Categorias
agro destaque_home

MBRF vê América Latina como chave para expansão da National Beef

A MBRF vê na América Latina uma peça cada vez mais importante para o avanço da National Beef no mercado internacional. Com a oferta de gado restrita nos Estados Unidos e os custos da matéria-prima pressionando as margens dos frigoríficos, a companhia pode ampliar o uso da operação americana como plataforma de distribuição para carnes produzidas em países como Brasil, Argentina e Uruguai.

A estratégia foi sinalizada pelo CEO global da MBRF, Miguel Gularte, durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026. Ao comentar o desempenho da operação americana, o executivo afirmou que “na operação de beef América do Norte, demonstramos resiliência e competitividade, com aumento de volume, mesmo em um cenário de oferta restrita de gado”.

Gularte também destacou especificamente a importância da estrutura americana para os negócios da América do Sul. Segundo o CEO, a plataforma de distribuição da National Beef “beneficia as exportações da América do Sul para os Estados Unidos”.

A declaração coloca a National Beef em uma posição que vai além do processamento de carne produzida nos Estados Unidos. A companhia pode funcionar como uma ponte entre a produção sul-americana e o mercado americano, aproveitando a estrutura comercial e de distribuição já existente no país.

A possibilidade de utilizar diferentes origens de carne ganha relevância diante do atual cenário da pecuária americana. De acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o rebanho dos Estados Unidos está no menor nível desde 1951, enquanto o volume de bovinos abatidos pela indústria caiu 7% no segundo trimestre.

Ao mesmo tempo, o preço de referência do boi vivo no Kansas alcançou US$ 254,45 por 100 libras, alta de 15,9% na comparação anual.

Nesse ambiente de oferta restrita e matéria-prima mais cara, a disponibilidade de carne produzida em outros países pode ampliar a flexibilidade da MBRF para atender seus clientes nos Estados Unidos.

Brasil, Argentina e Uruguai possuem cadeias de produção bovina relevantes e podem complementar a oferta da operação americana, sempre respeitando as regras sanitárias, tarifárias e de origem exigidas pelo mercado dos Estados Unidos.

A lógica é utilizar as diferentes operações da companhia de forma integrada. Enquanto a produção ocorre em países com diferentes ciclos de oferta de gado, a National Beef fornece uma estrutura comercial e de distribuição próxima ao consumidor americano.

A fala de Gularte reforça que a National Beef não deve ser analisada apenas como uma operação dependente do ciclo pecuário dos Estados Unidos.

Ao destacar que a plataforma “beneficia as exportações da América do Sul para os Estados Unidos”, o CEO sinaliza que a companhia americana também pode exercer uma função estratégica para outras operações da MBRF.

China também entra no desenho estratégico

A estratégia ganha uma dimensão ainda maior quando considerada a posição da China no mercado global de carne bovina.

O país é um dos principais destinos da produção sul-americana e pode representar uma alternativa importante para a MBRF direcionar seus produtos conforme as condições comerciais de cada mercado.

Durante a teleconferência, Gularte citou a situação da unidade de Tacuarembó, no Uruguai, que enfrenta restrições para vender ao mercado chinês. Nesse contexto, a estrutura da National Beef nos Estados Unidos ganha importância como alternativa comercial para produtos sul-americanos.

A MBRF, porém, não anunciou uma operação específica para utilizar a National Beef como plataforma de exportação de carne latino-americana para a China.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

Apoio para alta de juros dos EUA foi maior que os três votos dissidentes


A decisão de manter os juros nos EUA, tomada pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) no fim de julho, teve um amplo debate sobre os rumos da inflação, com apoio para alta de juros já naquele encontro se mostrando maior do que os três votos dissidentes apontavam. O contexto da decisão está na ata da reunião, que foi divulgada nesta quarta-feira (19).

