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Defesa Civil emite alerta para rompimento de barragem, e 170 moradores deixam suas casas no RS


Na tarde desta quarta-feira (23) a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta para o risco de rompimento da barragem Arroio São Luiz, localizada em São Marcos (RS), após a identificação de danos na estrutura. Cerca de 170 moradores foram evacuados para hotéis custeados pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan).

Segundo a Defesa Civil, um alerta do sistema Cell Broadcast foi enviado à região às 15h53 desta quarta-feira (22), orientando a população a se preparar para uma eventual evacuação. Cerca de 60 edificações foram evacuadas incluindo uma escola, que teve as aulas suspensas.

O Corsan disse que a sua equipe técnica identificou trincas com vazamentos em partes da estrutura da barragem após o registro de mais de 170 milímetros de chuva em 24 horas no município de São Marcos.

Até a manhã desta quinta-feira (24) cerca de 11,5 mil imóveis estavam com o fornecimento de água interrompido e outros 177,8 mil permaneciam sob risco de desabastecimento, em razão dos impactos provocados pela falta de energia elétrica nas estruturas da companhia, informou a Corsan. “O diagnóstico técnico tem previsão de conclusão até sexta-feira (25) e irá orientar as medidas de manutenção e contingenciamento necessárias”, disse a companhia.

O Corsan informou que segue monitorando as condições da barragem Além disso, o Gabinete Integrado de Gerenciamento de Desastres (GIGED), instalou no município um Gabinete Local de Incidente.

A Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), informou que realiza vistoria técnica e acompanha a situação na barragem que tem um volume aproximado de 420 mil metros cúbicos de água. O Plano de Ação de Emergência (PAE) foi acionado de forma preventiva, seguindo os procedimentos de segurança previstos para esse tipo de situação.

168 municípios afetados pelas chuvas

Segundo a Defesa Civil do RS, foram registradas 174 ocorrências em 168 municípios do Rio Grande do Sul. Houve danos humanos ou materiais em 156 cidades que sofreram com vendavais, chuvas intensas, enxurradas, granizo, inundações, alagamentos e deslizamentos.

Os dados da Defesa Civil abrangem o período de 18 a 24 de setembro de 2026, desde o início do monitoramento até as 10h15 desta quinta-feira.

Caxias do Sul registrou três mortes e uma pessoa ficou ferida. Em Pelotas, houve um óbito. São José do Norte teve dois feridos, enquanto Aceguá, Charqueadas e Santa Maria registraram um ferido cada, segundo a Defesa Civil.

Ainda de acordo com a pasta, Pelotas também foi o município com o maior número de pessoas afetadas, com 336 mil, seguido por Santa Vitória do Palmar, com 30 mil, e Capão do Leão, com 27 mil Neste último, nove pessoas ficaram desabrigadas e 40, desalojadas. Foram registradas ainda seis casas destruídas, 20 danificadas e uma destelhada, além de danos em um estabelecimento de saúde e uma escola, 200 quedas de árvores e 700 postes ou trechos de fiação danificados.



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Galípolo diz que BC está preocupado com ofertas “agressivas e predatórias” de crédito


24 Set (Reuters) – O ⁠presidente do Banco ⁠Central, Gabriel Galípolo, afirmou ‌nesta quinta-feira que há preocupação em relação à oferta ‌de crédito no Brasil e destacou o alto nível de inadimplência no cartão de crédito.

Conforme Galípolo, o BC ⁠está ‌preocupado com as ofertas ⁠de crédito ‘agressivas ou mesmo predatórias’. O presidente do BC também defendeu que o cartão de crédito, com ​nível de inadimplência em 65%, é um produto com ‘problema ​de design’.

Galípolo afirmou ainda que é importante estabelecer medidas de prevenção e transparência na área, elevando ‌a conscientização sobre a ​contratação de crédito.

Mais cedo, o diretor de Assuntos Internacionais e de ⁠Gestão ​de Riscos ​Corporativos do Banco Central, Paulo Picchetti, disse ⁠que o ​crédito no Brasil segue crescendo, mas com desaceleração das concessões ​como resultado da política monetária.

