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Tilápia, atum e lagosta: veja pescados que escaparam do tarifaço dos EUA

Tilápia, atuns, espadarte e lagosta congelada estão entre os principais pescados brasileiros que ficaram de fora da nova tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações do Brasil. A cobrança entra em vigor nesta quarta-feira (22) e atinge apenas uma parcela dos produtos da pesca e da aquicultura enviados ao mercado norte-americano.

A lista completa foi divulgada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, que detalhou quais espécies permaneceram isentas e quais passarão a ser tarifadas. A medida faz parte das ações adotadas pelo governo dos Estados Unidos no âmbito da investigação baseada na Seção 301.

Na prática, a maior parte das exportações brasileiras do setor continuará sem a cobrança adicional. Segundo o ministério, os produtos isentos representaram 89,2% do valor exportado aos Estados Unidos em 2025. Considerando os embarques realizados entre janeiro e junho de 2026, essa participação sobe para 93,6%.

Entre os itens de maior peso na pauta exportadora que permanecem livres da tarifa estão a tilápia, os atuns, o espadarte e a lagosta congelada.

Quais pescados brasileiros ficaram isentos da tarifa?

Os produtos que permanecerão isentos da nova tarifa são:

  • Albacora-laje (Thunnus albacares) fresca ou refrigerada;
  • Albacora-bandolim (Thunnus obesus) fresca ou refrigerada;
  • Cavalinhas frescas ou refrigeradas;
  • Espadarte fresco ou refrigerado;
  • Tilápia fresca ou refrigerada;
  • Tilápia inteira congelada;
  • Filé de tilápia fresco ou refrigerado;
  • Lagosta congelada;
  • Outros peixes congelados classificados na posição NCM 0303.89, como corvina, pescadas, pargo, peixe-sapo, garoupas, tainhas e cherne-poveiro, entre outros.

Quais produtos da pesca brasileira serão taxados?

Os seguintes produtos não foram incluídos na lista de isenção e estarão sujeitos à tarifa de 25%:

  • Farinhas, pós e pellets de peixe impróprios para alimentação humana;
  • Outros peixes das famílias Bregmacerotidae, Gadidae e similares;
  • Filé de tilápia congelado;
  • Outros filés congelados de peixes;
  • Outras carnes de peixes, frescas, refrigeradas ou congeladas;
  • Lagostas vivas, frescas ou refrigeradas;
  • Algas próprias para alimentação humana;
  • Outras algas frescas, refrigeradas, congeladas ou secas.

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Nunes diz que irá recorrer de liberação de mototáxi em SP: ‘Querem que morram mais’


O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), protestou contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que determinou nesta terça-feira (21) que a prefeitura autorizasse a Uber a oferecer transporte de passageiros por motocicletas na cidade. A prefeitura irá recorrer da decisão.

À colunista da Jovem Pan Beatriz Manfredini, Nunes afirmou que a decisão desconsidera dados alarmantes de acidentes e vítimas por uso de motocicletas na capital, afirmando que os responsáveis pela autorização ‘querem que morram mais [pessoas]’.

Segundo o prefeito, no ano passado foram 475 vítimas de acidentes. Destas, mais da metade das vítimas de acidentes de trânsito atendidas nas unidades da Rede Lucy Montoro da capital estavam em motocicletas. Ainda segundo as estatísticas, 58% ficaram paraplégicos e 20% sofreram amputações.

“Não estão satisfeitos com esses dados trágicos; querem que morram mais, que fiquem mais paraplégicos, que mais sejam amputados. Querem uma carnificina”, afirmou Nunes.

Caso a decisão não seja cumprida em 48 horas, a multa diária será estabelecida no valor de R$ 5 mil.

Entenda a decisão

Na última semana, a Prefeitura e o Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV) negaram o pedido da empresa para operar o serviço. A Uber contestou as razões apresentadas pela prefeitura e afirmou que se tratava de uma tentativa de barrar o transporte de passageiros por motocicletas na cidade.

