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país se divide entre alerta de temporais e tempo seco nesta 6ª


O cenário meteorológico no Brasil apresenta uma acentuada divisão nesta sexta-feira (29/5), impulsionado pela atuação de múltiplos sistemas atmosféricos. Enquanto a aproximação de um cavado meteorológico e a circulação de ventos úmidos trazem de volta as instabilidades e o risco de temporais para o Sul e o extremo sul de Mato Grosso do Sul, as regiões Sudeste e Centro-Oeste experimentam um dia de maior estabilidade.

Em contrapartida, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os ventos marítimos concentram os maiores volumes de chuva e alertas de tempestade nas faixas norte e litorânea das regiões Norte e Nordeste.

Na Região Sul, o tempo firme predomina apenas nas primeiras horas da manhã, dando lugar a uma rápida mudança nas condições climáticas. Novas áreas de instabilidade avançam do oeste e interior do Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas moderadas a fortes acompanhadas de trovoadas, inclusive na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A partir da tarde, o sistema se expande para o oeste e sul de Santa Catarina e a faixa oeste do Paraná. Apesar do retorno da chuva, as temperaturas sobem gradualmente e garantem um dia agradável, com elevações mais expressivas no noroeste paranaense.

No Sudeste, a tônica do dia é a estabilidade na maior parte dos estados, embora a atuação da alta pressão oceânica e de uma frente fria afastada no Atlântico mantenham o céu nublado na faixa leste. Há previsão de chuva fraca e isolada para o litoral paulista, capixaba e fluminense, com intensidade moderada entre o norte de São Paulo e a Região dos Lagos (RJ).

O ar frio marítimo deixa as temperaturas amenas no centro-sul paulista, no Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais. Já no interior, especialmente no Triângulo Mineiro e norte de São Paulo, o clima fica seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30%.

O Centro-Oeste segue uma tendência semelhante de calor e tempo seco na quase totalidade de sua extensão, mas com uma exceção importante em Mato Grosso do Sul. A atuação de um cavado em níveis médios da atmosfera deve provocar pancadas de chuva com trovoadas no extremo sul, sudoeste e oeste do estado entre o fim da manhã e a noite, ganhando força no período noturno.

Umidade baixa

O restante da região central do país enfrenta baixos índices de umidade — inferiores a 30% no leste de Mato Grosso e norte de Goiás — e rajadas de vento de até 50 km/h.

No Nordeste, a atenção se volta para a faixa norte e o litoral leste, onde os ventos úmidos vindos do mar sustentam uma nebulosidade elevada e chuvas frequentes desde cedo.

Os termômetros continuam registrando marcas altas, mas há alertas severos para temporais na região de Salvador e Canavieiras, no litoral do Rio Grande do Norte e na costa do Maranhão, incluindo a capital São Luís.

Em contraste com o litoral úmido, o interior nordestino permanece muito quente e seco, com níveis críticos de umidade no centro-oeste da Bahia, oeste de Pernambuco e sul do Piauí e Maranhão.

A Região Norte do país combina o forte aquecimento diurno com a alta umidade para gerar nuvens carregadas ao longo de toda a sexta-feira. A ZCIT continua fortemente ativa sobre o extremo norte da região, gerando alertas de temporais para Roraima, Amapá, além do norte e oeste do Amazonas e do Pará, com impactos diretos nas capitais Boa Vista e Macapá.

Por outro lado, um sistema de alta pressão garante tempo firme e ensolarado no Acre, em Rondônia, no Tocantins e nas porções sul do Pará e Amazonas, mantendo o ambiente abafado.

Atenção da população

Por fim, os ventos intensos e a baixa umidade do ar configuram o fechamento do quadro climático nacional, exigindo atenção da população para os cuidados com a saúde. Rajadas de vento variando entre 40 e 50 km/h serão registradas no litoral do Espírito Santo, no Nordeste e no estado do Tocantins.

Este último, inclusive, além dos ventos fortes em seu interior, deve registrar índices de umidade inferiores a 30%, assemelhando-se ao clima de deserto observado nas demais áreas centrais e de interior do Brasil nesta jornada.