Picchetti, que acumula atualmente ​a diretoria ⁠de Política Econômica do BC, e ⁠Galípolo participam nesta quinta-feira de entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária.



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IBGE publica nova edição dos Indicadores Econômicos do Brasil


Nesta sexta-feira (22), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a nova edição do informativo “Indicadores…



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FMI apela por “menos, mas mais profundas” reformas na elaboração de empréstimo


WASHINGTON, 24 Set (Reuters) – O ⁠Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu, nesta quinta-feira, ajustes ⁠específicos na concepção e na implementação de seus programas de ‌empréstimo, incluindo um foco em menos reformas, porém mais profundas, para refletir os desafios de uma economia global mais suscetível a ‌choques.

Grupos da sociedade civil têm manifestado preocupação de que a revisão possa levar os países em desenvolvimento a enfrentar medidas de austeridade mais rigorosas, em um momento em que já estão sobrecarregados com o aumento da dívida pública, custos crescentes de endividamento, quedas acentuadas na ⁠ajuda ‌oficial ao desenvolvimento e choques sistêmicos sucessivos.

O FMI afirmou que as ⁠recomendações incentivam ajustes fiscais mais antecipados e sustentados — ou cortes orçamentários —, pois estão associados a maiores chances de sucesso dos programas. Mas ressaltou que essa antecipação deve ocorrer apenas na medida do possível, acompanhada de medidas realistas para impulsionar o ​crescimento e gastos sociais adequados para proteger os vulneráveis.

“O quadro, em linhas gerais, está adequado”, disse Rishi Goyal, vice-diretor do departamento ​de estratégia, políticas e revisão do FMI.

“Mas, como o contexto está mudando e há tensões sociais em vários países-membros, precisamos garantir que nossas reformas sejam adequadamente adaptadas”, disse ele. “Isso significa um foco claro em menos reformas, porém mais profundas.”

A análise do FMI ‌sobre a estrutura e as condições dos programas — ​a terceira desde que as diretrizes de 2002 foram adotadas — avaliou o desempenho dos programas apoiados pelo FMI de janeiro de 2018 a dezembro de 2024 — um ⁠período que incluiu ​a guerra comercial ​entre os Estados Unidos e a China durante o primeiro mandato do presidente norte-americano, Donald ⁠Trump, a pandemia de Covid-19 e ​a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia.

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O Conselho Executivo do FMI endossou as recomendações, que apelam por reformas mais equilibradas, baseadas tanto ​no crescimento da receita quanto na consolidação fiscal, por uma melhor avaliação dos riscos e por maior realismo quanto ​ao financiamento de ⁠projetos.

O FMI afirmou que o objetivo é melhorar a implementação e os resultados, e não ⁠reduzir os padrões. A revisão ocorre logo após mudanças em uma estrutura conjunta de dívida do FMI e do Banco Mundial para países de baixa renda, e uma revisão a ser realizada em breve do processo do FMI para avaliar as economias dos países.



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FMC vende participação de 20% à Tessenderlo Group por US$ 403 milhões

A belga Tessenderlo Group concluiu a compra de uma participação minoritária de 20% na FMC, empresa global de ciências agrícolas e defensivos, em uma operação de aproximadamente US$ 403 milhões. 

A conclusão da transação foi anunciada pelas duas companhias após o cumprimento das condições de fechamento e das aprovações regulatórias.

Pelos termos do acordo, anunciado inicialmente em 30 de junho, a Tessenderlo adquiriu 30,3 milhões de ações ordinárias da FMC por US$ 13,30 cada. Com isso, o grupo belga passa a deter cerca de 20% das ações em circulação da companhia.

Como parte do investimento, a Tessenderlo terá o direito de indicar um membro independente para o conselho de administração da FMC. A empresa nomeou Luc Tack, diretor-presidente da Tessenderlo Group, para ocupar a vaga.

O acordo também prevê que a Tessenderlo ficará sujeita a restrições de negociação enquanto mantiver participação acionária na FMC, além de um período de bloqueio de três anos para a venda das ações adquiridas.