Na decisão, a juíza rejeitou o novo indeferimento emitido pelo CMUV, classificando a decisão como resistência ao cumprimento de ordens judiciais anteriores. Procurada, a Prefeitura de São Paulo não retornou. O espaço segue aberto.

De acordo com parecer jurídico da Prefeitura e do CMVU, a Uber não apresentou documento que comprovasse o requisito de contratação de seguro de acidentes pessoais, conforme previsto na legislação aprovada na Câmara dos Vereadores.

A magistrada destacou na decisão a apresentação da declaração de seguro assinada por representantes da seguradora Chubb por parte da Uber, esvaziando “objeções formais tardiamente suscitadas” pela Prefeitura.

“A empresa apresentou declaração de cobertura atualizada, no mesmo formato daquela que sempre instruíra o processo, sanando exatamente os dois pontos indicados. O indeferimento sobreveio, então, por vícios distintos dos constantes da notificação ausência de assinatura e não juntada da apólice , jamais suscitados em qualquer fase anterior”, afirmou a juíza.

O TJ-SP determinou que o CMUV credencie a Uber como pessoa jurídica exploradora do serviço no município

Desde 2023, a Prefeitura e as empresas Uber e 99 travam uma briga na Justiça acerca da liberação do serviço na cidade. Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que municípios não podem proibir o mototáxi, as companhias de transporte por aplicativos anunciaram o início do serviço a partir de dezembro de 2025.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura regulamentasse o modal. A justificativa da Prefeitura para se opor ao serviço, antes da regulamentação aprovada pela Câmara, era um eventual aumento do número de acidentes em um trânsito já sobrecarregado.



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Cacau reage na Bolsa de Nova York após forte queda da semana passada

Os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta terça-feira (21) em alta na Bolsa de Nova York, após um movimento de recuperação técnica impulsionado pela cobertura de posições vendidas. O contrato com vencimento para setembro avançou 1,58% e fechou cotado a US$ 5.607 por tonelada.

Apesar da valorização no dia, o mercado segue próximo das mínimas registradas na última semana, refletindo a cautela dos investidores em relação ao consumo global de chocolate.

Na quinta-feira passada, as cotações do cacau chegaram ao menor nível em duas semanas após a divulgação de dados mais fracos de processamento na Europa. Segundo a ECA (Associação Europeia do Cacau), a moagem de cacau no continente somou 316.366 toneladas no segundo trimestre, volume 4,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que projetava queda de 1,5%, e representa o menor nível para um segundo trimestre em seis anos.

O desempenho da moagem é acompanhado de perto pelo mercado por ser um importante indicador da demanda por cacau. Os números reforçaram as preocupações com um consumo mais fraco, limitando uma recuperação mais consistente dos preços, mesmo diante da alta registrada nesta terça-feira.

Açúcar

Os contratos futuros do açúcar encerraram a sessão em alta, com o vencimento para outubro avançou 0,40%, fechando cotado a 14,88 centavos de dólar por libra-peso.

O mercado foi sustentado pela forte valorização do petróleo, que elevou a atratividade da produção de etanol. O contrato do petróleo WTI subiu mais de 2% e atingiu o maior patamar em cinco semanas, fortalecendo a expectativa de que usinas possam destinar uma parcela maior da cana para a fabricação de biocombustível em detrimento do açúcar. Esse movimento tende a reduzir a oferta global da commodity e dar suporte às cotações.

Apesar da recuperação desta terça-feira, o mercado ainda repercute as perdas registradas na semana passada. Na quinta-feira, os preços do açúcar caíram ao menor nível em três semanas após a melhora das condições climáticas na Índia, um dos maiores produtores mundiais da commodity.

De acordo com o Departamento Meteorológico da Índia, o déficit acumulado das chuvas de monção no país até 20 de julho era de 23% em relação à média histórica. O resultado representa uma melhora significativa frente ao déficit de 42% registrado no fim de junho, reduzindo as preocupações com a safra de cana-de-açúcar e aumentando as perspectivas de oferta no mercado global.

