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Cataratas do Iguaçu: Argentina vai desmontar Passarela da Garganta do Diabo


O Parque Nacional Iguaçu anunciou que a passarela Garganta do Diabo, em Puerto Iguazú, do lado argentino das Cataratas do Iguaçu, será desmontada temporariamente a partir desta segunda-feira (3).

A decisão foi tomada como medida de prevenção após as fortes chuvas que atingem a região. O resto da área turística vai continuar funcionando normalmente.

Segundo o parque, quando o volume de água sobe, o circuito já é usualmente fechado para proteger visitantes e trabalhadores de eventuais acidentes.

Porém, em razão dos efeitos do El Niño, que têm atuado com grande influência na região provocando chuvas recorrentes, a direção do Parque decidiu por interromper o acesso à Garganta do Diabo.

A previsão é de que haja elevação do nível do Rio Iguaçu por conta do El Niño, o que tende a aumentar as chuvas e a vazão do rio na região.

 

Até o momento, não há informações sobre quando o circuito voltará a receber visitantes.

As Cataratas do Iguaçu ficam na fronteira entre o Brasil e a Argentina.

Veja comunicado

Efeitos do El Niño

Segundo o Climatempo, o Sul do país é o mais afetado pelos efeitos do El Niño. Durante a primavera e o início do verão, é comum que os estados sulistas presenciem chuvas acima da média, maior frequência de temporais, aumento de riscos de enchentes e alagamentos, cheias de rios, deslizamentos de terra em áreas vulneráveis com maior frequência.

O fenômeno climático é natural e é caracterizado pelo aquecimento acima do normal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Essa elevação da temperatura altera a circulação da atmosfera em escala global, modificando o comportamento dos ventos e das chuvas.

Por isso, que algumas regiões podem registrar mais chuvas que o normal ou o tempo mais seco.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo





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Motorista bêbado atropela e mata casal na zona leste de SP



Brasil

Casal, de 56 e 58 anos, atravessava a rua no bairro da Vila Matilde quando foi atingido; homem foi preso em flagrante, e o caso foi registrado como homicídio

Um motorista de 24 anos atropelou e matou um casal, de 56 e 58 anos, na madrugada desta segunda-feira (3), no viaduto Dona Matilde, no bairro da Vila Matilde, zona leste de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o homem foi preso em flagrante por homicídio após o acidente.

As informações apuradas pela polícia apontam que o motorista dirigia em alta velocidade quando perdeu o controle da direção e atingiu o casal, que atravessava a rua. Segundo a SSP, quando os policiais militares chegaram no local, eles encontraram o suspeito no veículo.

Maria Goreti Saraiva morreu no local. Já Nilson Leite Batista chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a SSP, o motorista se recusou a fazer o teste do bafômetro. No entanto, ele apresentava sinais de embriaguez e foi submetido a exame clínico no Instituto Médico-Legal (IML), que constatou a ingestão de álcool.

A perícia foi acionada para o local do acidente. Após o atendimento da ocorrência, o motorista foi encaminhado ao 31º Distrito Policial (Vila Carrão). Ele permanece preso.

*Com informações do Estadão Conteúdo



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Tyson Foods tem alta de 170% no lucro, mas bovinos seguem no vermelho

A Tyson Foods, um dos maiores frigoríficos dos EUA, registrou lucro líquido de US$ 186 milhões no terceiro trimestre do ano fiscal de 2026, encerrado em 27 de junho, contra US$ 69 milhões no mesmo período do ano anterior. O resultado representa uma alta de quase 170% em razão de uma base comparativa baixa. 

A receita de vendas teve leve recuo na comparação anual, passando de US$ 13,884 bilhões para US$ 13,868 bilhões.

O lucro antes dos impostos (EBT) somou US$ 266 milhões no trimestre, acima dos US$ 193 milhões registrados um ano antes.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano fiscal, a companhia apurou lucro líquido de US$ 540 milhões, alta de 20,3% em relação aos US$ 449 milhões registrados no mesmo período do exercício anterior. 

