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Preços da indústria sobem 2,63% em abril influenciados pela cadeia petrolífera


Influenciados principalmente pela cadeia petrolífera, os preços da indústria nacional subiram 2,63% em abril frente a…



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Cotribá troca comando com renúncia de presidente e passivo de R$ 1,4 bilhão

A gaúcha Cotribá anunciou a renúncia de Carlos Diehl à presidência após pouco mais de seis meses à frente da cooperativa.

Com a saída, o atual vice-presidente, Sergio Strentske, assume a Presidência, conforme as disposições estatutárias e decisão do Conselho de Administração. 

Para a Vice-Presidência, o Conselho indicou Paulo Prediger.

Em nota publicada em seu site, a Cotribá afirmou que a mudança dos representantes legais “não altera o funcionamento de suas operações”. Segundo a cooperativa, as equipes seguem trabalhando normalmente no atendimento a associados, clientes, fornecedores e demais parceiros.

A nova administração, segundo a nota, irá focar “na recuperação e na reorganização da cooperativa, na continuidade das operações e na criação de condições para seu fortalecimento”.

A mudança ocorre em meio à crise financeira da Cotribá. A cooperativa acumula passivo superior a R$ 1,4 bilhão. A Cotribá chegou a pedir recuperação judicial, mas o processo foi suspenso. 

Fundada em 1911, a cooperativa é considerada a mais antiga do Brasil.

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Greve dos Correios termina após 15 dias; funcionários retomam trabalho nesta sexta


Os trabalhadores dos Correios encerraram a greve que durou 15 dias e retomam as atividades nesta sexta-feira (25). O fim da paralisação foi aprovado em assembleias realizadas na noite de quinta-feira (24), após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo da categoria.

A greve havia começado em 10 de setembro, depois da rejeição da proposta apresentada pelos Correios durante as negociações do acordo coletivo. Na quinta, o TST decidiu, por maioria, que o movimento não foi abusivo, contrariando o pedido da própria empresa.

Os Correios haviam solicitado que a paralisação fosse considerada abusiva e que as entidades representativas dos funcionários fossem multadas em R$ 100 mil. O tribunal não acolheu o pedido.

Além de determinar o retorno ao trabalho, o TST fixou reajuste salarial de 4,09% e autorizou a compensação dos dias parados. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo (Sintect-SP), também foram mantidas 73 cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho.

Dias parados

Em São Paulo, o Sintect-SP orientou os funcionários a retornarem aos postos a partir das 22h de quinta-feira, conforme a determinação judicial. Com isso, as operações seguem normalmente nesta sexta.

Os dias de paralisação deverão ser compensados, mas os critérios para a reposição das horas ainda não foram detalhados. O sindicato informou que aguarda a publicação do acórdão do TST para analisar as condições estabelecidas no julgamento.

O documento também permitirá que as entidades sindicais avaliem a redação definitiva das demais cláusulas do acordo coletivo.

Plano de saúde

A greve começou após trabalhadores rejeitarem a proposta dos Correios para o novo acordo coletivo. O plano de saúde oferecido a funcionários, aposentados e dependentes tornou-se o principal ponto de divergência nas negociações.

As entidades sindicais defendiam a manutenção do modelo em que os Correios atuam como mantenedores do benefício. A Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect) sustentava que uma alteração poderia aumentar os gastos das famílias.

Segundo a federação, as negociações haviam avançado nos demais pontos, mas a questão do plano de saúde impediu um acordo entre a empresa e os trabalhadores.

O tema também foi analisado pelo TST. Até a última atualização, porém, o acórdão com a íntegra da decisão ainda não havia sido publicado, e os sindicatos aguardavam o documento para informar como ficará o benefício e detalhar as demais condições definidas pelo tribunal.



