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Crédito ao consumidor dos EUA sobe US$ 18,06 bilhões em julho, revela Fed


Aumento do crédito ao consumidor em junho foi revisado para cima, de US$ 14,2 bilhões a US$ 14,5 bilhões

O crédito ao consumidor dos Estados Unidos teve crescimento de US$ 18,06 bilhões em julho, informou nesta terça-feira, 8, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Analistas ouvidos pela FactSet previam uma alta menor, de US$ 11 bilhões.

Além disso, o Fed informou que o aumento do crédito ao consumidor em junho foi revisado para cima, de US$ 14,2 bilhões a US$ 14,5 bilhões.



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Preço do cacau despenca 4,44% em NY com avanço da oferta na costa do marfim

 

O preço futuro cacau fechou em forte queda nesta terça-feira (08), com o mercado reagindo aos sinais de que a oferta global está mais confortável. Na Bolsa de Nova York, o contrato futuro para entrega em dezembro recuou 4,44%, para US$ 5.913 por tonelada, renovando as preocupações dos investidores sobre a necessidade de prêmios elevados diante de uma disponibilidade maior do produto.

De acordo com o Barchart, a perspectiva de aumento da produção na Costa do Marfim, maior produtor mundial, também contribuiu para pressionar as cotações.

Na última semana, a Barry Callebaut AG, maior processadora de cacau do mundo, afirmou que o mercado global de cacau está bem abastecido, o que o torna mais bem preparado para gerenciar riscos do que durante o evento climático El Niño de 2023/24, que impulsionou os preços do cacau a níveis recordes.

O Conselho do Café Cacao, órgão regulador do cacau na Costa do Marfim, informou que a colheita de cacau no país ocorreu entre junho de 2025 e junho de 2026, um aumento de 30% em relação aos 1,58 milhão de toneladas colhidas no ano anterior.

Café

O preço futuro do café arábica recuou para a mínima de dois meses na bolsa de Nova York, com o vencimento futuro para entrega em dezembro com baixa de 1,45% e precificado em U$S 2,91 por libra-peso.

De acordo com o Barchart, o aumento das exportações de café do Brasil está pressionando os preços do arábica nesta sessão após a Secex (Secretária do Comércio Exterior) ter divulgado que as exportações brasileiras de café em agosto subiram 44,6% em relação ao ano anterior, para 206.618 milhões de toneladas, o maior volume em oito meses.

Açúcar

No açúcar, o contrato futuro para entrega em outubro fechou com leve alta de 0,17%, cotado a 18,10 centavos de dólar por libra-peso.

Segundo a Barchart, os preços vêm sofrendo pressão desde a última quarta-feira, diante das especulações de que a Índia poderá importar menos açúcar do que o previsto inicialmente.

Na semana passada, o governo indiano reduziu de 400 para 200 toneladas o limite de estoque permitido para revendedores de açúcar. A medida, que entra em vigor em 15 de setembro e segue até 20 de novembro, busca conter a especulação e aumentar a oferta no mercado doméstico. Com mais açúcar disponível internamente, a necessidade de importações pode diminuir.

Por outro lado, a perspectiva de uma produção menor na Tailândia, segundo maior exportador mundial de açúcar, limita a pressão sobre os preços. A consultoria Thai Sugar Millers Corp estima que a produção tailandesa na safra 2026/27 possa recuar 17%, para 10 milhões de toneladas.

Algodão

O contrato futuro do algodão para dezembro fechou praticamente estável, com leve queda de 0,01%, a 86,32 centavos de dólar por libra-peso.

Segundo dados da CFTC, órgão regulador do mercado de futuros dos Estados Unidos, os fundos aumentaram a posição líquida comprada em algodão. A alta foi de 12.135 contratos, levando a posição administrada para 107.976 contratos, próxima do recorde histórico.

Já os estoques de algodão certificados pela ICE recuaram 8.678 fardos após a descertificação registrada na sexta-feira, para um total de 54.414 fardos.

Suco de Laranja

O contrato futuro do suco de laranja para entrega em novembro fechou em queda de 3,55%, cotado a US$ 1,50 por libra-peso.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/cacau-entra-em-2026-em-busca-de-equilibrio/

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Produção de veículos cresce 9,4% em agosto ante mesmo mês de 2025, mas vendas caem


A produção de veículos cresceu 9,4% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2025, para 271,2 mil unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Frente a julho, a produção das montadoras aumentou 6,8%, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (8) pela Anfavea, a entidade que representa os fabricantes.