A receita de vendas avançou de US$ 40,581 bilhões para US$ 41,834 bilhões.

Em comunicado, o presidente e CEO da Tyson Foods, Donnie King, afirmou que o desempenho do trimestre foi impulsionado pelos segmentos de frango e alimentos preparados, além de destacar o crescimento consecutivo do negócio de frango e o ganho de participação de mercado das marcas da companhia.

Por segmento

Entre os segmentos de negócios, a divisão de carne bovina permaneceu no vermelho. O prejuízo líquido foi de US$ 142 milhões no terceiro trimestre, menor que a perda de US$ 459 milhões registrada um ano antes. No acumulado dos nove meses, o prejuízo ficou praticamente estável, em US$ 701 milhões, ante US$ 707 milhões no mesmo período do exercício anterior.

Na divisão de carne suína, o lucro líquido trimestral aumentou de US$ 50 milhões para US$ 60 milhões. No acumulado do ano fiscal, o segmento saiu de um prejuízo de US$ 58 milhões registrado no ano anterior para um lucro líquido de US$ 151 milhões.

O segmento de frango registrou lucro de US$ 312 milhões no terceiro trimestre, abaixo dos US$ 475 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior. Nos nove primeiros meses do exercício, o resultado permaneceu em linha com o último resultado, em cerca de US$ 1,3 bilhão.

Na divisão de alimentos preparados, o lucro caiu de US$ 65 milhões para US$ 48 milhões no terceiro trimestre. No acumulado do ano fiscal, o resultado recuou de aproximadamente US$ 1 bilhão para US$ 982 milhões.

Projeções para 2026

Para o ano fiscal de 2026, a Tyson Foods manteve a expectativa de crescimento das vendas entre 2,5% e 3,5% em relação ao exercício anterior, considerando uma base comparável de 52 semanas, já que o ano fiscal atual terá 53 semanas.

Com base nas projeções do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a companhia espera queda de aproximadamente 3% na produção doméstica de carne bovina e estima prejuízo operacional ajustado entre US$ 500 milhões e US$ 650 milhões para o segmento.

Para a carne suína, a expectativa é de aumento de cerca de 2% na produção doméstica, com lucro operacional ajustado entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões.

No segmento de frango, o USDA projeta crescimento de aproximadamente 3% na produção. A Tyson prevê lucro operacional ajustado entre US$ 1,9 bilhão e US$ 2,05 bilhões.

Para alimentos preparados, a empresa estima lucro operacional ajustado entre US$ 1,3 bilhão e US$ 1,35 bilhão. No segmento internacional, a projeção é de resultado operacional ajustado entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões.

A companhia também prevê lucro operacional ajustado consolidado entre US$ 2,1 bilhões e US$ 2,3 bilhões em 2026, enquanto as despesas corporativas e amortizações devem ficar entre US$ 950 milhões e US$ 975 milhões.

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economia

mercado reduz projeção de inflação para 2026 e corta Selic para 13,75%


O Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (3) mostrou nova redução nas expectativas do mercado para a inflação e para taxa Selic em 2026.

Inflação

A projeção do IPCA para 2026 caiu de 5,12% há uma semana para 5,03%, mantendo a trajetória de redução pela quinta semana consecutiva. Para 2027, a estimativa ficou em 4,22%, estável há uma semana, enquanto para 2028 a previsão permaneceu em 3,80%, sem alteração na última leitura.

O mercado passou a projetar IGP-M de 4,54% em 2026, abaixo dos 5,42% estimados há quatro semanas e dos 5,42% da semana anterior, mantendo a sequência de cinco semanas de queda. Para 2027, a previsão ficou em 4,16%, estável na comparação semanal, enquanto para 2028 a expectativa permaneceu em 3,97%.

Os preços administrados devem avançar 4,93% em 2026, ante projeção anterior de 5%, após uma semana de queda. Para 2027, a estimativa ficou em 3,90%, estável na comparação semanal, enquanto para 2028 subiu para 3,56%, após projeção de 3,50% na semana anterior.

