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Agro exporta US$ 16,3 bi em julho e bate recorde para o mês, aponta Mapa

As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$16,3 bilhões em julho, melhor marca para o mês, segundo dados do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) divulgados nesta quinta-feira (13). 

Este valor representa um aumento de 5,4% ante os US$ 15,5 bilhões arrecadados no mesmo período de 2025.

Já as importações no mês reduziram 2,8% no comparativo e totalizaram US$ 1,75 bilhão, desconsiderando a compra de insumos utilizados pelo setor, como  fertilizantes (US$ 1,77 bilhão; +1,5% em relação a 2025), defensivos agrícolas (US$ 642,76 milhões; -7,5% em relação a 2025), entre outros. 

De acordo com a balança comercial do mês, as exportações do setor representaram 47,9% do total embarcado pelo país. 

Segundo o ministério, os produtos com maior peso para a balança comercial de julho foram: 

  • Soja (US$ 7,15 bilhões, aumento de 22,4% ante 2025);
  • Carnes  (US$ 2,91 bilhões, aumento de 5,2% ante 2025);
  • Produtos florestais (US$ 1,62  bilhão, aumento de 16,5% ante 2025);
  • Produtos do complexo sucroalcooleiro  (US$ 1,13 bilhão, aumento de 22,4% ante 2025);
  • Café, o único dos cinco com queda no comparativo (US$ 0,93 bilhão, aumento de 22,4% ante 2025)

Embarques de carne bovina em queda 

Às vésperas do esgotamento da cota chinesa, os embarques de carne bovina in natura em julho apresentaram redução de 5,8% no valor (US$ 1,45 bilhão) e de 17,7% no volume (227,94 mil toneladas). 

No comparativo com julho de 2025, os embarques para o principal parceiro comercial do setor reduziram 39,6% no valor, totalizando  US$ 529,24 milhões. O país concentrou 36,6% das vendas. 

Apesar das quedas, a proteína se manteve como o segundo produto com maior peso para o setor. Por outro lado, o valor médio da proteína aumentou 14,4% (US$ 6.351 por tonelada) e, segundo o Mapa, ajudou a “amenizar parte das perdas”. 

Outros parceiros comerciais de destaque no mês foram: Estados Unidos (US$ 160,04 milhões, +127,7% e 11,1% de participação); Chile (US$ 121,90 milhões, +111,7% e 8,4% de participação); União Europeia (US$ 94 milhões, +9,7% e 6,5% de participação) e México (US$ 79,28 milhões, -10,1% e 5,5% de participação).

Soja bate recorde 

Dados da balança comercial mostram que os embarques de soja em grãos no mês foram recorde em valor (US$ 5,87 bilhões, alta de 17,4% frente a julho de 25) e em volume (13,4 milhões de toneladas). Além disso, o preço médio por tonelada também cresceu 7,4% e fechou o mês em US$ 438.

A China concentrou 70% das exportações no mês, com US$ 4,11 bilhões, um salto de 5,9% no comparativo anual. 

Também apresentaram crescimento no total embarcado: União Europeia (US$ 453,43 milhões, +17,3% e 7,7% de participação); Tailândia (US$ 167,93 milhões, +11,5% e 2,9% de participação); México (US$ 162,11 milhões, +596,7% e 2,8% de participação) e Irã (US$ 160,93 milhões, +2.843,8% e 2,7% de market share).

Além da soja, outros oito produtos apresentaram valores recorde para o mês:

  •  Celulose – recorde em valor (US$ 1,06 bilhão; +30,8%) e quantidade (1,97 milhão de toneladas; +2,9%);
  •  Farelo de soja – recorde em quantidade (2,42 milhões de toneladas; +17,6%); 
  • Carne de frango in natura – recorde em valor (US$ 876,17 milhões; +33,9%);
  • Óleo de soja bruto – recorde em valor (US$ 370,24 milhões; +184,3%) e quantidade (309,05 mil toneladas; +143,5%);
  •  Café solúvel – recorde em valor (US$ 106,48 milhões; +18%) e quantidade (9,5 mil toneladas; +43,2%);
  • Bovinos vivos – recorde em valor (US$ 102,55 milhões; +22,2%); 
  • Feijões secos – recorde em valor (US$ 86,07 milhões; +21,7%) e quantidade (106,82 mil toneladas; +28%); 
  • Miudezas de carne de frango – recorde em valor (US$ 57,44 milhões; +184%) e quantidade (63,84 mil toneladas; +123,6%)

Açúcar, café verde e milho em queda 

Por outro lado, os embarques de milho apresentaram queda no valor ( US$ 415,23 milhões, -15,7%) e volume exportados (1,94 milhão de toneladas, -20,2%). Em compensação, o preço médio pago por tonelada saltou 5,6% e fechou o mês em US$ 214. 

