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Conectividade aérea não recuperou patamar pré-pandemia; regulação excessiva é entrave


A conectividade aérea está em risco e um dos fatores responsáveis é a crise da cadeia de suprimentos, com redução significativa da entre de novas aeronaves para as companhias aéreas conseguirem ampliar o número de rotas. Segundo dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o número de passageiros se recuperou e superou os níveis pré-pandemia, mas o número de rotas não.

Entre 2015 a 2019, o crescimento das rotas avançou 3% ao ano, com o número total de rotas atingindo um pico de 70.174. Em 2025, o número chegou a 68.972. Especificamente na América Latina, o número de rotas recuou de 4.109 para 3.961, na mesma comparação.

Para a IATA, esse quadro é complexo e as estratégias de negócios das companhias aéreas e as mudanças nos hábitos de viagem dos passageiros podem explicar parte dessa tendência. Mas a falha dos fornecedores também pode ser parte da explicação.

Leia também: IVA pode elevar custo da passagem aérea e reduzir demanda em 30% no Brasil

A associação acredita que os governos poderiam contribuir para recuperar a conectividade perdida, reduzindo a regulação excessiva e o peso fiscal, especialmente os impostos sobre passageiros, além de resolver os problemas relacionados às restrições de capacidade e às regras de proteção de dados.

No entanto, o que tem se visto é que a regulação está saindo do controle. No painel sobre advocacy [defesa de direitos, numa tradução aproximada] no setor apresentado nesta segunda-feira por Thomas Reynaert, vice-presidente sênior da IATA para assuntos externos, foram destacados os casos da União Europeia e da América Latina.

Em sua apresentação, ele lembrou que a UE vem tentando reformar há anos as suas regras de direitos dos passageiros, que hoje custam € 8 bilhões por ano e não conseguiram incentivar melhorias de desempenho em partes centrais do sistema de aviação, especialmente no Controle de Tráfego Aéreo.

“Uma reforma sensata apresentada pela Comissão foi enfraquecida pelos Estados-membros da UE, mas ainda assim representava uma melhora em relação à situação atual. Porém, o processo foi sequestrado por setores do Parlamento Europeu que nada entendem dos desafios que o setor aéreo enfrenta, tanto do ponto de vista financeiro quanto operacional”, diz o relatório que embasou a conferência de Reynaert.

Um exemplo desse processo falho, segundo a IATA, é a questão dos limites de compensação. Atualmente, eles estão fixados em 3 horas, um prazo que não faz sentido operacional e que leva as companhias aéreas a cancelarem voos que, de outra forma, poderiam ser substituídos. A Comissão propôs elevar esse limite para 5 horas. Os Estados da UE diluíram isso para 4 horas. O Parlamento insiste em não mudar as 3 horas.

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“Assim, depois de anos de debate e fracasso, poderemos voltar ao ponto em que estávamos — só que numa trajetória em que a EU261 poderá custar até € 15 bilhões. Uma má reforma seria ainda pior do que nenhuma reforma. Se não conseguirmos ver melhorias reais, preferiríamos que o status quo fosse mantido até que uma proposta mais sensata seja acordada.”

Segundo a IATA, a América Latina também está seguindo pelo caminho errado. “Estamos acompanhando cerca de 150 propostas regulatórias, das quais 113 são negativas para a aviação. Elas incluem limites tarifários na Colômbia, escolha gratuita de assento e transferibilidade de passagens no Peru, além de discussões sobre franquia gratuita de bagagem no Chile e no Brasil”, mostrou o documento.

“O Brasil também é um paraíso de litigância para advogados especializados em direitos de passageiros aéreos. Há uma ação de pequeno valor para cada 227 passageiros neste país. Nos Estados Unidos, é uma para cada 1,2 milhão de passageiros”, comparou.

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Impostos

O excesso de impostos é outro entrave citado para o crescimento da aviação e da conectividade. Mais de US$ 60 bilhões são arrecadados anualmente das companhias aéreas.

Nesse ponto, ao menos, alguns governos estão reconhecendo que eles não são apenas impopulares, mas também economicamente contraproducentes. O governo sueco aboliu completamente seu imposto sobre passageiros há quase um ano, enquanto o governo alemão anunciou uma reversão parcial de seu imposto sobre passagens.