PIB

Para o PIB, a expectativa de crescimento da economia brasileira em 2027 caiu para 1,57%, ante 1,60% na semana anterior, marcando a segunda semana consecutiva de redução. Para 2027, a projeção permaneceu em 2%, nível mantido há 125 semanas, enquanto para 2028 também ficou em 2%, estável há 72 semanas.

Dólar

No câmbio, a projeção para o dólar em 2026 permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a projeção ficou em R$ 5,28, após R$ 5,29 na semana anterior, com uma semana de queda. Para 2028, a estimativa permaneceu em R$ 5,30, estável há duas semanas, enquanto para 2029 a previsão subiu para R$ 5,39, ante R$ 5,37, após uma semana de alta.

Selic

Em relação à Selic, o mercado reduziu a projeção para 2026 de 14% para 13,75% ao ano. Para 2027, a expectativa permaneceu em 12% ao ano, estável há sete semanas, enquanto para 2028 a projeção ficou em 10,50%, sem alteração há cinco semanas.



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Campanha de multivacinação começa no país; confira as vacinas oferecidas


A Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda-feira (3) com a meta de atualizar a vacinação de crianças e adolescentes com menos de 15 anos. A mobilização será realizada em todo o país até 1º de setembro e contará com um Dia D nacional, marcado para 22 de agosto.

A iniciativa busca identificar doses em atraso e completar o esquema vacinal previsto no Calendário Nacional de Vacinação. Durante o atendimento, os profissionais de saúde irão conferir a caderneta de cada paciente e aplicar, na mesma visita, todas as vacinas indicadas para a faixa etária.

Diferentemente de outras campanhas, a ação não é voltada para um único imunizante. O objetivo é ampliar a proteção contra diversas doenças preveníveis, com a oferta de vacinas conforme a idade e o histórico de vacinação de cada criança ou adolescente.

Entre os imunizantes disponíveis estão as vacinas contra poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral), difteria, tétano e coqueluche, hepatites A e B, rotavírus, meningites, febre amarela, HPV, influenza e Covid-19. A vacina contra a dengue também será oferecida nos municípios onde já integra o calendário de imunização.

Segundo o Ministério da Saúde, a campanha faz parte da estratégia para recuperar os índices de cobertura vacinal, que sofreram queda nos últimos anos. Embora os indicadores tenham apresentado melhora desde 2023, ainda existem diferenças entre estados e municípios, mantendo parte da população vulnerável ao retorno de doenças já controladas.

Para aumentar o alcance da mobilização, estados e municípios poderão adotar medidas como vacinação em escolas, unidades móveis, ampliação do horário de funcionamento das salas de vacina e busca ativa de crianças e adolescentes com o esquema vacinal incompleto.



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Rússia reforça segurança no Mar Negro para proteger exportações de grãos

A Rússia informou nesta segunda-feira (3) que está reforçando a proteção de embarcações na região do Mar de Azov e do Mar Negro, além de desenvolver rotas alternativas para o transporte de cargas. A medida ocorre após uma forte escalada dos ataques marítimos realizados por ambos os lados na guerra da Ucrânia.

O Ministério dos Transportes da Rússia afirmou que, em resposta à “situação tensa no Mar de Azov causada por ataques hostis de drones contra embarcações marítimas”, criou uma força-tarefa para identificar novas rotas logísticas e transferir parte do fluxo de cargas para outros modais de transporte.

“Várias empresas de operação portuária já manifestaram disposição para movimentar volumes adicionais de carga e acelerar os embarques em seus terminais, dentro dos limites de sua capacidade operacional”, informou o ministério em comunicado.

Em conjunto com o Ministério da Defesa, “medidas adicionais estão sendo implementadas para garantir a segurança da navegação e proteger as embarcações na região do Mar de Azov e do Mar Negro”.