O principal mercado do grão foi o Egito, com US$ 133,02 milhões e 600 mil toneladas. Já Vietnã e Irã reduziram as importações em US$ 79,6 e US$ 68,1 respectivamente. 

Os embarques de açúcar de cana em bruto também reduziram em volume (-19,2%, 2,53 milhões de toneladas) e valor (-32,6% e US$ 849,6 milhões). 

Segundo a pasta, as quedas são resultado da menor demanda por parte das exportações para Malásia (-US$ 76,26 milhões); Indonésia (-US$ 67,53 milhões); Emirados Árabes Unidos (-US$ 60,91 milhões); Egito (-US$ 56,64 milhões) e Argélia (-US$ 51,04 milhões).

Os principais mercados para o produto em julho foram:  China (US$ 198,80 milhões, +10,4% e 23,4% de participação); Marrocos (US$ 91,55 milhões, +138,3% e 10,8% de participação); Índia (US$ 74,34 milhões, -39,1% e 8,7% de participação); Nigéria (US$ 69,30 milhões, +20,6% e 8,2% de participação) e Canadá (US$ 64,12 milhões, +2% e 7,5% de participação). 

Outro produto com redução nos embarques foi o café verde. Frente a julho de 2025, as exportações reduziram 21,9% em valor (US$ 815,9 milhões), 4,8% em volume (153,2 mil toneladas) e no preço médio por tonelada (17,8%).

China na liderança

Em julho, a China se manteve como o principal destino das exportações do setor, concentrando 34,5% do valor total (US$ 5,64 bilhões). No mês, o país aumentou os embarques de soja em grãos (+US$ 229,95 milhões); carne de frango in natura (+US$ 85,38 milhões) e celulose (+US$ 61,16 milhões).

Com 14,7% do total exportado (US$ 2,4 bilhões), a União Europeia foi o segundo principal destino comercial do setor, com alta nos embarques de  celulose (+US$ 124,25 milhões). soja em grãos (US$ 453,43 milhões e +17,3% em relação a 2025); farelo de soja (US$ 441,62 milhões e +20,9%); café verde (US$ 375,48 milhões e -28,5% em relação a 2025).

Com 5,8% do market share, os embarques para os Estados Unidos somaram US$ 944,4 milhões no mês. Frente a 2025, houve queda de 12,2% nas exportações puxada pelas baixas nos embarques de café verde (-US$ 35,59 milhões) e suco de laranja (-US$ 27,56 milhões). Por outro lado, as exportações de carne bovina aumentaram US$ 89,75 milhões.

Os mercados que mais contribuíram para o crescimento das exportações do agronegócio brasileiro em julho de 2026 foram: Índia (+US$ 206,82 milhões); Irã (+US$ 155,51 milhões); Turquia (+US$ 91,73 milhões) e Egito (+US$ 90,33 milhões). 

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Ministério da Saúde anuncia novas regras para o Farmácia Popular; saiba o que muda


Nesta quarta-feira (12) durante evento da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou mudanças no Programa Farmácia Popular.

As alterações estão detalhadas em uma portaria publicada nesta quarta-feira, 12, no Diário Oficial da União e envolvem a modernização dos sistemas usados pelo programa e novas ferramentas para acompanhar possíveis irregularidades.

O texto também prevê a criação de um grupo de trabalho para discutir a ampliação dos serviços oferecidos aos usuários. Entre as possibilidades que serão avaliadas estão a oferta de exames, testes rápidos e teleatendimento nas unidades.

“Queremos dar um salto ainda maior na modernização digital desse programa”, afirmou Padilha durante o evento.

Atualmente, o programa possui cerca de 28 mil farmácias credenciadas e oferece gratuitamente 41 itens, incluindo medicamentos para hipertensão, diabetes, asma, doença de Parkinson e glaucoma, além de fraldas geriátricas e absorventes.

Segundo o Ministério da Saúde, o programa está presente em mais de 4,9 mil municípios e, em 2025, atendeu 27,3 milhões de pessoas.

Fiscalização e renovação das farmácias

Com as novas regras, uma possível irregularidade em farmácias credenciadas não levará automaticamente à suspensão. A medida adotada dependerá do risco identificado, e a suspensão imediata ficará restrita aos casos classificados como de risco alto ou muito alto. Ferramentas digitais e inteligência artificial serão usadas nesse acompanhamento para tornar o controle das unidades mais ágil.