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Por que as articulações e os joelhos doem mais nos dias frios e como aliviar o desconforto


A queda de temperatura contrai a musculatura e altera a lubrificação das cartilagens, exigindo adaptações simples na rotina para manter o corpo livre de dores agudas durante o inverno

RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOPedestres enfrentam frio para caminhar na Avenida Paulista
Existem táticas não invasivas altamente recomendadas para proteger as cartilagens e combater a contratura muscular nos dias mais gelados do ano

A dor nas articulações durante os períodos de baixa temperatura é uma resposta fisiológica do corpo humano ao clima extremo, e não necessariamente o sinal de uma doença inédita. Quando os termômetros caem, o organismo adota um mecanismo natural de defesa conhecido como vasoconstrição. Esse processo redireciona o fluxo de sangue para os órgãos vitais no centro do corpo, deixando extremidades como joelhos, mãos e pés com menos irrigação e oxigenação. Além disso, as oscilações climáticas interferem de forma direta na lubrificação das engrenagens ósseas e na tensão dos músculos que sustentam o esqueleto. Para quem já convive com condições pré-existentes, como artrose, artrite ou lesões antigas, esse cenário se traduz rapidamente em rigidez matinal e pontadas ao realizar movimentos básicos do cotidiano.

Sinais de que o frio está afetando seu corpo

As mudanças de temperatura causam reações físicas inegáveis, especialmente nas áreas que suportam muito peso ou possuem pouca cobertura de gordura para se aquecer. Os desconfortos costumam ser intensificados pela manhã ou após longos períodos de repouso. Quando o frio afeta o sistema musculoesquelético, o paciente costuma relatar:

  • Rigidez articular ao acordar, exigindo alguns bons minutos de alongamento para que o corpo volte a se movimentar com naturalidade.
  • Sensação de peso e repuxamento nos joelhos ao subir e descer lances curtos de escadas.
  • Dores latejantes nas extremidades, principalmente nas mãos, punhos e tornozelos.
  • Estalos mais frequentes e barulhentos ao dobrar ou esticar os membros.
  • Aumento da sensibilidade geral na pele e nos ossos, em que esbarrões ou pequenos impactos doem muito mais do que o normal.
  • Encurtamento muscular na região da lombar e do pescoço, gerando tensões que se irradiam para o resto do corpo.

A ciência por trás das dores de inverno

Não é mito que as juntas das pessoas mais velhas “avisam” quando o tempo vai virar. A origem desse incômodo envolve um conjunto de fatores mecânicos comprovados pela medicina. O principal causador é a queda da pressão atmosférica, um fenômeno muito comum antes da chegada de frentes frias ou chuvas. Essa alteração no peso do ar faz com que os tecidos ao redor das articulações se expandam minimamente, aumentando a pressão interna nas cápsulas e irritando as terminações nervosas altamente sensíveis do local.

Outro motivo biológico muito importante é o espessamento do líquido sinovial. Este fluido atua como um “óleo lubrificante” natural para evitar que os ossos raspem uns nos outros. Em baixas temperaturas, ele fica mais espesso, aumentando o atrito interno e criando aquela sensação nítida de que a articulação está travada ou enferrujada. O frio intenso também provoca uma contração de defesa em músculos, tendões e ligamentos, o que tira a articulação do seu eixo de alinhamento perfeito e gera sobrecarga durante o movimento. Soma-se a isso o simples fato de que, no frio, as pessoas tendem a ficar mais tempo paradas, e a imobilidade prolongada é a maior inimiga da saúde das cartilagens.

O que o médico avalia no consultório

Descobrir se a dor articular é apenas um reflexo passageiro do clima ou o agravamento de uma lesão silenciosa exige uma investigação ortopédica criteriosa. O profissional de saúde sempre começa a consulta analisando o histórico clínico do paciente, buscando mapear quando os sintomas começaram, se a dor piora à noite e se há antecedentes familiares de doenças reumatológicas na família.

