de diferentes padrões de monitoramento. Algumas iniciativas utilizam apenas a área cultivada como unidade de análise, enquanto outras verificam toda a propriedade rural, modelo considerado mais robusto para comprovar conformidade ambiental.

O estudo também aponta que plataformas públicas, como o SeloVerde, conseguem integrar informações do CAR (Cadastro Ambiental Rural), alertas de desmatamento, embargos ambientais e registros de infrações, oferecendo uma visão mais completa para compradores internacionais.

Os pesquisadores afirmam que a harmonização desses sistemas permitiria ao Brasil atender simultaneamente mercados de grande volume, como a China, e mercados com regras mais rigorosas, como a União Europeia.

Carne bovina

Na pecuária, o principal gargalo identificado é o monitoramento dos fornecedores indiretos, considerados um dos pontos mais sensíveis para evitar que animais provenientes de áreas irregulares ingressem na cadeia formal.

O estudo propõe acelerar a utilização das GTAs (Guias de Trânsito Animal) enquanto avança a identificação individual dos bovinos, ampliando a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.

A análise mostra que plataformas públicas já conseguem cruzar informações do CAR, alertas de desmatamento, embargos ambientais e GTAs para identificar possíveis triangulações entre propriedades regulares e irregulares.

No entanto, a adoção dessas ferramentas pelas empresas ainda é limitada. Os pesquisadores defendem que futuras atualizações dos protocolos de monitoramento deverão ampliar a cobertura dos fornecedores indiretos e fortalecer a integração dos dados.

O estudo também conclui que sistemas públicos de monitoramento, como os desenvolvidos pelos estados do Pará, Minas Gerais e Maranhão, podem servir como base para um modelo nacional capaz de atender tanto às exigências regulatórias quanto às demandas de grandes compradores internacionais.

Ao final, o WRI Brasil defende que a cooperação entre Brasil e China priorize três frentes: a implementação de um protocolo comum de rastreabilidade, a integração das bases de dados e o fortalecimento do monitoramento socioambiental.

Na avaliação da entidade, essa estratégia pode consolidar um novo padrão internacional para o comércio de soja e carne bovina, preservando a competitividade do agronegócio brasileiro e ampliando o acesso aos principais mercados globais.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

JBS terá três plantas de biometano com investimento de R$ 65 milhões

A transformação de resíduos industriais em energia renovável é uma das frentes de expansão da Âmbar Energia, unidade de negócios de energia da J&F. A companhia anunciou um investimento de R$ 65 milhões para ampliar a produção de biometano a partir do biogás gerado em operações da Friboi, braço de proteína bovina do grupo.

O projeto será desenvolvido inicialmente em três unidades, Campo Grande II, em Mato Grosso do Sul, e Andradina e Lins, no interior de São Paulo. A expectativa é adicionar mais de 14 milhões de metros cúbicos de biometano por ano à matriz energética da companhia, ampliando a substituição de combustíveis fósseis por uma fonte renovável.

A iniciativa começou a ser estruturada em 2021, quando a Friboi implantou biodigestores em nove plantas frigoríficas para capturar o metano gerado no tratamento de efluentes industriais. O gás, que antes precisava ser queimado para evitar a emissão direta na atmosfera, passou a ser aproveitado como fonte energética.

Segundo Marcelo Dresch, gerente de Sustentabilidade e Biogás da Âmbar, o avanço agora está em transformar esse biogás em biometano, um combustível com maior valor agregado e diferentes possibilidades de aplicação.

“Quando a gente olha para esse investimento, vimos uma oportunidade porque a Friboi já tinha feito os biodigestores para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Esse gás estava sendo queimado e agora conseguimos fazer o tratamento, removendo componentes como CO₂ e H₂S, transformando em biometano”, afirmou.

O processo de purificação permite que o combustível atenda aos padrões exigidos pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), possibilitando o uso em veículos, equipamentos industriais e operações que atualmente dependem de combustíveis fósseis.

Antes da expansão para o biometano, parte do biogás capturado já era utilizada para geração de energia elétrica. Em 2023, quatro unidades da Friboi, localizada em Ituiutaba (MG), Mozarlândia (GO), Barra do Garças (MT) e Andradina (SP), passaram a gerar eletricidade a partir do metano capturado nos biodigestores.

O programa já acumulou mais de 13 mil MWh de energia renovável gerada, volume suficiente para abastecer aproximadamente 7 mil residências brasileiras durante um ano. A iniciativa também evitou a emissão de mais de 3 mil toneladas de gases de efeito estufa.

Com o novo investimento, Campo Grande II será a primeira unidade a receber a ampliação. A segunda máquina de produção deve entrar em operação em agosto. A planta, que já possui uma estrutura instalada há cerca de três anos, deve alcançar a autossuficiência energética com o uso do biometano.

“A primeira máquina já supre cerca de 80% da necessidade de gás natural da planta. Com a segunda, ela passa a ser 100% autossustentável e ainda terá um excedente que poderá ser comercializado para terceiros”, explicou Dresch.

A previsão é que a unidade de Andradina entre em operação em janeiro de 2027, enquanto Lins deve iniciar a produção em janeiro de 2028.

Além do uso nas próprias unidades industriais, a Âmbar também avalia direcionar parte da produção de biometano para a logística do grupo J&F, principalmente no transporte pesado, segmento em que o combustível renovável pode substituir o diesel.

A estratégia está conectada a outros negócios do conglomerado, como a Green Cargo, empresa voltada à locação e venda de caminhões movidos a gás natural e biometano, e a Logás, responsável pela logística do combustível em regiões onde não existe infraestrutura de distribuição por gasodutos.