Segundo Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, isso ocorre porque diversos participantes não votam em toda reunião, já que o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA,  alterna esse direito entre os presidentes dos bancos regionais a cada ano. “Por isso, é possível que mais dirigentes defendam uma posição no debate do que os que efetivamente a registram no voto final”, explica Kayo. 

Leia também: Recado ou bazuca? Entenda a intervenção do Tesouro dos EUA que animou o mercado

“O ponto central é justamente que os membros que defenderam a alta de juros não estavam apenas isolados em uma posição”, afirma Nicolas Gass, chefe de alocação de investimentos e sócio da GT Capital. Ele aponta que a ata mostra, inclusive, que alguns deles argumentaram que subir agora ajudaria justamente a evitar altas maiores mais adiante. 

“Quando você tem múltiplos participantes dizendo que ‘aperto adicional provavelmente será necessário’ e dois presidentes regionais sem voto sinalizando publicamente que também teriam apoiado a alta, fica claro que o Comitê estava a um dado ruim de distância de perder a maioria pela manutenção”, avalia Camilo Cavalcanti , Gestor da Oby Capital.

Inflação

Leonardo Costa, economista do ASA, destaca que a ata do Fomc mostra um comitê preocupado com a inflação, “com viés claramente vigilante”, mas sem consenso para alta.

Na avaliação dele, a autoridade monetária está em modo de espera, mas com uma ala hawkish defendendo a alta de juros caso os dados mostrem um cenário de deterioração.

Apesar do maior apoio para a alta de juros do que os três dissidentes apontavam, Costa pontua que a avaliação predominante foi de que a inflação deve desacelerar no restante do ano, na medida em que os efeitos das tarifas e do choque de energia se dissipem. 

Ele também pontuou que muitos participantes defenderam que a pressão inflacionária está disseminada em diversas categorias, especialmente em serviços subjacentes e em setores ligados à Inteligência Artificial (IA). “A ata deixa claro que os riscos para a inflação continuam assimétricos para cima, agravados pela escalada do conflito no Oriente Médio e pela sucessão de choques de oferta dos últimos anos”, afirma.

Continua depois da publicidade

Gass destaca que, quando a alta é generalizada, o diagnóstico muda para a pressão de demanda e o argumento a favor de uma alta de juro fica mais forte.

No entanto, os dados que vieram depois da reunião do Fomc, mostrando um mercado de trabalho mais fraco em julho e o núcleo da inflação mais comportado, alteraram a projeção de probabilidade de alta de juros em setembro, afirma Cavalcanti, da Oby. Ainda assim, a expectativa é de que haja ao menos uma alta de juros neste ano, já que a inflação não deve arrefecer no ritmo que o Fomc gostaria.

Cláudia Moreno, economista do C6, aponta que mesmo com os dados mais fracos, ainda há um mercado de trabalho sólido nos EUA que deve manter a taxa de emprego estável e a inflação seguirá pressionada devido aos preços de energia o que, dado o contexto, pode levar a uma alta de juros nos EUA. Segundo Moreno, o C6 mantém a projeção de duas altas de juros neste ano, de 0,25 pontos percentuais cada.

Continua depois da publicidade

O banco Daycoval, no entanto, manteve a expectativa de manutenção de juros nos EUA no intervalo atual de 3,50% a 3,75% até o fim de 2026 e retirou a projeção de dois cortes em 2027.

Menos reuniões, mais dados

Outro ponto destacado pelos economistas foi a defesa do presidente do Fed, Kevin Warsh, de reduzir o número de reuniões de oito ao ano para seis, fazendo com que o comitê reunisse mais dados econômicos a cada encontro. Gass afirma que nenhuma decisão foi tomada neste sentido, mas mostra a postura de Warsh de conduzir a política monetária com base em dados acumulados e não em relação à expectativa do mercado.

Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil, avalia que a mudança no número de reuniões poderia trazer mais impacto na decisão sobre juros, já que muitos encontros acabam sendo pela manutenção de juros, a espera de mais dados.