A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, e a Ucrânia, também uma importante exportadora agrícola, intensificaram nas últimas semanas os ataques contra instalações de exportação agrícola e navios comerciais na região do Mar Negro, movimento que elevou os preços do trigo nos mercados internacionais.

Na sexta-feira, a principal entidade representativa do setor de grãos da Rússia alertou que os ataques de drones ucranianos contra navios e portos russos podem interromper, em um futuro próximo, as exportações de grãos pelo Mar Negro, pressionando ainda mais os preços e agravando a insegurança alimentar na África e no Oriente Médio.

Nas últimas semanas, a maior associação de produtores rurais da Ucrânia, a UAC, também advertiu que os ataques russos contra embarcações próximas ao porto de Odesa estão restringindo as exportações ucranianas em um período crucial da colheita e podem afetar o abastecimento global de alimentos.

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economia

Confiança empresarial cai em julho para o menor nível desde dezembro, diz FGV/Ibre


O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pelo FGV/Ibre recuou 1,4 ponto em julho, para 91,3 pontos, o patamar mais baixo desde dezembro, quando ficou em 90,1 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice registrou variação negativa de 0,1 ponto.

Segundo Aloisio Campelo Jr., pesquisador do FGV/Ibre, a confiança empresarial devolveu a alta dos dois meses anteriores, com piora das avaliações na Indústria e nos Serviços.

Esse recuo na confiança industrial parece refletir a preocupação com as novas tarifas de importação dos Estados Unidos, enquanto a retração dos Serviços está relacionada a uma percepção de enfraquecimento da demanda, disse o especialista em nota.

“Como atenuante, o indicador de otimismo com os negócios nos seis meses seguintes permaneceu relativamente estável. O mercado de trabalho segue aquecido e sustenta o consumo, mas mantém a inflação pressionada e reforça a perspectiva de juros restritivos por mais tempo. Se a tendência de queda da confiança persistir, poderá contribuir para a desaceleração da atividade no segundo semestre.”, projetou Campelo Jr.

Leia também: Confiança do consumidor no Brasil cai em julho; percepção sobre o presente piora

Situação atual e expectativas

Em julho, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E), que capta a percepção do momento, caiu 1,5 ponto, para 92,9 pontos – a maior queda mensal desde agosto de 2025, quando havia recuado 1,9 ponto.

Entre seus componentes, o indicador de satisfação com a situação atual dos negócios cedeu 1,7 ponto, para 91,8 pontos, enquanto o indicador que mede o nível da demanda no momento presente diminuiu 1,2 ponto, para 94,1 pontos.

Já o Índice de Expectativas Empresariais (IEE) encerrou o mês em 89,8 pontos, com queda de 1,2 ponto. Entre seus componentes, o indicador que mede o otimismo com a demanda nos três meses seguintes caiu 2,2 pontos, para 87,2 pontos, enquanto o indicador que capta as expectativas em relação à evolução dos negócios seis meses à frente recuou 0,2 ponto, para 92,5 pontos.

Setores

Em julho, a confiança recuou em dois dos quatro setores monitorados pelo FGV/Ibre. A maior queda ocorreu em Serviços, cujo índice cedeu 3,0 pontos no mês, para 87,8 pontos, após acumular alta de exatos 3,0 pontos nos dois meses anteriores.

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O índice da Indústria também diminuiu, em 2,9 pontos, passando a 97,2 pontos, depois de subir 3,0 pontos em junho.

No sentido oposto, o Índice de Confiança do Comércio avançou 0,4 ponto no mês, alcançando 85,5 pontos, enquanto o da Construção subiu 0,8 ponto, para 92,5 pontos.

Na métrica de médias móveis trimestrais, o Comércio passa a sinalizar uma trajetória declinante, enquanto Construção e Serviços apresentam estabilidade e a Indústria mantém tendência de alta.

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Difusão da confiança

Em julho, a confiança empresarial avançou em apenas 13 dos 49 segmentos integrantes do ICE, uma disseminação inferior à observada no mês anterior. O destaque negativo do mês é o setor de Serviços, em que apenas um segmento de 13 registrou alta da confiança.