No acumulado de janeiro a agosto, foram produzidos 1,90 milhão de veículos, alta de 8,5% em relação aos oito primeiros meses do ano passado, quando o volume somou 1,75 milhão de unidades.

As vendas de veículos no País totalizaram 275,1 mil unidades em agosto, queda de 1,6% ante agosto de 2025. Na comparação com julho, os emplacamentos recuaram 1,6%.

No acumulado do ano, as vendas chegam a 1,98 milhão de unidades, alta de 18,4% ante janeiro a agosto de 2025.

Exportações

Já as exportações somaram 39,8 mil veículos em agosto, recuo de 31,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na passagem de julho para agosto, porém, os embarques cresceram 2,2%.

De janeiro a agosto, as exportações atingiram 294,1 mil unidades queda de 22,9% frente ao acumulado de 2025.

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O balanço da Anfavea mostra ainda que o emprego no setor somou 114.951 pessoas em agosto, aumento de 0,8% em relação a julho e de 4,4% na comparação com agosto de 2025.



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Trigo avança em Chicago com risco no Mar Negro e maior atuação dos fundos

Os contratos futuros de trigo fecharam em alta nesta terça-feira (08) na Bolsa de Chicago, impulsionados pelo aumento da atuação dos fundos e pelas preocupações com o fluxo de exportações da Rússia e da Ucrânia. O mercado segue atento aos riscos relacionados ao Mar Negro, uma das principais regiões fornecedoras do cereal no mercado internacional.

Na Bolsa de Chicago, o contrato do trigo para entrega em dezembro registrou valorização de 1,77% e encerrou o pregão cotado a US$ 7,47 por bushel.

O movimento também foi acompanhado pelo reforço das posições compradas dos fundos. A posição líquida em trigo vermelho de inverno passou para 48.826 contratos, ante 42.514 contratos na semana anterior, indicando uma maior exposição dos investidores à alta dos preços.

Segundo a Agrinvest, os futuros de trigo em Chicago operam em forte alta, ainda sustentados pelo risco no Mar Negro e pela preocupação com o fluxo de exportações de Rússia e Ucrânia. A região tem papel importante na oferta global do cereal, e eventuais problemas nos embarques podem aumentar a percepção de aperto no mercado internacional.

Com a combinação de maior presença dos fundos na ponta compradora e das incertezas sobre a oferta exportável do Mar Negro, o trigo ganhou força no mercado internacional e encerrou a sessão em alta em Chicago.

Soja

Os preços futuros da soja finalizaram a sessão em campo positivo na Bolsa de Chicago. O contrato para entrega em novembro fechou o dia negociado em US$ 13,16 por bushel, com alta de 0,50 %.

De acordo com as informações da Agrinvest, os futuros da soja retomaram as negociações após o feriado nos Estados Unidos. “Mesmo no campo positivo, Chicago ainda não mostra força para abrir novas altas. Do lado dos fundamentos, a leitura não mudou muito”, informou a consultoria.

Ainda segundo a Agrinvest, as compras estatais chinesas seguem no radar, mas o mercado também monitora as margens ruins dos crushers privados e a possibilidade de novos anúncios antes da visita de Xi Jinping aos EUA.

Outro ponto de atenção fica no USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) desta semana e no clima americano. Alguns produtores já demonstram preocupação com os mapas dos próximos 15 dias, que indicam bons acumulados em parte das áreas. O risco não é falta de chuva, mas excesso pontual durante a colheita, com possível impacto em ritmo de campo e qualidade dos grãos.

A Royal Rural reportou que os fundos também aumentaram a posição comprada. A posição líquida subiu para 234.920 contratos, contra 200.679 contratos na semana anterior. Os investidores detinham 270.450 contratos comprados e 35.530 contratos vendidos em 1º de setembro.

Milho

O preço futuro do milho encerrou o dia com baixas diante de realização de lucros nas últimas sessões. O vencimento para dezembro registrou queda de 0,61% e negociado a US$ 5,33 por bushel.