O Sistema Autorizador de Vendas (SAV), utilizado para registrar as operações do programa, também será atualizado. A ferramenta receberá novos recursos digitais para aumentar a segurança e melhorar o acompanhamento das retiradas de medicamentos e outros produtos.

O governo estuda ainda usar biometria e reconhecimento facial para identificar os usuários, como uma forma de reforçar a segurança e ajudar no combate a fraudes.

As farmácias também terão que renovar a participação no programa a cada dois anos. De acordo com a portaria, quem perder o prazo poderá ter o acesso ao sistema suspenso até regularizar a situação. Caso a renovação não seja feita, a participação da unidade poderá ser cancelada.

Outra mudança é a possibilidade de ampliar o número de farmácias credenciadas em regiões que ainda têm pouca cobertura do programa. Em nota, o Ministério da Saúde afirma que a expansão deverá priorizar áreas vulneráveis e periferias de grandes centros.

Exames e teleatendimento

Um grupo de trabalho vai estudar a inclusão de exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e acompanhamento de pacientes nas unidades.

O teleatendimento poderá envolver médicos, enfermeiros e nutricionistas. A proposta é usar a estrutura do programa para acompanhar pessoas que precisam de tratamento contínuo, como aquelas com hipertensão e diabetes.

Segundo Padilha, o formato ainda será detalhado pelo grupo de trabalho, que reunirá o Ministério da Saúde e representantes do varejo e da indústria farmacêutica. A oferta dos novos serviços dependerá também de avaliações técnicas e das necessidades de cada região.

A expectativa é que as primeiras propostas sejam concluídas até o fim deste ano e possam começar a ser colocadas em prática a partir de 2027.



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Caramuru tem alta de 2,8% no lucro líquido do segundo trimestre de 2026

A Caramuru teve lucro líquido de R$ 179,1 milhões no segundo trimestre de 2026, ante R$ 174,2 milhões frente ao mesmo período do ano anterior, alta de aproximadamente 2,8%. No primeiro semestre, o lucro acumulado chegou a R$ 214,6 milhões, queda de 26% sobre os R$ 289,9 milhões do mesmo período de 2025.

A receita operacional líquida consolidada foi de R$ 2,104 bilhões no segundo trimestre, contra R$ 1,993 bilhão se comparado ao mesmo período do ano anterior, crescimento de 5,6%. No semestre, a receita ficou em R$ 3,736 bilhões, praticamente estável em relação aos R$ 3,757 bilhões de um ano antes.

O EBITDA Ajustado (Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) da Caramuru alcançou R$ 291,3 milhões no segundo trimestre, com margem de 13,8%. No acumulado do primeiro semestre, o indicador totalizou R$ 293,6 milhões, com margem de 7,9%.

O volume de vendas atingiu 1,274 milhão de toneladas nos seis primeiros meses de 2026, avanço de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025. A originação de soja também cresceu, com alta de 10,4%, para 2,138 milhões de toneladas.

A receita líquida do segmento de Commodities Diferenciadas somou R$ 1,166 bilhão nos seis primeiros meses de 2026, crescimento de 12,9% ante o mesmo período de 2025.

A Caramuru registrou dívida líquida de R$ 2,77 bilhões ao fim do primeiro semestre de 2026, alta de 11,1% em relação ao mesmo período de 2025. Com o aumento do endividamento, o índice de dívida líquida sobre o Ebitda ajustado passou de 3,46 vezes para 4,06 vezes em um ano.

Apesar da maior alavancagem, a companhia apresentou melhora no índice de liquidez, que chegou a 2,10 vezes em junho, ante 1,45 vez no mesmo período do ano anterior. Segundo a empresa, o indicador reforça a manutenção de uma estrutura de liquidez satisfatória.

No segundo trimestre, a Caramuru contratou R$ 524 milhões em novas operações bancárias, principalmente por meio de ACCs verdes. Os recursos foram direcionados à otimização da estrutura de capital e ao reforço da gestão de liquidez.

Com relação ao alongamento das dívidas, o movimento foi impulsionado principalmente pela contratação, no primeiro trimestre, de um CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) verde de R$ 600 milhões. A operação reduziu a concentração de vencimentos no curto prazo e ampliou a flexibilidade financeira da empresa.

