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PIB da África do Sul tem baixa de 0,2% no 2º tri e interrompe 6 avanços consecutivos


O Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul encolheu 0,2% no segundo trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira, 8, pelo Stats SA, como é conhecido o instituto de estatísticas do país.

O resultado interrompeu uma sequência de seis avanços trimestrais consecutivos.

O setor de comércio foi o principal fator de contribuição negativa, registrando queda de 1,9% e contribuindo com -0,2 ponto porcentual para o resultado negativo do PIB.

A indústria manufatureira (-1,8%) e de mineração (-3%) também influenciaram o desempenho, trazendo contribuições negativas de 0,2 ponto porcentual e 0,1 ponto porcentual, respectivamente.



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Preços ao produtor sobem e IGP-DI avança 0,06% em agosto após queda em julho


O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou avanço de 0,06% em agosto, depois de cair 0,86% no mês anterior, com a alta nos preços ao produtor compensando a deflação ao consumidor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (8).

O resultado ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters de variação positiva de 0,05% e levou o índice a acumular em 12 meses alta de 2,63%.

“O IGP-DI ficou próximo da estabilidade em agosto, mas houve mudança importante na composição do índice”, destacou André Braz, economista do FGV/Ibre.

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No período, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, subiu 0,10%, em comparação à queda de 1,31% no mês anterior.

Braz destacou que soja, milho, bovinos e carne bovina avançaram no mês, enquanto as matérias-primas brutas passaram de queda de 3,02% em julho para alta de 1,43% em agosto.

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Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — caiu 0,37% em agosto, de recuo de 0,08% em julho.

Contribuíram para o resultado tarifas de eletricidade residencial, passagens aéreas e alimentos. “Assim, o resultado do IGP-DI em agosto combina uma retomada dos preços agropecuários ao produtor com a continuidade de movimentos de queda entre preços industriais e ao consumidor”, disse Braz.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), por sua vez, registrou aceleração da alta a 0,66% em agosto, de 0,61% antes.

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O IGP-DI calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre o 1º e o último dia do mês de referência.



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Porta-voz diz que Rússia não busca a “desdolarização” mas que avalia alternativas


A Rússia não busca a “desdolarização”, mas está aberta a todos os métodos de pagamento aceitáveis, afirmou nesta terça-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, durante coletiva virtual com jornalistas indianos poucos dias antes da cúpula dos líderes do BRICS em Nova Délhi. Ele afirmou, no entanto, que 90% das transações entre a Rússia e os países do bloco são realizadas em moedas nacionais.

Peskov também disse que os BRICS não buscam abandonar os acordos em dólares, mas estão explorando mecanismos alternativos de pagamento.

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A decisão dos EUA de restringir o uso do dólar pela Rússia como moeda de reserva levou Moscou a migrar para acordos em moedas nacionais, disse o porta-voz do Kremlin, segundo a agência de notícias Sputnik.

Assim, a Rússia não está pedindo ou buscando uma desdolarização, mas age com base em seus interesses nacionais, disse. Ele acrescentou que alguns países estão usando sua moeda nacional como ferramenta política, sem citar nomes.

O presidente russo, Vladimir Putin, participará da cúpula em Nova Délhi nos dias 12 e 13 de setembro, onde serão discutidos temas como segurança, economia, finanças e cultura, disse Peskov. Putin terá conversas bilaterais com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, na sexta-feira, com o comércio e a economia ocupando grande parte da agenda.

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Na coletiva, Peskov afirmou ainda que A Rússia está fazendo tudo o que pode para fortalecer a cooperação dentro do quadro dos BRICS. O país apoia convidar outras nações que compartilham uma visão comum das relações internacionais a cooperar com o bloco. (Com Reuters)



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Índice de aluguéis da FGV sobe 0,29% em agosto; BH lidera altas nas capitais


O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), que mede a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais em quatro das principais capitais brasileiras, registrou alta de 0,29% em agosto. A variação acumulada em 12 meses ficou praticamente estável no mês, saindo de 5,08% em julho de 2026 para 5,09% em agosto de 2026.

Em agosto, o IVAR registrou alta mensal dos aluguéis em três das quatro capitais pesquisadas, mas em Belo Horizonte os preços avançaram 1,05%, a maior variação entre as capitais.

Em São Paulo, os aluguéis subiram, em média, 0,30%, enquanto no Rio de Janeiro o aumento foi de 0,24%. Por fim, Porto Alegre foi a única capital a apresentar queda, com recuo de 0,14% nos preços de locações residenciais.

(Fonte: FGV/Ibre)

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A leitura interanual do aluguel residencial ganhou fôlego em duas das quatro capitais analisadas. Belo Horizonte liderou a aceleração, com a taxa em 12 meses saltando de 7,77% em julho para 8,47% em agosto de 2026. Em São Paulo, a taxa de variação passou de 4,33% para 4,58% no mesmo período.