Na operação, a FMC foi assessorada financeiramente pelo BofA Securities e pelo Goldman Sachs, enquanto o escritório Davis Polk & Wardwell atuou como consultor jurídico. A Tessenderlo Group contou com assessoria jurídica dos escritórios Stibbe BV/SRL e Sullivan & Cromwell LLP.

A FMC tem uma dívida de aproximadamente US$ 4 bilhões e, em fevereiro de 2026, afirmou que avaliava vender a companhia.

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Frio dará trégua em São Paulo? Veja quando as temperaturas voltam a subir


A cidade de São Paulo deve voltar a registrar dias mais quentes e sem previsão de chuva. Entre sexta-feira (25), e quarta-feira (30), a expectativa é de temperaturas mais elevadas, de acordo com a Meteoblue.

A manhã desta quinta-feira (24) começou com céu encoberto e redução de visibilidade provocada por névoa úmida em alguns bairros da capital.

A sexta-feira deve começar o dia com céu encoberto, formação de névoa úmida e redução da visibilidade, mas que se dissipa ainda no período da manhã.

“No decorrer do dia, o sol aparece e favorece a elevação da temperatura. Não há previsão de chuva”, acrescenta o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo.

Em razão das condições climáticas na cidade de São Paulo, as buscas pelo termo “Meteorologia” ganharam relevância nas últimas horas.

O fim de semana promete ser de tempo seco e sem previsão de chuva para a capital paulista. No sábado, 26, a expectativa é de predomínio de sol, com máxima prevista de 29ºC.

No domingo (27), o cenário atmosférico não será muito diferente. A temperatura máxima atinge facilmente os 27°C, conforme o CGE.

Para o início da próxima semana, a Meteoblue também projeta temperaturas em elevação. Na segunda-feira (28), a máxima prevista é de 27ºC. Na terça (29), os termômetros devem atingir os 32ºC.

Na quarta-feira, a expectativa é de chegar até 28ºC, antes de nova queda de temperatura prevista para a quinta-feira da semana que vem, 1º, que deve ter variação entre 14ºC e 19ºC e registro de chuvas fortes.



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Prévia da inflação foi de 0,62% em maio


A prévia da inflação de maio foi de 0,62%, 0,27 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,89%). Os grupos Alimentação…



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Chuvas já atingem hortaliças, frutas e culturas de inverno no Sul do país

As chuvas acima da média associadas ao Super El Niño já provocam prejuízos em diferentes culturas agrícolas no Sul do país. Produtores do Paraná e do Rio Grande do Sul relatam impactos em hortaliças, frutas, tabaco, cevada, aveia, trigo, canola e milho, com perdas provocadas por excesso de umidade, granizo, geadas e dificuldades para colher as lavouras.

No Rio Grande do Sul, as hortaliças aparecem entre as culturas mais afetadas pelos temporais que atingiram principalmente a Serra Gaúcha nos últimos dias. Segundo Mateus Rocha, diretor técnico da Emater-RS, granizo e chuvas intensas causaram danos em áreas de produção de hortifrúti, enquanto as lavouras de inverno também sofrem os efeitos do excesso de precipitação.

O técnico afirma que os impactos vão além da perda direta das plantas. O solo encharcado dificulta o escoamento da água, favorece erosão, lixiviação de nutrientes e formação de voçorocas em algumas propriedades.

Segundo o boletim mais recente da Emater, geadas e granizo também provocaram danos localizados em lavouras de aveia branca, canola e cevada, que entram nas fases finais do ciclo sob maior pressão de doenças fúngicas. A giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares seguem sendo monitorados nas áreas mais suscetíveis.

Rocha afirma que a combinação de chuvas intensas, crédito restrito e custos elevados de produção reduz a margem para erros no campo. “Nós não temos mais espaço para erro. O clima está impondo um novo padrão, e o produtor precisa tomar decisões cada vez mais técnicas para reduzir os impactos desses eventos”, disse.

Tabaco e frutas

As chuvas vieram acompanhadas de outros eventos climáticos extremos em diferentes regiões gaúchas.