Biocombustíveis

O segmento de Biocombustíveis reduziu sua participação na Receita Líquida tanto no segundo trimestre de 2026 quanto no acumulado do ano. No trimestre, a representatividade caiu de 30% para 27%, enquanto nos seis primeiros meses do ano recuou de 33% para 28%. O resultado foi influenciado pela redução de 6,7% no volume comercializado e de 8,3% no preço médio de venda.

A demanda por biodiesel também foi afetada pela não implementação do B16, com a manutenção da mistura obrigatória em 15%. O cenário limitou o crescimento do consumo e contribuiu para a queda dos preços do produto.

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Namorado que matou companheira em SC conviveu com corpo por dias, diz polícia


José Gustavo Rabelo, de 21 anos, que confessou ter matado a namorada, Joviana Evelyn Iankovski, com um mata-leão em Sangão (SC), manteve o corpo da vítima no próprio quarto durante todo o fim de semana, informou o delegado Murilo Silveira da Cunha, responsável pela investigação. O Estadão não localizou a defesa do acusado. O espaço segue aberto.

Joviana, de 19 anos, foi encontrada morta no quarto da casa do namorado, enrolada em cobertores, na segunda-feira (10) no bairro de Santa Apolônia. O corpo foi encontrado três dias depois do crime e uma semana após a jovem começar a cursar a faculdade de Ciências Biológicas na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc).

Segundo o delegado Murilo, José Gustavo agrediu a vítima após ela ter visto mensagens no celular dele com outras mulheres, sobretudo durante um período recente em que os dois estavam separados.

Na virada de quinta para sexta-feira (07), após uma discussão, Joviana teria tentado deixar a casa do namorado quando “ele a seguiu e aplicou um golpe de mata-leão. O que levou a vítima a óbito. Ele então colocou o corpo na cama e permaneceu na residência”, disse o delegado. Familiares disseram que os dois viviam em um relacionamento “muito conturbado”.

Em seguida, José relatou à polícia que consumiu uma grande quantidade de medicamento controlado, o que teria deixado ele entorpecido durante toda a sexta-feira. Sobre os outros dias, “ele apenas relatou que não sabe com precisão o que ocorreu, mas que teria consumido bastante bebida alcoólica. Ele deixou o quarto trancado e somente informou o ocorrido aos familiares na manhã de segunda-feira”.

José também disse à polícia que era comum levar a vítima e outras pessoas para o quarto e fazer do cômodo um espaço isolado. O delegado explicou que, apesar de o corpo estar no local desde a madrugada de sexta-feira, o cheiro de decomposição ainda não era perceptível na segunda-feira, quando a polícia o encontrou.

Segundo a Polícia Civil, Joviana estava desaparecida desde a última quinta-feira (07) quando a mãe da jovem acionou a polícia. Ela relatou à PM que a filha havia dito que ia sair na quinta-feira, mas não retornou mais. Desconfiada das mensagens que recebeu durante o fim de semana e acreditando que não teriam sido escritas por Joviana, ela entrou em contato com a PM e relatou a suspeita de que a filha pudesse estar morta.

O investigado apresentou-se voluntariamente à polícia na tarde de segunda-feira. José foi ouvido em sede de interrogatório e confirmou a versão quanto à dinâmica dos fatos. O acusado pelo crime de feminicídio foi levado ao Presídio de Tubarão.

Na tarde da terça-feira, 11, o investigado passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada, informou o delegado. José não possuía antecedentes e nem violência doméstica registrada.

“A Polícia Civil foi imediatamente acionada e iniciou diligências para a localização do investigado, namorado da vítima. Durante os trabalhos de campo, foram colhidas informações com familiares de ambas as partes e traçado o histórico dos últimos passos do casal”, disse a polícia em nota.

“As diligências complementares seguem em andamento para o completo esclarecimento das circunstâncias, autoria e motivação do fato”, disse a Polícia Civil de Santa Catarina, que destacou a atuação conjunta da Delegacia de Polícia de Sangão e da equipe de sobreaviso da Delegacia de Polícia de Jaguaruna, além do apoio prestado pela Polícia Militar desde o atendimento inicial.

A faculdade de Ciências Biológicas na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) lamentou o falecimento da estudante e disse que não concorda com qualquer tipo de violência. Depois, reafirmou o seu compromisso com a promoção de uma sociedade pautada pelo respeito, pela dignidade e pela proteção à vida. Veja a íntegra da nota da universidade:

A Unesc manifesta profundo pesar pelo falecimento de Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, ingressante no curso de Ciências Biológicas da Universidade no semestre 2026/2.