A Royal Rural informou que os especuladores estavam com 401.003 contratos líquidos comprados, acima dos 317.448 contratos da semana anterior. O movimento mostra uma ampliação forte da posição otimista, com 467.856 contratos comprados contra 66.853 contratos vendidos.

Já a Agrinvest destacou queos contratos do milho  operam no negativo, em correção após o rally forte das últimas semanas. As inspeções de exportação do milho vieram em 1,66 milhões de toneladas, acima das 1,50 milhões de toneladas da semana anterior, marcando um bom início para a nova temporada.

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Índice de preços ao consumidor nos países da OCDE tem alta anual de 4,1% em julho


A inflação ao consumidor nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) teve alta de 4,14% em julho de 2026, na comparação anual, ante 4,18% em junho, impulsionada principalmente pelos custos de energia, informou a entidade nesta terça-feira, 8.

O avanço da inflação cheia ocorreu em 13 dos países-membros, enquanto houve desaceleração em 14 e estabilidade em outros 11.

Segundo a OCDE, a inflação de energia subiu de 11,6% em julho e o núcleo da inflação teve alta de 3,6%, nos comparativos anuais.



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Brasil exporta mais de 1 milhão de toneladas de carne suína em agosto

As exportações brasileiras de carne suína, considerando produtos in natura e processados, cresceram 8% em agosto na comparação anual e alcançaram 131,1 mil toneladas. No mesmo mês de 2025, foram embarcadas 121,5 mil toneladas, segundo dados da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

Apesar do aumento no volume, a receita recuou 1,7% na mesma comparação, para US$ 289,9 milhões, ante US$ 294,9 milhões registrados em agosto do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, os embarques superaram pela primeira vez a marca de 1 milhão de toneladas em 2026. Foram 1,057 milhão de toneladas, alta de 8,9% em relação às 970,3 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2025.

A receita acumulada, por outro lado, apresentou crescimento de 4,8%, passando de US$ 2,335 bilhões nos oito primeiros meses de 2025 para US$ 2,447 bilhões neste ano.

Entre os principais destinos, as Filipinas lideraram as compras em agosto, com 23,3 mil toneladas. O volume, no entanto, caiu 30,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O destaque ficou para o Japão, que ampliou as compras em 92,9%, para 16,5 mil toneladas. A China também aumentou os embarques em 45,9%, para 15,2 mil toneladas.

O Vietnã recebeu 8,3 mil toneladas, alta de 38,3%, enquanto Singapura importou 6,6 mil toneladas, crescimento de 25,2%. O Chile, por sua vez, reduziu as compras em 40%, para 8 mil toneladas.

Santa Catarina permaneceu como principal Estado exportador de carne suína em agosto, com 64,1 mil toneladas embarcadas, alta de 12,6% na comparação anual.

O Rio Grande do Sul aparece na sequência, com 30,4 mil toneladas, queda de 3,3%. O Paraná exportou 22,8 mil toneladas, avanço de 24,3%, enquanto Mato Grosso embarcou 4 mil toneladas, alta de 25,3%. Minas Gerais registrou crescimento de 25,7%, para 3,2 mil toneladas.

Para a associação, o resultado mostra a manutenção da demanda internacional pela carne suína brasileira e o avanço das vendas para diferentes mercados.

“O crescimento registrado em agosto e a superação de 1 milhão de toneladas exportadas no acumulado do ano demonstram a consistência da demanda internacional pela carne suína brasileira”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Segundo ele, “a ampliação dos embarques para mercados como Japão, China e Vietnã reforça a diversificação dos destinos e a competitividade do produto brasileiro”.

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Participação de veículos elétricos nas vendas no Brasil chega a 10,4%, diz Anfavea


A participação dos veículos elétricos nas vendas totais no Brasil atingiu 10,4% em agosto, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados nesta terça-feira (8). Foram 27,3 mil veículos vendidos com essa tecnologia, das 275,1 mil unidades totais do setor em agosto. Quando somados os dados de híbridos e híbridos plug-in, a categoria de “eletrificados” já representa 24,4% do mercado.

A avanço dos elétricos e híbridos no mercado brasileiro acelerou desde fevereiro. Naquele mês, os elétricos representavam 5,0% das vendas, fatia que cresceu para 7,4% em abril e para 9,7% em julho. Os híbridos eram 6,1% em fevereiro, subindo para 6,8% em agosto, enquanto os híbridos plug-in passaram de uma fatia de 4,8% para 7,3%.