Durante o exame físico, o médico apalpa as áreas doloridas, testa a força dos músculos ao redor da lesão e realiza manobras para medir a estabilidade dos ligamentos. Para descartar problemas estruturais definitivos, como o desgaste irreversível de cartilagem, o especialista costuma recorrer aos exames de imagem. O uso de radiografias simples das articulações ajuda a checar o espaço articular e identificar esporões ósseos. Caso exista suspeita de uma inflamação forte nos tendões ou acúmulo de líquido, a ultrassonografia de partes moles ou a ressonância magnética são exames definitivos para que a equipe médica elabore um plano de recuperação assertivo.

Caminhos seguros para recuperar o bem-estar

Existem táticas não invasivas altamente recomendadas para proteger as cartilagens e combater a contratura muscular nos dias mais gelados do ano. O foco primário dos tratamentos de suporte é devolver a temperatura e a mobilidade adequadas para a articulação afetada, evitando desgastes secundários. As recomendações médicas costumam incluir:

  • Uso de terapia de calor: Aplicar bolsas de água quente ou compressas térmicas ajuda a dilatar os vasos sanguíneos da região e consegue relaxar a musculatura tensa de forma imediata.
  • Manutenção de exercícios contínuos: Fazer atividades de impacto leve, como caminhadas protegidas, natação em piscina aquecida ou Pilates, é essencial para estimular a produção de lubrificante nas juntas.
  • Rotinas de alongamento suave: Realizar estiramentos curtos pela manhã ajuda a preparar os tendões para suportar o peso corporal sem traumas.
  • Isolamento térmico focado: Vestir roupas em camadas e priorizar peças como luvas, meias longas e joelheiras de compressão térmica impede que o ar gelado esfrie rapidamente o interior das juntas.
  • Intervenção farmacológica orientada: O ortopedista pode receitar esquemas de analgésicos, pomadas locais, relaxantes musculares e anti-inflamatórios para debelar o sintoma no ápice da crise.

Conviver com dores em todas as frentes frias não é normal e a mudança de temperatura nunca deve ser pretexto para a automedicação contínua. Ocultar a dor com remédios sem saber exatamente o que está acontecendo por baixo da pele pode agravar problemas estruturais graves e causar severos danos ao estômago ou aos rins a longo prazo. Se as dores vierem acompanhadas de vermelhidão extrema, calor exagerado no local ou se tornarem incapacitantes, procure atendimento imediato. Este material possui caráter estritamente informativo e de utilidade pública, não servindo, sob nenhuma justificativa, como substituto de uma consulta presencial com seu médico de confiança para fechar um diagnóstico exato.





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Lorenz projeta faturamento de R$ 1,2 bilhão com mandioca até 2032 no Brasil

A Lorenz, empresa do grupo GTF e maior processadora de mandioca do Brasil, projeta encerrar 2026 com faturamento de R$ 420 milhões e mantém um plano estratégico de crescimento que prevê alcançar R$ 1,2 bilhão em receita até 2032.

A expansão será sustentada por investimentos em modernização industrial, desenvolvimento de novos amidos especiais, ampliação das exportações e possíveis aquisições ao longo dos próximos anos.

O desempenho da companhia acompanha um cenário favorável para a cadeia da mandioca no Brasil. Em 2026, a produtividade da cultura avançou cerca de 20% em comparação ao mesmo período do ano anterior, ampliando a oferta de matéria-prima para as indústrias.

Segundo a empresa, o aumento no rendimento das lavouras permitiu maior disponibilidade de raiz para processamento, beneficiando diretamente as operações da Lorenz, que atualmente possui quatro indústrias e processa aproximadamente 25 mil toneladas de mandioca por mês.

O diretor de novos negócios da Lorenz, Aleksandro Siqueira, destacou que a empresa vive um ciclo consistente de crescimento desde que a GTF adquiriu a antiga Cia Lorenz há dez anos.

Em 2016, o faturamento da operação era de R$ 35 milhões. Em 2025, a receita alcançou R$ 385 milhões, crescimento superior a dez vezes no período.

“A projeção para este ano é chegar aos R$ 420 milhões em faturamento e seguir crescendo em dois dígitos até 2032. Nosso planejamento estratégico prevê alcançar R$ 1,2 bilhão impulsionados por modernização, crescimento orgânico, inovação e expansão internacional”, afirmou Siqueira.