Continua depois da publicidade

Impacto no Brasil

A decisão de juros nos EUA é acompanhada de perto no Brasil porque a política monetária de lá influencia na daqui. Leonardo Mendes, economista da Manchester Investimentos, aponta que a ata é “marginalmente negativa” para os juros longos do Brasil, porque aumenta a pressão para os títulos públicos brasileiros, dada a saúde fiscal do país. Isso significa que os juros que o Tesouro Nacional teria que pagar mais juros para atrair os estrangeiros e compensar o risco. Mas, se o Fed ficar parado ou subir mais 0,25 ponto percentual, a diferença de juros atrairia os investimentos ao Brasil.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Quem são os mortos em acidente entre micro-ônibus e caminhão no Paraná


Um choque frontal entre um micro-ônibus e um caminhão, na madrugada desta quarta-feira (19), deixou 23 pessoas mortas e cinco feridas. A colisão ocorreu na BR-372, na altura do quilômetro 209, em Ipiranga, no Paraná. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o acidente é o mais grave registrado no estado desde 2021.

Segundo a corporação, das 23 vítimas (21 adultos e duas crianças), 22 estavam no micro-ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva. A outra morte foi a do motorista que conduzia o caminhão.

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) comunicou na tarde desta quarta-feira que a Polícia Científica do Paraná (PCP) e a Polícia Civil do Paraná (PCPR) identificaram sete vítimas. São eles:

  • Azelia Grisoski Stadler, 75 anos;
  • Elisabeth do Rocio Malaquias Rodrigues, 54 anos;
  • Liane Biernet, 56 anos;
  • Miriam Vieira Magalhães, 50 anos;
  • Nelson Luiz Bronguel, 61 anos;
  • Valderi Stadler, 47 anos;
  • Willieny Brandt Marcoonato, 32 anos.

“Os procedimentos de identificação seguem em andamento. Os nomes das vítimas serão informados à medida que as identificações forem concluídas e os procedimentos necessários forem realizados”, disse a Sesp.



Veja a Matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Trigo sobe mais de 2% com tensão no Mar Negro e risco para exportações

Na Bolsa de Chicago, o contrato futuro do trigo para entrega em dezembro encerrou a sessão desta quarta-feira (19) com alta de 2,39%, cotado a US$ 6,97 por bushel, em um cenário de maior preocupação com os impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o escoamento da produção.

Segundo a Royal Rural, os efeitos do conflito passaram a atingir diretamente as embarcações utilizadas no transporte de grãos. Pelo menos cinco navios graneleiros foram atacados nas proximidades de Novorossiysk e Tuapse, regiões estratégicas para as exportações russas pelo Mar Negro.

As interrupções no fluxo de exportações da região continuam dando sustentação às cotações. Os ataques recentes têm atingido tanto a infraestrutura portuária quanto navios, em um momento importante para o comércio de trigo, já que os embarques do Mar Negro costumam ganhar força após a colheita.

De acordo com a Barchart, o movimento de alta foi observado nas três principais bolsas de trigo dos Estados Unidos. Em Chicago, os contratos de trigo de inverno apresentavam ganhos de 14 a 15 centavos de dólar por bushel. Em Kansas City, os futuros de trigo avançavam entre 16 e 17 centavos nos vencimentos seguintes.

Em Minneapolis, onde são negociados contratos de trigo de primavera, as altas chegavam a 17 a 18 centavos de dólar por bushel. O avanço generalizado reforça a reação do mercado diante das preocupações com a oferta e com possíveis dificuldades logísticas no Mar Negro.

Soja

O contrato futuro da soja para entrega em novembro encerrou o dia com alta de 1,68% na Bolsa de Chicago, cotado a US$ 12,37 por bushel.

A valorização foi sustentada principalmente pelos resultados abaixo do esperado do Pro Farmer Crop Tour para as lavouras de milho e soja nos Estados Unidos. Segundo a Royal Rural, os dados aumentaram as dúvidas sobre o potencial produtivo da safra norte-americana.