Já na França, foi aumentada a chamada “taxa de solidariedade”, que, segundo um relatório elaborado para o Ministério dos Transportes da França, reduziu a participação de mercado das companhias aéreas francesas. “Em vez de mudar de rumo, o governo dobrou a aposta, tentando persuadir economias em desenvolvimento a aplicar um imposto sobre passageiros de classes premium.”

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No Brasil, a IATA diz ainda estar dialogando com o governo sobre a proposta de cobrança de IVA de 26,5% sobre as passagens aéreas, o que poderia reduzir a demanda em até 30%.

“Impostos mais altos sobre a aviação elevam as tarifas e enfraquecem a economia das rotas, especialmente em mercados regionais e sensíveis a preço. As companhias aéreas podem cortar frequências ou remanejar aeronaves, reduzindo acesso, turismo e resiliência”, concluiu a IATA, destacando que as empresas querem pagar o que é devido, mas os governos devem tomar cuidado para não “matar a galinha dos ovos de ouro da conectividade aérea”.

O jornalista viajou a convite da IATA.

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Demanda recorde dos EUA abre espaço para avanço da carne bovina brasileira

A necessidade crescente de importação de carne bovina pelos Estados Unidos pode abrir novas oportunidades para o Brasil nos próximos anos. Segundo estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o país deverá importar cerca de 2,77 milhões de toneladas da proteína em 2026 e um volume próximo disso em 2027. Mesmo sem mudanças nas regras atuais, a expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 318 mil toneladas para o mercado norte-americano.

A avaliação é de Geraldo Isoldi, analista da Terra Investimentos, que vê potencial para um crescimento ainda maior caso os Estados Unidos eliminem a chamada TRQ (Tariff-Rate Quota), sistema de cotas que limita a entrada da carne bovina brasileira no país.

“Desses 2,77 milhões de toneladas que os Estados Unidos devem importar, a gente já projeta que o Brasil exporte cerca de 318 mil toneladas. Isso sem nada acontecer, com a TRQ mantida e com os impostos aplicados depois que a cota é esgotada”, afirma Isoldi.

Atualmente, o Brasil participa da cota destinada ao grupo de “outros países”, que até 2025 era de 65.005 toneladas. Neste ano, porém, os Estados Unidos transferiram 13 mil toneladas desse volume para o Reino Unido, reduzindo a cota compartilhada para 52 mil toneladas. O problema, segundo Isoldi, é que esse limite costuma ser preenchido nos primeiros dias de janeiro, obrigando os exportadores a pagar uma tarifa de 26,4% sobre os embarques realizados posteriormente.

O analista destaca que a situação coloca o Brasil em desvantagem frente a concorrentes como Austrália e Nova Zelândia. A Austrália, principal fornecedora de carne bovina para os Estados Unidos, possui uma cota próxima de 550 mil toneladas e não paga tarifas dentro desse limite. Mesmo fora da cota, a alíquota aplicada é de 21,1%, inferior à cobrada sobre a carne brasileira.

“A Austrália tem uma cota muito maior e condições tarifárias mais favoráveis. Enquanto o Brasil paga 40 centavos de dólar por quilo dentro da cota e 26,4% quando ela estoura, os australianos entram sem tarifa dentro do limite e pagam menos imposto fora dele”, explica.

Para Isoldi, uma eventual eliminação da TRQ mudaria significativamente a competitividade brasileira no mercado norte-americano.

“Se por um acaso fosse realmente derrubada a TRQ, a gente competiria em pé de igualdade com a Austrália, com a Nova Zelândia e com os demais fornecedores por esses 2,7 milhões de toneladas de carne que os Estados Unidos precisam importar. E a gente sabe que a nossa carne tem um preço mais competitivo”, afirma.

Segundo ele, embora alguns cortes australianos tenham preferência entre consumidores norte-americanos, principalmente por questões ligadas à qualidade e ao perfil do produto, o Brasil teria condições de ampliar sua participação no mercado.

“Não é uma concorrência 100%, porque existem cortes específicos em que eles preferem a carne australiana. Mas certamente o Brasil conseguiria exportar muito mais do que as 318 mil toneladas projetadas hoje”, diz.

A avaliação ganha força diante do atual cenário da pecuária norte-americana. Dados do USDA mostram que o rebanho bovino dos Estados Unidos caiu para 86,2 milhões de cabeças em janeiro de 2026, o menor nível dos últimos 75 anos. Além disso, problemas sanitários enfrentados pelo México reduziram o fluxo de gado destinado aos confinamentos americanos, dificultando a recomposição da oferta local.