Entre as capitais que desaceleraram, Porto Alegre mostrou ajuste mais intenso, com a taxa em 12 meses suavizando de 4,12% para 3,36%. Já Rio de Janeiro seguiu na mesma direção, mas com movimento próximo da estabilidade, com desaceleração de 0,03 pontos percentuais, com a taxa saindo de 6,40% para 6,37%.

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Segundo avaliação de Matheus Dias, economista do FGV/Ibre, o IVAR Brasil encerrou agosto sustentando o processo de moderação que já vinha se desenhando desde o pico observado no fim de 2025, com a taxa em 12 meses recuando de patamares acima de 8% para o intervalo em torno de 5%, num movimento consistente com a menor pressão de demanda por locação residencial diante do arrefecimento gradual da atividade e do custo de crédito ainda elevado.

“Esse quadro nacional de acomodação, no entanto, convive com dinâmicas locais bastante distintas: Belo Horizonte segue na contramão, com reajustes ainda em aceleração e evidenciando um mercado de locação mais apertado, possivelmente refletindo restrições de oferta”, afirmou Dias em nota.



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Exportações da China saltam com demanda por alta tecnologia e inteligência artificial


O crescimento das exportações da China ⁠acelerou no mês passado, impulsionado pela forte demanda internacional por ‌produtos de alta tecnologia e relacionados à inteligência artificial, o que proporcionou um suporte vital para uma economia sobrecarregada pela fraqueza da demanda ‌interna.

A divergência entre a resiliência das exportações e a fraqueza da atividade no mercado interno destaca a dependência contínua de Pequim em relação à demanda externa, com as autoridades se esforçando para reanimar o consumo e o investimento enquanto buscam atingir a meta de crescimento do PIB de ⁠4,5% ‌a 5% neste ano.

As exportações da segunda maior economia do mundo ⁠aumentaram 25% em agosto em relação ao mesmo período do ano anterior em dólares, em linha com as previsões e acelerando em relação ao crescimento de 23,9% registrado no mês anterior, segundo dados da alfândega divulgados nesta terça-feira.

As importações subiram 28,2%, em comparação ​com um aumento de 27,5% em julho em relação ao mesmo período do ano anterior e uma previsão de alta de 30%.

Lynn ​Song, economista-chefe do ING para a Grande China, afirmou que, embora a demanda externa tenha superado significativamente o consumo interno, “os riscos tarifários e a durabilidade do ciclo de investimentos em tecnologia são os principais fatores a serem observados para avaliar por quanto tempo essa força ‌irá persistir”.

Nos primeiros oito meses, as exportações de ​produtos de alta tecnologia aumentaram 42,9% em dólares. O valor das exportações de semicondutores mais que dobrou, mesmo com os volumes subindo apenas 4,1%, enquanto as exportações de automóveis ⁠cresceram mais de 50% ​tanto em valor ​quanto em volume.

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A forte demanda por produtos de IA, bem como por veículos elétricos, células solares ⁠e baterias de íon-lítio, compensou o ​impacto dos eventos climáticos, afirmou Zhaopeng Xing, estrategista sênior do ANZ para a China.

Xing observou que as empresas ainda corriam para enviar mercadorias para os EUA ​devido às incertezas relacionadas às tarifas.

“As principais áreas de crescimento das importações ainda parecem ligadas aos produtos de tecnologia, ​mostrando que a China ⁠continua a investir na corrida tecnológica em curso”, disse Song, do ING.

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O superávit comercial da China ⁠subiu para US$119,09 bilhões em agosto, ante US$ 112,5 bilhões no mês anterior. O superávit nos primeiros oito meses atingiu US$805,51 bilhões, colocando o número anual a caminho de ultrapassar US$1 trilhão pelo segundo ano consecutivo.



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PIB cresce 0,4% no 2º tri ante trimestre anterior; preliminar era 0,5%


A economia japonesa cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, acima da estimativa preliminar (0,5%), segundo dados divulgados pelo governo japonês. Em ritmo anualizado, o Produto Interno Bruto (PIB) real avançou 1,4%.

O investimento de capital liderou a revisão, reduzindo sua queda para 0,9% em relação ao trimestre anterior, em comparação com a leitura preliminar de uma queda de 1,2%. Os economistas já antecipavam amplamente a mudança após dados recentes do Ministério das Finanças mostrarem que os gastos empresariais se mantiveram melhor do que o esperado.

Enquanto isso, o consumo privado ficou estável no trimestre, inalterado em relação ao relatório preliminar.

O resultado do crescimento é outro sinal encorajador para o Banco do Japão (BoJ), à medida que a instituição monetária considera um aumento da taxa de juros em sua próxima reunião. Os mercados agora estão quase totalmente precificando um aumento em setembro.

Os formuladores de políticas têm repetidamente afirmado que examinarão o impacto das tensões no Oriente Médio, as flutuações das taxas de câmbio e a demanda relacionada à inteligência artificial ao considerar o momento e o ritmo de novas ações políticas.



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