Café

No caso do café arábica, o contrato encerrou a sessão em queda na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro recuou 0,75%, fechando cotado a US$ 3,22 por libra-peso.

Após iniciarem o dia em alta, as cotações perderam força ao longo da sessão diante da revisão das previsões climáticas para as principais regiões produtoras do Brasil. De acordo com a Barchart, os modelos meteorológicos passaram a indicar ausência de chuvas ao longo desta semana, cenário que favorece o avanço da colheita e amplia a expectativa de maior oferta da commodity no curto prazo.

Além das condições climáticas, o mercado também acompanha o aumento dos estoques de café robusta, fator que contribui para pressionar as cotações. Na segunda-feira, os estoques da variedade atingiram o maior nível em cerca de três meses e três semanas, reforçando a percepção de maior disponibilidade do produto no mercado internacional.

Algodão

Os contratos futuros encerraram a sessão  em alta e o vencimento para dezembro avançou 1,90%, fechando cotado a 80,42 centavos de dólar por libra-peso.

As cotações foram sustentadas pelos dados mais recentes do relatório Crop Progress, do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que apontaram boas condições para a safra norte-americana.

Segundo o levantamento, 73% das lavouras de algodão estavam na fase de formação de maçãs até o último domingo, desempenho 1 ponto percentual acima da média histórica. Além disso, 32% das áreas já haviam alcançado a fase de abertura das cápsulas, em linha com a média dos últimos cinco anos.

O USDA também informou melhora na qualidade das lavouras. A parcela classificada como boa ou excelente subiu para 45%, avanço de 1 ponto percentual em relação à semana anterior. Já o índice Brugler500, utilizado para acompanhar a condição das plantações, avançou de 331 para 332 pontos. Entre os principais estados produtores, a nota do Texas recuou dois pontos, enquanto a Geórgia permaneceu estável

Suco de Laranja 

O vencimento futuro para o suco de laranja para entrega em setembro finalizou com desvalorização de 2,44% em que o contrato fechou negociado a US$ 1,43 por libra-peso.

https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/gabriella-weiss/agro/por-que-o-brasil-precisa-importar-fertilizantes/

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Forças de segurança pública integram curso de Comunicação Não Violenta, em Dourados – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Centro de Atenção Biopsicossocial (CABS), promoveu na sexta-feira (10) em Dourados o curso Comunicação Não Violenta (CNV), reunindo policiais civis, policiais militares, bombeiros militares e peritos da Polícia Científica.

Ministrada pela especialista Cátia Diniz, a capacitação apresentou conceitos e ferramentas da Comunicação Não Violenta, metodologia desenvolvida pelo psicólogo Marshall Rosenberg, que propõe uma comunicação baseada na escuta ativa, na empatia, no respeito e na compreensão das necessidades das pessoas, contribuindo para a prevenção e a resolução pacífica de conflitos.

Ao longo do dia, os participantes refletiram sobre a importância da forma como a comunicação é estabelecida, tanto no relacionamento entre os profissionais das diferentes instituições que compõem a segurança pública quanto no atendimento diário à população. O curso também abordou estratégias para fortalecer o diálogo, reduzir tensões e promover relações mais colaborativas, respeitosas e eficazes.

A iniciativa integra as ações desenvolvidas pelo Centro de Atenção Biopsicossocial (CABS), que atua na promoção da saúde, do bem-estar e da valorização dos servidores da segurança pública.

Comunicação Sejusp



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Vazamento de gás é registrado em obra da Sabesp na zona oeste de SP


Um vazamento de gás ocorreu em uma obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) na zona oeste de São Paulo na manhã desta terça-feira (21). Segundo a empresa, uma rede de gás foi atingida acidentalmente durante a manutenção de esgoto no Jardim Bonfiglioli. Não houve vítimas.