A expectativa da companhia para 2026 é avançar pelo menos 12% em faturamento e cerca de 10% em volume comercializado. A estratégia está apoiada principalmente no crescimento da demanda global por produtos plant-based , ingredientes clean label e soluções alimentícias mais saudáveis.

A empresa vem ampliando o portfólio de amidos especiais voltados tanto para o setor alimentício quanto para aplicações industriais. Entre os destaques estão soluções para embutidos, redução de óleo em maioneses, substituição parcial de gelatina em balas de goma e adesivos vegetais para embalagens biodegradáveis.

Mercado internacional

Segundo Siqueira, os produtos à base de mandioca ganharam competitividade no mercado internacional em função da alta dos custos de produção na Europa e da elevação dos fretes asiáticos, principalmente da Tailândia e do Vietnã, tradicionais fornecedores globais de amidos.

“O consumidor está olhando cada vez mais para produtos de origem vegetal, com menos açúcar, menos sódio e ingredientes mais saudáveis. A mandioca atende justamente essa demanda e o Brasil vem se consolidando como um fornecedor estratégico para o mercado global”, disse.

Atualmente, a Lorenz exporta para mais de 40 países. Entre os mercados que mais cresceram estão Colômbia, México, Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Venezuela e países do Norte da África. O segmento de embutidos lidera a demanda internacional, especialmente em mercados latino-americanos.

Outro fator que fortalece a expansão internacional da companhia é a consolidação das certificações globais das plantas industriais da empresa, incluindo BRC, IFS, Halal, Kosher e Smeta, voltadas para qualidade, segurança alimentar, responsabilidade social e sustentabilidade.

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Receita paga maior lote da história nesta sexta. Veja calendário


A Receita Federal paga o maior lote de restituição da história nesta sexta-feira (29/5) do Imposto de Renda. São R$ 16 bilhões em créditos e 8.749.992 contribuintes contemplados. O número representa 40% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes.

 O crédito das restituições será feito ao longo do dia. Os próximos lotes serão pagos até agosto.  A previsão é que o segundo lote também contemple cerca de 9 milhões de contribuintes, com valores de restituições de R$ 16 bilhões, totalizando assim 80% da estimativa de restituições a serem pagas este ano.

Veja o calendário:

  • 30 de junho
  • 31 de julho
  • 28 de agosto

Neste primeiro lote, cerca de R$ 8,64 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal:

  • 256.697 restituições para idosos acima de 80 anos;
  • 2.256.975 restituições para idosos entre 60 e 79 anos;
  • 222.100 restituições para pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave;
  • 1.054.789 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.
  • Além disso, 4.959.431 restituições serão destinadas a contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram pelo recebimento via PIX.

Mais de R$ 6 milhões ainda não declararam IR

O prazo para entregar a declaração de Imposto de Renda termina nesta sexta-feira (29/5). Segundo a Receita Federal, mais de 6 milhões de contribuintes ainda não entregaram o documento. Caso o contribuinte não entregue no prazo, ele fica sujeito ao pagamento de multa.

A declaração on-line pode ser acessada pelos seguintes meios:

  • Página oficial: www.gov.br/receitafederal
  • e-CAC – Centro de Atendimento Virtual
  • Portal de Serviços Digitais
  • Aplicativo Receita Federal



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Dificuldade para dormir no frio: quais chás ajudam a aquecer e melhorar o sono


Entenda por que as baixas temperaturas afetam o descanso noturno e conheça os benefícios de plantas como valeriana e camomila para o relaxamento corporal

Unsplash/Drew JemmettChá
A automedicação, mesmo com produtos naturais, exige responsabilidade redobrada

A queda das temperaturas frequentemente traz consigo uma piora significativa na qualidade do descanso. Quando o ambiente está excessivamente gelado, o corpo precisa gastar mais energia para manter a sua temperatura interna equilibrada. Esse esforço extra interfere no processo natural de desaceleração que ocorre antes de adormecer, tornando o repouso superficial e menos restaurador. Para reverter esse quadro, o ajuste térmico do quarto, aliado ao consumo de infusões quentes de ervas medicinais, atua como uma barreira protetora. As bebidas ajudam a esquentar o organismo de dentro para fora, entregando princípios ativos que induzem a sonolência.