A Universidade reforça que não coaduna com qualquer tipo de violência e reafirma seu compromisso com a promoção de uma sociedade pautada pelo respeito, pela dignidade e pela proteção à vida.

Neste momento de dor, a Unesc se solidariza com familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com Joviana, compartilhando o sentimento de luto por sua partida precoce.

Iniciativa institucional

Preocupada com a emergente problemática social, a Unesc lançou, no mês de maio de 2026, o programa Unesc Com Elas, iniciativa voltada ao acolhimento, à conscientização e ao combate à violência contra a mulher. O movimento institucional promove acolhimento, prevenção, proteção e cuidado voltado às mulheres da comunidade acadêmica.



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Tyson Foods fecha mais duas plantas de carne bovina nos EUA

A Tyson Foods anunciou uma reorganização de suas operações de carne bovina nos Estados Unidos, com o fechamento de duas unidades e a intenção de vender outra. As medidas buscam concentrar a produção em plantas consideradas mais estratégicas diante da escassez de gado no país. As informações foram divulgadas pela em comunicado pela nesta quinta-feira (13).

Segundo a empresa, as operações de carne bovina serão concentradas em três unidades localizadas no centro dos Estados Unidos, em Dakota City, Nebraska, Holcomb, Kansas, e Amarillo, Texas. A estratégia pretende tornar a rede mais eficiente e competitiva diante das restrições de oferta de animais.

A Tyson encerrará as atividades da unidade de carne bovina em Joslin, Illinois, que emprega mais de 2 mil pessoas e tem capacidade para abater cerca de 3 mil bovinos por dia. A companhia também pretende vender a planta de Pasco, em Washington, com capacidade para aproximadamente 2 mil abates diários.

A empresa informou ainda que fechará a unidade de produtos de carne bovina pré-embalados, conhecida como case-ready, em Eagle Mountain, Utah. A capacidade dessas instalações será transferida para outras unidades com maior capacidade de expansão.

Com a reorganização, a Tyson pretende retomar o segundo turno de produção na unidade de Amarillo, no Texas, conforme a disponibilidade de gado aumente. Segundo a companhia, o conjunto das mudanças permitirá manter nível semelhante de abate por meio de uma rede mais eficiente e moderna.

Escassez de gado

A decisão ocorre em um momento de forte pressão sobre os frigoríficos americanos. Segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) a oferta doméstica de gado caiu para o menor nível em 75 anos, elevando os custos das empresas de processamento.

Ao mesmo tempo, a demanda por carne bovina permanece firme e ajudou a levar os preços a níveis recordes. O movimento também tornou a proteína um dos principais componentes da inflação de alimentos nos Estados Unidos.

A Tyson já havia fechado, no início deste ano, uma unidade em Lexington, Nebraska, considerada uma das maiores plantas de processamento de carne bovina do país. A companhia também reduziu pela metade a produção de uma unidade no Texas.

Em comunicado aos funcionários, o CEO da Tyson Foods, Donnie King, afirmou que dados recentes do USDA mostram poucos sinais de que os pecuaristas estejam ampliando os rebanhos.

Para King, os dados indicam que as restrições de oferta devem persistir e exigem uma resposta estratégica da companhia. A Tyson afirmou que a reorganização busca fortalecer a competitividade da operação de carne bovina no longo prazo diante de uma das maiores escassezes de gado já enfrentadas pelos Estados Unidos.

A empresa também afirmou que pretende apoiar os funcionários afetados pelas mudanças, inclusive na busca por vagas disponíveis em outras unidades.

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Discord se posiciona após ter transmissões ao vivo suspensas pela ANPD


O Discord teve, nessa segunda-feira (12), suspensas pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suas transmissões ao vivo na plataforma. O motivo, segundo a ANPD, foi a falta de medidas técnicas e de segurança para proteger crianças e adolescentes.

Segundo nota da empresa, a caracterização feita pela ANPD não reflete a plataforma nem os investimentos feitos em segurança dos usuários. A medida foi tomada após a repercussão de um caso de uma adolescente de 13 anos que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live na plataforma.

A empresa afirmou que investigou o caso envolvido que levou à suspensão e que removeu o servidor utilizado, que, segundo a plataforma, exigia um convite para entrar e não podia ser encontrado por outros usuários do Discord.

Também disse no texto que segue cooperando com as autoridades policiais nas investigações, além de indicar o uso de outras plataformas para crimes.