A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) informou que foi acionada por volta da 10h09 para atender uma ocorrência de “dano na rede de gás encanado causado por obras de terceiros”. A companhia afirma que a equipe chegou ao local, Avenida Professor Lucas de Assunção, 27, por volta das 10h33 e eliminou o vazamento.

Em nota, a Sabesp afirmou que “antes do início dos serviços, a Sabesp consultou o cadastro disponibilizado pela concessionária de gás, realizou a marcação da rede em campo com base nas informações fornecidas e executou sondagens de segurança”.

“A escavação foi realizada fora da faixa de segurança identificada a partir desses procedimentos”, acrescentou a Sabesp, que afirmou ainda que, assim que a ocorrência foi identificada, interrompeu os serviços, isolou a área e acionou a Comgás para o fechamento da rede.

“A Sabesp permanece no local acompanhando os trabalhos e, em conjunto com a Comgás, realiza a apuração técnica para determinar as circunstâncias e a causa da ocorrência”, concluiu

O vazamento é ao menos o quinto incidente relacionado a obras da Sabesp em menos de três meses. Na última semana, uma cratera se abriu durante uma obra executada por uma empresa terceirizada da Sabesp, deixando nove pessoas desabrigadas e três imóveis interditados preventivamente. Não houve vítimas.

Em maio, uma explosão durante uma obra no Jaguaré, na zona oeste da capital, matou uma pessoa, deixou três feridos e provocou danos em dezenas de imóveis. Após o acidente, a Defesa Civil interditou dez residências, cerca de 160 pessoas ficaram desalojadas e moradores de um condomínio também precisaram deixar temporariamente seus apartamentos.

Quase um mês depois, a Sabesp anunciou um pacote de medidas para reforçar a segurança nas obras, incluindo a ampliação do número de fiscais e o monitoramento dos serviços por câmeras com inteligência artificial até o fim deste ano.

Já no início de julho, um vazamento de gás durante outra obra da companhia, na região da República, no centro da capital, mobilizou equipes de emergência. Não houve vítimas.

No dia 9 de julho, um outro incidente ocorreu durante uma intervenção da companhia em frente a uma hamburgueria. Um vazamento de água alagou a calçada e atingiu parte da fachada do estabelecimento. O episódio foi registrado em vídeo por uma funcionária da empresa e divulgado nas redes sociais.



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USDA confirma 41 casos de mosca-varejeira nos EUA desde junho

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou 41 casos de mosca-varejeira-do-novo-mundo no país entre 3 de junho e 20 de julho. Segundo o APHIS (Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal), 31 ocorrências foram registradas em junho e outras 10 em julho.

Do total de casos, 12 ainda permanecem ativos e 29 já foram encerrados pelas autoridades sanitárias. A maioria dos focos foi identificada no sul do Texas. Apenas um caso foi registrado fora do estado, no sudeste do Novo México.

Os registros envolvem diferentes espécies animais, sendo 21 bovinos, 13 ovinos, quatro caprinos e três cães.

A confirmação dos casos marca o retorno da mosca-varejeira-do-novo-mundo aos Estados Unidos após mais de seis décadas. A praga havia sido erradicada do país na década de 1960 por meio de um amplo programa de controle biológico, que restringiu sua presença à América Central por muitos anos.

A mosca-varejeira é considerada uma das principais ameaças à pecuária. As fêmeas depositam ovos em feridas abertas dos animais e, após a eclosão, as larvas passam a se alimentar de tecido vivo, provocando lesões profundas, redução do ganho de peso, queda na produtividade e, em casos mais graves, até a morte dos animais se não houver tratamento.

Nos últimos anos, a praga voltou a avançar pelo continente, com registros no Panamá, Costa Rica, Nicarágua e Honduras. Em 2024, o México também confirmou novos casos, levando os Estados Unidos a suspenderem, em maio de 2025, a importação de gado vivo do país vizinho.