Em Indiana, o levantamento estimou produtividade do milho em 183,54 bushels por acre e contabilizou 1.318,64 vagens por área para a soja. Em Nebraska, a estimativa ficou em 163,61 bushels por acre para o milho e 1.219,62 vagens para a soja. Os números ficaram abaixo dos registrados no ano passado e reforçaram as preocupações após resultados mais fracos também em Ohio e South Dakota.

Além dos fundamentos agrícolas, o mercado recebeu suporte do cenário financeiro. O Tesouro dos Estados Unidos anunciou que pretende ampliar de US$ 2 bilhões para pelo menos US$ 4 bilhões as recompras de determinados títulos de longo prazo.

A medida contribuiu para a queda dos juros norte-americanos e para o enfraquecimento do dólar, combinação que favorece as commodities negociadas em dólar e melhora o ambiente para os contratos agrícolas em Chicago.

A continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia também permanece no radar dos investidores, diante dos possíveis impactos sobre o comércio global de commodities e os fluxos de exportação.

Milho

O contrato futuro do milho para entrega em dezembro encerrou a sessão com queda de 2,05% na Bolsa de Chicago, cotado a US$ 4,98 por bushel, em um movimento de baixa apesar das preocupações com a produtividade das lavouras nos Estados Unidos e com a oferta global.

Segundo a Granar, as estimativas de produtividade abaixo do normal divulgadas por integrantes da ProFarmer ajudaram a sustentar os preços ao longo do pregão. As projeções apontam impactos provocados pela falta de água nas Grandes Planícies Centrais e pelo excesso de umidade nas regiões produtoras de milho e soja no leste dos Estados Unidos.

As condições climáticas também permanecem no radar para a safra 2026/2027 da União Europeia, que apresenta perspectivas desfavoráveis. O cenário aumenta as preocupações com a oferta internacional de milho.

Outro fator de atenção é a Ucrânia. Os ataques russos contra estruturas de infraestrutura portuária no Mar Negro e no rio Danúbio aumentam as incertezas sobre o ritmo das exportações ucranianas e podem afetar o fluxo global da commodity.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

Preço médio da gasolina nos EUA completa um mês acima de US$ 4 por galão


O preço médio da gasolina cobrado nos Estados Unidos atingiu US$ 4,08 nesta quarta-feira, ante US$ 4,06 ontem e US$ 4,03 há uma semana. A última vez que o preço ficou abaixo dos 4 dólares foi em 19 de julho, quando atingiu US$ 3,99. Os dados são Associação Automotiva Americana (AAA) e espelha a nova onde incerteza sobre a guerra no Oriente Médio, que mantém o preço do barril de petróleo acima dos US$ 90.

Essa valor é uma média feita pela entidade, pois há estados, como Califórnia e Washington, onde os preços têm ficado constante mente acima dos US$ 5. Enquanto isso, estados mais ao sul, como Louisiana e Mississipi, mostram valor de US$ 3,6 por galão. O valor mais baixo nessa quarta-feira foi encontrado em Indiana (US$ 3,56, em média).

Leia também: Preço da gasolina volta a ficar acima de US$ 4,00 nos Estados Unidos

A NBC News destaca uma análise da Universidade Brown, de que o aumento dos preços da gasolina desde o início da guerra – em fevereiro – custou aos americanos mais de US$ 40 bilhões.

No final de semana, o presidente Donald Trump disse não estar preocupado com o valor atual do combustível. “Para você pagar um pouquinho a mais pelo seu combustível, (…) você está fazendo isso para que um país muito maligno não possa ter uma arma nuclear. Lembre-se disso quando estiver pagando US$4. Eu nunca me desculparei.”