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IPC-Fipe avança 0,31% na 3ª quadrissemana de setembro, após subir 0,26% na 2ª prévia


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, avançou 0,31% na terceira quadrissemana de setembro, acelerando em relação à alta de 0,26% observada na segunda prévia do mês, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (25) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na terceira leitura de setembro, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe ganharam força ante a segunda quadrissemana: Habitação (de 0,54% para 0,73%), Alimentação (de -0,16% para 0,01%), Transportes (de -0,15% para 0,00%) e Educação (de -0,01% para 0,03%).

Por outro lado, houve arrefecimento em Despesas Pessoais (de 1,03% para 0,53%), Saúde (de 0,26% para 0,24%) e Vestuário (de 0,23% para 0,06%).

Segue abaixo a variação dos componentes do IPC-Fipe na terceira quadrissemana de setembro:

Habitação: 0,73%

Alimentação: 0,01%

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Transportes: 0,00%

Despesas Pessoais: 0,53%

Saúde: 0,24%

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Vestuário: 0,06%

Educação: 0,03%

Índice Geral: 0,31%

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Onda de calor começa neste sábado no Brasil; veja regiões afetadas e até quando vai o alerta


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho de grande perigo para uma onda de calor em oito Estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Conforme o instituto, o aviso é válido entre 12h de sábado, 26, e 18h de quarta-feira, 30. No período, a temperatura pode ficar 5ºC acima da média por mais de cinco dias. Há risco à saúde.

O alerta é válido para os seguintes Estados:

– Goiás

– Mato Grosso

– Mato Grosso do Sul

– Minas Gerais

– Paraná

– Rio de Janeiro

– Santa Catarina

– São Paulo

Defesa Civil de SP alerta para elevação das temperaturas e baixa umidade do ar

Em São Paulo, o alerta abrange mais de 600 cidades, incluindo a capital, onde as temperaturas podem chegar a 32ºC no domingo, 27 A região metropolitana, os litorais sul e norte e o Vale do Paraíba também estão entre as áreas afetadas.

Além das altas temperaturas, a mudança no cenário também provoca a redução da umidade relativa do ar, principalmente no norte e oeste paulista, onde os índices poderão ficar próximos ou abaixo de 30%.

Até segunda-feira, 28, a estabilidade permanece na maior parte do Estado, com temperaturas em elevação. “No norte e oeste paulista, a combinação entre calor, tempo seco e menor umidade exige atenção para a ocorrência e propagação de queimadas”, acrescenta a Defesa Civil do Estado de São Paulo.

Na faixa leste, o resfriamento noturno associado à maior concentração de umidade poderá causar a formação de nevoeiros e neblinas durante as manhãs, com possibilidade de redução temporária da visibilidade. “No litoral, a umidade proveniente do oceano também poderá provocar chuviscos, especialmente no sábado”, destacou o órgão estadual.

Na terça-feira, 29, porém, a aproximação de um sistema frontal deverá aumentar a nebulosidade e favorecer pancadas de chuva isoladas, principalmente na faixa sudoeste paulista, marcando uma mudança pontual nas condições do tempo.

Outras localidades do País

No Rio de Janeiro, o aviso é válido para o Sul e o Centro Fluminense e para a região metropolitana da capital. Em Minas Gerais, devem ser afetados o Oeste, o Sul e o Sudoeste do Estado, a Zona da Mata, o Triângulo Mineiro, o Alto Paranaíba e o Campo das Vertentes.

Em Cuiabá, no Mato Grosso, as temperaturas máximas podem chegar a 41ºC no domingo. Já em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, os termômetros podem marcar até 40ºC na segunda-feira.



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Prévia da inflação de abril fica em 0,89%, com alta em alimentação e bebidas


A prévia da inflação de abril foi de 0,89%, 0,45 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada em março (0,44%). O…



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Operação contra o crime organizado em Paraisópolis tem uso de drones, cães e aeronave


A Polícia Militar paulista deflagrou na manhã desta sexta-feira, 25, uma operação de combate ao crime organizado em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. A ação mobiliza 174 policiais, 61 viaturas, uma aeronave, um drone e 16 cães. Participam da operação equipes do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), da Companhia de Ações Especiais de Polícia (CAEP) Oeste, do Canil Central e de batalhões de ações especiais da Capital e da Região Metropolitana.

O Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) também presta apoio à operação com o uso de aeronave e drones. A PM ainda não divulgou o número total de presos nem o balanço de apreensões da operação.

Até o momento, a Polícia Militar informou apenas que um dos detidos é procurado pela Justiça do Paraná por roubo. Segundo a corporação, a prisão reforça registros já divulgados sobre a presença de criminosos de outras regiões que se abrigam em Paraisópolis e recebem apoio de integrantes do crime organizado local.



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prévia da inflação sobe 0,70% em setembro, acima do esperado pelo mercado


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, subiu 0,70% em setembro de 2026,segundo os dados divulgados nesta terça-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,82% e, em 12 meses, de 4,47%, acima dos 4,24% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2025, o IPCA-15 foi de 0,48%.

Pesquisa da Reuters apontava expectativas de altas de 0,53% no mês e de 4,30% em 12 meses.

Os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em setembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (2,07% e 0,31 p.p). As demais variações ficaram entre o 0,03% de Educação e o 0,96% de Despesas pessoais.

No grupo Habitação (2,07%), o principal e maior impacto individual no índice do mês (0,29 p.p.), veio da energia elétrica residencial, que, após a queda de 6,25% em agosto, subiu 7,42% em setembro, com o fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas no mês anterior. A vigência da bandeira tarifária amarela mantém-se em setembro, adicionando R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos. Cabe destacar, ainda, que em Fortaleza (4,03%), as tarifas foram reduzidas em 6,65%, com vigência em 26 de agosto, em razão da incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP), aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No gás encanado (0,92%), do grupo Habitação, sobressaem os reajustes de 10,21% em Curitiba (5,20%), e 1,80% no Rio de Janeiro (0,92%), ambos a partir de 1° de agosto. O resultado do subitem taxa de água e esgoto (0,03%) decorre do aumento de 3,55% nas tarifas em Salvador (0,46%), a partir de 20 de julho.

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No grupo Transportes (0,60% e 0,12 p.p), o resultado foi influenciado pelas passagens aéreas (9,82%). Em relação aos combustíveis (0,22%), gás veicular (1,56%) e gasolina (0,30%) registraram alta na média de preços, enquanto o óleo diesel (-0,78%) e o etanol (-0,22%) apresentaram recuo. O subitem táxi (0,66%) considera o reajuste de 8,42% nas tarifas em Belo Horizonte (6,34%) vigente desde 08 de agosto.

No grupo Despesas pessoais (0,96%) sobressai o aumento no preço do subitem cigarro (14,00%), a partir de 1° de agosto.

Em Alimentação e Bebidas (0,40%), o subgrupo da alimentação no domicílio registrou variação de 0,38% em setembro, após recuar 0,97% no mês anterior. Contribuíram para esse resultado os aumentos do tomate (20,76%), do arroz (2,39%) e das carnes (1,30%). No lado das quedas, destacam-se o feijão carioca (-6,33%), a cebola (-4,41%) e o café moído (-1,36%).

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Na alimentação fora do domicílio (0,44%), a refeição passou de 0,25% em agosto para 0,38% em setembro, enquanto o lanche desacelerou em relação ao mês anterior, de 0,75% para 0,44%.

Quanto aos índices regionais, as onze áreas de abrangência tiveram alta em setembro. A maior variação foi observada em Goiânia (0,95%), por conta da alta do cigarro (15,69%) e da energia elétrica residencial (6,38%). Já o menor resultado ocorreu em Recife (0,44%), que registrou queda nos preços das frutas (-4,78%) e da gasolina (-1,86%).