A restrição às importações ocorre em um momento delicado para a pecuária norte-americana. O rebanho bovino dos Estados Unidos está no menor nível dos últimos 75 anos, o que aumenta a preocupação com a oferta de animais.

Para conter a disseminação da mosca-varejeira, o USDA ampliou o programa de controle biológico com a liberação de moscas estéreis. Desde o fim de 2025, foram inauguradas três unidades de dispersão aérea, sendo uma em Tampico, no México, outra na Base Aérea de Moore, no Texas, e uma terceira em Chiapas, no sul do México, reforçando a estratégia para impedir que a praga avance pelo território norte-americano.

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Vacas tokenizadas movimentam R$ 100 mil na primeira operação na B3

O mercado financeiro brasileiro realizou a primeira operação formal de crédito utilizando vacas leiteiras tokenizadas como garantia em uma operação registrada na B3. Estruturada pela Target FIDC, a iniciativa movimentou R$ 100 mil e utiliza dados captados pela agtech Cowmed para transformar animais em ativos digitais aceitos como garantia em operações financeiras.

O modelo conecta o rebanho ao mercado de capitais por meio de dispositivos inteligentes instalados nos animais. As coleiras monitoram, em tempo real, informações como saúde, comportamento e localização das vacas. Esses dados são convertidos em um código digital criptografado, que funciona como uma identidade eletrônica única para cada animal.

Essa identidade é anexada ao contrato de crédito e registrada na B3, permitindo que o rebanho seja utilizado como garantia sem a necessidade de inspeções presenciais nas propriedades rurais.

Segundo o CEO da Cowmed, Thiago Martins, a digitalização dos animais cria um nível de segurança compatível com as exigências do sistema financeiro.

“Nós pegamos a vaca, que é um ativo real e tangível, e a transformamos em um ativo digital lastreado por um código único monitorado em tempo real. Essa digitalização permite o registro formal na B3 como um ativo mobiliário. O processo é simples e dá ao produtor uma oportunidade vantajosa de se financiar, abrindo uma nova alternativa de garantia em um momento de forte restrição de crédito no agronegócio”, afirmou.

De acordo com o diretor da Target FIDC, Humberto Brenner, a tecnologia reduz uma das principais barreiras para que bancos aceitem rebanhos como garantia: a falta de informações confiáveis sobre a localização e as condições dos animais.

Segundo ele, a prática tradicional do mercado era aplicar grandes descontos sobre o valor do rebanho devido às incertezas. Uma vaca avaliada em R$ 20 mil, por exemplo, poderia ser considerada como uma garantia de apenas R$ 8 mil. Com o monitoramento contínuo, a avaliação passa a refletir o valor de mercado do animal.

Além de ampliar o valor das garantias, o modelo permite que o produtor utilize os recursos como capital de giro, destinando o crédito para necessidades do fluxo de caixa, compra de equipamentos ou despesas de pré-custeio da atividade.

Outro diferencial, segundo a Target FIDC, é a redução do risco para as instituições financeiras. Como cada animal recebe um código exclusivo registrado na B3, o sistema impede que um mesmo rebanho seja oferecido simultaneamente como garantia em diferentes operações de crédito.

A plataforma também prevê mecanismos para lidar com riscos biológicos. Caso um animal morra, o produtor pode substituí-lo por outro de forma digital. A operação já é estruturada com cerca de 20% de animais adicionais justamente para garantir a manutenção das garantias durante a vigência do financiamento.

Atualmente, a Cowmed monitora cerca de 100 mil vacas leiteiras em mais de mil fazendas no Brasil e em outros países da América. Segundo a empresa, o patrimônio estimado desse rebanho supera R$ 2 bilhões.