Sinais de que as baixas temperaturas estão afetando seu descanso

O desconforto térmico altera drasticamente a arquitetura do repouso humano. Quando a frente fria prejudica o seu corpo, os principais sinais de alerta noturnos incluem:

  • Demora excessiva para atingir um estado de relaxamento profundo.
  • Despertares frequentes durante a madrugada.
  • Sensação persistente de tensão muscular na região dos ombros, pescoço e maxilar.
  • Agravamento do ronco e ressecamento das vias aéreas.
  • Dores nas costas ou articulações intensificadas logo pela manhã.
  • Fadiga extrema ao levantar, sinalizando a ausência do sono reparador.

Por que sentimos mais dificuldade para dormir no inverno

A fisiologia humana depende de uma harmonia estreita com o ambiente. Para que o cérebro inicie o ciclo de sonolência, é necessário que a temperatura central do corpo diminua levemente. No entanto, em um ambiente muito gelado, ocorre um efeito rebote: o sistema nervoso entra em estado de alerta para gerar calor e evitar um quadro de hipotermia, o que impede o desligamento mental.

Além da resposta térmica aguda, os dias mais curtos e com menor luz natural do inverno afetam a produção regular de melatonina, o hormônio regulador do relógio biológico. Essa falta de exposição solar desregula o ritmo circadiano, facilitando episódios noturnos de pensamentos acelerados, estresse e ansiedade, fatores que agem como bloqueadores diretos do adormecimento.

Como identificar se a insônia sazonal exige avaliação médica

Embora pequenas alterações no descanso sejam normais durante dias frios, a privação crônica requer acompanhamento médico especializado. O médico do sono ou clínico geral conduzirá uma investigação minuciosa baseada no histórico do paciente e em questionários de hábitos diários. Se necessário, será solicitado um exame de polissonografia, que monitora as atividades cerebrais e respiratórias durante a noite.

O foco da avaliação médica é investigar se o ambiente gelado está apenas acentuando a dificuldade respiratória ou apneia ou se há um transtorno afetivo sazonal em curso. A investigação clínica torna-se urgente quando o cansaço passa a afetar a memória, o humor e a capacidade de concentração durante o dia.

Afinal, quais os melhores chás naturais para tomar à noite que ajudam a esquentar e melhoram o sono

A aplicação da fitoterapia noturna faz parte da rotina de higiene do sono. O calor da bebida auxilia na dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação e aquecendo as extremidades do corpo, enquanto as plantas entregam ativos calmantes ao cérebro. As opções naturais mais indicadas no tratamento auxiliar de relaxamento incluem:

  • Camomila (Matricaria recutita): Contém apigenina, um flavonoide poderoso que se liga a receptores cerebrais específicos, induzindo o relaxamento muscular e uma suave sensação de sonolência.
  • Valeriana (Valeriana officinalis): Atua no sistema nervoso central por meio do ácido valerênico. Essa substância eleva a disponibilidade do neurotransmissor GABA, responsável por inibir a atividade cerebral e promover um efeito sedativo leve.
  • Erva-cidreira (Melissa officinalis): Rica em ácido rosmarínico, é altamente eficaz para abaixar os níveis de estresse e reduzir a aceleração mental pouco antes de deitar.
  • Mulungu (Erythrina mulungu): Com forte ação tranquilizante, essa planta nativa brasileira é indicada para conter picos de ansiedade crônica e relaxar o sistema nervoso de forma profunda.
  • Lavanda: Quando ingerida em forma de infusão, auxilia no alívio de tensões mentais e corporais provocadas pelo enrijecimento muscular nos dias frios.

A automedicação, mesmo com produtos naturais, exige responsabilidade redobrada. As plantas possuem princípios farmacológicos ativos que podem apresentar interações severas, especialmente se combinados com medicamentos alopáticos para ansiedade ou depressão. Tais combinações podem levar à depressão perigosa do sistema nervoso.