Nesse contexto, Isoldi acredita que o mercado americano pode se tornar ainda mais estratégico para a carne bovina brasileira.

“Quem sabe até a ponto de compensar parte da perda que a gente pode ter com a cota chinesa. Os Estados Unidos têm uma necessidade muito grande de importação e o Brasil reúne competitividade de preço, escala de produção e capacidade de fornecimento”, afirma.

Apesar do anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre o fim da TRQ para a carne bovina, a medida acabou sendo adiada após forte reação de entidades ligadas aos pecuaristas americanos. A preocupação do setor é que uma maior abertura às importações possa pressionar os preços internos e dificultar a recuperação do rebanho nacional.

Enquanto a decisão não é formalizada, o Brasil segue ampliando sua presença no mercado. Em 2025, os Estados Unidos importaram 229,5 mil toneladas de carne bovina brasileira. Apenas entre janeiro e abril deste ano, os embarques já somaram 135,6 mil toneladas, reforçando a importância crescente do destino para as exportações nacionais.

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Confira números da Lotofácil 3706 e da Quina 7046 sorteados hoje (9/6)


Além da Lotofácil e da Quina, a Caixa Econômica Federal sorteou as dezenas da Mega-Sena, Timemania e Dia de Sorte



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Expectativas de inflação de 1 ano nos EUA caem a 3,5% em maio, mostra pesquisa do Fed


As expectativas medianas de inflação no horizonte de 1 ano dos consumidores dos Estados Unidos caíram de 3,6% em abril para 3,5% em maio, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 8, pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York. Já as expectativas para os horizontes de três anos seguiram em 3,1%, enquanto as de cinco anos permaneceram estáveis em 3%.

Por outro lado, as expectativas para a disponibilidade futura de crédito se deterioraram, com uma menor parcela de entrevistados esperando que será mais fácil obter crédito no próximo ano.

As percepções sobre o acesso ao crédito em comparação com um ano atrás permaneceram inalteradas.

Sobre o mercado de trabalho, a probabilidade média percebida de encontrar um emprego – caso o emprego atual fosse perdido – diminuiu em 2,3 pontos porcentuais, para 43,7%, permanecendo abaixo de sua média móvel de 12 meses, de 46,8%, e marcando a leitura mais baixa desde dezembro de 2025.

A probabilidade percebida de perder o emprego no próximo ano aumentou para 15,1%, acima da média móvel da série de 14,4%.

Já a percepção das famílias sobre a atual situação financeira se deteriorou, com uma parcela maior de famílias relatando piora no maior nível da leitura deste índice desde janeiro de 2023.



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Fase da lua pode influenciar ataques de tubarão em Pernambuco. Entenda


Do Porto de Suape à lua cheia: como a ciência explica a concentração de ataques de tubarão no litoral pernambucano



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Balança comercial tem superávit de US$ 3,247 bilhões na 1ª semana de junho


A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 3,247 bilhões na primeira semana de junho. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 8, o valor foi alcançado com exportações de US$ 7,991 bilhões e importações de US$ 4,745 bilhões.

Até a primeira semana de junho, comparado ao mesmo mês de 2025, as exportações cresceram 37,6%.

O desempenho dos setores foi o seguinte: alta de 36,6% em Agropecuária, que somou US$ 1,884 bilhão; alta de 38,5% em Indústria Extrativa, indo a US$ 1,736 bilhões; e, por fim, expansão de 37,6% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 4,330 bilhões.

Em relação às importações, houve avanço de 2,3% na mesma comparação.

Houve alta de 8,0% em Agropecuária, que atingiu US$ 96,5 milhões; crescimento de 41,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 266,6 milhões; e, por fim, alta de 0,8% em Indústria de Transformação, para US$ 4,363 bilhões.

Acumulado do ano

De janeiro até a primeira semana de junho, a balança acumula superávit de US$ 35,909 bilhões, um crescimento de 38,2% em relação ao mesmo período de 2025. Naquela ocasião, houve saldo positivo de US$ 30,187 bilhões. A projeção do MDIC é de que o superávit da balança comercial seja de US$ 72,1 bilhões neste ano.