Nossa investigação encontrou evidências de que a atividade criminosa foi coordenada em outras plataformas antes da criação do servidor no Discord e continuou nessas plataformas após os indivíduos envolvidos terem sido banidos do DiscordDiscord, via nota

A plataforma ainda diz no texto que tem equipes dedicadas para desarticular esses grupos e que espera continuar conversas com as autoridades brasileiras para “promover uma experiência online mais segura para todos os usuários, tanto no Discord quanto em toda a internet.”

Entenda

A empresa terá três dias úteis para interromper o recurso de transmissão ao vivo e outras ferramentas de transmissão e compartilhamento de vídeos após a decisão da ANPD. A suspensão deverá permanecer até que o Discord comprove à agência a adoção de medidas técnicas e de segurança para proteger crianças e adolescentes.

A decisão foi tomada pela Superintendência de Fiscalização da ANPD dentro de um processo aberto na sexta-feira (7), que investiga possíveis falhas da plataforma no cumprimento das regras de proteção de menores de 18 anos no ambiente digital.

A medida não determina o bloqueio do Discord no país. Segundo a ANPD, a decisão é específica para a funcionalidade “Go Live”, utilizada para transmissões ao vivo dentro de servidores, além de recursos equivalentes de transmissão e compartilhamento de vídeos.

A agência afirma ter identificado evidências de que a funcionalidade apresenta riscos relacionados à exposição de crianças e adolescentes a conteúdos e práticas que podem envolver violência, automutilação e suicídio.

Fiscalização da ANPD

O processo de fiscalização foi instaurado para verificar se o Discord adotou as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital) para prevenir e reduzir riscos aos usuários menores de idade.

Segundo a ANPD, a decisão desta quarta-feira ocorreu após a agência receber informações apresentadas pelo Discord na segunda-feira (10) e realizar uma reunião com representantes legais da empresa na terça (11).

A Superintendência de Fiscalização considerou que os elementos reunidos até o momento justificam uma intervenção específica sobre as transmissões ao vivo. A agência afirma que esse recurso tem sido utilizado de forma recorrente em episódios envolvendo violações contra crianças e adolescentes.

Entre as situações mencionadas pela ANPD estão:

  • Práticas de violência;
  • Assédio e ações de indução;
  • Incitação;
  • Instigação ou auxílio à automutilação e ao suicídio.

A agência também informou que, pela forma como a tecnologia do Discord funciona, a empresa não tem acesso ao conteúdo das transmissões de vídeo enquanto elas estão acontecendo. Segundo a fiscalização, isso dificulta a análise automática das imagens e a identificação, em tempo real, de possíveis violações.

Atualmente, de acordo com a ANPD, o Discord depende de sistemas automatizados e de denúncias feitas pelos próprios participantes dos servidores para identificar situações de risco.

Mudanças na função de transmissão

A ANPD afirma ainda que o Discord realizou mudanças técnicas na funcionalidade “Go Live” no início de março, período próximo à promulgação e à entrada em vigor do ECA Digital.

Segundo a agência, essas alterações reduziram as medidas de proteção disponíveis para crianças e adolescentes. A avaliação da fiscalização é de que as medidas apresentadas atualmente pela empresa são, em grande parte, posteriores à ocorrência dos danos ou possuem capacidade preventiva considerada limitada.

A legislação estabelece que plataformas devem considerar os riscos relacionados a seus recursos, funcionalidades e sistemas desde a fase de concepção e durante o gerenciamento contínuo desses serviços.

Por isso, além de suspender as transmissões ao vivo, a determinação da ANPD exige que o Discord adote mecanismos capazes de impedir tentativas de burlar a suspensão.

A decisão, no entanto, não impede o funcionamento das demais atividades da plataforma. O Discord poderá continuar oferecendo seus outros recursos e serviços que não estejam envolvidos na determinação.

Suspensão não tem prazo definido

A suspensão das lives não tem uma data previamente estabelecida para terminar.

De acordo com a ANPD, o recurso só poderá ser reativado, total ou parcialmente, depois que o Discord demonstrar que implementou medidas técnicas, de segurança e de governança adequadas aos riscos identificados.

A medida desta quarta-feira é preventiva e faz parte do processo de fiscalização. Outras providências ainda poderão ser adotadas pela agência durante a investigação.

Entre as possibilidades está a elaboração de um plano de conformidade, no qual o Discord poderia assumir compromissos para implementar mudanças em outros aspectos de seus serviços e atender às exigências do ECA Digital.A empresa também precisará comprovar a efetividade dessas medidas. A retomada das transmissões dependerá de autorização expressa e prévia da ANPD.