(com agência de notícias do IBGE)

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Indústria prevê importação recorde de trigo e alerta para gargalo logístico

A indústria do trigo avalia que o Brasil pode precisar importar 10 milhões de toneladas de trigo na safra 2026/27, um volume inédito que, segundo o diretor de suprimentos da Viterra-Bunge, Maurício Ghiraldelli, coloca em dúvida a capacidade logística do país para receber o cereal.

Segundo Ghiraldelli, se as perdas se confirmarem em estados como São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, a Argentina teria volume suficiente para suprir a demanda brasileira. O desafio, afirmou, será fazer esse trigo chegar aos moinhos em um período de disputa por infraestrutura portuária e de transporte.

“Muito provavelmente a gente vai ver o Brasil necessitando de 10 milhões de toneladas que a Argentina poderia suprir, se tiver qualidade. Como que a gente descarrega 10 milhões de toneladas?”, disse Ghiraldelli durante o Encontro da Cadeia do Trigo de São Paulo, em meio ao agravamento das perdas provocadas pelo El Niño nas lavouras brasileiras.

“A gente vai ter um ano ímpar. Não sei como a gente [a Bunge] vai conseguir descarregar todo esse trigo.  Não só nós, como todos os outros moinhos. Eu sinceramente nunca vi um cenário como esse”, afirmou.

A complexidade do abastecimento também foi pontuada por Élcio Bento, analista de trigo da Safras e Mercado. Para ele, o setor lida com um cenário sem precedentes históricos que dificulta a análise de cenários habituais.

“A gente nunca teve essa capacidade, nunca teve essa necessidade e mesmo as nossas estruturas quando elas estão, sobrecarregadas também já com a saída dos nossos insumos, das nossas safras de verão, a nossa janela também é curta, tem disputa em portos. E é difícil saber”, afirmou Bento.

O analista destacou que a distribuição interna dos volumes traz desafios adicionais aos moinhos, abrangendo desde a distância em relação aos portos até restrições comerciais de origens específicas, como o trigo russo. 

Brasil pode se tornar terceiro maior importador de trigo

Além disso, Bento alertou que eventuais perdas qualitativas na produção nacional podem desviar parte do cereal para o mercado de ração ou exportação como feed, ampliando ainda mais a dependência externa.

As estimativas da consultoria Safras e Mercado apontam que a produção brasileira no ciclo 2026/27 deverá registrar uma retração de 31,7% em comparação à safra anterior, caindo de 8,12 milhões para 5,545 milhões de toneladas. A baixa reflete reduções tanto na área plantada quanto na produtividade por hectare, impulsionadas por fatores climáticos adversos.

Com esse cenário de quebra, a projeção oficial da consultoria aponta uma necessidade de importação de 9,3 milhões de toneladas, embora conversas de bastidores considerem o número ainda conservador, e que “pode ser muito pior”. 

Com uma demanda total estimada em 14,85 milhões de toneladas — dividida entre 13 milhões para moagem, 450 mil para ração, 400 mil para etanol e 1 milhão para exportação —, o Brasil poderá se consolidar como o terceiro maior importador mundial de trigo, atrás apenas de Indonésia e Egito.

Bento afirmou que  “é difícil a gente saber de onde virá tanto trigo dessa forma, dessa quantidade”.

Durante o encontro, os participantes também manifestaram preocupação com a disponibilidade de sementes para o ciclo agrícola subsequente, que pode ser “ainda pior que este ano”. Diante do quadro atual de perdas generalizadas nas lavouras, o setor apontou que a falta de insumos para o próximo plantio pode prolongar os reflexos negativos da crise para além da safra atual, gerando um cenário de apreensão para o futuro da cadeia produtiva.

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Preços da indústria avançam 2,37% em março, influenciados pelas indústrias extrativas


Os preços da indústria brasileira avançaram 2,37% em março em relação a fevereiro (-0,16%), influenciados, em especial,…



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