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Michelle diz que apoiará candidatura de Flávio "no momento certo"


Michelle diz que a prioridade, no momento, é a recuperação do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)



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Polícia Civil inaugura em Fátima do Sul a 67ª Sala Lilás em Mato Grosso do Sul – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por meio da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), em parceria com a Prefeitura de Fátima do Sul, inaugurou nesta segunda-feira (8) a Sala Lilás do município. A unidade é a 67ª implantada no Estado e a décima entregue em 2026.

A nova estrutura integra a política pública de enfrentamento à violência contra a mulher e amplia a rede de acolhimento e proteção disponível às vítimas em Mato Grosso do Sul. O espaço foi concebido para oferecer atendimento humanizado, garantindo privacidade, escuta qualificada e acolhimento adequado às mulheres em situação de violência.

Com a inauguração da unidade em Fátima do Sul, o Estado avança na meta de implantar Salas Lilás nos 79 municípios sul-mato-grossenses, fortalecendo o acesso aos serviços de proteção e apoio em todas as regiões. As Salas Lilás funcionam como ambientes preparados para receber mulheres vítimas de violência, proporcionando um atendimento mais acolhedor e contribuindo para o encaminhamento das demandas à rede de proteção e aos órgãos competentes.

A entrega da 67ª unidade reforça o compromisso do Governo do Estado, da Sejusp e da Polícia Civil com a ampliação das políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e ao enfrentamento da violência de gênero. A Sala Lilás de Fátima do Sul passa a integrar a rede estadual de atendimento especializada, ampliando a oferta de acolhimento e fortalecendo as ações de prevenção e proteção às mulheres no município e região.

Keila Flores, Comunicação Polícia Civil de MS
Fotos: PCMS



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Chefe do FMI alerta para novo choque global: “Precisamos pensar no impensável”


A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou estar preocupada com a possibilidade de novos choques na economia global e se líderes estão fazendo o suficiente para evitá-los ou resistir a eles.

“Me preocupo que pessoas não entendam que temos que pensar sobre o impensável. Me preocupo que não estamos nos preparando o suficiente para o próximo choque que está por vir. Não sei o que será, mas sei que teremos um”, disse, em entrevista nesta segunda-feira para podcast da Bloomberg.

Georgieva ponderou que o mundo deve lidar com choques cada vez mais frequentes e que os líderes precisam preparar seus países para se tornarem mais resilientes.

Ao comentar sobre sua trajetória no FMI, a diretora-gerente destacou como a instituição tem auxiliado na recuperação de várias economias ao longo de sua história. “Grécia, Islândia e outros países seguiram nossas recomendações, fizeram reformas e se tornaram algumas das economias com melhor performance do mundo”, apontou.

Sobre inteligência artificial (IA), Georgieva observou que estão em discussão três modelos centrais de regulação para a tecnologia, feitos pelos EUA, União Europeia (UE) e China.

Segundo ela, caberá à Organização das Nações Unidas (ONU) decidir qual conjunto de regras será capaz de direcionar a presença da IA na sociedade, como lucros corporativos podem ser distribuídos, riscos para a estabilidade financeira, entre outros.



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Câmara reage a corte no seguro rural e quer convocar ministros

Diante dos cortes recém-anunciados pelo governo no seguro rural, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) apresentou, nesta terça-feira (9) à noite, requerimento na Comissão de Agricultura da Câmara para convocar os ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento) e André de Paula (Agricultura).

Diferentemente dos convites, as convocações — se aprovadas pela comissão — são de comparecimento obrigatório.

Para o deputado, integrante ativo da bancada ruralista e presidente da Comissão de Agricultura no ano passado, o bloqueio de quase metade do orçamento previsto para 2026 tem sua gravidade ampliada porque o programa “não constitui despesa acessória ou secundária”.

“Trata-se de mecanismo estruturante da política agrícola nacional, destinado a reduzir o custo de contratação das apólices pelos produtores rurais, ampliar a proteção contra perdas decorrentes de seca, excesso de chuva, geada, granizo, enchentes, tempestades e outros eventos climáticos, bem como preservar a capacidade produtiva, o acesso ao crédito rural e a continuidade da produção agropecuária” afirma Nogueira no requerimento, obtido pela CNN.

“Sem subvenção suficiente, a contratação de apólices se torna mais cara e inacessível. Com menor cobertura securitária, aumenta-se a exposição do produtor a riscos, reduz-se a segurança das instituições financeiras na concessão de crédito rural e cresce a probabilidade de futuras demandas por renegociação de dívidas, prorrogação de financiamentos e socorros emergenciais.”

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