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

MP denuncia homem que matou ex e cachorro em mercado de São Paulo


O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou nesta quarta-feira (19) o homem que matou a esposa, Angelita Manoela Rodrigues, a facadas em supermercado na zona norte de São Paulo no último domingo (16). Segundo o MP-SP, quem ofereceu a denúncia foi o promotor de Justiça Rodolfo Justino de Morais.

Pouco antes do crime, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o suspeito, Lafayete Gonzaga da Silva, havia esfaqueado o cachorro da companheira.

O MP-SP informou que antes de tirar a vida da mulher, o acusado realmente matou o animal de estimação, também usando uma faca. “A denúncia engloba os delitos de feminicídio com meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, e de maus-tratos a animal com resultado morte”, escreveu o MP-SP.

Segundo a denúncia, o casal morava na mesma residência, situada na Freguesia do Ó, também na zona norte da capital paulista. Ele teria matado o cão da companheira a golpes de faca no quintal do imóvel. Em seguida, ainda armado, perseguiu a vítima até um supermercado localizado a poucos metros dali. No estabelecimento, à vista de clientes e funcionários, ele esfaqueou Angelita Manoela .

“Para o MP-SP, o crime ocorreu por razões da condição do sexo feminino, no contexto de violência doméstica e familiar, valendo-se da relação íntima de afeto e da coabitação entre os dois. A Promotoria também destacou a pluralidade de golpes e o fato de a vítima ter sido surpreendida dentro do estabelecimento comercial”. MP-SP

O Ministério Público requereu a manutenção da prisão preventiva do acusado, decretada em audiência de custódia na última segunda-feira (17), além da fixação de valor mínimo de R$ 500 mil para reparação dos danos causados aos familiares da vítima.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Ministro da Fazenda diz que juros pagos pelo Tesouro são muito altos


O ​ministro da Fazenda, ​Dario Durigan, disse nesta quarta-feira ​que ⁠as ​taxas de ⁠juros de ​longo prazo pagas pelo Tesouro ‌Nacional para rolar a dívida pública brasileira são muito ‌altas, ​algo inaceitável e ‌que precisa ser solucionado.

– O Tesouro Nacional, que é quem mais tem condição de pagar um título no país, tem hoje uma conta muito grande de pagar, com juro alta, isso é inaceitável – afirmou, em evento do setor de saúde.

Como mostrou O GLOBO nesta quarta-feira, a alta da taxa básica de juros, os “prêmios” cobrados pelos investidores em razão das incertezas externas e fiscais e a série de programas de crédito lançados pelo governo têm elevado o custo efetivo da dívida pública para os maiores patamares em uma década e ampliado as pressões sobre as contas públicas do país.

A chamada taxa de juros implícita, que é uma medida calculada pelo Banco Central (BC) para capturar o custo total do endividamento do governo, chegou a 13,2% no acumulado em 12 meses para a dívida bruta, o maior patamar desde novembro de 2016.

Esse indicador leva em conta também a composição da dívida pública, que contém títulos atrelados à Selic, prefixados, ligados à inflação, cambiais, entre outros compromissos do governo.

– Eu sempre digo que nunca podemos abaixar a guarda e achar que o trabalho está resolvido, porque não está – afirmou o ministro.

Segundo ele, há uma “grande milha final” para cumprir no futuro, citando um compromisso de trajetória sustentável das contas públicas e os juros.

– O papel do governo brasileiro é seguir avançando, sem arroubos, achando que tem bala de prata, para que a gente resolva essa milha final. É preciso que continue trabalhando no próximo governo para resolver essa questão.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Ciclone extratropical favorece tempestade no Rio Grande do Sul


Áreas de instabilidade atuam sobre o Rio Grande do Sul e avançam para Santa Catarina com chuva e trovoada nos dois estados, enquanto no norte e leste do Paraná esta quarta-feira (19) será de poucas nuvens, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades em todo o estado gaúcho, no sul e extremo oeste de Santa Catarina e ainda no extremo sudoeste e oeste do Paraná.