A expectativa é que aproximadamente 20% dos produtores atendidos adotem a nova modalidade de financiamento, o que poderá representar cerca de R$ 400 milhões em operações de crédito lastreadas em rebanhos tokenizados.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mercado-de-leite-no-brasil-recuperacao-gradual-de-precos-em-2026/

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Férias no Bioparque Pantanal une brincadeiras, natureza e aprendizado nas férias de julho – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


O Bioparque Pantanal preparou uma programação para as férias escolares de julho, com atividades voltadas a crianças de 6 a 12 anos, unindo aprendizado, diversão e educação ambiental. Entre os dias 21 a 31 de julho, o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) promoverá uma série de oficinas lúdicas e interativas para estimular a conscientização ambiental e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural.

As atividades serão realizadas de terça a sexta-feira, em dois períodos: matutino, das 9h às 10h30, e vespertino, das 14h30 às 15h30. Cada oficina terá duração de uma hora e foi planejada para aproximar crianças e familiares da biodiversidade por meio de experiências que incentivam a valorização do patrimônio natural.

Entre as atrações está uma oficina que une música e palhaçaria, técnica teatral que utiliza o humor e a interação com o público para tornar o aprendizado mais leve e divertido.

Ao longo da programação, os participantes aprenderão sobre sustentabilidade por meio da confecção de brinquedos com materiais reutilizáveis, transformando garrafas PET em cachorrinhos, cobrinhas e carrinhos. As atividades incluem ainda um quebra-cabeça com monumentos históricos de Campo Grande, estimulando o conhecimento sobre a história e o patrimônio cultural da Capital.

O cronograma também contempla uma oficina dedicada ao tamanduá-bandeira, realizada em parceria com o Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS). Por meio de imagens e vídeos inéditos, crianças e familiares poderão conhecer a importância desse animal emblemático da fauna brasileira e compreender a relevância de sua conservação.

SERVIÇO

21/07: Palhaçaria – Roda, Riso e Som (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
22/07: Estação Folclore – Touro Candil (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
23/07: Arte com gravura (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
24/07: Tamanduá, pra que serve essa bandeira?. (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
28/07: Criando e reciclando – flores de cartela de ovo (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
29/07: Arte com folhas (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
30/07: Turismo e diversão – quebra-cabeça dos monumentos de Campo Grande (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
31/07: Tampinhas que transformam (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)

Caio Henrique Romero, Bioparque Pantanal



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Minerva homologa aumento de capital após exercício de bônus de subscrição

A Minerva Foods informou nesta terça-feira (21) que o Conselho de Administração homologou um aumento de capital social decorrente do exercício de bônus de subscrição concedidos aos investidores que participaram da oferta de ações realizada em 2025.

Na prática, a operação não representa uma nova captação de recursos nem uma nova oferta de ações ao mercado. Trata-se apenas da conversão de bônus de subscrição, um direito concedido aos investidores para adquirir ações da empresa por um preço previamente estabelecido.

Segundo comunicado enviado ao mercado, o capital social da companhia passou de R$ 3,134591 bilhões para R$ 3,134593 bilhões, um acréscimo de R$ 2.014,56. A operação resultou na emissão de 405 novas ações ordinárias, ao preço de R$ 4,9743 por papel.

Com a homologação, o número total de ações da Minerva passou de 1,000540 bilhão para 1,000541 bilhão de ações. Na prática, foram incorporados apenas 405 novos papéis, uma quantidade considerada irrelevante diante da base acionária da companhia.

Os bônus de subscrição foram distribuídos em 2025 como um incentivo para que os acionistas participassem do aumento de capital aprovado em Assembleia Geral Extraordinária realizada em abril daquele ano. Agora, parte dos investidores exerceu esse direito, comprando as ações nas condições previamente definidas.

Para os acionistas, o impacto da operação é praticamente nulo. Como o aumento do capital foi de apenas R$ 2.014,56, mil a diluição da participação dos investidores é insignificante e não altera a estrutura de capital, a estratégia ou a capacidade financeira da empresa.

Segundo a empresa, a homologação apenas formaliza uma etapa prevista na operação realizada em 2025. Por isso, o comunicado tem caráter predominantemente societário e não indica uma nova rodada de captação de recursos nem mudanças relevantes nos negócios da companhia.

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