Em Liberato Salzano, no norte do estado, mais de 500 propriedades rurais registraram prejuízos após uma tempestade de granizo, segundo a Emater. 

“O tabaco, ainda recém plantado, recém transplantado para as lavouras, acaba fazendo com que se haja essa dificuldade do replantio agora nesse momento. A laranja, com muitos frutos caídos ao chão já e, como é um período que também já tem um florescimento, já com prejuízo na safra que virá ainda nessas propriedades”, disse Rocha.

O boletim da Emater também aponta impactos sobre a produção de morangos. A florada de agosto foi prejudicada pela combinação de excesso de nebulosidade, baixa radiação solar e elevada umidade, resultando em frutos menores e deformados por falhas na polinização.

 Em Ijuí, geadas provocaram queimaduras em videiras, e produtores precisaram realizar repoda dos parreirais. Melão e melancia também tiveram áreas replantadas após perdas causadas pelo frio.

Culturas de inverno

As chuvas também prejudicam a colheita de trigo, cevada, aveia e outras culturas de inverno. “As culturas de inverno, como um todo, acabam, de certa forma, sofrendo esse reflexo da chuva mais volumosa”, afirmou Rocha. 

No Paraná, o excesso de chuva afeta praticamente todas as culturas de inverno que estão em fase de colheita, segundo Carlos Winckler Godinho, coordenador da Divisão de Conjuntura do Deral. “A manutenção de chuva para os próximos dias não é boa para quem está colhendo. A situação da cevada é especialmente preocupante”, disse.

A cevada, que tem ganhado espaço como alternativa ao trigo no estado, permanece em fase reprodutiva em parte das regiões. Segundo o Deral, o excesso de umidade e a baixa incidência de radiação solar favorecem doenças e acamamento das plantas. Cerca de 8% da área já foi colhida.

A aveia também tem colheita mais lenta em função da umidade elevada, enquanto a batata registrou interrupções temporárias tanto no plantio quanto na colheita em algumas regiões do estado.

Safra de verão e pastagens

Se as culturas de inverno já acumulam perdas, o próximo desafio pode ser o início da safra de verão.

Com a primavera começando sob influência de um Super El Niño, a previsão é de manutenção de chuvas acima da média na Região Sul nas próximas semanas. Esse cenário aumenta o risco de atraso na semeadura de soja, milho e arroz, caso o excesso de umidade impeça a entrada de máquinas nas lavouras.

No Rio Grande do Sul, geadas atingiram lavouras implantadas mais cedo e, em alguns casos, será necessário replantio. Episódios de granizo também provocaram perdas em áreas pontuais. 

Rocha afirma que este período é crítico porque coincide com a reta final da colheita das culturas de inverno e o início do plantio das culturas de verão.

“O que preocupa agora é exatamente a dificuldade de colher e, logo depois, conseguir implantar a safra de verão. Se o solo permanecer muito úmido, o produtor perde essas janelas de trabalho”, disse.

No Paraná, o plantio do milho de verão desacelerou temporariamente por causa das chuvas, mas voltou a ganhar ritmo com a abertura de períodos de tempo firme.

O Deral informa que o plantio da soja já começou, mas segue em ritmo variável por causa da elevada umidade do solo. O arroz irrigado também teve o plantio prejudicado pelas chuvas e aguarda melhores condições para retomada das operações.

Apesar disso, Godinho afirma que ainda não há indicação de prejuízo relevante para a implantação da safra de verão no estado. “Não vejo problema, por enquanto, para a safra nova. Houve alguns dias de tempo firme que permitiram acelerar o plantio”, disse.

Já as pastagens responderam de forma diferente ao excesso de chuva. Segundo a Emater-RS, aveia e azevém apresentaram boa produção de massa verde, com prejuízos restritos a áreas alagadas ou atingidas por ventos fortes. O Deral também relata boas condições das pastagens no Paraná, favorecidas pela maior disponibilidade de água.