Aviso legal: As informações contidas nesta reportagem possuem caráter estritamente educativo e não configuram diagnóstico. A utilização de ervas medicinais e a ocorrência de dificuldades frequentes para repousar devem ser obrigatoriamente comunicadas a um médico de confiança, que indicará os limites e a necessidade de um tratamento contínuo e individualizado.





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IRPF: prazo para declaração termina hoje. Receita inicia restituição


Até a tarde desta quinta-feira (28/5), 5,8 milhões ainda não haviam apresentado os informações para a Receita Federal



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Decisão de Trump sobre PCC e CV fortalece Flávio e minimiza crise com Vorcaro, avaliam aliados


Próximos ao senador avaliam que a classificação de organizações como terroristas fortalece a pré-campanha; já aliados de Lula ficaram atônitos e temem impacto eleitoral

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOFlávio Bolsonaro faz ataques ao magistrado e tenta desacreditar o julgamento na Corte
Flávio Bolsonaro esteve com Donald Trump na Casa Branca

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemoraram a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. A avaliação de pessoas próximas ao pré-candidato à presidência é de que a medida fortalece politicamente Flávio e minimiza a crise provocada pela divulgação dos áudios em que o senador pede R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, segundo interlocutores ouvidos pela Jovem Pan.

Para o entorno de Flávio, a decisão de Trump é uma sinalização de que o senador é relevante para chefe da Casa Branca e vê chances de contar com o apoio do republicano na campanha eleitoral brasileira. O tema das facções criminosas foi abordado por Flávio diretamente no encontro que manteve com Trump na tarde da última terça-feira.

Como mostrou a Jovem Pan, empresários já haviam avaliado que o encontro entre Flávio e Trump não deveria, por si só, reduzir o desgaste do senador com o setor produtivo após a revelação dos áudios. A decisão do republicano sobre o PCC e o CV, no entanto, é vista pelo entorno de Flávio como um elemento novo, capaz de alterar esse cálculo.

Do outro lado, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficaram atônitos com a notícia. Alguns interlocutores não esconderam a surpresa e já avaliam se a medida pode causar danos à campanha do petista à reeleição. A estratégia definida pelo partido é avançar com o tema da soberania nacional como forma de conter qualquer avanço de Flávio nas pesquisas.





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Brasil não precisa se ajoelhar


O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, criticou a atuação dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, após o país classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

Pimenta chamou de “traição” ao Brasil, caso seja verdade que Flávio e Eduardo Bolsonaro atuaram para a decisão dos norte-americanos. O deputado também afirmou que “o Brasil não precisa se ajoelhar para combater o crime”. A manifestação foi feita pelas redes sociais na noite desta quinta-feira (28/5).

“O que a extrema direita tenta vender como ‘grande dia’ pode abrir caminho para interferência externa, sanções contra o país e uma lógica militarizada sobre um problema que precisa ser enfrentado com inteligência, coordenação e responsabilidade. Ninguém está defendendo facção. Estamos defendendo o Brasil”, disse Pimenta.

Para o deputado, a segurança pública não deve ser usada para palanque político. “Sem facção. Sem entreguismo. Com lei e trabalho concreto”, completou.

Decisão dos EUA

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (28/5), que classificará o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras. A decisão ocorreu um dia após o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Flávio também esteve nesta semana com o presidente Donald Trump e afirmou ter conversado com o norte-americano sobre as organizações terroristas brasileiras.

Após a decisão dos EUA, Flávio comemorou pelas redes sociais. “Grande dia”, escreveu no X.





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Setor de energia renovável apresenta propostas a presidenciáveis para consolidar o Brasil como liderança global


Sugestões constam em uma carta assinada por 24 entidades do setor, lançada nesta quarta-feira (27) em evento que reuniu representantes empresariais e autoridades públicas

JOAQUIN SARMIENTO / AFPenergia renovável
Moinhos de vento são vistos no projeto de energia eólica Guajira 1, perto do Cabo de la Vela, em Uribia, departamento de La Guajira, Colômbia

Organizações e empresas nacionais e internacionais do setor de energia renovável apresentaram aos pré – candidatos à presidência da República propostas para fortalecer a transição energética no Brasil, que podem levar o país a se consolidar como liderança global no mercado.