Uma frente fria, associada à passagem de um ciclone extratropical, a partir da madrugada desta quinta-feira (20), favorece tempestades no Rio Grande do Sul e chuvas com trovoadas no oeste e sul do Paraná e de Santa Catarina.

A temperatura deve cair na região, com mínima prevista de 15°C em Porto Alegre e Curitiba e máxima, também em Curitiba, de 28°C.

No Nordeste, foi emitido um aviso laranja de perigo alerta para chuvas intensas no nordeste de Alagoas e no leste de Pernambuco. Há também aviso amarelo de perigo potencial para chuvas intensas no leste da Paraíba e ventos costeiros em toda a faixa do litoral norte da Região Nordeste, entre o Rio Grande do Norte, toda a faixa litorânea do Ceará e do Piauí e o litoral leste do Maranhão.

No interior da região, o aviso amarelo de perigo potencial é para baixa umidade do ar durante a tarde entre o centro-sul do Maranhão, grande parte do Piauí, exceto o extremo norte, centro-sul do Ceará, oeste da Paraíba e de Pernambuco e norte e centro-oeste da Bahia.

O tempo seco favorece maior amplitude térmica. Teresina deve registrar a menor e a maior temperatura entre as capitais do Nordeste, variando de 21°C a 37°C

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, por causa da baixa umidade relativa do ar, há aviso laranja de perigo em grande parte de Mato Grosso, norte e leste de Mato Grosso do Sul e oeste e sul de Goiás. No noroeste de Mato Grosso, sudeste de Mato Grosso do Sul, demais áreas de Goiás e Distrito Federal, o aviso perde a intensidade e é amarelo de perigo potencial.

No extremo sul de Mato Grosso do Sul, na região do município de Paranhos (MS), o alerta é para tempestade com aviso amarelo de perigo potencial.

Os termômetros devem marcar mínima de 17°C em Brasília e máxima de 39°C em Cuiabá.

Na Região Norte, são esperadas pancadas de chuva e trovoadas no oeste do Amazonas, norte e oeste de Rondônia, Acre e norte de Roraima. Também podem ocorrer chuvas isoladas, mais fracas, nas demais áreas de Rondônia, no sul do Amazonas e no centro-oeste de Roraima. No final do dia, haverá muitas nuvens, mas as áreas com chuva ficam restritas ao Acre e sudoeste do Amazonas, onde ocorre de forma isolada.

Um alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar alcança o sul do Pará e oeste de Tocantins, durante a tarde. No leste e sul de Rondônia, sudeste do Amazonas, centro-sul do Pará e demais áreas de Tocantins, o alerta fica amarelo de perigo potencial.

Outro aviso amarelo de perigo potencial para chuvas intensas, com rajadas de vento de até 60 km/h, está ativo para o oeste do Amazonas e, em grande parte, do estado do Acre.

O calor predomina no Norte, nesta quarta-feira, com mínima de 23°C em Belém e máxima de 38°C, em Palmas.

No Sudeste, o dia amanhece com poucas nuvens e a nebulosidade aumenta ao longo do dia na divisa de São Paulo com o Paraná, no norte do Espírito Santo e no nordeste de Minas Gerais. Podem ocorrer chuvas isoladas no litoral sul de São Paulo e no nordeste de Minas Gerais, durante a noite.

Há aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar em grande parte do interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais. O aviso inclui as demais áreas de Minas Gerais, exceto a região de divisa com o Rio de Janeiro e Espírito Santo, e no leste de São Paulo, incluindo a capital paulista, exceto a faixa litorânea.

A temperatura mínima nas capitais da Região Sul será de 13°C em Belo Horizonte. A máxima alcança 32°C também em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Exportações de trigo da Ucrânia podem cair para menos de 10 mi ton em 2026/27







KIEV, 19 Ago (Reuters) – As exportações de trigo da Ucrânia poderiam cair para um volume entre 5 milhões e 10 milhões de toneladas métricas na safra 2026/27, que vai de julho a junho, caso seus portos do Mar Negro continuem bloqueados pelos ataques russos, informou a consultoria ASAP Agri.