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MBRF registra queda de 19,5% no lucro líquido do segundo trimestre de 2026

A MBRF, empresa dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, teve um lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa uma queda de 19,5% se comparado ao mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre de 2025, o resultado havia sido de R$ 85 milhões.

De acordo com o comunicado, a empresa destaca que mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador, a companhia manteve sua capacidade de geração de resultados e apoiada pela evolução operacional, expansão comercial e ganhos de sinergia e eficiência em diferentes mercados.  
 
“Os números apresentados refletem a solidez do nosso modelo de negócios, a qualidade da execução das nossas equipes e os avanços na integração das operações. Continuamos a fortalecer a nossa competitividade por meio de marcas líderes, presença global, ampla distribuição e ganhos contínuos de eficiência, sempre com foco na geração sustentável de valor”, afirma Marcos Molina, chairman da MBRF. 

A receita liquida somou R$ 40,7 bilhões neste segundo trimestre de 2026, com avanço de 4,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 3,2 bilhões, um avanço de 5,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior, que estava em R$ 3.039 bilhões.

A margem EBITDA ajustada no trimestre foi de 7,9%, um aumento de 3 bps em comparação ao mesmo período de 2025, que estava em 7,8%.

A companhia também informou que o volume de vendas cresceu, atingindo 1,969 milhão de toneladas, recorde para um segundo trimestre.

Com relação à cota chinesa, a MBRF destacou que deve manter os fluxos de exportação por meio de suas operações internacionais. A companhia pode atender à demanda da China a partir de unidades localizadas em países como Argentina e Uruguai, que possuem acesso ao mercado chinês, enquanto a operação nos Estados Unidos também pode ser utilizada para abastecer o mercado asiático.

Operações de bovinos

Na América do Norte, o volume de vendas cresceu 2%, de 468 mil para 477 mil toneladas, contribuindo para mitigar os efeitos da menor disponibilidade de gado.

O maior peso médio das carcaças e a demanda firme mantiveram os preços em patamares elevados e impulsionaram a receita líquida para US$ 3,748 bilhões, avanço de 14,9% em relação aos US$ 3,263 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em coletiva de imprensa, a empresa destacou que a oferta restrita de animais nos Estados Unidos continua impactando as margens. Com o anúncio da reabertura das importações de gado do México, a expectativa é de um efeito positivo a partir de 2027, embora o impacto dependa do peso do gado americano.

Já na América do Sul, a empresa informou que a expansão da capacidade produtiva, os ganhos de produtividade e a forte demanda por proteína bovina nos mercados externos sustentaram o crescimento dos volumes e da receita.

No período, a receita líquida alcançou R$ 6,389 bilhões, alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o EBITDA ajustado avançou 22,1%, para R$ 570 milhões.

Sadia Halal

A Sadia Halal encerrou o trimestre com receita líquida de US$ 590 milhões, alta de 16,6% em relação ao segundo trimestre de 2025.

O EBITDA ajustado alcançou US$ 95 milhões, crescimento de 104,3%, enquanto a margem EBITDA ajustada avançou 6,9 pontos percentuais, para 16,1%, novo recorde para a operação.

“Com mais de 50 anos de presença no Oriente Médio, contamos com uma sólida plataforma comercial e expertise logística que têm sido fundamentais para mitigar os desafios operacionais decorrentes do contexto geopolítico, assegurando o abastecimento e contribuindo para a segurança alimentar da região,” explica Fabio Mariano, CEO da Sadia Halal e Vice-Presidente do Mercado Halal da MBRF.

 

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Defesa Civil emite alerta vermelho para aumento de temperatura em SP


A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta para uma onda de calor que deve atingir o Estado entre esta quinta-feira (13) e quarta-feira (19). A previsão indica temperaturas até 7°C acima da média em áreas do interior, além de baixos índices de umidade e aumento do risco de incêndios na vegetação.

Segundo o órgão, as condições são provocadas pela atuação de uma massa de ar quente e seco sobre grande parte do Estado. O cenário deve ser mais intenso no interior paulista, onde a combinação entre temperaturas elevadas, baixa umidade e vegetação ressecada pode favorecer a ocorrência de incêndios.

Na capital paulista, a temperatura chegou a 29°C nesta quinta-feira, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Durante os próximos dias, os termômetros devem variar entre 15°C e 28°C, podendo atingir 31°C na próxima segunda-feira (17).