“É impressionante a velocidade e como os veículos eletrificados chegaram no mercado brasileiro. Acompanhamos desde fevereiro desse ano um descolamento e um crescimento muito acentuado dos veículos elétricos”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, em coletiva online, que lembrou que em agosto de 2025 foram vendidas 7,7 mil unidades desse tipo de veículo.

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Importações

Calvet também destacou que, até agosto de 2025, entre os veículos eletrificados puramente importados e os produzidos nacionalmente, foram 165 mil veículos no acumulado do período. Em 2026, no mesmo período, já são 372 mil veículos entre elétricos e híbridos.

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O número de importados nos dois períodos avançou de 123 mil para 227 mil, mas também houve avanço na produção nacional, em especial de CKD/SKD (kits de peças que chegam ao país para serem remontados) – que já somam 83 mil. A fabricação nacional, por sua vez, avançou de 41 mil para 62 mil unidades.

Esse avanço também resultou em mudanças significativas na importação. Houve queda de 5,6% nas compras externas de veículos a combustão entre janeiro e agosto de 2025 e 2026, enquanto as importações de eletrificados aumentaram 84,3% na mesma comparação.

Nesse período, as compras de veículos vindos da China cresceram 109,9% para 221,2 mil unidades, levando o país asiático à liderança nas importações. As compras da Argentina – que liderava em vendas para o Brasil até o ano passado — recuaram 14,8% na comparação dos oito primeiros meses do ano passado com o atual, para 114,8 mil unidades.

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Segundo Calvet, a China representa hoje 54,2% das importações totais de veículos para o Brasil.



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Exportações de frango avançam 24,8% em agosto e atingem 492,6 mil toneladas

As exportações brasileiras de carne de frango in natura e processadas somaram 492,6 mil toneladas em agosto, alta de 24,8% na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

Com relação ao faturamento, a associação destacou que os embarques movimentaram US$ 997,9 milhões no mês, crescimento de 42,7% em relação aos US$ 699,5 milhões registrados em agosto do ano passado. O resultado foi o segundo maior da série histórica, atrás apenas do registrado em maio deste ano.

No acumulado de janeiro a agosto, o Brasil exportou 3,92 milhões de toneladas de carne de frango, alta de 15,5% ante as 3,39 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período de 2025. A receita chegou a US$ 7,69 bilhões, avanço de 21,9%.

A China voltou a liderar entre os destinos em agosto, com 51 mil toneladas importadas. A comparação anual é influenciada pelas suspensões temporárias adotadas em 2025 após o registro de um foco de influenza aviária de alta patogenicidade em uma unidade de produção comercial brasileira.

Os Emirados Árabes Unidos aparecem na sequência, com 44,3 mil toneladas, alta de 35,9%. A União Europeia recebeu 42,4 mil toneladas, avanço de 1.469,1% sobre agosto de 2025, também sob influência da base de comparação afetada pelas restrições sanitárias. Japão, Arábia Saudita e África do Sul completam a lista dos principais destinos.

Entre os estados exportadores, o Paraná manteve a liderança, com 200,6 mil toneladas embarcadas em agosto, alta de 26,4%. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 106 mil toneladas, seguida por Rio Grande do Sul, com 61,2 mil toneladas, São Paulo, com 29,5 mil toneladas, e Goiás, com 24,8 mil toneladas.

Para a ABPA, o resultado de agosto mostra a retomada dos embarques e a força da demanda internacional. A entidade também destaca a diversificação dos mercados e a recuperação das vendas para destinos que tiveram restrições temporárias em 2025.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho acumulado do ano reforça a confiança dos mercados na qualidade e na segurança da carne de frango brasileira.

“Os resultados de agosto reforçam a retomada dos embarques e a capacidade de resposta da avicultura brasileira. Parte das altas registradas na comparação mensal, especialmente em mercados como China e União Europeia, ocorre sobre uma base impactada pelas suspensões temporárias verificadas após o episódio sanitário de 2025, já superado”, destacou Santin.

O presidente da associação também destacou que o crescimento consistente no acumulado do ano demonstra a força da demanda internacional. “” diversificação dos destinos e a confiança dos mercados na qualidade e na segurança da carne de frango brasileira. No caso da UE, também há a demanda elevada que antecedeu a suspensão temporária dos embarques, desde 3 de setembro”, concluiu Santin.