Os portos marítimos ucranianos no complexo portuário de Odessa interromperam efetivamente suas operações no final de julho devido a ataques russos com drones e mísseis contra terminais e embarcações.

Leia também: Ucrânia ataca terminais de grãos russos e acende alerta para mercados de alimentos

A Ucrânia exportou cerca de 14 milhões de toneladas de trigo na safra 2025/26 e 15,7 milhões de toneladas na safra 2024/25.

Normalmente, a Ucrânia consegue exportar até 6 milhões de toneladas de diversos grãos mensalmente a partir de seus três portos de Odessa.

A ASAP Agri afirmou que as exportações russas de trigo também poderiam cair nesta safra.

A Ucrânia intensificou recentemente seus ataques às instalações portuárias russas, aumentando os temores de que a escalada dos ataques entre dois dos principais exportadores mundiais de grãos possa levar à escassez global.



Veja matéria completa!

Categorias
matogrossodosul politica_ms

23 mortos: Ônibus envolvido em acidente levava pacientes de Imbituva (PR)


O grave acidente que deixou 23 mortos e cinco feridos no km 209 da BR-373, em Ipiranga, no Paraná, envolveu um micro-ônibus da Secretaria de Saúde da prefeitura de Imbituva, que transportava pacientes médicos e seus acompanhantes.

Segundo informações preliminares da PRF (Polícia Rodoviária Federal), um caminhão e o micro-ônibus bateram de frente por volta das 3h30 desta quarta-feira (19). A maioria dos mortos ocupava o coletivo de Imbituva, além do motorista do caminhão, que também morreu. 

A Via Araucária informou que as vítimas eram 13 mulheres, oito homens e duas crianças. Até o momento, foram identificados três homens de 22, 50 e 49 anos, uma mulher de 26 anos e uma criança de 9 anos.

De acordo com a corporação, esse é o maior número de mortes registrado desde janeiro de 2021, quando houve o tombamento de um ônibus e 19 pessoas morreram na BR-376, em Guaratuba, no litoral paranaense.

O caminhão seguia para Prudentópolis, conforme informaram os policiais. Já o micro-ônibus estava em direção a hospitais na Grande Curitiba.

De acordo com a concessionária Via Araucária, a pista está totalmente interditada e tem previsão de liberação a partir das 10h20. Às 8h28 desta quarta-feira, havia cinco quilômetros de congestionamento no sentido Ponta Grossa e 12 quilômetros no sentido Prudentópolis.

A Polícia Científica, peritos do IML (Instituto Médico-Legal), socorristas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e militares do Corpo de Bombeiros estão no local. A ocorrência está em andamento.

A prefeitura de Imbituva manifestou pesar e decretou fechamento da sede e dos locais de atendimento administrativo. A pasta informou que os serviços essenciais continuarão funcionando normalmente.

“Neste momento de profunda tristeza, Imbituva se une em solidariedade às famílias, desejando força e conforto a todos que enfrentam esta dolorosa perda”, escreveu a administração municipal.

Veja nota na íntegra:

“Diante do trágico acidente ocorrido na BR-373, que vitimou moradores de nossa região, a Prefeitura de Imbituva manifesta profundo pesar e solidariedade a todas as famílias e amigos atingidos por este momento de dor.

Em respeito às vítimas e às suas famílias, a Prefeitura Municipal e os demais locais de atendimento administrativo estarão fechados nesta data, como forma de respeito e luto.

Os serviços essenciais permanecerão funcionando normalmente, garantindo o atendimento à população.

Neste momento de profunda tristeza, Imbituva se une em solidariedade às famílias, desejando força e conforto a todos que enfrentam esta dolorosa perda.”



Veja a matéria completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.