As maiores diferenças em relação às temperaturas médias são esperadas nas regiões de Presidente Prudente, Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca e Ribeirão Preto, onde os termômetros poderão registrar até 7°C acima da média.

Nas regiões de Marília, Bauru, Araraquara, Itapeva, Sorocaba, Campinas, São José dos Campos e na região metropolitana de São Paulo, as temperaturas máximas devem ficar entre 3°C e 5°C acima da média. Já em Registro, na baixada santista e no litoral norte do Estado, a elevação pode chegar a 3°C.

Além dos efeitos do calor, a Defesa Civil chama a atenção para os impactos da rápida elevação das temperaturas sobre a saúde. Segundo a tenente Carolina, médica pneumologista do Departamento de Atendimento Médico da Casa Militar, a combinação de calor e baixa umidade pode aumentar a sensibilidade das mucosas.

“Quando a temperatura sobe de forma rápida, associada à baixa umidade do ar, as mucosas ficam mais sensíveis. Isso, somado à circulação de vírus respiratórios característica do inverno, aumenta o risco de infecções respiratórias, especialmente entre crianças, idosos, pessoas com doenças pulmonares ou alérgicas”, explica.

A orientação é manter a hidratação, umidificar os ambientes sempre que possível, evitar exposição prolongada ao sol nos períodos mais quentes e manter os locais bem ventilados.

A persistência do calor e da baixa umidade também aumenta o risco de incêndios em áreas de vegetação. A Defesa Civil orienta a população a não realizar queimadas nem utilizar fogo para limpar terrenos.

Também recomenda evitar o descarte de bitucas de cigarro às margens de rodovias ou em locais com vegetação seca e pede atenção redobrada nas áreas rurais.

Em caso de fumaça ou princípio de incêndio, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199.



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Distribuição de insumos agropecuários movimenta R$ 171 bilhões em 2025

A distribuição de insumos agropecuários movimentou R$ 171 bilhões em faturamento em 2025, segundo a 11ª Pesquisa Nacional da Distribuição, realizada pela Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários) em parceria com o Cepea-Esalq/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Do total, R$ 105 bilhões vieram da comercialização de insumos, enquanto R$ 43 bilhões foram gerados com a comercialização de grãos e R$ 23 bilhões com máquinas, serviços e outras atividades.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (13), durante o Congresso Andav 2026, realizado em São Paulo.

Thiago Bernardino, coordenador técnico do Cepea-Esalq/USP, reforçou, durante a apresentação da metodologia da pesquisa, que o trabalho envolve a contribuição de diversos profissionais, o que demonstra a importância e a valorização do levantamento realizada pela Andav para o setor.

Segundo a Andav, os distribuidores são responsáveis por 47% de todo o volume de insumos que chega aos produtores rurais no país.

A pesquisa também apontou que a soja é a principal cultura atendida pelos distribuidores, com 43% de participação, seguida pelo milho, com 20%.

Entre os segmentos de insumos, os defensivos químicos representam a maior parcela, com 43% de participação. Na sequência aparecem os fertilizantes para o solo, com 17%, e as sementes, com 16%.

O levantamento ainda mostrou que o número de lojas do setor cresceu 3,5% em relação a janeiro de 2025. Para os próximos anos, 32% das empresas consultadas afirmam ter planos de abrir novas unidades até 2028.

Segundo a pesquisa, 82% das empresas de distribuição de insumos agropecuários estão há mais de 11 anos no mercado.

https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/gabriella-weiss/agro/por-que-o-brasil-precisa-importar-fertilizantes/

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Governo autoriza Infraero a ceder área do Santos Dumont para construir hotel


O Ministério de Portos e Aeroportos autorizou a Infraero a conceder o uso de área do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro (RJ), para a implantação de um empreendimento hoteleiro. A medida permite a celebração de contrato com prazo de 20 anos, superior ao limite normalmente aplicado aos contratos comerciais em terminais administrados pela estatal.

De acordo com o Ministério, o prazo ampliado busca viabilizar investimentos de maior porte, compatíveis com o tempo necessário para implantação e operação do empreendimento. O hotel construído na região do aeroporto tem dimensão estimada em, aproximadamente, 11,8 mil metros quadrados.

A Pasta afirma ainda que a autorização tem como objetivo ampliar a oferta de serviços e estimular novos investimentos em infraestrutura aeroportuária. Qualquer eventual mudança no contrato fica submetida a autorização prévia da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC).

Caso o terminal seja concedido à iniciativa privada futuramente, o texto determina que o hotel seja mantido e assumido pelo novo operador, preservando as condições estabelecidas.



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