Segundo o Gerente, a ideia é criar um ciclo integrado, em que o resíduo gerado pelas operações industriais se transforma em combustível utilizado novamente dentro da própria cadeia produtiva.

“Quando a gente olha para cada operação, avaliamos se é possível fazer o consumo internamente, o autoconsumo. Quando isso não for possível, podemos direcionar para terceiros. No transporte pesado, existe uma grande oportunidade, porque é um setor que consome muito diesel e pode fazer essa substituição pelo biometano”, afirmou.

A companhia avalia que essa integração pode criar os chamados corredores verdes, conectando unidades produtoras de biometano a operações logísticas do grupo, com abastecimento de caminhões movidos a gás renovável.

A companhia estima que a produção anual de 14 milhões de metros cúbicos de biometano poderá substituir cerca de 12 milhões de litros de diesel e evitar aproximadamente 30 mil toneladas de CO₂ por ano.

Segundo Dresch, o projeto também abre espaço para novas iniciativas dentro do grupo. A Âmbar avalia o aproveitamento de resíduos de outras operações da J&F, incluindo a Seara, além de estudos envolvendo resíduos de confinamento de gado de corte para produção de biometano.

“A gente tem a matéria-prima para produção do biogás, tem o consumo e consegue criar uma economia circular. Resíduos industriais passam a gerar valor dentro da própria cadeia produtiva”, afirmou.

Para a Âmbar, o biometano representa uma evolução da estratégia de energia renovável do grupo. Enquanto o biogás era utilizado principalmente para geração elétrica, o combustível purificado amplia as possibilidades de uso e pode atender diferentes setores da economia.

“Juntos, conseguimos unir a capilaridade operacional da JBS com a nossa expertise em biogás e biometano para construir uma solução que vai além de um projeto pontual. É uma plataforma de descarbonização com potencial de crescimento dentro do grupo e para o mercado”, destacou Marcelo Dresch.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Unesco reconhece teatros de AM e PA como Patrimônio Mundial Cultural


O Theatro da Paz, em Belém (PA), e o Teatro Amazonas, em Manaus (AM), receberam o título de Patrimônio Mundial Cultural da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A candidatura conjunta foi aprovada na madrugada desta segunda-feira (27).

Inaugurados no final do século XIX, quando a Amazônia vivia um intenso desenvolvimento econômico em função da extração do látex e comercialização da borracha, os dois teatros reúnem estruturas com materiais europeus e propósitos culturais similares, embora 18 anos separem a inauguração das duas casas.

Pela proximidade histórica, a candidatura dos dois espaços culturais foi apresentada em conjunto, sob a designação de Teatros da Amazônia.

Patrimônios brasileiros

A inscrição é a 26ª inserção de bens culturais, naturais ou mistos brasileiros na lista internacional da Unesco. Também receberam esse reconhecimento as cidades Brasília e Ouro Preto, centros históricos como os de Salvador e São Luís, bens naturais como o Complexo de Conservação da Amazônia Central e bens mistos como as culturas e biodiversidades de Paraty e Ilha Grande.

Theatro da Paz

Localizado em Belém, capital do Pará, o Theatro da Paz foi inaugurado em 1878, a partir do projeto arquitetônico do engenheiro José Tibúrcio Pereira Magalhães. Sua principal inspiração foi o Teatro alla Scala, de Milão, na Itália.

A construção se deu entre os anos de 1869 e 1874, mas, devido a denúncias envolvendo custos e governos, o espaço cultural só pôde ser inaugurado ao final do inquérito que investigava as irregularidades.

Em termos arquitetônicos, foi concebido para misturar o estilo neoclássico com elementos amazônicos, em uma estrutura pensada para ser um teatro de ópera, com a presença de um fosso para a orquestra capaz de permitir uma perfeita equalização da música tocada ao vivo com a voz dos cantores da ópera.

Passou por reformas para corrigir problemas estruturais, para aproximar mais o projeto inicial ao estilo neoclássico e a inserção de uma caixa d’água de 40 mil litros abaixo do fosso, que servia tanto para abastecer o sistema de resfriamento do local como para melhorar a acústica da sala de espetáculos.

É considerado o primeiro teatro de ópera da Amazônia e um dos primeiros teatros líricos do Brasil. Tem o título de teatro-monumento e patrimônio histórico, dado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Teatro Amazonas

Inaugurado em 1896, no Centro Histórico de Manaus, o Teatro Amazonas partiu do projeto arquitetônico do deputado provincial Antônio José Fernandes Júnior, escolhido pelo Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883.

O projeto também demorou a sair do papel devido aos altos custos da obra e a um impasse sobre o terreno escolhido para abrigar o espaço cultural. O trabalho de construção foi coordenado pelo arquiteto italiano Celestial Sacardim.

O teatro tem estilo arquitetônico renascentista e a maior parte do material usado em sua estrutura foi importado da Europa. A exemplo das 36 mil peças nas cores da bandeira brasileira, importadas da Alsácia, na França, para compor a cúpula central no topo do prédio.

Internamente, o decorador pernambucano Crispim Amaral optou pelo uso de elementos neoclássicos associados a outros estilos, atribuindo uma arquitetura eclética ao local. O italiano Domenico de Angelis foi responsável pela decoração do Salão Nobre, inclusive pelo afresco denominado “A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia”.

O Teatro Amazonas preserva até os dias de hoje grande parte dos elementos arquitetônicos e a decoração original e é tombado pelo Iphan como Patrimônio Histórico Nacional desde 1966.



Veja a Matéria Completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.