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Williams afirma que é razoável esperar outro aumento de juros pelo Fed ainda este ano


LONDRES, 24 Set (Reuters) – ⁠O presidente do Federal Reserve ⁠de Nova York, John Williams, afirmou nesta quinta-feira ‌que é razoável supor que o banco central dos Estados Unidos possa precisar aumentar a taxa ‌de juros novamente antes do final do ano para ajudar a reduzir os riscos de inflação.

As previsões dos participantes do mercado indicam que os investidores acreditam que “é provável que outro aumento nos juros seja ⁠apropriado ‌até o final do ano. Isso me ⁠parece uma maneira razoável de encarar a questão”, disse Williams.

“Mas temos que esperar para ver. Vamos coletar os dados e fazer o que fizemos entre julho e setembro” na avaliação das ​informações, disse ele em uma conferência em Londres organizada pelo Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e ​Social, um centro de estudos.

Williams destacou os altos níveis de incerteza que afetaram as perspectivas econômicas.

O banco central dos EUA, sob o comando do novo chair, Kevin Warsh, elevou na semana passada ‌sua taxa básica de juros ​para a faixa de 3,75% a 4,00%, e 16 dos 18 membros do comitê de política monetária sinalizaram que o Fed ⁠provavelmente precisará realizar ​pelo menos ​mais um aumento antes do final de 2026.

Williams, que também atua ⁠como vice-chair do Comitê Federal ​de Mercado Aberto (Fomc), responsável pela definição dos juros, afirmou que os EUA e outras economias ao redor do ​mundo demonstraram resiliência ao choque causado pelo aumento dos preços da energia decorrente da ​guerra no Irã.

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Mas ⁠a inflação representa o “grande desafio” para as autoridades, que buscam equilibrar o ⁠crescimento e os riscos de preços.

“Queremos realmente ver não apenas a inflação voltar aos 2%, o que é absolutamente essencial para alcançar esse objetivo, mas também queremos que isso aconteça… de forma tempestiva”, disse ​Williams.



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Chuvas avançam pelo Norte e Nordeste do país nesta quinta; veja previsão


Chuvas atingem o oeste e sul da Região Norte e o extremo oeste da Região Nordeste nesta quinta-feira (24), após o avanço das áreas de instabilidade que atuavam no Sudeste do país.

A região agrícola entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba) terá um alívio nos baixos índices de umidade relativa do ar, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Região Norte, a previsão é de chuva com trovoadas no centro e norte de Roraima, no Amazonas, no centro e sul do Pará, no norte de Rondônia e no sul de Tocantins. Podem ocorrer pancadas de chuva também nas demais áreas de Tocantins, Roraima e no Acre.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 22°C em Rio Branco, e a máxima chega a 38°C em Manaus.

Nordeste

Na Região Nordeste, muitas nuvens devem aparecer na maior parte dos estados. Na Bahia, o dia terá chuva com trovoadas, a partir da tarde e durante a noite as chuvas isoladas atingem o sudoeste do Piauí e no sul do Maranhão.

As temperaturas variam nas capitais entre a mínima de 22°C em Maceió e a máxima de 39°C em Teresina.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste brasileiro, chuvas com trovoadas são esperadas no leste de Mato Grosso, em Goiás e no Distrito Federal, onde há aviso amarelo de perigo potencial, com previsão de ventos que podem chegar a 60 km/h. Nas demais áreas do Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, na região do Pantanal, pode ocorrer chuva isolada.

Sudeste

No Sudeste, há alerta amarelo de perigo potencial para tempestade no noroeste de Minas Gerais. Também é esperada chuva com trovoadas no centro-oeste do estado e no Triângulo Mineiro. No norte de São Paulo, Rio de Janeiro, leste de Minas Gerais e no Espírito Santo ocorrem chuvas isoladas.

A temperatura nas capitais entra em rápida elevação e atinge 29°C no Rio de Janeiro e a mínima esperada é de 15°C em São Paulo.

Sul

Na Região Sul do país, uma massa de ar frio deixa o tempo estável. Na madrugada e no início da manhã, existe expectativa de geada no oeste, centro e sul do Rio Grande do Sul.

A temperatura segue amena, com mínima de 10°C nas três capitais e máxima de 22°C em Florianópolis.



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