As sugestões constam em uma carta assinada por 24 entidades do setor, lançada nesta quarta-feira (27) em evento que reuniu representantes empresariais e autoridades públicas, em Brasília confira aqui a íntegra.

Entre as propostas está:

  • Instituir um Mapa do Caminho da transição para longe dos combustíveis fósseis em direção às energias renováveis e eletrificação
  • Destravar transmissão e armazenamento para aproveitar a energia renovável já disponível e alinhar política energética e industrial para criar demanda para renováveis e empregos verdes.

“O Brasil está diante de uma janela histórica para consolidar sua liderança na transição energética global, e corre o risco concreto de perdê-la caso o próximo governo não assuma compromissos de implementação robustos e coordenados”, diz um trecho da carta.

A transição energética permite menor emissão de gás carbônico, porque reduz ou extingue o uso de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, na geração de energia elétrica. No lugar, são utilizadas as fontes limpas e renováveis, como biomassa, eólicas e solar.

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que 58% da matriz energética global são compostos só por petróleo e carvão. Na contramão, o Brasil sai na frente como um dos países que possui uma das matrizes de energia limpa do mundo. Metade da energia usada no Brasil, segundo o Balanço Energético Nacional, vem de fontes renováveis, 36% acima da média mundial.

Embora isso, o setor alerta para o baixo investimento em renováveis no Brasil, e reivindica a adoção de uma política de incentivos. De acordo com o Instituto de Estudos Socioeconômicos, em 2024 para cada R$ 1 destinado às renováveis, aproximadamente R$ 2,52 foram direcionados às fontes fósseis.

Na carta aos presidenciáveis, as entidades do setor também fazem destaque a guerras motivadas pela disputa de petróleo, ressaltando mais um motivo sobre a importância na transição energética. “Tensões geopolíticas crescentes, guerras regionais, disputas comerciais e volatilidade extrema dos mercados de petróleo e gás tornaram evidente o que o setor já sinalizava: os combustíveis fósseis são, por natureza, intermitentes quanto ao fornecimento e ao preço. As energias renováveis, ao contrário, são o escudo estratégico que protege economias nacionais de choques externos e reduz a exposição a mercados que o Brasil não controla”, diz o documento.

Luis Viga, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV) diz que o Brasil é um celeiro de soluções energéticas híbridas, situado fora de áreas de conflito. “O Brasil conversa tanto com a China quanto com os Estados Unidos. E temos a grande possibilidade de ofertar energia barata, em escala, das mais diversas maneiras”, afirma.

Natália Oliveira, Head de Policy and Advocacy para América Latina na Global Renewables Alliance considera o lançamento das propostas um marco importante. “A carta reúne prioridades concretas e leva aos futuros candidatos à Presidência uma mensagem clara sobre a importância de incorporar a transição energética ao projeto de desenvolvimento do país, com diálogo, previsibilidade e compromisso de longo prazo”, afirma.

A carta será entregue aos candidatos à Presidência da República após a confirmação oficial das candidaturas pelos partidos políticos.





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Mega-Sena 3012 sorteia R$ 6 milhões hoje (28/5). Veja resultado


A Caixa Econômica Federal sorteou, na noite desta terça-feira (28/05), os concursos de número 3.012 da Mega-Sena; 3.697 da Lotofácil; 7.035 da Quina; 2.397 da Timemania; e o 1.219 da Dia de Sorte.

Os números foram sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Confira os resultados:

Mega-Sena

49 – 17 – 05 – 41 – 07 – 42;

Lotofácil

05 – 09 – 25 – 24 – 15 – 18 – 19 – 07 – 10 – 21 – 01 – 06 – 17 – 20 – 13;

Quina

26 – 55 – 42 – 09 – 66;

Timemania

53 – 12 – 26 – 70 – 01 – 15 – 64;

Time da sorte: 03 – Amazonas/AM

Dia de Sorte

24 – 02 – 18 – 07 – 20 – 29 – 01;

Mês da Sorte: 02/Fevereiro



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