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Expectativas de inflação nos EUA de 1 e 5 anos ficam estáveis, mostra Fed de NY


As expectativas dos consumidores dos EUA para a inflação futura permaneceram inalteradas entre julho e agosto para os horizontes de um e cinco anos, de acordo com uma pesquisa do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York publicada nesta terça-feira, 8.

Para os próximos 12 meses, os consumidores esperam inflação de 3,6% e, para um período de cinco anos à frente, 3%. No horizonte de três anos, as expectativas diminuíram ligeiramente, de 3,3% para 3,2%.

A inflação ao consumidor aumentou em grande parte devido aos preços mais altos da gasolina, ligados ao conflito no Irã. A pesquisa do Fed de Nova York descobriu que as mudanças medianas esperadas nos preços do combustível para o próximo ano aumentaram 1,7 ponto porcentual – para 4,6%.

A pesquisa também descobriu que as expectativas do mercado de trabalho foram mistas. A probabilidade média de que a taxa de desemprego nos EUA seja maior daqui a um ano aumentou 1,6 ponto porcentual, para 44,4%, sua leitura mais alta desde abril de 2020. No entanto, a probabilidade média percebida de perder o emprego no próximo ano caiu para sua leitura mais baixa desde fevereiro de 2026.



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Aneel inclui baterias no leilão de transmissão de 2027


SÃO PAULO, 8 Set (Reuters) – A ⁠Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) incluiu um projeto ⁠de baterias no primeiro leilão de transmissão de energia de 2027, ‌conforme proposta aprovada para consulta pública nesta terça-feira, o que poderá representar uma nova forma de contratação da tecnologia para o sistema elétrico brasileiro.

As ‌baterias têm sido avaliadas pelo governo brasileiro primeiramente como uma maneira de proporcionar mais potência para o setor elétrico, com o leilão planejado para este ano buscando contratar um atributo hoje fornecido por hidrelétricas e termelétricas.

Mas elas também podem servir como ativos ligados à rede de transmissão de energia, evitando ⁠interrupções ‌no fornecimento em determinados momentos, e sendo licitadas junto a outros ⁠projetos desse segmento.

A ideia da Aneel é que as baterias estreiem nos leilões de transmissão em 2027 com um projeto no Acre, na subestação Cruzeiro do Sul. A instalação do sistema de baterias permitiria a retirada de térmicas que hoje atendem a região e elevaria a ​confiabilidade do atendimento de energia, segundo o regulador.

Com R$249 milhões em aportes estimados, as baterias para o Acre teriam prazo contratual de 18 ​anos, com três anos de implantação e 15 de operação, considerando o ciclo de vida dos equipamentos.

A licitação das baterias como ativos de transmissão evitaria a controvérsia que se instalou em torno do leilão de dezembro, que prevê a contratação da tecnologia como reserva de capacidade.

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Pela lei, ‌na contratação como capacidade, as baterias deverão ser custeadas ​pelos geradores. Essa determinação, que ainda não foi regulamentada pela Aneel, criou grande insatisfação no segmento, levando a ameaças de judicialização do primeiro certame.

‘Estamos fazendo a primeira licitação da solução ⁠de baterias (na transmissão), sem ​nenhuma discussão de ​como é pago o encargo, porque é tarifa, metade paga o consumidor e metade paga o ⁠segmento de geração’, disse o diretor-geral da ​Aneel, durante a reunião desta terça-feira.

Além do projeto de baterias no Acre, o primeiro leilão de transmissão de 2027, previsto para 30 de abril, prevê a oferta ​de mais 11 empreendimentos, em vários Estados, somando 3.245 km de novas linhas de transmissão e subestações com 1.386 MVA de ​capacidade de transformação.

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Entre os ⁠projetos previstos no certame, estão a interligação Brasil-Bolívia, com reforços da rede no Mato Grosso do ⁠Sul, e novas instalações de transmissão para atender cargas eletrointensivas na Região Nordeste, como data centers. Juntos, esses projetos somam mais de metade dos R$12,9 bilhões em investimentos previstos no leilão, mas podem ser retirados do certame, já que têm pendências a serem resolvidas, disse a Aneel.



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