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economia

Indústria na China desacelera para mínima em 4 meses em julho, mostra pesquisa


PEQUIM, 3 Ago (Reuters) – O setor industrial da ⁠China cresceu em julho no ritmo mais lento ‌dos últimos quatro meses, com a produção e os novos pedidos apresentando um aumento mais lento, enquanto os pedidos ‌de exportação voltaram a crescer após contração, segundo uma pesquisa do setor privado nesta segunda-feira.

O Índice de Gerentes de Compras (PMI) do RatingDog para a indústria da China, compilado pela S&P Global, caiu de 51,7 em junho para 50,9 em ⁠julho, ‌ficando abaixo da previsão dos analistas de 51,5. A ⁠marca de 50 separa crescimento de contração.

Uma pesquisa oficial divulgada na sexta-feira mostrou que a atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, reforçando as preocupações com a desaceleração do crescimento, a fraqueza da ​demanda interna e os elevados custos de produção.

Os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião no final de ​julho, a apoiar a economia acelerando os gastos fiscais em projetos de infraestrutura já orçados para o restante do ano, em vez de planejar novas medidas de estímulo de grande porte.

A pesquisa privada mostrou que o crescimento ‌dos novos pedidos desacelerou para o ​ritmo mais fraco desde janeiro. Os novos pedidos de exportação voltaram a crescer após contração em maio e junho, embora o aumento tenha sido ⁠apenas marginal.

As empresas ​industriais contrataram pessoal ​pelo segundo mês consecutivo, com o ritmo de criação de empregos sendo o ⁠mais rápido desde agosto de ​2023.

Os estoques de compras aumentaram pelo oitavo mês consecutivo, a sequência mais longa desde 2006-2007, levando as empresas a reduzir as ​atividades de compra pela primeira vez desde novembro de 2025.

A carteira de pedidos aumentou pelo sexto mês ​consecutivo, embora no ⁠ritmo mais lento desse período.

As pressões sobre os preços diminuíram ainda mais. A ⁠inflação dos preços dos insumos desacelerou para o menor nível em seis meses, enquanto os preços de venda permaneceram praticamente estáveis.

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As empresas continuavam otimistas em relação à produção nos próximos 12 meses, segundo a pesquisa.



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Deputado do PL aciona PGR para apurar suposta propaganda eleitoral antecipada de Lula


O deputado federal Sanderson (PL-RS) encaminhou, neste sábado (01), uma representação ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, solicitando a apuração de possível prática de propaganda eleitoral antecipada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante convenção partidária realizada em Salvador (BA).

Na representação, Sanderson sustenta que Lula realizou pedidos explícitos de voto em favor de sua candidatura à reeleição e de candidatos aliados em momento anterior ao início oficial da propaganda eleitoral, previsto pela legislação para o dia 16 de agosto.

O parlamentar destaca que, segundo amplamente divulgado pela imprensa, o presidente afirmou durante o evento frases como “vote em mim”, “me elejam pela quarta vez” e “dê um votinho para mim”, manifestações que, em sua avaliação, extrapolam os limites permitidos para a pré-campanha estabelecidos pela Lei nº 9.504/1997.

A representação também ressalta que o próprio presidente reconheceu, durante o discurso, que sua candidatura somente estaria formalizada a partir de 16 de agosto, mas, mesmo assim, prosseguiu fazendo pedidos diretos de apoio eleitoral.

Segundo Sanderson, a atuação do Ministério Público Eleitoral é essencial para assegurar a observância da legislação eleitoral, a igualdade de oportunidades entre os candidatos e a regularidade do processo democrático. O parlamentar requer a instauração de procedimento para apuração dos fatos, a coleta das gravações e demais elementos de prova e, caso sejam constatadas irregularidades, a adoção das medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral.

Para Sanderson, “o cumprimento das regras eleitorais deve ser exigido de todos os candidatos, independentemente do cargo que ocupem, garantindo isonomia, legalidade e respeito ao calendário eleitoral”.



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